| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 14.839,00 |
| Dez/25 | R$ 15.142,00 |
| Nov/25 | R$ 15.452,00 |
| Out/25 | R$ 15.490,00 |
| Set/25 | R$ 15.187,00 |
| Ago/25 | R$ 15.219,00 |
| Jul/25 | R$ 15.244,00 |
| Jun/25 | R$ 15.260,00 |
| Mai/25 | R$ 15.291,00 |
| Abr/25 | R$ 15.305,00 |
| Mar/25 | R$ 15.154,00 |
| Fev/25 | R$ 15.164,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 1994: implicações para seguros, avaliação e planejamento de proteção
A Tabela FIPE é referência amplamente utilizada no Brasil para embasar acordos de venda, avaliações de compra e, especialmente, cálculos de seguros de veículos usados. Quando o veículo é um clássico das primeiras décadas dos anos 1990, como o Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 Mec. 4p de 1994, entender como a FIPE reflete o valor de mercado pode fazer diferença na hora de definir coberturas, limites de indenização e o tipo de apólice adequado. Este artigo tem o objetivo de oferecer uma visão educativa e prática para corretores de seguros, proprietários e entusiastas, conectando elementos da ficha técnica, características da marca e a lógica de depreciação que influencia a precificação de seguros. A ideia é que, ao alinhar o que a FIPE aponta com as expectativas de proteção, seja possível planejar uma cobertura que não comprometa o orçamento e mantenha o veículo resguardado frente a riscos comuns de uso diário, conservação inadequada ou incidentes com terceiros.
Ficha técnica resumida do Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 Mec. 4p 1994
- Motor: 1.6 L, 4 cilindros, DOHC, 16 válvulas, com injeção eletrônica; potência estimada entre 110 e 125 cv; torque na faixa de 14–15 kgf·m, dependendo da configuração regional.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração dianteira.
- Dimensões e massa: carro de 4 portas; comprimento aproximado entre 4,2 m e 4,3 m; peso entre 980 kg e 1.040 kg; porta-malas com capacidade típica para o período.
- Equipamentos: versões EX/EXS costumavam oferecer itens de conforto básicos para a época, como ar-condicionado, direção assistida e vidros elétricos, com variações conforme o mercado e a linha de acabamento.
A marca Honda: tradição, engenharia e confiabilidade
A Honda, fundada no Japão, consolidou-se ao longo de décadas como referência de engenharia, durabilidade e eficiência. Em termos práticos para seguros, a reputação da marca costuma influenciar positivamente a percepção de risco: veículos com histórico de confiabilidade tendem a apresentar menor probabilidade de falhas graves que comprometam a segurança financeira do segurado. Além disso, a Honda tradicionalmente investe em uma arquitetura de motores que busca equilíbrio entre desempenho, consumo e robustez, o que facilita a manutenção e a disponibilidade de peças de reposição ao longo do tempo. Embora um Civic de 1994 esteja já fora de uma linha de produção recente, a identidade da marca como fabricante que valoriza a qualidade de construção pode favorecer cenários de reposição e indenização com peças originais, reduzindo eventuais impactos de depreciação acelerada em determinadas situações de sinistro.

Do ponto de vista do histórico de mercado, o Civic tem sido apresentado ao longo de suas gerações como um veículo que facilita a reposição de peças, geralmente com uma rede de assistência técnica mais robusta ao redor do mundo. Essa realidade pode oferecer ao segurado vantagens na hora de acionar garantias, realizar manutenções técnicas regulares e manter a documentação em dia, fatores que costumam influenciar positivamente as avaliações de risco na apólice. Para corretores, entender essa perspectiva ajuda a interpretar como o valor de referência da FIPE se encaixa na narrativa de confiabilidade e conservação do carro.
Outro ponto relevante é a linha de acabamento EX/EXS dessas gerações. Mesmo sendo versões de entrada a intermediárias para o período, elas costumavam trazer um conjunto de itens que melhoram a experiência de condução, sem transformar o Civic em um veículo de luxo. A presença de itens como ar-condicionado, sistemas de propagação de som e controles de conforto pode, na avaliação de seguros, indicar que o proprietário realiza uma condução mais próxima do uso diário com menores impactos de desgaste acelerado em áreas sensíveis do interior. Essa comunicação entre o que o carro oferece e a forma como ele é utilizado é parte essencial para calibrar a proteção necessária sem exageros de custo.
FIPE e seguro: como o valor de referência orienta a proteção adequada
A Tabela FIPE representa uma média de mercado para o modelo em suas diversas variantes ao longo do tempo. No caso de um Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 1994, o valor praticado pela FIPE serve principalmente para balizar dois componentes centrais da apólice: o valor de indenização em caso de colisão ou roubo e o prêmio de seguro, que é influenciado pela relação entre o valor segurado e o custo de reposição. Do ponto de vista do seguro, é comum que os contratos usem o “valor de mercado” definido pela FIPE como referência para limites de cobertura, especialmente em apólices de terceiros com cobertura de danos a terceiros, bem como em coberturasCom valor agregado, que podem ter a indenização baseada no valor de reposição ou no valor de aquisição original, conforme o tipo de apólice escolhido pelo segurado e as políticas da seguradora.
Para veículos com mais de duas décadas, como o Civic de 1994, a FIPE ganha ainda mais relevância prática. A depreciação natural do modelo e a disponibilidade de peças de reposição — que, no Brasil, variam entre original, paralela e recondicionada — influenciam a definição de cenários de indenização. Em termos simples, um valor FIPE mais elevado tende a justificar coberturas com maior valor protegido, o que pode impactar o valor do prêmio, o prazo de manutenção da apólice e a necessidade de revisões periódicas. Corretores devem estar atentos a dois aspectos: primeiro, a FIPE pode sofrer oscilações conforme o mercado de usados e a disponibilidade de unidades em estoque; segundo, o proprietário pode manter o carro com histórico de conservação, documentação regular e manutenção em dia, elementos que ajudam a manter o valor de mercado estável, mesmo para um modelo antigo.
Além disso, a FIPE não substitui o valor de reposição do veículo em caso de perda total, mas serve como referência para calibrar o cenário de indenização. Em contratos com indenização por valor de mercado, a seguradora pode considerar o valor FIPE como referência central para o pagamento, desde que não haja divergência relevante entre o estado real de conservação do veículo e o que é estimado pela tabela. Por isso, ao avaliar um Civic 1994, corretores costumam pedir informações complementares: condições de conservação, histórico de sinistros, modificações, conservação de originais e documentações de manutenção. Essas informações ajudam a evitar surpresas, como indícios de adulteração de dados ou de conservação inadequada, que possam desvirtuar o valor de referência definido pela FIPE.
Aspectos práticos para o seguro do Civic 1994: manutenção, documentação e rotina de uso
Para proprietários de um Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 1994, a relevância de manter a documentação em dia vai além da obrigatoriedade legal. Em seguro, a documentação atualizada, notas de manutenção, comprovantes de originação de peças e histórico de inspeções de segurança podem proporcionar negociações mais flexíveis com as seguradoras, especialmente quando o carro já não é mais fabricado e o acesso a peças originais pode exigir planejamento. Um histórico de manutenção bem documentado costuma ser interpretado como um indicativo de menor risco de falhas inesperadas, o que, por consequência, pode refletir positivamente no prêmio.
Outro ponto relevante é o uso efetivo do veículo. Veículos mais antigos que permanecem em circulação diária exigem atenção especial à conservação de componentes críticos, como freios, suspensão, sistema de direção e componentes de segurança. Corretores devem orientar sobre a necessidade de rotinas simples de inspeção, como verificação regular de fluidos, estado dos pneus e condições da correia, para reforçar a ideia de que o carro está sendo mantido de forma responsável. Embora o Civic 1994 não conte com as tecnologias mais modernas de assistência à condução, ele pode se beneficiar de uma manutenção cuidadosa, que reduz a probabilidade de sinistros e aumenta as chances de uma indenização estável quando ocorrer qualquer eventualidade.
O fator originalidade também importa. Peças originais da Honda ou peças de reposição de qualidade equivalente costumam ser preferidas pelas seguradoras, pois tendem a manter a funcionalidade esperada do veículo e reduzem o risco de falhas que poderiam agravar um sinistro. Características estéticas alteradas ou modificações significativas podem impactar valores de mercado e, por consequência, o valor segurado. Por isso, é aconselhável registrar quaisquer alterações relevantes em documentação própria do veículo e manter recibos de peças utilizadas na manutenção preventiva ou reparos, para facilitar a avaliação pela seguradora.
Além disso, vale considerar o perfil de uso. Um Civic 1994 utilizado como veículo de deslocamento diário terá uma exposição a riscos diferente de um carro previamente preservado para colecionismo ou para uso esporádico. A categoria de uso, a frequência de condução, a distância percorrida mensalmente e o local de guarda (garagem ou pátio aberto) são dados que as seguradoras costumam usar para calibrar o prêmio. Um proprietário que mantém o carro em ambiente coberto ou garagem, com controle de umidade e sem exposição direta a intempéries, tende a apresentar menor propensão a danos causados pela corrosão, pela umidade ou pela depreciação relacionada ao ambiente externo.
Concluindo: integrando FIPE, marca e uso para uma proteção mais alinhada
Ao considerar a Tabela FIPE no contexto do Honda Civic Sedan EX/EXS 1.6 Mec. 4p de 1994, o objetivo não é apenas entender o número que aparece no topo de uma nota de seguro. É compreender como esse número se relaciona com a prática de uso, com a história da marca, com a condição de conservação e com as expectativas de cobertura. Corretores que unem esses elementos — ficha técnica, confiabilidade da marca e o histórico da FIPE — tendem a propor soluções mais transparentes, alinhadas com o real valor de mercado do veículo e com necessidades de proteção que façam sentido para o proprietário a longo prazo. Em especial, para modelos com mais de duas décadas, a comunicação aberta sobre o estado do veículo, a precisão dos dados da FIPE e a clareza sobre a natureza da cobertura podem evitar surpresas desagradáveis no momento de acionar a seguradora, garantindo uma experiência de seguro mais estável e previsível.
Por fim, a escolha de uma cotação de seguro deve considerar, além do valor estimado pela FIPE, a qualidade da assistência técnica, a disponibilidade de peças e a reputação da seguradora em relação a veículos clássicos ou de idade avançada. Um corretor experiente sabe que não basta simplesmente selecionar o contrato com o preço mais baixo; é preciso avaliar a adequação da cobertura ao perfil de uso, às condições de conservação e ao valor de mercado que o Civic representa naquele momento. Dessa forma, o seguro passa a ser uma ferramenta real de proteção, que acompanha a trajetória do veículo ao longo do tempo, sem onerar excessivamente o orçamento do proprietário.
Se você busca alinhar a proteção do seu Civic com a lógica da FIPE e as particularidades de um modelo 1994, uma cotação com a GT Seguros pode ser o passo certo para comparar opções, entender coberturas disponíveis e chegar a uma solução que combine custo-benefício e tranquilidade. Faça a sua cotação com a GT Seguros e tenha uma leitura clara sobre como o seu Honda Civic pode estar protegido, mantendo o equilíbrio entre valor de mercado, custo do seguro e qualidade de atendimento.
