Valor FIPE Atual
R$ 163.262,00
↓ 1,1% vs mês anterior
FIPE: 506094-0
Ano: 2012-3
MêsPreço
Mar/26R$ 163.262,00
Fev/26R$ 165.122,00
Jan/26R$ 162.900,00
Dez/25R$ 162.870,00
Nov/25R$ 160.306,00
Out/25R$ 158.458,00
Set/25R$ 160.462,00
Ago/25R$ 155.123,00
Jul/25R$ 160.750,00
Jun/25R$ 157.321,00
Mai/25R$ 154.803,00
Abr/25R$ 154.675,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p (diesel)(E5) 2012 e suas implicações no seguro

Visão geral do Stralis 460-S36T TA 2p

O Iveco Stralis é uma linha de caminhões pesados fabricados pela Iveco, reconhecida pela robustez, confiabilidade e pela capacidade de operar em diferentes perfis de uso, desde transportes rodoviários de longa distância até cargas especiais. O modelo 460-S36T TA 2p, produzido em 2012, pertence a uma configuração voltada a desempenho elevado, com foco em tração e capacidade de carga. Embora o mercado tenha evoluído com novas gerações, o Stralis dessa época já demonstrava o equilíbrio entre potência, torque e durabilidade essencial para operações de frete em diversos trechos, especialmente em trajetos que exigem autonomia e resistência a longas jornadas.

Para quem atua na gestão de frotas ou tem interesse em seguros de caminhões, entender a identidade desse modelo ajuda a interpretar indicadores da FIPE e, consequentemente, as bases usadas por seguradoras para cálculo de prêmio, cobertura e indenização. A presença de uma motorização de alto desempenho aliada a uma configuração de cabine com duas portas (2p) impacta diretamente fatores de risco, como desgaste de componentes driveline, consumo de combustível em trechos com subidas e trechos de estrada, bem como a necessidade de manutenção planejada para evitar interrupções indesejadas. Este artigo explora a Tabela FIPE para esse Iveco Stralis específico, destacando aspectos técnicos, a relevância da marca e as implicações para o seguro de frotas.

Tabela FIPE IVECO STRALIS 460-S36T TA 2p (diesel)(E5) 2012

Ficha técnica resumida do Iveco Stralis 460-S36T TA 2p (2012)

  • Motorização: diesel, bloco de alta durabilidade, com configuração de alto torque; potência nominal de 460 cv, com torque máximo na faixa de atuação típica de caminhões pesados; sistema de alimentação com injeção de alta pressão (SCR para atender Euro 5).
  • Transmissão: automática de múltiplas marchas com controle eletrônico, otimizada para trocas suaves em trechos de estrada e sob cargas elevadas; presença de funções de economia de combustível (modo Eco) conforme configuração de fábrica.
  • Estrutura e chassi: cabine de duas portas (2p) com robustez para uso rodoviário de longo curso; configuração de tração voltada para transporte de cargas pesadas com provável eixo traseiro reforçado e suspensões adequadas a peso elevado.
  • Emissões e combustível: Euro 5 (E5) com sistema de redução de emissões SCR (AdBlue); combustível diesel; consumo depende fortemente da configuração de eixo, peso da carga e condições de operação.

Ficha técnica detalhada e implicações para o seguro

Observação importante: as especificações podem variar conforme a configuração exata da linha Stralis, a carroceria empregada, o número de eixos e os componentes opcionais instalados pela montadora ou pelo operador logístico. Abaixo, apresentamos um panorama técnico utilizado como referência para avaliações de seguros, enfatizando aspectos que costumam influenciar o custo do seguro, o prêmio e as regras de cobertura.

Motor e performance: o motor diesel de alta capacidade, associado a uma transmissão automatizada, proporciona alcance de torque suficiente para manter a velocidade em subidas íngremes e manter a cadência de giro adequada em trechos longos. Em seguros de caminhões, veículos com motores nessa faixa costumam exigir monitoramento regular de componentes críticos, como turbocompressor, sistema de alimentação de combustível e sistema de tratamento de emissões. A curva de torque é um fator relevante na avaliação de risco de desgaste de componentes, desempenho de freio de motor e dissipação de calor em altas cargas.

Transmissão e driveline: a transmissão automatizada com controle eletrônico facilita as trocas em operações de fretamento, reduzindo pausas e impactos na condução. Do ponto de vista de seguro, a confiabilidade da transmissão e a disponibilidade de peças de reposição influenciam a frequência de sinistros relacionados a falhas mecânicas, bem como a severidade de danos em caso de acidente, especialmente em cenários de alavancagem de torque em curvas ou manobras de estacionamento de grandes volumes de carga.

Estrutura, peso e capacidades de carga: o Stralis em configuração de 2p com tração voltada para cargas pesadas tende a ter Peso Bruto Total (PBT) elevado e, dependendo da aplicação, capacidade de carga expressiva. Em seguros, um PBT maior implica maior valor de reparação em sinistros, maior custo de peças e mão de obra, bem como maior importância de boas práticas de manutenção para evitar falhas que comprometam a segurança operacional. O fator carga também tende a influenciar o consumo de combustível, o desgaste de pneus e o comportamento em frenagem, aspectos relevantes para cálculo de prêmio por risco.

Emissões Euro 5 e aditivo SCR: o uso de tecnologia de redução de emissões com AdBlue e o tratamento SCR é parte do perfil de risco ambiental e regulatório. Caminhões com esse conjunto costumam exigir conformidade com regras de descarte de fluido e inspeções periódicas de sistemas de emissões, o que pode impactar, em alguns regimes, a avaliação de sinistros e a necessidade de manutenção preventiva para evitar multas ou interrupções operacionais. Do ponto de vista de seguro, isso pode influenciar positivamente o histórico de conformidade e reduzir o risco de interrupções por falhas no sistema de emissões, desde que haja suporte técnico adequado.

Técnicas de segurança e sistemas adjacentes: muitos caminhões de alto desempenho contam com recursos adicionais de segurança, como controle de estabilidade, assistência de frenagem e monitoramento de carga. Tais sistemas tendem a reduzir a probabilidade de acidentes, especialmente em condições adversas, curvas rápidas ou manobras de retorno. Para seguradoras, a presença de sistemas de assistência pode favorecer condições de prêmio, desde que o veículo seja mantido conforme as especificações de fábrica e com pneus em bom estado, freios revisados e suspensão estável.

Como a FIPE influencia na avaliação de seguro para esse modelo

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é referência comum no Brasil para estimar o valor médio de veículos usados, incluindo caminhões, com base em dados de mercado. Quando se trata de seguros, esse valor serve como um norte para diversas frentes: indenização em caso de sinistro, referência de reparos e depreciação de componentes, bem como o cálculo de valor de veículo após sinistro total. No caso do Iveco Stralis 460-S36T TA 2p (2012), a FIPE atua como um balizador para o valor de recompra ou de reparo, influenciando o valor segurado, a franquia e as opções de cobertura de danos parciais e totais.

Porém, é importante entender que a FIPE não é o único parâmetro utilizado pelas seguradoras. A avaliação de risco envolve uma combinação de fatores, como histórico de sinistralidade da frota, uso do veículo (rodoviário, urbano, misto), região de operação, termos contratuais, idade do motorista, frequência de viagens e medidas de proteção de carga. Assim, mesmo com uma referência FIPE sólida, as seguradoras costumam ajustar o prêmio com base em dados operacionais específicos de cada contrato.

Para o gestor de frotas e o proprietário do Stralis, acompanhar as atualizações da FIPE é importante, especialmente quando há variações sazonais no mercado de caminhões usados e quando o veículo é readequado ou substituído. Um ajuste no valor FIPE pode impactar o valor segurado, o que, por consequência, pode alterar o custo do seguro. Por isso, manter o inventário de ativos atualizado e alinhar a apólice com o cenário real de operação é uma prática recomendada para evitar surpresas no momento de uma possível indenização.

Brandção da Iveco e o que a marca representa para o seguro de frota

A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais que, ao longo de décadas, consolidou-se como referência em caminhões leves, médios e pesados. A marca é reconhecida por investir em tecnologia de eficiência, robustez de chassis, confiabilidade de motores e soluções de serviço pós-venda para frotas. Em termos de seguros, o histórico da marca pode influenciar positivamente a avaliação de risco, principalmente quando o fabricante oferece peças originais, rede de assistência técnica qualificada e programas de manutenção orientados pela fábrica. Ter um Stralis 460-S36T TA 2p dentro de uma frota com suporte técnico consistente contribui para uma gestão de riscos mais previsível, reduzindo a probabilidade de falhas não planejadas que possam gerar sinistros.

Além disso, a presença de tecnologias modernas de gestão da operação, como telemetria, monitoramento de combustível, diagnósticos remotos e estratégias de manutenção preditiva, é comum em propostas da Iveco para frotas. Tais recursos tendem a favorecer condições de seguro mais estáveis, desde que a implementação seja acompanhada de políticas de compliance, treinamentos de motoristas e um regime regular de inspeções. Em resumo, a associação de um veículo bem suportado pela marca com boas práticas de operação tende a favorecer a segurança do ativo e, por consequência, pode influenciar positivamente a avaliação de risco pela seguradora.

Considerações para quem utiliza o Stralis em seguro de frota

Ao planejar a apólice para um veículo como o Stralis 460-S36T TA 2p, vale considerar alguns pontos práticos que costumam impactar no custo e na cobertura do seguro:

• Ritmo de uso e rota: operações de longo curso com trechos rodoviários regulares exigem avaliações diferentes de risco em comparação com trajetos urbanos. A FIPE e as informações de uso ajudam a calibrar o prêmio conforme a exposição ao dano em estrada.

• Manutenção preventiva: a periodicidade de revisões, o estado dos pneus, freios e sistemas de emissão influencia o histórico de sinistros. Caminhões bem mantidos costumam apresentar menor probabilidade de danos mecânicos graves.

• Proteções da carga: dependendo do tipo de carga transportada, há diferentes exigências de cobertura para carga, danos a terceiros e responsabilidade civil. A FIPE ajuda na definição do valor agregado do ativo e, portanto, no enquadramento de coberturas de danos ao veículo e de responsabilidade civil.

• Tecnologias de segurança: sistemas de assistência ao motorista, controle de estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus e telemetria reduzem o risco de acidentes. A presença desses recursos pode colaborar com condições de prêmio mais favoráveis, desde que as contratações estejam alinhadas com as políticas da seguradora e com a manutenção correta.

CTAs e próximos passos

Para gestores de frota e proprietários que desejam alinhar a Tabela FIPE com as condições reais de operação do Stralis 460-S36T TA 2p (2012) e, ao mesmo tempo, assegurar uma proteção adequada, é recomendável consultar um corretor experiente. A combinação entre dados reais de uso, a atualização da FIPE e um conjunto de coberturas adequadas pode otimizar custos e oferecer tranquilidade operacional.

Observação final: se o objetivo é obter uma orientação prática para a sua apólice, peça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode explorar o impacto da FIPE, as opções de coberturas e as condições específicas da sua operação.