| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 32.941,00 |
| Dez/25 | R$ 33.237,00 |
| Nov/25 | R$ 33.663,00 |
| Out/25 | R$ 32.906,00 |
| Set/25 | R$ 33.296,00 |
| Ago/25 | R$ 33.033,00 |
| Jul/25 | R$ 33.199,00 |
| Jun/25 | R$ 33.120,00 |
| Mai/25 | R$ 32.414,00 |
| Abr/25 | R$ 32.055,00 |
| Mar/25 | R$ 31.454,00 |
| Fev/25 | R$ 30.985,00 |
Guia completo da Tabela FIPE para o Hyundai Tucson 2.0 16V Automático 2007
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo mercado para estimar o valor de veículos usados. Quando se trata do Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2007, compreender como a FIPE reflete o modelo de 2007, suas versões e as particularidades do automóvel ajuda o segurado a ter uma base consistente para negociações, cotações de seguro e planejamento financeiro. Este texto explora, de forma educativa, como a tabela funciona, quais fatores influenciam o valor informado e como isso se traduz em escolhas mais acertadas na hora de contratar seguros ou para fins de indenização. Além disso, traz uma ficha técnica simples do modelo para facilitar a leitura rápida antes de consultar a FIPE ou a seguradora.
Ficha técnica do Hyundai Tucson 2.0 16V Aut. 2007
- Motor: 2.0 16V, gasolina
- Potência: aproximadamente 140 cv (DIN) a ~6.000 rpm
- Torque: em torno de 18 kgf.m a ~4.500 rpm
- Transmissão: automática de 4 velocidades
Observação: as especificações acima representam a configuração típica do Tucson 2007 equipado com motor 2.0 16V e câmbio automático para o mercado brasileiro. Pequenas variações podem ocorrer conforme a versão específica, ano-modelo dentro da mesma geração e o país de comercialização. O veículo costuma apresentar boa disponibilidade de itens de conforto, freios ABS, airbags e outros itens de segurança que influenciam, entre outros fatores, a percepção de valor na FIPE e em seguradoras.

A marca Hyundai: inovação, confiabilidade e presença global
A Hyundai, fundada na Coreia do Sul, consolidou-se ao longo das últimas décadas como uma das referências globais em veículos com boa relação custo-benefício, tecnologia acessível e incentivos à confiabilidade. Nos anos 2000, a marca intensificou investimentos em qualidade de acabamento, desenho e redes de assistência técnica, o que ajudou a transformar a percepção de mercado sobre o fabricante. No Brasil, a Hyundai ampliou sua atuação com modelos SUVs que ganharam espaço entre famílias e utilizadores que procuram espaço interno, robustez e consumo relativamente competitivo para a categoria.
O Tucson, como integrante da linha SUV da marca, teve papel importante na construção de uma imagem de veículo prático para uso diário, com foco em conforto, espaço interno e capacidade de enfrentar diferentes terrenos com tranquilidade. A linha de SUVs da Hyundai, com o passar dos anos, também passou a incorporar recursos de conectividade, sistemas de segurança e eficiência energética que ajudam a manter a marca alinhada às demandas de um público cada vez mais exigente. Para o universo de seguro, a reputação da fabricante, associada à disponibilidade de peças e rede de assistência, pode influenciar fatores como custo de reparo, tempo de conserto e, consequentemente, o valor observado pela FIPE e pela seguradora.
Como funciona a Tabela FIPE e como aplicá-la ao Tucson 2007
A Tabela FIPE é um conjunto de dados que registra transações de veículos usados no Brasil, atualizada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Ela reflete, com base em amostras de mercado, valores de referência para modelos, versões, anos-modelo, e, em muitos casos, para diferentes configurações (câmbio, tração, etc.). O objetivo é oferecer uma base para negociações de compra e venda, avaliações de seguro e cálculos de depreciação, entre outros usos. A leitura correta da FIPE exige atenção a alguns pontos-chave:
1) Ano-modelo versus ano de fabricação: dentro da mesma geração, pequenas variações entre ano-modelo podem impactar o valor de referência. Quando o título do veículo é 2007, a linha de referência na FIPE pode incluir versões com diferenças mínimas de equipamentos, que se traduzem em variações de preço relativo. Em termos práticos, o que importa é a configuração do carro (versão, câmbio, itens de série) correspondente ao registro do veículo.
2) Configuração do câmbio e da tração: a figurinha da FIPE costuma registrar a correspondência com a transmissão automática, se presente, e pode diferenciar, de forma relevante, versões com tração dianteira de outras com tração integral. No Tucson 2.0 16V Aut. 2007, é comum que a versão com câmbio automático tenha um peso maior na medeação de valor de referência, em comparação com versões manuais, devido à conveniência de uso e ao custo de reparo mais elevado em casos de falha do câmbio automático.
3) Condição de conservação e histórico de uso: a FIPE funciona como referência de mercado, levando em conta o estado típico de um veículo nessa faixa etária. No entanto, a condição prática — como quilometragem, histórico de acidentes, manutenção em dia e substituição de componentes críticos (freios, suspensão, sistemas elétricos) — pode acelerar ou frear a depreciação em relação ao valor de referência. Em termos de seguro, essas variações costumam ser refletidas na apólice como ajustes de valor de reposição, franquias e escolas de cobertura.
4) Itens de série e opcionais: equipamentos extras, como sistemas de segurança, ar-condicionado, central multimídia, sensores de estacionamento, airbags adicionais e controle de estabilidade, podem influenciar a percepção de valor do veículo no mercado. Embora a FIPE tenha um recorte padrão, a presença de itens que agregam valor tende a tornar o carro mais valorizado frente a compradores e seguradoras, especialmente quando esses itens são compatíveis com a linha original da fabricante.
Para quem utiliza a FIPE como base na contratação de seguros, é essencial cruzar o valor de referência com a condição atual do veículo, o histórico de manutenção e as coberturas escolhidas. A BI-valor (valor de reposição) de uma apólice pode ser diferente da soma sugerida pela FIPE, especialmente se a seguradora adota critérios de indenização por valor de reposição ou por valor de mercado. O objetivo da tabela é oferecer uma referência estável para comparação, não um limite único que impeça negociações ou ajustes conforme a realidade do veículo.
Impacto da FIPE no seguro e na indenização
Quando uma seguradora avalia um veículo para fins de seguro, a FIPE é normalmente usada como referência para o “valor de mercado” de reposição ou para a composição da indenização em casos de sinistro. Em termos práticos, isso significa que, em polizas que utilizam o valor de mercado como base de indenização, o montante a ser pago em caso de perda total tende a se basear no valor estimado pela FIPE, ajustado, se aplicável, pelas particularidades do veículo segurado (estado de conservação, quilometragem, itens adicionais). Já em apólices que adotam o “valor de reposição” ou “valor de reposição com franquia” como base, a seguradora pode buscar oferecer o custo para adquirir um veículo equivalente ao novo ou do mesmo modelo, o que também depende de políticas internas e da modalidade contratada.
Para quem tem um Tucson 2007, isso significa que o conjunto de referências de valor da FIPE ajuda a estabelecer uma linha de consenso entre comprador, vendedor, seguradora e corretor de seguros. Ainda assim, é fundamental que o proprietário atual descreva com fidelidade o estado do carro, inclua histórico de manutenção, substituições de peças relevantes (como correias, bomba d’água, freios, suspensão, pneus) e registre qualquer alteração que tenha ocorrido desde a época de fábrica. Essas informações ajudam a calibrar o valor de referência com a realidade do veículo, reduzindo diferenças entre o que a FIPE sugere e o que a seguradora considera justo para a indenização ou para a cobertura de danos.
Como usar esses dados na prática
Para quem está contratando seguro ou buscando compreender a avaliação de um veículo dessas características, algumas práticas simples ajudam a evitar surpresas:
– Compare a referência da FIPE com a condição do veículo. Se o carro está com quilometragem extraordinariamente baixa, com histórico de manutenção impecável e sem danos, é razoável que a avaliação se aproxime da média de mercado da FIPE, mas com possíveis margens de ajuste para refletir o estado exemplar do veículo. Em contrapartida, um veículo com histórico de acidentes ou com manutenções irregulares tende a ter uma avaliação inferior, mesmo que a FIPE não tenha mudado significativamente.
– Verifique se a versão Automation (câmbio automático) está claramente descrita no registro e na documentação. Em alguns casos, o diferencial de preço entre automáticos e manuais pode influenciar o valor na prática, especialmente em regiões com maior demanda por automóveis automáticos.
– Considere itens de segurança e conforto. Elementos como controle de estabilidade, airbags adicionais, sensor de estacionamento e climatização podem influenciar a percepção de valor do veículo para o seguro, pois impactam o custo de reparo e a atratividade do modelo para o comprador, o que, por sua vez, pode influenciar a avaliação de risco pela seguradora.
– Mantenha a documentação organizada. Um histórico de manutenções bem registrado, notas de serviço, boletins técnicos e comprovantes de revisões ajuda a construir confiança entre o proprietário e a seguradora, facilitando negociações quando houver necessidade de reajuste de cobertura ou de indenização.
Em sumário, a
