| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.111,00 |
| Dez/25 | R$ 9.119,00 |
| Nov/25 | R$ 9.026,00 |
| Out/25 | R$ 8.959,00 |
| Set/25 | R$ 8.703,00 |
| Ago/25 | R$ 8.639,00 |
| Jul/25 | R$ 8.347,00 |
| Jun/25 | R$ 8.065,00 |
| Mai/25 | R$ 8.103,00 |
| Abr/25 | R$ 8.010,00 |
| Mar/25 | R$ 7.906,00 |
| Fev/25 | R$ 7.946,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação da CG 150 Titan KS / Titan Job de 2007 para seguros
Para quem atua no mercado de seguros, entender como a Tabela FIPE funciona é essencial para precificar coberturas de maneira justa e segura. A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, oferece uma referência de valores médios de veículos usados no Brasil, levando em conta fatores como ano de fabricação, modelo, versão e condições de uso. No caso da Honda CG 150 Titan KS e Titan Job de 2007, essa referência serve como base para compor o valor assegurado, orientar as coberturas de roubo/furto e incêndio, além de influenciar a classificação de risco. Importante destacar que o valor FIPE não representa necessariamente o preço de compra ou venda atual, mas sim uma média de referência consolidada pelo mercado. Desse modo, compreender o que compõe essa base de dados pode reduzir a possibilidade de sub ou super proteção, beneficiando o segurado ao longo do tempo.
Ficha técnica da Honda CG 150 Titan KS / Titan Job (2007)
A CG 150 Titan, conhecida pela linha Titan da Honda, chegou ao mercado brasileiro como uma opção de uso urbano com foco em praticidade, economia e confiabilidade. A versão KS (Kinetic Specification) e a variante Job foram apresentadas como alternativas para quem buscava um desempenho estável para deslocamentos diários, em especial no trânsito das cidades, bem como para trabalhos leves que exigiam robustez. Abaixo, apresentamos um conjunto de informações técnicas relevantes para entender como esse modelo pode aparecer na Tabela FIPE e, por consequência, na composição do seguro.

Motor e transmissão: a CG 150 Titan utiliza motor 4 tempos, monocilíndrico, refrigerado a ar, com alimentação por carburador. A cilindrada fica em torno de 149 cm³, característica que confere uma entrega de torque suficiente para o uso urbano, aliados a uma faixa de RPM que facilita a condução no trânsito. A transmissão é de 5 velocidades, proporcionando boa relação entre aceleração na cidade e consumo em trajetos mais longos. O conjunto motor/transmissão é conhecido por sua robustez e pela facilidade de manutenção, atributos valorizados por quem busca proteção de responsabilidade civil e de danos a terceiros.
Sistema de alimentação e combustível: carburador, comum nesse patamar de moto da época, facilita a regulagem de mistura e a manutenção com itens amplamente disponíveis no mercado. O tanque abriga uma capacidade adequada para trajetos urbanos, com boa autonomia para quem utiliza o veículo diariamente. Em termos de desempenho, os números de potência e torque variam conforme a configuração de fábrica e o desgaste natural ao longo dos anos, mas, de modo geral, a Titan 2007 entrega uma resposta previsível para quem já dirigido esse modelo.
Dimensões, peso e capacidade: a motocicleta é projetada para oferecer uma boa ergonomia ao piloto, com assento acessível e posição de condução coerente com o propósito urbano. O peso em ordem de marcha, aliado à leveza típica das CG de 150 cc, facilita manobra e condução em ambientes com tráfego intenso. O entre-eixos, altura do assento e comprimento total contribuem para estabilidade de marcha e conforto em percursos curtos a médios. A capacidade do tanque, associada à eficiência do motor, costuma entregar uma boa relação entre autonomia e peso de operação. Em termos de freios e chassis, o conjunto costuma incorporar freios a tambor nas duas rodas, sem recursos de ABS na linha clássica da época, o que impacta a dinâmica de frenagem sob condições adversas e, consequentemente, a avaliação de risco para a seguradora.
Suspensão, roda e acabamento: o conjunto de suspensão dianteira é geralmente do tipo garfo telescópico, com curso suficiente para absorver imperfeições urbanas. A traseira costuma empregar sistema de suspensão com amortecedores que busca balancear conforto com rigidez para usos de serviço leve e diário. A norma de acabamento e os componentes de origem contribuem para uma percepção de valoração estável na FIPE quando o veículo encontra-se em bom estado de conservação. Vale lembrar que a avaliação na FIPE também considera itens de desgaste estético e funcional, como pintura, lanternas, painel e itens de acabamento, que podem influenciar a nota de avaliação.
Resumo técnico em linhas gerais: motor 4 tempos, monocilíndrico, 149 cm³, 5 velocidades, carburador, freios a tambor (frontal e traseiro), suspensão dianteira tipo garfo telescópico, suspensão traseira com amortecedores, peso e dimensões condicionados pela configuração de fábrica e pelo estado de conservação. Essa visão técnica ajuda a compreender como o veículo pode aparecer na Tabela FIPE, fornecendo um referencial para corretores e proprietários ao discutirem coberturas, valores de referência e condições de uso.
A marca Honda: tradição de qualidade, rede de assistência e inovação para o dia a dia
A Honda é uma das marcas mais reconhecidas no Brasil e no mundo pela combinação de qualidade, confiabilidade e inovação tecnológica. No segmento de motocicletas populares, a linha CG se tornou uma referência por oferecer robustez, baixo custo de manutenção e facilidade de disponibilidade de peças. A CG 150 Titan, em particular, consolidou-se como uma opção de uso diário — uma moto que atende bem a quem percorre curtas, médias e longas distâncias com regularidade, seja para o deslocamento ao trabalho, para atividades de entrega ou para uso familiar.
Por trás dessa reputação está uma rede ampla de assistência técnica, concessionárias e centros de serviço autorizados, o que facilita a manutenção preventiva, revisões programadas e reparos emergenciais. Essa rede de suporte tem impacto direto na percepção de valor de mercado de modelos usados, influenciando a forma como a FIPE coleta dados, atualiza faixas de preço e como as seguradoras avaliam o risco de permanecer com uma motocicleta de determinada idade. Além disso, a Honda historicamente investe em padronização de componentes e disponibilidade de peças, o que reduz o tempo de inatividade do veículo após um sinistro ou durante uma manutenção de rotina. Em termos de seguro, isso se projeta em cenários onde o custo de reparo e a disponibilidade de peças influenciam o custo total de propriedade ao longo de anos, bem como a atratividade de coberturas adicionais, como resistência a danos parciais, assistência em viagem e proteção de acessórios originais.
Outra dimensão importante é a cultura de produção de peças de reposição e a facilidade de reposição de itens que costumam exigir reparo após colisões leves, quedas ou desgaste natural. A disponibilidade de peças originais e compatíveis pode reduzir o tempo de reparo e permitir que o veículo retorne à circulação com maior previsibilidade, o que, por sua vez, reduz a exposição da seguradora a prazos longos de reparo. Em termos de condução consciente, a marca também incentiva práticas de manutenção preventiva, utilizando manuais oficiais e orientações de serviço, o que ajuda a manter a parte mecânica, elétrica e estrutural da motocicleta em boas condições — um aspecto relevante ao se discutir o valor FIPE e o valor segurado de um veículo usado.
Como a FIPE é utilizada pelas seguradoras na prática
A FIPE funciona como referência base para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando uma pessoa contrata um seguro para uma motocicleta, o corretor utiliza o valor FIPE como um patamar de referência para estabelecer a cobertura. Esse valor serve, entre outros propósitos, para definir limites de indenização em caso de sinistro total, para orientar a contratação de coberturas adicionais e para calibrar o prêmio de seguro de forma realista, evitando cobranças inadequadas que poderiam resultar em subseguro ou sobreseguro. Em modelos de 2007, como a CG 150 Titan KS/Job, a referência FIPE reflete a média de preços observados no mercado para aquelas versões, levando em conta fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, peças originais versus substituições, e disponibilidade de peças no mercado local.
É fundamental entender que a FIPE não é a única referência
