Valor FIPE Atual
R$ 56.744,00
↓ 1,5% vs mês anterior
FIPE: 506029-0
Ano: 2005-3
MêsPreço
Jan/26R$ 56.744,00
Dez/25R$ 57.602,00
Nov/25R$ 57.689,00
Out/25R$ 57.828,00
Set/25R$ 58.014,00
Ago/25R$ 58.137,00
Jul/25R$ 58.231,00
Jun/25R$ 58.290,00
Mai/25R$ 58.407,00
Abr/25R$ 58.460,00
Mar/25R$ 58.548,00
Fev/25R$ 58.584,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E21 (3 eixos, 2 portas) a diesel, ano 2005

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, incluindo caminhões de porte médio. Quando se trata de frotas empresariais, seguros e gestão de ativos, compreender como o valor de tabela impacta a avaliação de risco é fundamental. Neste artigo, vamos explorar o Iveco Eurocargo 170-E21, configurado com 3 eixos e cabine de 2 portas, ano de fabricação 2005, com motor a diesel. Abordaremos a ficha técnica, aspectos de desempenho, uso típico e como esses elementos influenciam decisões de seguro e planejamento de frota. Vale lembrar que o foco está na relação entre as características do veículo e a forma como o valor de referência da FIPE contribui para orçamentos de seguro, manutenção e depreciação ao longo do tempo.

Sobre a marca IVECO e o modelo Eurocargo

A Iveco é uma fabricante italiana consolidada no segmento de veículos comerciais pesados, médios e leves, com presença global e tradição de oferecer caminhões robustos para serviços de distribuição, transporte rodoviário e aplicações urbanas. A linha Eurocargo, que engloba modelos de médio porte, é reconhecida pela versatilidade, pela gama de configurações (2 a 3 eixos, tração dianteira ou traseira, cabines simples e estendidas) e pela facilidade de manutenção em redes de assistência autorizada. No Brasil, caminhões Eurocargo são comuns em operações de frete regional, entregas urbanas de média distância, transporte de carga geral e serviços municipais, justamente pela combinação entre robustez, consumo compatível com o porte e disponibilidade de peças. A geração 170-E21, no período em que foi lançada, buscava atender a demandas de carga útil moderada com desempenho estável em uso diário, sem abrir mão de confiabilidade que permita cumprir roteiros com boa margem de tempo. A marca, ao longo dos anos, tem investido em tecnologia de motores turbo diesel, sistemas de gestão de motor e infraestruturas de serviço para reduzir paradas não programadas, um fator importante para frotas que precisam de previsibilidade de disponibilidade.

Tabela FIPE IVECO EUROCARGO 170-E21 3-Eixos 2p (diesel) 2005

Ficha técnica: Iveco Eurocargo 170-E21 2005, 3 eixos, 2 portas, diesel

Abaixo está um resumo técnico útil para entendimentos gerais de operação, planejamento de frota e avaliação de seguro para este conjunto específico. A informação está apresentada de forma objetiva para facilitar comparações com outras opções da mesma faixa de peso e propósito. Lembrando que números exatos podem variar conforme a configuração de eixos, entre-eixos, cabine, tipo de eixo direcional e especificações originais do veículo adquirido. A ficha técnica visa oferecer um retrato claro das características mais relevantes.

  • Motorização e emissão: motor diesel turboalimentado, atendendo aos padrões de emissões da época (Euro III em muitos mercados para esse tipo de configuração), com potência nominal em torno de 170 CV (aprox. 127 kW). O torque típico varia conforme aceleração e regime, oferecendo faixa utilizada para trabalho com carga moderada e deslocamentos em rodovias e trechos urbanos.
  • Transmissão e eixos: transmissão manual de múltiplas marchas (tipicamente 6 velocidades em caminhões da linha Eurocargo dessa geração) associada a um conjunto de 3 eixos (configuração comum em 6×2 para esse tipo de veículo), com cabine simples de 2 portas. Essa configuração favorece estabilidade de condução e capacidade de carga, especialmente em operação de distribuição com paradas frequentes.
  • Dimensões, peso e capacidade de carga: comprimento e entre-eixos variáveis conforme a especificação de fábrica, com peso bruto total próximo de 17.000 kg ( GVW ≈ 17 t). A capacidade de carga útil depende da configuração exata, mas costuma ficar na faixa de 9 a 12 toneladas, dependendo da massa em ordem de reparo, peso da cabine, combate de carroceria e equipagens adicionais. O veículo é adequado para cargas gerais, materiais de construção leves, e atividades de entrega de região urbana a regional.
  • Capacidade de combustível e autonomia: tanque de combustível com capacidade suficiente para trajetos diários de frota leve a moderada; a autonomia varia conforme consumo específico, circuito de uso (cidade/rodovia), peso de carga e perfil de condução. Em operações típicas com motor diesel e peso próximo ao limite de GVW, é comum observar intervalos de abastecimento compatíveis com a rotina de entregas que não extrapolem o tempo de deslocamento entre bases de serviço.

Observação importante: as especificações acima costumam ser ajustadas conforme a configuração exata do veículo no momento da compra, inclusive variações de entre-eixos, cabine (2 portas no caso citado) e acessórios adicionais como sistemas de freios, transmissão e eixos auxiliares. A ficha técnica, quando consultada na FIPE ou na base de dados do fabricante, pode trazer variações entre modelos com o mesmo código de modelo, especialmente em termos de peso bruto e payload efetivo. Por isso, é recomendável confirmar os números com o documento do veículo específico ou com a base FIPE correspondente ao mês de referência da avaliação.

Desempenho e operação prática do Eurocargo 170-E21

O desempenho de um caminhão de 3 eixos com cabine de 2 portas está fortemente ligado à soma entre motor, peso do veículo e a configuração de eixos. Com motor diesel turbo, o Eurocargo 170-E21 costuma oferecer uma arrancada estável e capacidade de manter velocidades adequadas em trechos urbanos com deslocamentos entre bairros e, ao mesmo tempo, suportar percursos de estrada com carregamento significativo. A transmissão manual de várias marchas facilita a condução em ladeiras ou em trechos com variação de terreno, permitindo que o motorista encontre a marcha certa para manter o torque disponível sem exceder o regime de giro. Em operações de entrega de várias mercadorias, o comportamento do conjunto motor-transmissão costuma favorecer retomadas suaves após paradas, o que ajuda na economia de combustível, especialmente quando aliada a hábitos de condução conservadores.

Quanto à configuração de 3 eixos, a estabilidade em frenagens e manobras, bem como a distribuição de peso entre os eixos, desempenham papel crítico na aderência e na capacidade de frear com segurança sob diferentes cenários de carga. Em áreas urbanas com ruas estreitas, o raio de curva e o comprimento total do veículo podem exigir planejamento adicional de manobras, carretéis de giro ou espaçamentos de estacionamento. Em rodovias, a presença de carga e o perfil de rota influenciam o consumo de combustível e o desempenho de cruzeiro, mas a linha Eurocargo, inclusive na variante 170-E21 de 2005, costuma entregar confiabilidade para serviços de distribuição de médio porte quando mantido com rotinas de manutenção regulares.

Manutenção, confiabilidade e boas práticas para frotas

A manutenção regular é fundamental para caminhões dessa faixa de peso, especialmente quando operando com alta demanda de entregas. A disponibilidade de peças de reposição, a rede de assistência técnica e a qualidade do óleo, filtros e componentes do motor impactam diretamente a vida útil do conjunto motor-transmissão e a disponibilidade da frota. Em termos de confiabilidade, o Eurocargo 170-E21, como muitos caminhões médios de sua época, beneficia-se de inspeções periódicas de sistema de arrefecimento, lubrificação adequada, correias e tensionadores, bem como verificação de componentes de freio e suspensão. A aplicação de um programa de manutenção preventiva, com itens de desgaste geralmente previstos pela fábrica (pastilhas de freio, discos, lonas, buchas de suspensão, entre outros), ajuda a reduzir o risco de quebras inesperadas durante entregas. Além disso, a adoção de práticas de condução econômica, que privilegiem mudanças de marcha suaves, antecipação de paradas e velocidades adequadas, contribui para o controle de consumo de combustível e para a integridade do veículo ao longo de meses de operação constante.

Para gestores de frotas, vale considerar também a importância de verificar regularmente a integridade do chassi, os pontos de fixação da carroceria e a condição de cabos, conectores elétricos e sensores. Em caminhões com 3 eixos, a distribuição de peso entre os eixos pode exigir uma revisão de cargas para não exceder limites legais e para manter a dirigibilidade em condições adversas. A certificação de segurança, como a checagem de equipamentos de freio ABS (se presente), controle de estabilidade e iluminação, também entra no conjunto de boas práticas que ajudam a reduzir riscos operacionais e, consequentemente, impactos em seguros e custos de sinistro.

Impacto na avaliação FIPE e implicações para o seguro de frota

O valor de referência da FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E21, ano 2005, serve como base para cenários de avaliação de seguro, financiamento e depreciação. Em termos práticos, quanto maior o valor de referência, maior tende a ser o prêmio de seguro, presando pela reposição ou indenização correspondente ao valor de mercado na data de sinistro. Fatores que podem influenciar a avaliação FIPE e o custo do seguro incluem a condição do caminhão (percurso de rodagem, manutenção em dia, histórico de sinistros), a configuração específica de eixo (6×2, 6×4, entre-eixos), o tipo de cabine (2 portas, cabine estendida, etc.), a idade do veículo, o uso (entrega urbana, regional, construção), a existência de dispositivos anti-furto e de telemetria, além de políticas internas da frota sobre sinistralidade e controle de motorista. É comum que frotas com Eurocargo 170-E21, especialmente aquelas com histórico de entregas contínuas, tenham acesso a opções de seguro com cláusulas específicas para carga, responsabilidade civil e assistência 24h, bem como a possibilidades de coberturas adicionais para riscos de roubo, incêndio ou danos causados por colisões envolvendo terceiros. A adequação da cobertura, o valor de referência FIPE e a relação entre o preço de aquisição e o valor de mercado atual são elementos centrais para ge reestruturação de contratos de seguro, renegociação de prêmios e definição de franquias, tudo com foco em manter a disponibilidade da frota para operações críticas.

Se você estiver avaliando o custo operacional total da sua frota ou buscando entender como o valor FIPE impacta as cotações, a GT Seguros oferece orientação especializada para projetos de seguro de frota, com soluções que consideram a configuração específica de cada veículo, o perfil de uso e as metas de continuidade do negócio.

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