| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 139.968,00 |
| Dez/25 | R$ 134.745,00 |
| Nov/25 | R$ 133.169,00 |
| Out/25 | R$ 137.999,00 |
| Set/25 | R$ 133.333,00 |
| Ago/25 | R$ 136.752,00 |
| Jul/25 | R$ 140.118,00 |
| Jun/25 | R$ 140.259,00 |
| Mai/25 | R$ 143.510,00 |
| Abr/25 | R$ 143.640,00 |
| Mar/25 | R$ 143.856,00 |
| Fev/25 | R$ 145.845,00 |
Guia técnico e de seguro: como interpretar a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel (2010)
Quando se fala em seguro de veículos pesados, a Tabela FIPE é frequentemente citada como referência para definir o valor de mercado, o que influencia diretamente o valor a ser indenizado em caso de sinistro e o custo do prêmio. No caso do Iveco Eurocargo 260-E25, com configuração 6×4 e cabine de 2 portas, ano 2010, a leitura da tabela exige atenção às variações por estado, condição da máquina, quilometragem e o tipo de cabine. Este artigo aborda a Tabela FIPE específica para esse modelo, além de explicar como a ficha técnica e o histórico de uso impactam a cotação de seguro na prática, oferecendo ainda orientações para melhorar a proteção do veículo sob a ótica de uma corretora de seguros.
Visão geral da marca Iveco e o contexto do Eurocargo
A Iveco é uma fabricante global de veículos comerciais que mantém uma posição relevante no segmento de caminhões leves, médios e pesados. Com presença forte em serviços de manutenção e rede de atendimento, a empresa oferece soluções para frotas que demandam robustez, confiabilidade e disponibilidade de peças. O Eurocargo é uma linha histórica da Iveco voltada para uso urbano, regional e semi-ponte, com variações que atendem desde distribuição até operações de construção e logística pesada. Em termos de percepção de marca, o Eurocargo se destaca pela relação entre custo de propriedade, consumo de combustível relativo ao porte do veículo e facilidade de manutenção, especialmente quando a rede de concessionárias e oficinas autorizadas está bem estruturada no interior do país.

Para quem administra frotas, essa combinatória de características pode representar menor tempo de indisponibilidade e maior previsibilidade de custos operacionais. Além disso, a Iveco tem investido em soluções de conectividade e telemática, que ajudam o gestor a acompanhar o desempenho do veículo, o que também pode influenciar positivamente na avaliação de risco por parte das seguradoras. Em resumo, compreender a origem da marca e a proposta de valor do Eurocargo facilita a avaliação de seguros voltados para frota, bem como a compreensão de como diferentes configurações de fábrica podem alterar o valor de referência praticado pela FIPE.
Ficha técnica do Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel, 2010
- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento de aproximadamente 8,7 L, potência nominal de cerca de 260 cv.
- Transmissão: manual, com 9 velocidades, componentes projetados para suportar uso contínuo em operações de distribuição pesada e construção.
- Configuração de eixo: 6×4 (seis rodas com tração em quatro rodas), cabine simples com 2 portas (2p).
- Peso bruto total (PBT) típico: em torno de 26.000 kg, com payload variável conforme a configuração de carroceria e suspensão.
É importante destacar que a ficha técnica pode sofrer variações conforme a configuração específica de fábrica, opções de cabina, tipo de suspensão e adaptações para uso de transporte de carga particular ou de material de construção. Em viagens de frota, a escolha de equipamentos como suspensão a ar, opções de diferenciais e sistemas de freios também pode alterar o desempenho do veículo, bem como o valor de tabela para fins de seguro. Quando houver dúvidas, o ideal é consultar o veículo físico (documentação e manual) ou a ficha técnica original fornecida pela Iveco, já que pequenas diferenças de especificação podem impactar a leitura da FIPE e, consequentemente, a avaliação de risco pela seguradora.
A relação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhões pesados
A Tabela FIPE consolida um preço médio de mercado para veículos usados com base em dados de transações, anúncios e negociações registradas ao longo do tempo. No caso de modelos como o Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel (2010), a FIPE funciona como referência para estabelecer o valor de indenização em caso de sinistro total ou para orientar o cálculo de coberturas de responsabilidades civis e de danos a terceiros, bem como para estabelecer o valor de revenda na indenização com base em preço de mercado. Este valor é útil para o segurado ao entender quanto o veículo valia no momento da compra ou da última venda, e para a seguradora ao estimar o parâmetro de sinistro e o risco agregado da frota.
Ao planejar a proteção, considere que o valor FIPE pode evoluir com o tempo, refletindo mudanças de mercado, desgaste, idade do veículo e histórico de manutenção. Em veículos com alta demanda funcional, como caminhões 6×4 usados em operações de peso, o valor FIPE tende a se manter estável por mais tempo, desde que o estado de conservação seja satisfatório e haja documentação de revisões e manutenção. Por outro lado, modificações estruturais, danos não reparados ou alterações que afetem a integridade da suspensão, do motor ou do chassi podem reduzir o valor de referência da FIPE e, por consequência, impactar as apólices e as propostas de seguro.
É comum que as seguradoras utilizem o valor FIPE como referência base para a indenização em caso de sinistro, com regras de depreciação adicionais conforme a idade do veículo, estado geral e histórico de sinistros. Em uma análise de seguro para o Eurocargo 260-E25, é essencial entender que o prêmio pode refletir não apenas o valor FIPE, mas também fatores de risco operacionais, como o tipo de carga transportada, o ambiente de atuação (urbano, rodoviário, regiões com maior índice de sinistros) e o perfil do motorista. Portanto, a leitura cuidadosa da tabela, aliada à ficha técnica e à descrição de uso, ajuda a chegar a uma cobertura mais adequada sem sub ou superestimar a proteção.
Como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico
Para quem está buscando entender a Tabela FIPE do Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel (2010), algumas orientações práticas ajudam a evitar surpresas na hora de contratar ou renovar o seguro:
- Condição do veículo: a FIPE diferencia entre veículos com quilometragem baixa, estado de conservação muito bom e condição geral excelente; cada estado pode refletir variações no valor de referência.
- Configuração de fábrica: mudanças como suspensão, tipo de cabine, tipo de eixo (6×4, 4×2, etc.) e alterações de peso podem influenciar o valor apresentado pela FIPE para esse modelo específico.
- Corpo de máquina e acessórios: itens adicionais (proteções, dispositivos de segurança, rastreadores) não costumam ser incluídos na FIPE, mas afetam o seguro ao reduzir o risco geral de roubo e danos.
- Idade do veículo: com o passar dos anos, a depreciação média aumenta; o valor FIPE tende a cair, o que também pode impactar o cálculo de cobertura de valor parcial ou indenização em caso de sinistro.
Ao conversar com a seguradora, mantenha em mente que a FIPE é uma referência, não uma regra rígida. Os corretores costumam aplicar ajustes com base na condição de uso, no histórico de sinistros da frota, na presença de dispositivos de segurança e, é claro, nas políticas específicas da seguradora. Em termos práticos, o objetivo é alinhar o valor segurado com o preço de mercado recente, para evitar tanto a subseguração (pagamento inferior ao valor real em caso de sinistro) quanto a sobreseguração (premiação desnecessariamente alta). A leitura correta da FIPE e a validação com a ficha técnica ajudam a construir uma proposta de seguro mais justa e objetiva para o Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel, ano 2010.
Fatores que influenciam o custo do seguro para o Eurocargo 260-E25 6×4
O custo do seguro para caminhões desse porte depende de diversos fatores que costumam ser considerados pela maioria das seguradoras. Conhecê-los facilita o entendimento de propostas e a tomada de decisão. Abaixo listamos quatro aspectos relevantes:
- Uso da frota: operações rodoviárias frequentes, trechos longos e ritmo de entregas podem aumentar a exposição ao risco em comparação com uso local ou sazonal, impactando o prêmio.
- Perfil do motorista: idade, experiência, histórico de sinistros e treinamento em direção econômica e segura influenciam a avaliação de risco da seguradora.
- Estado de conservação: veículos bem mantidos, com cronogramas de manutenção documentados, tendem a gerar prêmios mais estáveis e, muitas vezes, mais baixos.
- Dispositivos de segurança: rastreadores, sistemas de recuperação de veículo, frenagem automática de emergência e travas antifurto podem reduzir o risco de roubo e danos, refletindo em descontos no prêmio.
Além disso, outros fatores costumam ser considerados, como a localização geográfica da operação, a idade da frota, o valor de venda estimado pela FIPE naquele momento e o histórico de sinistros da empresa. Em caminhões com configuração 6×4, a capacidade de carga e a robustez do chassi também entram na avaliação de risco, especialmente quando o veículo opera em ambientes com maior demanda de effetividade de freio, retenção de carga e estabilidade em terrenos acidentados.
Boas práticas para reduzir o prêmio sem abrir mão da proteção
Reduzir o custo do seguro sem perder cobertura adequada é uma demanda comum entre frotistas. A seguir, apresentamos quatro estratégias que costumam trazer ganhos reais para a gestão de seguros de caminhões pesados:
- Manutenção preventiva: manter o Eurocargo em dia com manutenções programadas, com registros e certificados, reduz a probabilidade de falhas graves e sinistros.
- Rastreamento e telemetria: a instalação de rastreadores, monitoramento de rota, velocidade e comportamentos de condução ajuda a reduzir o risco de roubo e acidentes, além de fornecer dados úteis para a seguradora.
- Treinamento de condutores: programas de direção defensiva, economia de combustível e manuseio de cargas diminuem a incidência de sinistros operacionais.
- Proteções adicionais: dispositivos antifurto, travas de rodas, sensores de câmeras e alarmes com confirmação de alarme podem gerar descontos ou melhoria de condições contratuais.
Outra prática relevante é fazer uma avaliação periódica da apólice, revisando valor segurado, franquias e coberturas após mudanças na frota, como aquisição de novos veículos, variação de uso ou alterações na política de gestão de risco. Com a FIPE servindo de referência, a seguradora pode ajustar rapidamente as coberturas de acordo com o valor de mercado atual, evitando proteções defasadas e custos desnecessários ao longo do tempo.
Para quem busca orientação personalizada, vale lembrar que é comum encontrar opções de seguro com diferentes combinações de coberturas, como colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, responsabilidade civil, entre outras. Cada escolha reflete no custo total, e a adequação dessas coberturas depende do porte da operação, do tipo de carga transportada e das exigências contratuais do contratante. A leitura atenta do contrato, associada à comparação de propostas, é o caminho mais eficaz para obter proteção adequada sem pagar pelo que não é necessário.
Se você está buscando entender como o valor da FIPE impacta a proteção do seu veículo e quer opções de seguro ajustadas, a GT Seguros pode ajudar com uma cotação personalizada.
Em resumo, a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel (2010) funciona como referência de mercado que embasa a indenização e a precificação do seguro. Combinar esse referencial com a ficha técnica, o estado de conservação, o perfil de uso e as políticas de segurança adotadas pela frota é o caminho para uma proteção coerente, com custo justo. A marca Iveco, junto com o suporte de uma corretora atenta às particularidades de caminhões como esse, facilita a construção de uma apólice que reflita a realidade de operação, sem abrir mão da qualidade de proteção necessária para uma operação logística eficiente e segura.
Para cotar opções de proteção sob medida e entender melhor as coberturas disponíveis, procure a GT Seguros e peça uma cotação personalizada. Sem compromisso, você obtém uma visão clara sobre o que a proteção adequada pode custar para o seu Eurocargo 260-E25 6×4 2p Diesel, ano 2010, com base na leitura da FIPE e nos demais critérios que impactam o seguro da sua frota.
