| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 327.275,00 |
| Fev/26 | R$ 327.997,00 |
| Jan/26 | R$ 328.721,00 |
| Dez/25 | R$ 329.347,00 |
| Nov/25 | R$ 329.842,00 |
| Out/25 | R$ 330.636,00 |
| Set/25 | R$ 331.698,00 |
| Ago/25 | R$ 332.397,00 |
| Jul/25 | R$ 332.930,00 |
| Jun/25 | R$ 333.264,00 |
| Mai/25 | R$ 333.932,00 |
| Abr/25 | R$ 334.233,00 |
Como a Tabela FIPE reflete o Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019) para seguradoras e elétricos de frota
Contexto: o que é a Tabela FIPE e como ela serve para caminhões pesados
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência oficial para o reposicionamento de valores de bens móveis usados no Brasil. Embora seja amplamente associada a automóveis de passeio, o conceito também se aplica aos caminhões pesados, como o Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5, especialmente quando o assunto é seguro, resgates de valores para indenização e avaliação de ativos de frota. Para corretores de seguros, entender como a FIPE chega a determinadas faixas de valor ajuda a oferecer coberturas adequadas, calcular depreciação de equipamentos ao longo do tempo, e orientar decisões de proteção de ativos sem depender de estimativas subjetivas. A Tabela FIPE busca refletir a realidade de mercado com base em observações de transações observáveis e características relevantes, ainda que haja variações regionais, de estado de conservação ou de configuração do veículo.
Ao considerar o Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019), a seguradora olha para o valor de referência que a FIPE atribui ao conjunto motriz, à cabine, ao chassi e à configuração de eixo, sempre levando em conta a possibilidade de reavaliação conforme a depreciação natural, uso atual, quilometragem e histórico de sinistros. Dessa forma, o objetivo é estabelecer uma quantia de referência que sirva como base para o contrato de seguro, para o cálculo de indenizações parciais ou totais e para reunir informações consistentes sobre o custo de reposição em determinadas faixas de veículo.

Ficha Técnica do Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019)
Para que a leitura da Tabela FIPE tenha maior embasamento, apresentamos a ficha técnica simplificada do Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5, versão fabricada em 2019. Observação importante: a configuração pode variar conforme o chassi, cabine, e acessórios instalados pela operação de frota. Abaixo, organizamos a informação em blocos para facilitar a compreensão, sempre com foco no equilíbrio entre desempenho, conforto e custo de propriedade.
- Motor e desempenho
- Motor diésel da família Cursor 13, com capacidade aproximada de 12,8 a 13 litros de deslocamento
- Potência máxima próxima de 490 cv (cavalo-vapor) para uso de longas distâncias e carga pesada
- Torque elevado, geralmente no patamar de 2.100 a 2.300 Nm, favorecendo arrancadas com reboque pesado e suspensão de carga
- Tecnologias de controle de emissões compatíveis com a especificação Euro 5, com sistemas de gestão de combustível e redução de emissões
- Transmissão, chassi e cabine
- Transmissão automatizada de 12 marchas (tipicamente integrando tecnologias de troca de marchas suave e eficiente)
- Configuração de tração 4×2, adequada para transporte de carga em longas distâncias com reboques tipo semirreboque
- Cabine Stralis com opção de sleeper (cabine com espaço para pernoite), adequada a operações de longa distância
- Sistemas de ergonomia e conforto que favorecem a pilotagem prolongada, com assentos ajustáveis e visibilidade aprimorada
- Peso, tanque e dimensões
- Peso bruto total (PBT) típico na faixa de 44.000 kg em combinações com reboque, refletindo a capacidade para cargas pesadas
- Capacidade de tanque de combustível variando entre faixas de configuração, com opções que podem atender a longas jornadas sem paradas frequentes
- Peso em ordem de marcha (veículo sem carga) em patamares compatíveis com a arquitetura Stralis, com variações por chassi e cabine
- Dimensões dependentes da configuração do conjunto eixos, com largura padrão ao redor de 2,5 metros e altura compatível com rodovias e operações logísticas
- Condição do motor e da transmissão: grande parte do valor na FIPE depende da estimativa de desempenho confiável e de possíveis gastos com reparos.
- Estado da cabine e do interior: desgaste, ferrugem, integridade de sistemas de conforto e dispositivos de segurança afetam a percepção de valor.
- Histórico de manutenção: um registro de revisões regulares, peças originais e serviços autorizados tende a sustentar o valor de mercado.
- Configuração técnica: variações no chassi, no eixo, na capacidade de tanque e na presença de acessórios podem deslocar o valor de referência dentro de faixas compatíveis com a FIPE.
- Realizar manutenções preventivas regulares com registro documentado para facilitar auditoria de sinistros e verificação de estado de conservação.
- Manter histórico de peças originais e a autorização de serviços em rede para reduzir riscos de depreciação acelerada por componentes não originais.
- Monitorar condições da cabine, sistema de motor e transmissão, com ênfase em vazamentos, ruídos incomuns e falhas de sensores que possam indicar desgaste prematuro.
- Padronizar a cabine com itens de segurança e conforto que influenciem positivamente a percepção de valor na FIPE, como sistemas de freios, assistência ao motorista, e monitoramento de pneus.
A marca Iveco: legado, rede de serviço e valor para frotas
A Iveco, empresa italiana com atuação global, consolidou-se no segmento de veículos comerciais pesados ao longo de décadas, oferecendo soluções para transporte de carga, distribuição e serviços de logística complexa. A linha Stralis, em especial, é reconhecida pela robustez, pela capacidade de sustentar operações contínuas e pela presença de tecnologias que visam eficiência de combustível e redução de custos ao longo da vida útil da frota. Para quem administra frotas, a rede de assistência técnica e de peças da Iveco representa um diferencial importante: maior disponibilidade de serviço, tempos de manutenção previsíveis e suporte técnico profissional, fatores que impactam diretamente a confiabilidade operacional. Além disso, a marca costuma investir em inovações relativas a aerodinâmica, telemática, conectividade e gestão de frota, aspectos que ajudam a monitorar o desempenho, planejar manutenções preventivas e otimizar rotas com menor consumo de combustível.
Essa combinação entre robustez, rede de suporte e foco em soluções de gestão de recursos é particularmente relevante ao considerar a Tabela FIPE para o Stralis 490-S44T TA Euro 5, pois a consistência de dados e a previsibilidade de custos de manutenção são elementos que reforçam a confiança na avaliação de ativos, seguros e estratégias de proteção de frota.
Como a FIPE influencia a avaliação de valor do Stralis na prática de seguros
Para corretoras e seguradoras, o impacto da FIPE no Stralis 490-S44T TA Euro 5 aparece em várias frentes. Primeiro, a FIPE funciona como referência para o valor de indenização em caso de sinistro total ou como base de cálculo para a indenização em assaltos, furtos ou danos parciais quando não há reposição integral. Em segundo lugar, a avaliação FIPE orienta o estabelecimento de coberturas adicionais, como a proteção de frota contra terceiros, quebra acidental de componentes e assistência 24 horas, com prazos e valores que fazem sentido dentro de uma lógica de reposição compatível com o mercado. Por fim, a FIPE auxilia na gestão de depreciação de ativos; mesmo em contratos de seguro com valor de referência atualizado anualmente, a curva de depreciação ajuda a manter o equilíbrio entre o custo da seguradora e a proteção do proprietário da frota.
É essencial observar que, para caminhões como o Stralis, fatores como o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de sinistros, a configuração específica (cabine, eixo, tanque, acessórios), bem como a finalidade da operação (longa distância, distribuição urbana, uso regional) podem influenciar as leituras da FIPE. Por isso, a leitura da tabela deve ser acompanhada de uma avaliação técnica, de inspeção veicular e de documentação que comprove o histórico de manutenção.
Fatores que influenciam o valor FIPE do Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019)
Aplicação prática: seguradoras, corretores e clientes na hora de contratar seguro
Na prática, quando um corretor utiliza a Tabela FIPE para mapear o valor de um Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019), ele está buscando uma base sólida para si e para o segurado. A determinação do valor segurável orienta a escolha de coberturas, franquias e limites de indenização, ajudando a evitar tanto a subsegurança (quando o limite é inferior ao valor real de reposição) quanto a supersegurança (quando o valor excede a necessidade real). Em termos de risco, o Stralis, por ser um caminhão de alta capacidade de carga, exige apuração cuidadosa de itens como sinistros anteriores, histórico de acidente, uso em rotas de alto custo logístico e necessidade de equipamentos de proteção específicos.
Para o cliente, entender que a FIPE é uma referência de mercado e não um preço fixo ajuda a alinhar expectativas com a corretora: a cobertura pode contemplar reposição do bem, indenização parcial ou integral, aluguel de veículo reserva durante reparos e assistência em viagens. Além disso, o uso de um valor de referência estável ao longo de operações ajuda na gestão de custos totais de propriedade, inclusão de incentivos de fidelidade e planejamento de renovação de frota.
Dicas de gestão de risco e manutenção para manter o valor de FIPE estável
Com base na prática de seguros, aqui vão algumas recomendações simples e úteis para manter o Stralis bem posicionado na FIPE e, consequentemente, favorecer condições de seguro mais estáveis:
Conclusão: a importância da relação entre FIPE, Iveco Stralis e proteção de frota
Para quem administra frota ou trabalha com seguros de transportes, entender a relação entre a Tabela FIPE e modelos específicos como o Iveco Stralis 490-S44T TA Euro 5 (2019) é essencial. Não se trata apenas de saber qual é o preço-base, mas de reconhecer como a referência de mercado se integra a um conjunto de fatores práticos: condição do veículo, histórico de uso, configuração técnica, e necessidades de proteção de longo prazo. A FIPE serve como bússola para as etapas de avaliação, negociação de coberturas e estabelecimento de estratégias de gestão de risco, mantendo a operação mais previsível e segura para a empresa e para os colaboradores.
Ao considerar a proteção para uma frota que inclui o Stralis, vale lembrar que cada configuração pode exigir ajustes finos na apólice. Em muitos casos, a melhor prática é combinar uma cobertura que inclua indenização ao valor de reposição ou ao valor FIPE, conforme acordado, além de assistências e coberturas adicionais que mitiguem impactos de sinistros. Independentemente da configuração, a abordagem educativa sobre FIPE, manutenção e gestão de risco ajuda a construir contratos mais justos e duradouros entre seguradora, corretor e cliente.
Se você está buscando alinhamento entre a proteção da sua frota e os dados de mercado, vale explorar opções de cotação com a GT Seguros. Uma avaliação cuidadosa pode trazer tranquilidade operacional e um olhar claro sobre a melhor forma de proteger ativos tão estratégicos para o negócio.
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