| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 177.133,00 |
| Fev/26 | R$ 177.524,00 |
| Jan/26 | R$ 177.916,00 |
| Dez/25 | R$ 178.256,00 |
| Nov/25 | R$ 178.524,00 |
| Out/25 | R$ 178.954,00 |
| Set/25 | R$ 179.529,00 |
| Ago/25 | R$ 179.907,00 |
| Jul/25 | R$ 180.812,00 |
| Jun/25 | R$ 181.721,00 |
| Mai/25 | R$ 182.635,00 |
| Abr/25 | R$ 183.553,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para o Iveco Stralis 490-S40T TA 2p (diesel)(E5) 2013
Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e o IVECO Stralis 490-S40T TA 2p, ano/modelo 2013, com foco na utilidade da referência para seguros, precificação de valor de mercado, histórico de uso e particularidades da marca. O objetivo é oferecer uma leitura educativa e informativa para gestores de frotas, profissionais de corretagem e proprietários que desejam entender como a FIPE influencia decisões de seguro, sem confundir preço de compra com valor de reposição ou indenização em caso de sinistro. A Tabela FIPE funciona como um norte estável do mercado, mas é fundamental interpretar cada item considerando a configuração específica do veículo, o uso na operação e as coberturas contratadas.
Visão geral do modelo e por que a FIPE o considera na tabela
O Iveco Stralis 490-S40T TA 2p é um caminhão pesado da linha Stralis, concebido para aplicações de transporte de carga de longo curso, com configuração de tractor (uso com semirreboque). O número 490 indica a potência aproximada do motor, refletindo um veículo de alto desempenho destinado a setores como logística, transporte de cargas generalistas e distribuição de médio a grande porte. A designação 2p refere-se à cabine com duas posições para ocupantes, o que costuma condicionar fatores de uso, conforto a bordo e, consequentemente, o custo de seguro, já que frotistas avaliam o perfil de risco com base em quem dirige o veículo e com qual frequência ele circula.

A Tabela FIPE, ao registrar essa configuração, considera o conjunto motor, transmissão, cabine, tração e, de modo geral, o uso típico de tractor para semirreboques. Embora o valor de mercado possa flutuar de acordo com a demanda, a idade (2013) e o histórico de manutenção, a FIPE oferece um parâmetro estável de referência para indenizações de seguro e para avaliar de forma padronizada o valor de reposição ou de mercado. Em termos simples: quanto mais próximo da configuração original, maior é a correspondência entre o valor FIPE e o valor utilizado pela seguradora no momento de uma indenização, desde que haja cobertura correspondente.
Ficha técnica do Iveco Stralis 490-S40T TA 2p (2013)
A ficha técnica, sempre que possível, é usada pelas seguradoras para compreender o risco, a depreciação e as necessidades de manutenção. Abaixo estão os aspectos essenciais para o modelo em questão, apresentados de forma objetiva, com foco didático para o leitor que acompanha a Tabela FIPE.
- Motor: Diesel, bloco de alta capacidade, típicamente com 13 litros de deslocamento, turboalimentado e intercooler, projetado para trabalho pesado de longo curso.
- Potência e torque: aproximadamente 490 cv (cavalo-vapor), com torque próximo de 2.300–2.600 Nm, dependendo da configuração exata de motor e gerenciamento de torque da transmissão automatizada.
- Transmissão: Hi-Tronix ou transmissão automatizada de 12 velocidades, com modos de troca que favorecem economia de combustível, conforto de condução e desempenho em trecho de subida/treinagem.
- Cabine e uso: cabine para 2 ocupantes (2p), motorista e copiloto, com estrutura de tractor para operação com semirreboque; combustível especificado como diesel com conteúdo E5.
Observação: as especificações exatas podem variar conforme a configuração original de fábrica, opções de carroceria, eixo e tração (por exemplo, 6×2 com configuração de eixo direcionável ou outras variações disponíveis no mercado de usados). A FIPE registra o veículo dentro de categorias específicas de caminhões pesados e, para o Stralis 490-S40T TA 2p, a referência tende a contemplar a combinação de motor de alto desempenho, cabine de 2 lugares e a função tractor para semirreboques.
Importância da marca Iveco para o seguro de caminhões pesados
A Iveco é reconhecida mundialmente por sua proposta de caminhões robustos, com rede de assistência técnica ampla e foco em confiabilidade para operações de frota. Em termos de seguro, a marca pode influenciar fatores como:
- Confiabilidade mecânica e disponibilidade de peças: uma rede de serviço bem estabelecida tende a reduzir o tempo de inatividade em eventuais reparos, o que pode impactar positivamente o custo total da propriedade (TCO) e as taxas de prêmio de seguro, especialmente em regimes de assistência 24h e opções de carro-guia.
- Histórico de depreciação: caminhões de marcas com histórico de valor de revenda estável costumam apresentar perfis de seguro mais previsíveis, já que o valor de indenização tende a convergir para valores de reposição mais estáveis ao longo do tempo.
- Parcerias com seguradoras: algumas seguradoras mantêm acordos de cooperação com fabricantes ou redes de concessionárias, o que pode agilizar avaliações, sinistros e ajustes de perícia, impactando prazos e custos operacionais da frota.
- Perfil de utilização: o Stralis 490-S40T TA 2p, por ser um tractor de alta potência, entra na leitura de risco de velocidade, carga, itinerário e kilometragem anual. Esses componentes pesam na calculadora de prêmio quando o objetivo é cobrir danos a terceiros, carga, responsabilidade civil ambiental e cobertura de quebra/custo de reposição.
Portanto, ao analisar a Tabela FIPE para esse modelo, é essencial entender que a FIPE é apenas uma referência. A seguradora, além de consultar o valor de mercado, leva em conta histórico de sinistralidade da frota, perfil de condutores, uso da rota (urbano, rodoviário ou misto), a periodicidade de manutenções preventivas e condições contratuais. Quando alinhado com uma estratégia de seguros bem estruturada, o Stralis pode manter custos de proteção sob controle, sem abrir mão de coberturas essenciais para operação de uma frota moderna.
Como a FIPE influencia o cálculo de prêmio e a indenização
A Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado dos veículos usados. Em seguros, esse valor é utilizado para determinar o montante de indenização em caso de perda total ou de roubo, bem como para ancorar o valor segurado de reposição. Vale entender alguns aspectos práticos:
- Indenização por valor de reposição: algumas apólices utilizam o valor de reposição do veículo quando novos, ajustando pela idade. A FIPE serve como uma linha de base para esse ajuste, permitindo que a seguradora calcule um montante que reflita o que seria necessário para adquirir um equipamento semelhante no mercado, em condições equivalentes de uso.
- Indenização por valor de mercado: outra abordagem comum é indenizar com base no valor de mercado, que é o preço de venda no momento do sinistro. A FIPE aproxima esse valor, especialmente em veículos usados com histórico conhecido de uso, manutenção e configuração.
- Depreciação e fatores de idade: para caminhões pesados, a depreciação anual influencia o valor segurado. Veículos com histórico de manutenção regular, pneus em bom estado, e sem avarias estruturais tendem a manter um patamar de indenização mais estável, refletindo uma FIPE alinhada com o mercado corrente.
- Impacto de coberturas: a escolha por coberturas adicionais (roubo e furto, carga, responsabilidade civil, danos a terceiros, rampas de acessibilidade, assistência 24h, proteção de vidro, dentre outras) pode modular o custo do prêmio, pois o valor segurado e o risco percebido mudam conforme a gama de proteção contratada.
Em termos educativos, pense na FIPE como uma bússola do mercado. Ela não dita o preço de compra ou o custo exato em seguros, mas orienta a quantia que se busca proteger, com base no que o veículo representa para a operação de transporte, considerando a idade, a configuração e o estado geral. Quando bem compreendida, a Tabela FIPE ajuda a evitar surpresas no momento de um sinistro, proporcionando maior previsibilidade para a gestão de risco da frota.
Dicas práticas para quem trabalha com frota Iveco Stralis 490-S40T TA 2p
Se você administra uma frota ou dirige um caminhão desse porte, algumas medidas simples ajudam a manter o valor referencial da FIPE alinhado ao seguro e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência operacional:
- Manutenção preventiva regular: manter um cronograma de revisões ajuda a preservar o desempenho do motor, da transmissão e dos sistemas críticos, reduzindo o risco de falhas que aumentariam o custo de seguro.
- Histórico claro de uso: registrar quilômetros totais, rotas percorridas e cargas transportadas facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar em condições mais vantajosas de prêmio.
- Condição da cabine e do chassi: manter a cabine em bom estado e prevenir danos na carroceria ajuda a manter o valor de mercado estável, refletindo positivamente na referência FIPE.
- Segregação de custos por tipo de uso: se o Stralis é usado em diferentes operações (coleta, distribuição, rodoviário interestadual), vale segmentar as apólices conforme a finalidade para evitar sub ou super seguro.
Além dessas práticas, compreender a relação entre a FIPE e o seguro permite que o gestor de frota tome decisões mais informadas na hora de contratar coberturas adicionais, ajustar o valor segurado e planejar a renovação de apólices com ganhos de eficiência financeira ao longo do tempo.
Estrutura de cotação: como a Ford/IVECO pode se comparar com o Stralis
Embora o foco aqui seja o Stralis, vale mencionar que a comparação entre modelos de marcas distintas exige uma leitura cuidadosa da FIPE e da sinistralidade de cada frota. Comparar Stralis com outras soluções de caminhões pesados, mesmo com especificações semelhantes, requer atenção a:
- Coeficientes de risco associados à marca, à disponibilidade de peças e à rede de assistência técnica.
- Condições de operação (rodovias, áreas urbanas, condições de carga) que influenciam desgaste e probabilidade de sinistro.
- Configurações de cabine e tipo de motorização que afetam o consumo de combustível e o custo de manutenção.
- Possíveis diferenças de cobrança de impostos, taxas de licenciamento e encargos adicionais pelo tipo de veículo (tractor, 6×2, 6×4, etc.).
Neste contexto, a Tabela FIPE é uma âncora. Ela ajuda a padronizar o valor para indenização, mas a cotação de seguro também deve considerar peculiaridades da operação: idade do motorista, histórico de sinistros da empresa, segurança da frota, políticas de manutenção e o grau de substituição correspondente ao valor segurado. Tudo isso compõe o quadro de risco e a estratégia de proteção para o Iveco Stralis 490-S40T TA 2p.
Conselhos finais para proprietários e gestores de frota
Para quem lida com veículos pesados como o Stralis 490-S40T TA 2p, duas perguntas orientam a construção de uma estratégia de seguro eficaz: qual é o valor de reposição que quero manter ao longo do tempo, e quais riscos eu realmente preciso cobrir? A FIPE oferece um referencial valioso para esse alinhamento, mas o conjunto de coberturas deve refletir as operações reais da frota, o perfil dos condutores, a duração das viagens e as condições de circulação. A combinação entre uma avaliação fiel da FIPE, uma gestão de manutenção proativa e uma apólice bem estruturada resulta em proteção robusta sem comprometer a competitividade financeira da operação.
Também é crucial revisar com a corretora a forma de recapeamento do valor segurado ao longo do tempo, para evitar subavaliação ou superproteção. À medida que o Stralis envelhece, a depreciação natural influencia o valor de referência, e ajustes periódicos ajudam a manter o equilíbrio entre custo do seguro e proteção efetiva da frota.
Se houver interesse em alinhar a proteção com as nuances da Tabela FIPE para este modelo específico, não hesite em buscar orientação especializada. A abordagem correta facilita a tomada de decisão, facilita a gestão de risco e contribui para uma operação mais estável e eficiente.
Para facilitar o alinhamento entre a avaliação FIPE e as coberturas de seguro, faça uma cotação com a GT Seguros.
