| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 166.973,00 |
| Dez/25 | R$ 167.155,00 |
| Nov/25 | R$ 164.522,00 |
| Out/25 | R$ 163.651,00 |
| Set/25 | R$ 164.474,00 |
| Ago/25 | R$ 164.731,00 |
| Jul/25 | R$ 164.995,00 |
| Jun/25 | R$ 162.856,00 |
| Mai/25 | R$ 158.674,00 |
| Abr/25 | R$ 158.955,00 |
| Mar/25 | R$ 158.517,00 |
| Fev/25 | R$ 157.418,00 |
Como a Tabela FIPE ajuda a entender o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p (diesel)(E5) 2013 para seguros
A Tabela FIPE é a referência oficial de preço de mercado de veículos usados no Brasil. Para o segmento de caminhões e veículos de grande porte, como o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p, a leitura da FIPE não apenas orienta negociações comerciais, mas também desempenha um papel essencial no dimensionamento de coberturas, franquias e limites de cobertura no seguro. No universo de transportes rodoviários, onde a operação envolve milhões de quilômetros ao ano, entender como esse dado de referência é calculado ajuda corretores de seguros, gestores de frotas e proprietários a tomar decisões mais embasadas sobre proteção veicular e mitigação de riscos. Este artigo aborda especificamente a Tabela FIPE para o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p (diesel)(E5) 2013, explicando a ficha técnica, a leitura do valor de referência e as implicações para a contratação de seguros.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale situar o cenário: o Stralis 460-S36T TA é um caminhão pesado voltado a operações de transporte de carga em longas distâncias. O motor a diesel, com metodologia de emissões E5, sugere uma configuração voltada à eficiência e à conformidade ambiental, aspectos que, no seguro, costumam influenciar fatores como consumo de combustível, desgaste de componentes e previsões de manutenção. A FIPE classifica esse veículo dentro de categorias específicas que ajudam, por exemplo, a estabelecer o valor de reposição e o custo de uma eventual substituição em caso de sinistro. A partir da leitura da tabela, o corretor consegue calibrar o perfil de risco do veículo e alinhar as coberturas com a realidade operacional do cliente, sem perder de vista as particularidades do modelo e do ano de fabricação.

Ficha técnica do Iveco Stralis 460-S36T TA 2p
- Marca e modelo: Iveco Stralis 460-S36T TA, cabine de duas portas (2p).
- Ano de fabricação/modelo: 2013.
- Tipo de veículo: Caminhão pesado de transporte rodoviário, voltado a longas distâncias (conjunto motor-transmissão e chassis adequados a operações de frotas).
- Motorização e emissões:Motor diesel de alta cilindrada, com configuração de 6 cilindros em linha; potência nominal de aproximadamente 460 cavalos. Emissão compatível com o padrão E5, refletindo normas ambientais vigentes na época de fabrico.
Observação importante sobre a ficha técnica: as especificações listadas acima representam a configuração típica associada a essa designação de modelo e ano. Em veículos usados, podem ocorrer variações entre lotes de fabricação, versões de cabine, entre outros ajustes. Por isso, ao analisar a FIPE para um Stralis específico, vale confirmar os dados exatos do veículo em questão junto ao histórico de manutenção e ao documento de registro.
Como a FIPE classifica caminhões nessa faixa para fins de seguro
A FIPE utiliza uma metodologia que busca refletir o preço de mercado de reposição ou de reposição estimado para veículos usados. Em caminhões como o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p, o valor de referência pode impactar diretamente itens de seguro, como o valor de indenização em caso de sinistro total, o valor de ponto de reposição a partir de peças originais e a avaliação geral da frota para cálculo de prêmios. Embora o preço não seja o único determinante do prêmio, ele serve de base para entender o risco financeiro de reposição e, consequentemente, orientar coberturas mais adequadas às necessidades operacionais do cliente. Além disso, a FIPE considera variáveis como idade do veículo, histórico de uso, estado de conservação, quilometragem e o tipo de operação (ex.: transporte de carga seca, líquidos, materiais perigosos). Tudo isso ajuda o corretor a alinhar o seguro com a realidade prática da frota.
Para caminhões pesados, as seguradoras costumam cruzar a leitura da FIPE com dados adicionais, como a categoria de operação, o tipo de carga, as rotas percorridas e o uso em regime de frota versus veículo isolado. Um Stralis com motor a diesel E5 e configuração de 2013 entra numa faixa de avaliação que privilegia a confiabilidade do trajeto, a disponibilidade de peças e o histórico de sinistros do veículo. Em resumo, a FIPE é uma leitura essencial, mas o prêmio final depende de uma visão holística do veículo e do seu uso no dia a dia da operação de transporte.
Impacto da leitura da FIPE na apólice de seguro
O valor de referência extraído da FIPE serve como referência para estabelecer o valor segurado do veículo. Esse montante impacta diretamente:
- O sumário da cobertura, definindo o valor máximo a indenizar em caso de sinistro total ou parcial;
- A base de cálculo de eventuais franquias, especialmente em coberturas de dano a terceiros, colisão, incêndio ou roubo;
- A necessidade de incluir itens de proteção veicular, como dispositivos de rastreamento, que podem afetar o prêmio ao demonstrar redução de risco;
- O ajuste de valores de reparo ou reposição de componentes, especialmente em veículos com alto valor de mercado, como o Stralis 460-S36T TA, onde peças originais e mão de obra especializada influenciam o custo total de reparo.
Neste contexto, o corretor de seguros busca um equilíbrio entre o custo da apólice e a proteção efetiva do ativo. Em caminhões de grande porte, a FIPE é uma referência que facilita a comparação de opções entre seguradoras, mas a escolha final depende de fatores operacionais, histórico do veículo, perfil da frota e objetivos de proteção do cliente. A leitura cuidadosa do valor FIPE, associada à ficha técnica e à avaliação de risco, contribui para que o cliente tenha uma cobertura proporcional ao risco real da operação.
Fatores operacionais que influenciam o prêmio do seguro
Além da leitura da FIPE, diversos fatores operacionais ajudam a explicar a variação de prêmios para um Iveco Stralis 460-S36T TA 2p. Abaixo, listo alguns aspectos que costumam fazer diferença na hora de cotar:
- Quilometragem anual prevista e padrão de uso (rotas urbanas vs. rodoviárias de longo percurso).
- Histórico de sinistros do veículo e da empresa, incluindo sinistros com carros autônomos ou com terceiros.
- Tipo de carga e risco inerente à operação (cargas perigosas exigem coberturas adicionais ou cláusulas específicas).
- Extensão das coberturas, incluindo proteções adicionais contra roubo, incêndio, danos a pneus e assistência 24h.
Para frotas com Stralis, a sinistralidade pode ser mais sensível a variáveis de operação do que a simples idade do veículo. Por isso, as seguradoras costumam valorizar planos que incentivem a manutenção preventiva, a instalação de dispositivos de monitoramento e o acompanhamento de indicadores de desempenho da frota. Um conjunto de boas práticas pode reduzir o risco de sinistros e, consequentemente, influenciar positivamente o custo do seguro.
Manutenção, operação e redução de riscos
Manter o Stralis em boas condições é uma das formas mais eficazes de manter o custo do seguro sob controle. Abaixo vão sugestões práticas para quem opera esse tipo de veículo e deseja otimizar prêmios e proteções:
- Programa de manutenção preventiva com revisões periódicas, seguindo as recomendações do fabricante e mantendo registros detalhados de cada serviço.
- Verificação regular do sistema de freios, suspensão, direção e componentes críticos de segurança para evitar falhas que possam gerar sinistros.
- Monitoramento da performance do motor e do sistema de emissões para assegurar conformidade com padrões E5 e manter a eficiência de combustível.
- Gestão de pneus, alinhamento e balanceamento periódicos para reduzir o desgaste irregular e melhorar a estabilidade em diferentes condições de estrada.
Considerações finais: a escolha certa para o Stralis 460-S36T TA 2p
Ao lidar com o Iveco Stralis 460-S36T TA 2p, a combinação entre a leitura da FIPE, a ficha técnica precisa, o histórico da frota e o desenho da cobertura desejada é o que permitirá a construção de uma apólice alinhada com as necessidades da operação. Caminhões desse porte envolvem decisões não apenas sobre o preço da apólice, mas sobre a proteção de ativos estratégicos para a empresa, o que implica escolhas cuidadosas sobre limites de indenização, franquias, assistências e coberturas específicas para transportes de carga.
Quando a operação envolve longas distâncias, a confiabilidade do veículo e a qualidade da assistência em caso de necessidade são itens que pesam na decisão de compra de seguro. A boa prática é manter a documentação em dia, atualizar as informações operacionais e manter um canal aberto com o corretor para ajustes sazonais, mudanças na rota de atuação ou alterações no perfil de risco da frota. Assim, o Stralis 460-S36T TA 2p pode
