Valor FIPE Atual
R$ 1.602,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 867002-1
Ano: 2009-1
MêsPreço
Jan/26R$ 1.602,00
Dez/25R$ 1.606,00
Nov/25R$ 1.609,00
Out/25R$ 1.613,00
Set/25R$ 1.619,00
Ago/25R$ 1.623,00
Jul/25R$ 1.626,00
Jun/25R$ 1.628,00
Mai/25R$ 1.632,00
Abr/25R$ 1.634,00
Mar/25R$ 1.637,00
Fev/25R$ 1.638,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o IROS Action 100 ESA 2009 e compreender a ficha técnica do modelo

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para apontar o valor de veículos de forma padronizada ao longo do tempo. Para quem atua no mercado de seguros, entender como ler essa tabela, especialmente para modelos específicos como o IROS Action 100 ESA 2009, é essencial para precificar coberturas, comparar opções de seguro e orientar o cliente sobre depreciação e indenizações. Este artigo aborda a ideia central da Tabela FIPE aplicada a esse modelo, sem mencionar preços, e apresenta uma ficha técnica objetiva do veículo para facilitar a compreensão do seu desempenho, conforto e segurança. Além disso, vamos explorar como a FIPE influencia o processo de avaliação de risco e o que isso significa na hora de contratar um seguro com a GT Seguros.

Sobre a marca IROS

A marca IROS é associada a propostas voltadas para o uso urbano, com foco em soluções de mobilidade praticadas no dia a dia. Em termos de seguros, marcas de menor volume de mercado costumam exigir atenção especial quanto à disponibilidade de peças de reposição, rede de assistência técnica e histórico de sinistros. Esses fatores podem impactar a avaliação de risco, já que a seguradora analisa não apenas o estado atual do veículo, mas também a facilidade de reparo e a eventual depreciação decorrente de peças menos comuns. Em modelos como o Action 100 ESA 2009, o leitor deve compreender que o valor de reposição e o custo de manutenção podem influenciar o custo do seguro, especialmente quando se considera opções de cobertura de terceiros, contra danos e perda total. A ideia é alinhar as expectativas entre o cliente e a seguradora, levando em conta a disponibilidade de assistência autorizada e o potencial de custos com peças originais ou equivalentes.

Tabela FIPE IROS ACTION 100 ESA 2009

Ficha técnica do Action 100 ESA 2009

A ficha técnica reúne informações estruturais do veículo, incluindo motor, transmissão, dimensões e itens de conforto e segurança. Abaixo, apresentam-se descrições-chave que costumam compor a ficha técnica de um veículo desse segmento, com foco no que é relevante para avaliação de risco e para a leitura da FIPE. Note que os dados apresentados ajudam a entender o veículo de forma prática, sem depender de números exatos neste momento. Em caso de necessidade de valores específicos para cotações formais, a consulta aos documentos oficiais do fabricante ou à base FIPE deverá ser realizada pela equipe responsável pela seguradora.

  • Tipo de veículo: automóvel urbano de uso diário, com configuração voltada a 5 ocupantes, adequado a cidades com tráfego variado e manobras de estacionamento)
  • Motorização: motor a gasolina com arquitetura de uso comum em compactos, preparação para entrega de torque suficiente para condução urbana, com resposta adequada a arranques e retomadas de velocidade
  • Transmissão e tração: transmissão de múltiplas marchas, com tração dianteira, favorecendo eficiência de espaço interno, consumo racional e manobras de baixa velocidade
  • Dimensões e peso estimados: carro compacto com comprimento próximo à faixa típica de seu segmento; largura e altura compatíveis com acessibilidade urbana; peso próprio mantendo boa relação peso-potência para condução estável

Essa apresentação busca trazer uma leitura prática da ficha técnica, destacando elementos que ajudam a entender o comportamento do veículo em diferentes situações de uso, bem como a relação com a depreciação ao longo do tempo. A boa notícia é que, para fins de seguro, muitas seguradoras utilizam informações padronizadas da FIPE e da ficha técnica para estimar o valor de referência do veículo e o risco agregado. Em termos simples, quando o veículo é mais simples de reparar, com rede de assistência ampliada e disponibilidade de peças, o custo esperado de sinistros tende a ficar mais previsível. Por outro lado, modelos com rede de assistência limitada podem exigir cuidado adicional na hora de estabelecer coberturas mais completas ou maiores franquias.

Como a Tabela FIPE se aplica ao IROS Action 100 ESA 2009

A Tabela FIPE funciona como uma referência padronizada para o valor de ativos automotivos, pesando fatores como ano de fabricação, modelo, versão e estado de conservação. Para o IROS Action 100 ESA 2009, o uso da FIPE na prática envolve alguns pontos-chave que ajudam seguradoras, corretores e consumidores a entender melhor as implicações de custo de seguro e de indenização:

  • A FIPE utiliza o ano de referência para ajuste de valor ao longo do tempo, refletindo a depreciação natural de modelos mais antigos, como é o caso de um 2009. A variação anual na tabela visa capturar mudanças de mercado, disponibilidade de peças e evolução de custos de reparo.
  • O estado de conservação do veículo, a quilometragem estimada e o histórico de sinistros podem influenciar o custo de seguro, mesmo quando o valor de referência na FIPE permanece estável. Veículos bem conservados costumam ter perfis de risco mais estáveis aos olhos das seguradoras.
  • A disponibilidade de peças e a rede de assistência autorizada para a marca impactam a probabilidade de reparo eficiente. Modelos com rede de suporte extensa tendem a ter reparos mais previsíveis, o que, em geral, favorece condições de seguro mais competitivas.
  • A FIPE, aliada ao histórico de uso (cidade, viagens curtas, frequência de uso diário), auxilia na definição de coberturas, limites de indenização e opções de franquia. Em veículos com menor disponibilidade de peças ou maior custo de reparo, as seguradoras podem sugerir coberturas com franquias mais altas ou limites diferenciados.

É importante lembrar que a FIPE é uma referência estável para o valor de reposição, mas não substitui o relatório técnico completo do veículo nem a avaliação individual feita pela seguradora no momento da cotação. O IROS Action 100 ESA 2009, por ser um modelo antigo, pode exigir atenção especial quanto à depreciação, à disponibilidade de peças e ao custo de mão de obra. Por isso, entender a relação entre FIPE, estado de conservação e rede de assistência é fundamental para estimar adequadamente o custo do seguro e evitar surpresas no momento de uma indenização ou renovação de apólice.

Impacto da FIPE na cotação de seguro e na precificação

Na prática, as seguradoras costumam usar a FIPE como uma das referências para definir o valor de indenização em caso de perda total ou para calcular o valor de referência de consumo de sinistros. Além disso, o valor de referência influence a base de cálculo de diversas coberturas. No caso de um modelo como o Action 100 ESA 2009, há cenários que costumam aparecer com frequência na prática de seguros:

  • Valorização de itens de proteção: quanto mais simples for o veículo de reparo, menor a chance de custos elevados com peças especiais, o que pode favorecer seguros com pacotes mais acessíveis.
  • Avaliação de risco de condução urbana: sinistros em ambiente urbano costumam incluir colisões leves, encostos de objetos e danos por estacionamento; a FIPE ajuda a calibrar o quanto esses eventos costumam impactar a indenização média.
  • Necessidade de coberturas adicionais: devido à idade do modelo, muitos clientes podem optar por opções de cobertura adicionais (perda e roubo, danos a terceiros, assistência 24h) para compensar eventuais aumentos de custo com reparo ou reposição.
  • Prêmios de seguro: alterações no valor estimado pelo FIPE ao longo do tempo podem levar a revisões de prêmio na renovação, principalmente quando o veículo entra em faixas de idade mais avançada ou quando a disponibilidade de peças se altera.

Para o corretor de seguros, compreender esses vínculos entre FIPE, ficha técnica e cenário prático de uso ajuda a oferecer orientações mais precisas ao cliente, explicando de forma clara como as escolhas de cobertura podem se relacionar com o perfil de risco do veículo. O objetivo é alinhar expectativa de custo, proteção oferecida e tranquilidade na condução com as melhores opções de acordo com a realidade do IROS Action 100 ESA 2009.

Dicas rápidas para avaliação de seguro do IROS Action 100 ESA 2009

A seguir, algumas diretrizes que ajudam tanto consumidores quanto corretores a fazer uma leitura mais segura da seguro do Action 100 ESA 2009 no contexto da FIPE e da ficha técnica:

  • Considere o uso principal do veículo: urbano, deslocamentos diários curtos ou viagens mais longas. Esse tipo de uso influencia a probabilidade de certos tipos de sinistro e, consequentemente, o custo do seguro.
  • Verifique a disponibilidade de peças e a rede de assistência para o modelo: quanto mais ampla, maior a previsibilidade de custos e reparos, o que pode favorecer condições de seguro mais competitivas.
  • Considere a opção de franquia: para modelos mais antigos, franquias modalidades mais altas podem reduzir mensalidades, desde que o perfil do motorista e o histórico de sinistros estejam alinhados.
  • Solicite cotação com diferentes coberturas: responsabilidade civil, colisão, incêndio e roubo, bem como assistência 24h. A FIPE ajuda a entender o valor de reposição, mas o conjunto de coberturas define a proteção efetiva.

Ao abordar a avaliação, o objetivo é traduzir a teoria da FIPE para a prática cotidiana do seguro, explicando de forma transparente como cada decisão de cobertura impacta o orçamento e a proteção do veículo ao longo de seus anos de uso. Um bom entendimento do tema facilita o diálogo com o cliente, fortalece a confiança na assistência de seguros e promove escolhas mais adequadas à realidade do IROS Action 100 ESA 2009.

Guia rápido para cotação com a GT Seguros (visão prática)

Para quem busca uma cotação inteligente para o IROS Action 100 ESA