| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 62.659,00 |
| Dez/25 | R$ 62.779,00 |
| Nov/25 | R$ 62.874,00 |
| Out/25 | R$ 63.026,00 |
| Set/25 | R$ 63.229,00 |
| Ago/25 | R$ 63.363,00 |
| Jul/25 | R$ 63.465,00 |
| Jun/25 | R$ 63.529,00 |
| Mai/25 | R$ 63.657,00 |
| Abr/25 | R$ 63.715,00 |
| Mar/25 | R$ 63.811,00 |
| Fev/25 | R$ 63.850,00 |
Análise prática da Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E21 (2006) com 3 eixos e 2 portas
A Tabela FIPE serve como referência de mercado para veículos usados no Brasil e é amplamente utilizada por seguradoras, vendedores e compradores para entender o valor de reposição ou de mercado de um veículo. Quando falamos de caminhões, como o Iveco Eurocargo 170-E21, a leitura da tabela precisa considerar a configuração específica do veículo, pois variações como o número de eixos, a cabine, o tipo de motor e o estado geral impactam diretamente o que é registrado como referência de preço. Para quem atua no setor de seguros, compreender como esses elementos influenciam a avaliação de risco e o dimensionamento do prêmio é essencial para oferecer coberturas que realmente correspondam ao uso e ao valor do ativo.
Como interpretar a Tabela FIPE neste modelo específico
O Eurocargo 170-E21, na configuração de 2006 com 3 eixos e cabine de 2 portas, representa uma combinação comum para operações de distribuição e transporte de carga regional. Ao consultar a Tabela FIPE para esse veículo, o primeiro passo é confirmar a versão exata — a designação “170-E21” já indica linha de motor, torque, e o tipo de tração típicos daquela geração. O segundo passo envolve observar o estado de conservação, que a FIPE reconhece ao atribuir faixas de condição do veículo. Caminhões com manutenção regular, histórico de trocas de componentes relevantes (sistema de freios, suspensão, motor) e menos danos estruturais tendem a figurar em faixas de valor de referência mais estáveis, enquanto veículos com sinais de desgaste acentuado podem apresentar variações maiores na avaliação.

É importante também considerar a aplicação operacional do caminhão. Modelos configurados para serviço de distribuição urbana costumam ter diferentes padrões de uso em comparação com caminhões que operam em rodovias interestaduais. Isso pode influenciar o retrabalho de peças, o custo de reposição e, por consequência, a percepção de risco pela seguradora. Embora a FIPE não diferencie explicitamente por tipo de uso na linha básica, o avaliador pode aplicar ajustes internos de seguro para refletir o regime de operação do veículo, como a frequência de viagens, as rotas e a carga típica transportada.
Para quem trabalha com planejamento de seguro, vale a pena reforçar que o valor FIPE é uma referência de mercado, não uma obrigação contratual. Em muitos contratos, as seguradoras utilizam o valor FIPE como referência de indenização para sinistros de perda parcial ou total, ajustando-o conforme o estado de conservação e o histórico de manutenção. Assim, compreender o que compõe o valor FIPE do Eurocargo 170-E21 de 2006 pode facilitar negociações de coberturas, franquias e limites de indenização, assegurando que o contrato cubra de forma adequada o ativo de frota.
Ficha técnica resumida do Iveco Eurocargo 170-E21 (2006)
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turbo com intercooler, potência aproximada de 210 cv; torque na casa de aproximadamente 75 kgf·m
- Configuração de eixos e cabine: três eixos (cabine simples com 2 portas)
- Transmissão: manual, com várias marchas (configuração típica para caminhões da linha Eurocargo) — relação pensada para equilíbrio entre torque de partida e eficiência em rodovia
Além destes itens centrais, a idade do veículo (ano de fabricação em torno de 2006), o estado geral e a manutenção repercutem no valor de referência. O peso bruto total (PBT) típico para essa configuração costuma ficar próximo de faixas que permitem payload compatível com operações de distribuição de médio a grande porte, e o caminhão tende a apresentar tanque de combustível considerável para atender jornadas de serviço com menos paradas de reabastecimento. Ainda que a ficha técnica resumida o ajude nas primeiras avaliações, é comum que peritos e avaliadores de seguros chequem itens adicionais, como condição da transmissão, sistema de freios, estado da carroceria e possíveis adaptações para transporte de carga específica.
A marca Iveco: história, inovação e presença no Brasil
A Iveco é uma fabricante italiana de caminhões, ônibus e motores com atuação global, reconhecida pela robustez de suas linhas de veículos comerciais. Fundada com raízes que percorrem décadas de desenvolvimento em engenharia veicular, a Iveco consolidou-se como uma referência em caminhões de uso misto e pesado. Entre as características que a tornaram popular estão a modularidade de plataformas, a confiabilidade de motores de alta durabilidade e a rede de assistência técnica em diversos mercados, incluindo o Brasil.
No Brasil, a Iveco estabeleceu-se como uma opção sólida para frotas de distribuição, logística e atividades que demandam durabilidade em ambientes urbanos e rodoviários. A linha Eurocargo, em particular, é amplamente adotada por empresas que precisam de um caminhão com boa relação entre capacidade de carga, conversibilidade de configuração (desde 4×2 até 6×2/6×4 em versões de três eixos) e disponibilidade de peças de reposição. O ecossistema de serviço da marca no país costuma contemplar oficinas autorizadas, peças originais e programas de manutenção que ajudam a manter a operação com menor tempo de inatividade, aspecto crítico para seguradoras e gestores de frotas.
Além do portfólio robusto, a Iveco tem se beneficiado de estratégias voltadas à eficiência de combustível, à melhoria de confiabilidade de componentes e à integração de soluções de telemetria e gestão de frotas. Esses elementos não apenas elevam a produtividade, mas também influenciam na avaliação de risco para seguros, pois permitem monitorar padrões de uso, detectar falhas precoces e, em alguns casos, reduzir a severidade de sinistros com manutenções preventivas bem executadas.
Relação entre FIPE, seguro e gestão de riscos
Para seguradoras, o valor definido pela FIPE funciona como referência previsível para calcular indenizações, especialmente em situações de perda total ou substituição de ativos. No entanto, o seguro de caminhões envolve muitos outros fatores de risco que vão além do valor de mercado. O perfil de uso, a frequência de atuação, as rotas, o tipo de carga e o histórico de sinistros da frota influenciam diretamente o prêmio cobrado. Quando se trata de uma configuração de 3 eixos, como o Eurocargo 170-E21 de 2006, alguns elementos de risco são mais relevantes: robustez estrutural em relação à manobra em áreas urbanas, capacidade de carga para cargas consideradas pesadas, e o custo de reparo de peças que podem ter impactos significativos no custo de seguro ao longo do tempo.
Além disso, o estado de conservação do veículo impacta a avaliação de risco. Caminhões bem mantidos, com registros de manutenção regulares e com documentação de revisões em dia, costumam apresentar prêmios mais estáveis, pois o risco de falhas críticas durante a operação é menor. O estado da cabine, as condições dos freios, a suspensão, o sistema de transmissão e o motor são detalhes observados pelas seguradoras para ajustar fatores de risco e, consequentemente, o valor do prêmio. Por isso, manter um cronograma de manutenção alinhado às recomendações da fabricante é uma prática inteligente para quem busca estabilidade de seguro ao longo dos anos.
Outra dimensão relevante é a recuperação de custos após sinistro. Em casos de sinistros parciais, o custo de reposição de peças originais e a disponibilidade de estoque afetam o tempo de retorno à operação, o que também pode refletir na estratégia de franquias e nas coberturas incluídas. Em termos práticos, conhecer a configuração (3 eixos, 2 portas, diesel) ajuda a dirigir a seguradora para uma apólice que considere a depreciação específica, a possibilidade de reposição por peças originais e o tempo de disponibilidade de reposição no mercado.
Considerações finais para gestão de frota e contratação de seguro
Para gestores de frota que utilizam o Iveco Eurocargo 170-E21 de 2006, com configuração de três eixos e cabine de duas portas, a compreensão da Tabela FIPE não deve ser encarada apenas como um número estático. Ela serve como referência para planejamento financeiro, negociação de seguros e avaliação de substituição futura. A leitura correta envolve entender que o valor FIPE é uma linha de base, sujeita a ajustes com base no estado do veículo, na quilometragem, na historização de manutenções e na especificação de uso. Em frotas com alto nível de atividade, a ficha técnica e o histórico de manutenção devem acompanhar o valor de referência com documentações que comprovem a condição do ativo.
Para quem busca tranquilidade na proteção do maquinário, é válido considerar coberturas que garantam reposição de peças originais, assistência 24 horas e opções de indenização que reflitam o custo de reposição de veículos equivalentes em condições operacionais semelhantes. A estratégia de seguro eficiente para uma configuração de três eixos deve equilibrar o custo das coberturas com a necessidade de manter a frota operacional, especialmente em operações críticas de distribuição que dependem da continuidade de serviço.
Em resumo, compreender a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 170-E21 (2006), dentro do contexto de 3 eixos e 2 portas, ajuda profissionais de seguro a oferecerem soluções mais alinhadas com a realidade de uso e com o valor de reposição adequado. A combinação entre a ficha técnica, o histórico de manutenção e a configuração de uso determinam, juntos, o nível de proteção ideal para o seu veículo e para a sua operação.
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