Valor FIPE Atual
R$ 135.041,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506122-9
Ano: 2014-3
MêsPreço
Mar/26R$ 135.041,00
Fev/26R$ 135.339,00
Jan/26R$ 135.638,00
Dez/25R$ 135.897,00
Nov/25R$ 136.102,00
Out/25R$ 136.430,00
Set/25R$ 136.868,00
Ago/25R$ 137.157,00
Jul/25R$ 137.377,00
Jun/25R$ 137.515,00
Mai/25R$ 137.791,00
Abr/25R$ 137.916,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Iveco Stralis 450-S33T TA 2p (diesel) E5, 2014

A Tabela FIPE funciona como referência central para a avaliação de veículos usados no Brasil, servindo de base para negociações, seguros, financiamento e cálculo de depreciação. Quando o assunto é caminhão pesado, como a Iveco Stralis 450-S33T TA 2p de 2014, o papel da FIPE é ainda mais relevante, pois o mercado de veículos comerciais responde por variáveis diferentes das de automóveis leves: uso intenso, regime de kilometragem, condições de serviço e regime de manutenção. Este artigo tem como objetivo explicar, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de trazer uma ficha técnica resumida, aspectos da marca e orientações úteis para quem atua no seguro de frotas ou em negociações de compra e venda.

A marca Iveco e a importância histórica da Stralis no segmento de caminhões

A Iveco é uma fabricante global com tradição consolidada em veículos comerciais pesados. Fundada na Itália e presente em diversos mercados, a marca construiu ao longo de décadas uma reputação associada a robustez, confiabilidade de boa eficiência de combustível e redes de assistência que atendem operações logísticas robustas. Dentro do portfólio da Iveco, a linha Stralis ocupou um espaço relevante para caminhões tração-trator de longo curso, especialmente em aplicações de frete rodoviário que demandam altas potências, durabilidade em rodovias extensas e conforto para motoristas em jornadas prolongadas. Modelos como a Stralis 450-S33T TA 2p refletem essa proposta: potência expressiva, sistemas de transmissão automatizados para reduzir esforço do motorista em trevos e rodovias, além de soluções de cabine voltadas ao aproveitamento do espaço para equipes que atuam em operações logísticas com prazos críticos. A marca, portanto, não é apenas um emblema de imagem; é um ecossistema que influencia a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica, a revalorização de ativos e, consequentemente, como a FIPE classifica e atualiza o valor de um veículo como a Stralis 450-S33T TA de 2014.

Tabela FIPE IVECO STRALIS 450-S33T TA 2p (diesel)(E5) 2014

Ficha técnica da Iveco Stralis 450-S33T TA 2p (2014)

  • Ano: 2014
  • Motor: diesel Euro 5 (E5), turboalimentado
  • Potência: 450 cv
  • Transmissão: Hi-Tronix automatizada, 12 velocidades

Observação: a Stralis 450-S33T TA 2p é caracterizada por configuração de cabine com duas portas, adequada para operações de frete que exigem espaço e acessibilidade para o motorista, além de oferecer a possibilidade de configuração de semi-reboques de longo curso. Os itens acima compõem a ficha técnica essencial para compreensão do veículo no contexto da Tabela FIPE, servindo como referência para avaliação de mercado, seguro e negociações comerciais. Detalhes adicionais de motor, torque, peso bruto total (PBT), entre outros atributos, podem variar conforme a versão específica e o conjunto de equipamentos instalados pela Iveco na unidade de fábrica ou nos empacotamentos contratados pelo frotista.

Como a FIPE classifica este modelo e quais fatores influenciam o valor de reposição

Para veículos pesados e especiais, como a Stralis 450-S33T TA 2p de 2014, a Tabela FIPE utiliza uma metodologia que considera o conjunto de características que determinam a valoração de mercado. Embora a FIPE use um algoritmo centralizado para atualizar mensalmente os preços médios de referência, algumas variáveis-chave tendem a impactar diretamente o valor divulgado para esse modelo: idade do veículo (ano de fabricação/ano modelo), configuração de cabine e eixo, motorização, emissões (neste caso Euro 5), estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e o tipo de uso (caminhão de frota, aluguel, uso próprio, etc.). Veículos com histórico completo de serviços, com inspeções em dia e com registros de sinistros minimizados costumam apresentar melhor valorização na avaliação FIPE, o que impacta, indiretamente, a precificação de seguros e de transações de venda.

Além disso, no segmento de caminhões, a FIPE também observa a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência autorizada. Modelos da Iveco com ampla rede de suporte técnico tendem a manter uma valorização estável ao longo do tempo, desde que outros fatores (condição, uso e manutenção) estejam em conformidade. O efeito de cada mês de atualização da FIPE pode parecer sutil, mas, no agregado, ele determina o piso de negociação para compra, venda ou locação. Por isso, quem atua no varejo de caminhões ou na faixa de seguros precisa acompanhar as variações mensais, entender o que impulsiona picos sazonais de preço e, principalmente, associar o valor FIPE a uma avaliação fiel do estado do veículo na prática.

Outro ponto relevante é a diferenciação entre versões e sublinhas da Stralis. Em 2014, em que a Stralis 450-S33T TA 2p se insere, a versão pode trazer particularidades como pacotes de aerodinâmica, sistemas de telemática, pacotes de conforto para o motorista e opções de transmissão com diferentes níveis de automatização, que podem influenciar o preço FIPE de referência para aquele conjunto específico. Por isso, ao consultar a FIPE, sempre vale buscar a sequência de notas técnicas correspondente ao código da versão, sempre que disponível, para assegurar que a comparação esteja entre veículos com especificações equiparáveis.

Como o uso e a conservação impactam a confiabilidade da avaliação FIPE

O valor anotado pela FIPE não é apenas resultado da idade, mas também do estado de preservação do bem. Em caminhões como a Stralis, a quilometragem acumulada, o histórico de manutenções regulares, a qualidade de óleo e filtros, o estado dos componentes críticos (freios, suspensão, sistema de transmissão, eixo motriz) e a integridade da cabine são determinantes na prática de mercado. Um caminhão com uso intenso, sem manutenção regular ou com intercorrências não resolvidas tende a sofrer depreciação adicional frente ao valor de referência FIPE. Em contrapartida, uma Stralis bem mantida, com planilhas de manutenção atualizadas, registro de trocas de componentes críticos e inspeções técnicas em dia, pode manter seu valor de reposição próximo do valor FIPE estimado ou até acima, dependendo da demanda regional e da disponibilidade de unidades semelhantes.

Outra dimensão relevante é a evolução regulatória. Em termos de emissões, veículos com padrão Euro 5, como a Stralis 450-S33T TA 2p de 2014, enfrentam cenários de negociação mais complexos conforme o mercado se move para padrões mais rigorosos em áreas urbanas e rodovias de alto tráfego. A FIPE considera esse fator de maneira indireta, refletindo a atratividade de reposição para frotistas que buscam manter a conformidade com as exigências de clientes e contratos de serviço. Em síntese, a valorização de um veículo nessa faixa depende de uma conjugação de fatores objetivos (idade, uso, condição) e variáveis de mercado (demanda por caminhões usados, disponibilidade de unidades equivalentes, condições econômicas regionais).

Impacto da Tabela FIPE na precificação de seguros para caminhões como a Stralis

Para o mercado de seguros, a avaliação FIPE funciona como uma referência fundamental para determinar o valor segurado, o chamado valor de reposição ou o valor de mercado do veículo. Seguradoras costumam usar o valor FIPE como base para apólices de proteção veicular, casco (ou totalk), responsabilidade civil, e em particular para frotas, onde o capital segurado envolve múltiplos ativos. Quando o valor FIPE é atualizado mensalmente, o valor segurado também pode exigir reajustes para manter a compatibilidade entre o valor contratado e o valor de mercado atual. Além disso, a idade do veículo, o histórico de sinistros, a utilização para transporte de carga perigosa ou de alto valor agregado e a regularidade da manutenção influenciam o prêmio. Em termos práticos, conhecer a posição da Stralis 450-S33T TA 2p na FIPE ajuda o corretor de seguros a propor coberturas adequadas, limites de indenização compatíveis com o valor de reposição e pacotes de proteção que contemplam, por exemplo, roubo, incêndio, colisão e responsabilidade civil correspondente ao uso de veículos de grande porte.

Boas práticas para manter o valor de reposição e facilitar o processo de seguro

Manter a Stralis em bom estado, com documentação de manutenção em dia, é uma prática direta para preservar o valor de reposição informado pela FIPE e facilitar a obtenção de condições de seguro competitivas. Em termos práticos, algumas medidas simples podem fazer diferença: manter o histórico de manutenção em dia, registrar inspeções periódicas, conservar a cabine e os componentes críticos (freios, suspensão, suspensão pneumática se houver), monitorar a quilometragem e manter um cadastro de sinistros, se houver, com resolução adequada. Além disso, priorizar peças originais ou de qualidade equivalente, investir em telemática que permita monitoramento de frota, e manter a vistoria regular em oficinas autorizadas ajudam a manter o veículo alinhado às condições de mercado. A combinação de manutenção proativa e documentação clara reduz surpresas na hora de renovar o seguro ou de realizar uma negociação de venda com clientes ou adquirentes.