| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 10.782,00 |
| Fev/26 | R$ 10.423,00 |
| Jan/26 | R$ 10.633,00 |
| Dez/25 | R$ 10.641,00 |
| Nov/25 | R$ 10.542,00 |
| Out/25 | R$ 10.186,00 |
| Set/25 | R$ 10.238,00 |
| Ago/25 | R$ 9.892,00 |
| Jul/25 | R$ 9.558,00 |
| Jun/25 | R$ 9.235,00 |
| Mai/25 | R$ 8.923,00 |
| Abr/25 | R$ 8.968,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para a Honda CG 150 Fan ESi e CG 150 Fan ESi Flex (2010)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo motocicletas. Embora o objetivo deste espaço não seja apresentar valores, é essencial entender como essa tabela funciona para orientar decisões pessoais de compra, revenda e, principalmente, proteção veicular. No caso da Honda CG 150 Fan ESi e da CG 150 Fan ESi Flex lançadas em 2010, a Tabela FIPE ajuda a mapear a evolução de preço ao longo do tempo, considerando variações de versão (ESi e ESi Flex), condições de conservação, quilometragem e histórico de uso. A corretora de seguros, por sua vez, utiliza esses dados para estimar o valor de substituição ou de reserva técnica ao calcular uma apólice adequada. A seguir, exploramos aspectos técnicos da moto, o que diferencia as versões da época e como tudo isso se conecta ao tema central: a Tabela FIPE e seu uso no contexto de seguros e planejamento financeiro.
Ficha Técnica da Honda CG 150 Fan ESi e CG 150 Fan ESi Flex (2010)
- Cilindrada: 149,2 cm³
- Motor: 4 tempos, monocilíndrico, arrefecimento por aletagem (ar), com configuração OHC (overhead cam)
- Transmissão: 5 velocidades
- Alimentação: Injeção eletrônica (ESi); versão Flex envolve combustível flexível (etanol/gasolina)
- Tipo de chassis: quadro em aço, configuração do tipo diamante, projetado para uso urbano e rodoviário leve
- Suspensão dianteira: garfo telescópico
- Suspensão traseira: dois amortecedores (link) para absorção de impactos em estrada de asfalto e pavimento irregular
- Sistema de freios: tambor na dianteira e tambor na traseira (sem ABS nessa geração)
- Tanque de combustível: capacidade aproximada para uso cotidiano (em torno de 10–12 litros, variando entre versões e anos)
- Peso em ordem de marcha: aproximadamente 108–112 kg, dependendo da versão (ESi vs. ESi Flex) e do estado de conservação
- Dimensões gerais e estilo: design compacto, com assento duplo e posição de pilotagem voltada para conforto urbano
- Visibilidade e iluminação: conjunto de iluminação simples, adequado ao padrão de motocicletas de entrada da época
Observação: as especificações acima representam um conjunto de datas, versões e características típicas da CG 150 Fan ESi e da CG 150 Fan ESi Flex em 2010. Pequenas variações entre unidades idênticas podem ocorrer devido a lotes de fabricação, revisões de fábrica ou alterações de configuração regionais. O objetivo é oferecer um panorama claro da base técnica para entender como a versão ESi (injeção eletrônica) e a versão Flex se comportam no dia a dia, bem como como esses elementos influenciam a avaliação de valor pela FIPE.

Sobre a marca Honda
A Honda é uma das marcas mais reconhecidas no setor de mobilidade mundial, com presença sólida no Brasil desde a segunda metade do século XX. Reconhecida pela confiabilidade, facilidade de manutenção e rede de assistência, a marca nipônica consolidou-se como referência em motos de uso urbano, lazer e trabalho. Em linhas gerais, a Honda investe em motorizações eficientes, economia de combustível e ergonomia voltada ao usuário, o que torna seus modelos, inclusive a CG 150 Fan, escolhas frequentes entre quem busca custo-benefício sem abrir mão de desempenho básico e durabilidade. Em 2010, quando a CG 150 Fan ESi e a CG 150 Fan ESi Flex passaram a compor o catálogo, a Honda já apresentava uma combinação de tecnologia simples e robustez, alinhada ao público que valoriza facilidade de manutenção, disponibilidade de peças e revenda previsível — fatores que, ao lado da FIPE, ajudam quem planeja seguro, consórcio ou compra de oportunidade.
Ao pensar em seguro ou avaliação de mercado, a presença de uma marca com histórico de confiabilidade facilita a definição de cobertura adequada e termos de renovação. Além disso, a reputação da marca influencia a percepção de reparabilidade e o custo de peças, impactando de forma indireta o custo total de propriedade. A CG 150 Fan, com seu perfil de moto de entrada, exemplifica a proposta da Honda de oferecer um veículo que combine custo de aquisição, desempenho suficiente para uso diário e facilidade de reposição de componentes.
Como interpretar a Tabela FIPE para motos e, em especial, para a CG 150 Fan (2010)
A Tabela FIPE funciona como referência mensal para o valor de mercado de veículos usados, levando em conta modelo, ano, versão e condições gerais de uso. Para motos, o processo de consulta costuma seguir etapas simples: selecionar a marca, o modelo, o ano de fabricação ou o ano-modelo, e a versão (ESi, ESi Flex, etc.). Observa-se que as variações entre versões podem gerar faixas distintas de valor de referência, o que reforça a importância de ficar atento à configuração específica do veículo ao consultar a FIPE. Embora os números não devam ser inseridos neste espaço, entender a lógica de consulta ajuda na tomada de decisão e na negociação com seguradoras, revendedores e compradores.
Alguns pontos-chave sobre a FIPE que ajudam na prática:
- Atualização mensal: a tabela é revisada com frequência para refletir tendências de mercado, desvalorização do modelo e alterações de oferta e demanda.
- Versionamento: versões diferentes (ESi, ESi Flex) podem ter valores distintos na tabela, mesmo dentro do mesmo ano-modelo, por conta de diferenças de motorização e de consumo.
- Condição do veículo: a FIPE considera o estado do veículo como “impecável” quando na condição de garagem, com histórico de proprietário único e sem avarias relevantes. Perdas de valor costumam ocorrer com maior intensidade quando há sinistros ou modificações que impactam a integridade da motocicleta.
- Uso seguro da informação: para fins de seguro, a FIPE funciona como referência de valor de mercado para limitar o valor de cobertura, evitar subseguro ou superproteção, e apoiar o cálculo de eventual indenização de acordo com a apólice contratada.
Ao aplicar esse conhecimento na prática, quem tem uma CG 150 Fan ESi ou ESi Flex pode usar a FIPE como base para discutir com a corretora de seguros a quantia de proteção ideal. Em muitos casos, o objetivo é alinhar o valor da apólice ao valor de mercado estimado pela FIPE, evitando tanto a subseguração quanto o custo desnecessário de uma cobertura acima do necessário. Além disso, entender a diferença entre as versões ESi e ESi Flex ajuda a identificar particularidades da apólice que podem impactar itens como assistência 24h, carro reserva, coberturas de terceiros e danos causados por terceiros.
Implicação da tabela FIPE na escolha do seguro
A relação entre a FIPE e o seguro é direta: o valor de referência do veículo serve como referência para definir a soma segurada, a indenização por colisão e o reembolso por roubo/furto. Em motocicletas, esse alinhamento é especialmente importante porque o custo de reposição de alguns componentes pode variar com o tempo, e a substituição por peças originais depende do estoque de fabricante. Por isso, uma cotação bem-feita considera não apenas o custo de substituição, mas também a depreciação de itens ao longo do tempo, a idade da moto, e o histórico de sinistros do modelo específico. Ao se informar pela FIPE, o condutor consegue ter uma base objetiva para negociar com a seguradora, além de verificar se a proposta está de acordo com o mercado atual.
Para quem está avaliando a compra ou a venda de uma CG 150 Fan (2010), a FIPE também oferece um mapa de referência que auxilia na precificação de mercado entre vendedores, anunciantes e compradores. Da mesma forma, quando a motocicleta é financiada ou faz parte de um contrato de consórcio, o valor de referência da FIPE pode orientar o montante financiável, as parcelas e o tempo de amortização, mantendo o negócio financeiro sob controle.
Aspectos práticos da avaliação para seguros (com foco na CG 150 Fan)
Ao planejar a proteção veicular, é útil levar em conta alguns fatores que afetam o custo e a qualidade da cobertura. Abaixo, apresento quatro pontos práticos que costumam orientar a decisão de contratação de seguro para a CG 150 Fan ESi/ESi Flex de 2010, sem adentrar em números específicos:
- Estado de conservação: motos bem cuidadas, com manutenção em dia e histórico de uso previsível tendem a ter condições de seguro mais favoráveis, com prêmios proporcionais ao risco menor de sinistro.
- Atualização de dados: manter as informações atualizadas (quilometragem, modificações, localização de armazenamento) ajuda a evitar recusas de cobertura ou questionamentos na indenização.
- Perfil de uso: faixas de uso diárias, curtas distâncias, ou deslocamentos urbanos podem impactar fatores de risco; o segurador pode ajustar as coberturas com base nesse perfil.
- Valor de reposição vs. indenização: entender se a apólice oferece reposição integral, indenização proporcional ou franquias facilita decisões mais alinhadas com o orçamento.
Ao considerar a Tabela FIPE como referência para o valor de mercado, a comparação entre diferentes seguradores também ganha relevância. Algumas seguradoras trabalham com o valor de reposição a partir de tabela própria, complementando a FIPE, ou com um teto de indenização específico — é onde entra a consultoria de uma corretora especializada para orientar a escolha de coberturas, abrangências e limites que melhor atendem ao teu contexto de uso e ao teu orçamento.
Vantagens de entender a diferença entre as versões ESi e ESi Flex
As variações entre a CG 150 Fan ESi e a CG 150 Fan ESi Flex não se limitam apenas à possibilidade de abastecer com etanol. A versão ESi (injeção eletrônica) costuma oferecer melhor controle de palheta, resposta de aceleração mais estável e um consumo potencialmente mais previsível, associadas à confiabilidade da injeção eletrônica da Honda. A versão Flex, por sua vez, amplia a flexibilidade de combustível, o que pode impactar o custo de operação em diferentes cenários de abastecimento. Na prática, isso pode se traduzir em diferença de custo por quilômetro e em particularidades de manutenção, como a disponibilidade de peças e a necessidade de calibração específica em determinados períodos. Na hora de consultar a FIPE, vale observar qual versão está sendo comparada, para não confundir faixas de valor associadas a injeção simples com aquelas referentes à flexibilidade de combustível.
Estrutura de leitura rápida para quem quer fazer a consultoria de seguro
Se você está pensando em solicitar uma cotação de seguro para a CG 150 Fan (2010), alguns passos simples ajudam a manter o processo ágil e assertivo:
- Defina a versão exata da moto (ESi ou ESi Flex) e confirme o ano-modelo para alinhar a referência FIPE correta.
- Solicite à sua corretora o recorte de coberturas com valor de reposição ao valor FIPE, lidando com a possibilidade de necessidade de cobertura adicional para acessórios originais.
- Verifique as cláusulas de franquia, assistência 24h, cobertura para roubo e danos a terceiros, para entender o quanto pesa no prêmio final.
- Peça uma simulação que leve em conta o valor de mercado estimado pela FIPE, a idade da moto, o histórico de sinistros e o seu perfil de uso.
Essa abordagem facilita o entendimento entre você, a seguradora e a corretora, contribuindo para uma proteção que acompanhe o valor de mercado da sua CG 150 Fan ao longo dos anos, sem surpresas na hora de acionar a cobertura.
Para quem está buscando proteção com um viés de planejamento financeiro e tranquilidade no dia a dia, a cotação com a GT Seguros surge como uma opção prática e confiável. Considere fazer uma cotação com a GT Seguros para alinhar coberturas, prazos e valores de acordo com o seu cenário real, sem comprometer seu orçamento.
