| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.151,00 |
| Fev/26 | R$ 14.012,00 |
| Jan/26 | R$ 13.874,00 |
| Dez/25 | R$ 13.738,00 |
| Nov/25 | R$ 13.603,00 |
| Out/25 | R$ 13.469,00 |
| Set/25 | R$ 13.359,00 |
| Ago/25 | R$ 13.228,00 |
| Jul/25 | R$ 13.099,00 |
| Jun/25 | R$ 13.083,00 |
| Mai/25 | R$ 13.110,00 |
| Abr/25 | R$ 13.114,00 |
Entendendo como a Tabela FIPE reflete o Honda Accord LX 1996 com motor 2.2/2.4 16V
O papel da Tabela FIPE na avaliação de veículos usados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como uma base de referência que as seguradoras, concessionárias e muitos compradores consultam para entender qual seria o preço médio de reposição ou de venda do carro em determinadas condições. Para o Honda Accord Sedan LX 1996, com as opções de motorização 2.2 e 2.4 16V, a FIPE considera variações que vão além da simples presença de “Honda” e “LX” no nome do modelo. O estado de conservação, a quilometragem, a cor, o histórico de manutenção, o tipo de transmissão (manual ou automática) e até o conjunto de itens de conforto e segurança podem influenciar o valor de referência indicado pela tabela. Em seguros, esse valor serve como base para cálculos de cobertura de valor de referência, de indenização em caso de perda total e, em alguns casos, para apurar o prêmio de determinadas linhas de proteção. Observação importante: os preços de referência não aparecem neste texto; eles são inseridos automaticamente no topo do post pela plataforma, conforme a configuração da sua consulta.
Para quem atua no mercado de seguros, entender a forma como a FIPE agrupa as versões de um mesmo modelo é essencial. Um Accord LX 1996 pode ter variações que, embora pareçam pequenas, geram impactos relevantes na avaliação de risco e no custo do contrato. A versão 2.2/2.4 16V, por exemplo, envolve diferenças de motor, desempenho, consumo e disponibilidade de peças em relação às variantes sem a configuração 16V. A linguagem técnica e as notas de cada versão ajudam a moldar uma visão mais precisa de quanto vale, no mercado de usados, esse exemplar específico de Honda.

Ficha técnica resumida do Honda Accord Sedan LX 1996
- Motorização: opções de 2.2 L e 2.4 L, ambos 4-cilindros com 16V em pelo menos uma das versões, ajustando o desempenho conforme o câmbio e o regulamento de cada mercado.
- Transmissão: disponível em combinação com câmbio manual ou automático, com propostas de seis velocidades para alguns mercados, porém a configuração mais comum na época era automática de 4 a 5 velocidades e manual em versões mais básicas.
- Alimentação: gasolina (gasolina/petrol), com ajustes para atender às normas locais de circulação da época e ao tipo de combustível disponível.
- Dimensões, peso e capacidade: o Accord 1996 da linha LX apresentava comprimento próximo de 4,65 a 4,75 metros, entre-eixos na faixa de 2,65 metros, distância entre eixos estável que favorece o espaço interno; o peso em ordem de marcha variava conforme motor, câmbio e itens de conforto, com estimativas aproximadas entre 1.250 kg e 1.420 kg; a capacidade do porta-malas ficava na faixa de 450 a 500 litros, dependendo da configuração de bancos, roda sobressalente e outros acessórios.
Esses números são referências típicas da linha do Honda Accord da década de 1990 e podem sofrer variações locais conforme o lote de fabricação, o país de onde o veículo foi importado, e a configuração de itens opcionais. Por isso, ao consultar a FIPE para o seu Accord LX 1996 específico, vale conferir a versão exata do motor (2.2 ou 2.4 16V), o câmbio e a presença de itens adicionais que aparecem na descrição da ficha do veículo de interesse.
Motorizações 2.2 vs 2.4: impactos práticos para o dia a dia
Quando comparamos as duas opções de motorização associadas ao Accord LX 1996, é comum notar diferenças relevantes em termos de desempenho, consumo e custo de manutenção. A variação entre 2.2 L e 2.4 L não é apenas numérica; ela se traduz em experiência de condução, resposta do acelerador, torque disponível em rotações médias e, consequentemente, na praticidade de uso diário, especialmente em trechos urbanos com paradas e retomadas frequentes ou em trechos rodoviários com ultrapassagens que exigem mais fôlego.
Em termos de valor de mercado e de FIPE, motores com maior capacidade cúbica, em geral, tendem a aparecer com valores de referência ligeiramente superiores para a mesma carroceria, principalmente se acompanhados de câmbio automático e de um conjunto de itens de conforto. No entanto, a diferença não é apenas uma questão de potência máxima; ela também se reflete no consumo de combustível e na facilidade de manutenção. Peças como bomba de combustível, velas, sensores de injeção e junta de cabeçote (quando houver) podem ter custos diferentes entre 2.2 e 2.4, o que, no longo prazo, influencia a avaliação de seguro ao considerar o custo de reposição em caso de sinistro e a depreciação prevista pelo mercado.
Outra dimensão a considerar é a disponibilidade de peças e o histórico de disponibilidade de serviços de reparo para cada motorização. Em modelos mais antigos, a acessibilidade de mecânicos especializados pode variar conforme a região, o que afeta não apenas o custo de manutenção, mas também o tempo de reparo e a satisfação com a assistência técnica. Por isso, quem administra um Accord 1996 hoje costuma priorizar o histórico de manutenção apresentado no veículo, bem como a documentação de revisões, para sustentar uma boa avaliação de valor junto às seguradoras e, ao mesmo tempo, manter o desempenho desejado para uso cotidiano.
Impacto da FIPE na avaliação de seguro e na precificação
Para as seguradoras, o valor de tabela FIPE serve como referência para a indenização por perda total e, em muitos contratos, como base para a composição do valor segurado. Em veículos com versões distintas como o Honda Accord LX 1996, o corretor precisa confirmar a que linha de motor e câmbio a seção de valor se refere, porque a FIPE costuma diferenciar entre versões — mesmo dentro do mesmo modelo — para refletir as variações de conforto, desempenho e disponibilidade de peças. Dessa forma, uma mesma carroceria com motorização 2.2 pode ter uma referência de mercado diferente de outra com motor 2.4 16V, especialmente se o equipamento de série incluir itens relevantes de segurança ou de conveniência que agreguem valor percebido pelo mercado.
Além disso, o seguro não se baseia apenas no valor de reposição. Em muitos casos, as apólices adotam modalidade de “valor de mercado”, que está obstinadamente associada à FIPE, mas com ajustes que levam em conta quilometragem, estado de conservação e histórico de sinistros. O estado de conservação, por exemplo, pode impactar o prêmio, mesmo que dois Accord LX 1996 apresentem números de FIPE semelhantes. Assim, uma manutenção constante, revisões em dia e um histórico limpo ajudam a preservar o valor de referência do veículo para fins de seguro, resultando em condições mais equilibradas de prêmio e cobertura.
Como interpretar a ficha técnica na prática para seguradoras
A leitura da ficha técnica, associada aos dados de motor, câmbio e estado geral, ajuda o corretor a situar o cliente dentro de faixas de valor de referência da FIPE. Por exemplo, a presença de motor 2.4 16V com câmbio automático pode incluir itens que aumentem a avaliação de mercado em comparação a uma configuração 2.2, especialmente se o veículo demonstrar boa conservação, histórico de revisões em dia e baixo desgaste de componentes críticos. Por outro lado, veículos com desgaste acelerado, histórico de colisões ou falta de itens de segurança originais podem receber ajustes para baixo na avaliação de referência, impactando o custo da reprodução de valor para seguradora e, consequentemente, o prêmio.
Outro ponto relevante é o uso do veículo. Um Accord 1996 que tenha sido utilizado como carro de família, com manutenção regular e sem alterações invasivas no conjunto original, tende a manter melhor o valor de mercado do que um exemplar com modificações que não são originais ou com histórico de danos não reparados adequadamente. Tudo isso aparece na avaliação de risco do seguro e, por consequência, na composição de coberturas como assistência 24h, proteção de vidros, cobertura contra terceiros e franquias proporcionadas pela política escolhida.
Boas práticas para manter o valor de mercado do Accord 1996
Para proprietários que desejam manter a relevância do valor de mercado do Honda Accord LX 1996 diante da FIPE e das exigências das seguradoras, algumas atitudes simples costumam fazer diferença. Primeiro, manter um registro claro de manutenções, com notas fiscais, ajuda a demonstrar cuidado e regularidade no serviço. Segundo, conservar itens originais — rodas, emblemas, acabamento de interior e faróis — evita quedas de valor por substituições que mudem a configuração original do veículo. Terceiro, manter a quilometragem sob controle e evitar uso excessivo de peças de desgaste, como pneus, sistemas de freios e componentes de suspensão sem verificação periódica, também favorece a avaliação de mercado. Por último, possuir documentação completa para transferência de propriedade e regularidade fiscal facilita as transações de venda ou de cotação pela FIPE, reduzindo dúvidas que possam influenciar o valor de referência.
Dicas ao considerar a compra ou venda de um Accord 1996
Se você está avaliando a compra ou venda de um Honda Accord LX 1996, vale ter em mente que a idade do modelo o coloca em uma faixa de demanda específica, com foco em carros que combinam espaço interno, conforto e presença de marca reconhecida. Ao checar a referência FIPE, peça pela identificação da versão exata (2.2 ou 2.4 16V) e compare não apenas o preço de lista, mas também o estado de conservação. Além disso, avalie a disponibilidade de peças originais no mercado de reposição, o custo de reparos comuns para o ano/modelo, e o histórico de manutenção. Com base nesses elementos, você terá uma visão mais clara sobre o investimento real, o custo de seguro e a necessidade de coberturas específicas para esse tipo de veículo antigo, que exige atenção contínua.
Para quem trabalha com seguros ou está buscando proteção adequada a um veículo com mais de duas décadas de uso, entender a combinação entre a identidade da marca, a versão do motor, a configuração de transmissão e o histórico de manutenção ajuda a construir uma estratégia de seguro mais sólida. A integração entre a avaliação de mercado pela FIPE e as particularidades do Accord 1996 facilita a escolha de coberturas que assegurem a reposição adequada em caso de sinistro, sem surpresas futuras. Através de uma leitura criteriosa da ficha técnica, das condições do veículo e do histórico de manutenção, você aproxima-se de uma apólice que realmente reflita o valor de uso do carro na prática diária.
Observação: os números exatos de FIPE para cada exemplar dependem da avaliação específica do veículo e da versão exata (motor 2.2 ou 2.4 16V), bem como do estado e dos itens de fábrica originais presentes. Sempre confirme a versão consultando a documentação do veículo e as informações de referência disponíveis no momento da cotação.
Compreender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e o seu perfil de uso ajuda a transformar a proteção em uma ferramenta de gestão de risco, em vez de apenas uma despesa. O Honda Accord LX 1996, com suas características de design e engenharia, representa uma peça de valor histórico para quem aprecia carros de época bem conservados, e também um ativo que requer atenção contínua para manter sua segurança, confiabilidade e custo-benefício ao longo do tempo.
Para quem busca proteção com tranquilidade e planejamento, pense na cada etapa de seguro como parte de uma estratégia de preservação de valor. Faça uma cotação com a GT Seguros para alinhar as coberturas às especificidades do seu Honda Accord LX 1996 e às suas necessidades reais de proteção.
