| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 199.445,00 |
| Fev/26 | R$ 199.885,00 |
| Jan/26 | R$ 198.910,00 |
| Dez/25 | R$ 199.979,00 |
| Nov/25 | R$ 200.280,00 |
| Out/25 | R$ 200.762,00 |
| Set/25 | R$ 201.407,00 |
| Ago/25 | R$ 201.831,00 |
| Jul/25 | R$ 202.155,00 |
| Jun/25 | R$ 203.110,00 |
| Mai/25 | R$ 203.512,00 |
| Abr/25 | R$ 204.525,00 |
Visão prática sobre a Tabela FIPE para o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 Euro 5 (2014)
O tema central deste artigo é a Tabela FIPE aplicada a um caminhão pesado específico: o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 EUROT.(dies)(E5) 2014. Embora o preço de mercado não seja apresentado aqui, entender como a FIPE funciona para este modelo ajuda corretores de seguros, compradoras e proprietários a avaliar o valor de troca, de reposição e a estimar a sinistralidade com maior embasamento. A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para a valoração de veículos usados, incluindo caminhões, e serve de base para convencionar valores de mercado para seguros, financiamentos e transferências. A escolha do Stralis 600-S40T TA 6×2, por sua vez, envolve particularidades técnicas e operacionais que influenciam a segurabilidade, os riscos participados e as coberturas recomendadas.
Ficha técnica do Stralis 600-S40T TA 6×2
A ficha técnica de um veículo pesado como o Stralis 600-S40T TA 6×2 envolve aspectos do trem de força, da transmissão, da estrutura da carroceria, e de atributos operacionais que impactam diretamente na avaliação de seguro e no custo de cobertura. Abaixo, apresento uma síntese objetiva, com 4 pontos-chave que ajudam a entender o perfil técnico deste modelo específico e como ele se relaciona com a Tabela FIPE:

- Motor: Iveco Cursor 13 com 12,9 litros de deslocamento, alimentado por diesel, na configuração de alto desempenho, proporcionando uma potência aproximada de 600 hp e torque na faixa de 2.800 a 3.000 Nm, dependendo da configuração exata. Este conjunto caracteriza potência adequada a operações de longo curso com reboque pesado.
- Transmissão: automatizada de 12 velocidades, associada a sistemas de gerenciamento eletrônico que facilitam a condução em terrenos variados e na acoplabilidade com traços de semirreboque. A transmissão automática/computerizada influencia a suavidade de operação, consumo relativo e curva de torque durante a condução.
- Eixos e suspensão: configuração 6×2 com dois grupos de rodas motrizes na traseira, desenho típico para tractor com semi-reboque. Dianteiro com suspensão de feixe de molas e traseiro com suspensão a ar, proporcionando equilíbrio entre conforto e capacidade de carga. Esse arranjo impacta a manobrabilidade, estabilidade em curvas e desgaste de componentes, itens relevantes para seguradoras e para a prevenção de sinistros.
- Cabine e capacidades operacionais: o Stralis utiliza uma cabine de porte médio a grande (tipicamente AS ou Hi-Way, conforme versão), com boa ergonomia para motoristas de longas jornadas. Capacidade de tanque de combustível compatível com operações de longo alcance e peso brutto total (PBT) na faixa compatível com caminhões semirreboque de 32 t ou mais, dependendo da configuração regional e do reboque acoplado. Esses elementos afetam o custo de seguro, já que maior autonomia e configuração de cabine costumam influenciar itens de proteção do ocupante e de carga.
Observação: as especificações acima refletem, em síntese, características associadas ao Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 Euro 5 (E5) de 2014. As variações entre mercados, pacotes de equipamentos, e o conjunto de itens adicionais podem levar a pequenas alterações nos números exatos. Em termos de seguros, o que mais importa é a combinação entre (i) o tipo de veículo (caminhão pesado tractor), (ii) a potência e torque do motor, (iii) a configuração do trem de força e transmissão, e (iv) a cabine e autonomia de operação. Com esses elementos mapeados, o corretor consegue calibrar melhor as coberturas, os limites de proteção e as exclusões que se aplicam ao veículo.
Contexto da marca Iveco
A Iveco, fundada na Itália em 1975 como parte de uma consolidação de marcas italianas no setor de transportes, consolidou-se como uma das maiores fabricantes de veículos comerciais no mundo. A marca é reconhecida pela robustez de seus caminhões pesados, pela diversidade de linhas que atendem desde o transporte urbano até operações de longa distância, e pela aposta em tecnologias voltadas à eficiência de combustível, confiabilidade e segurança. O Stralis, linha emblemática da Iveco, apareceu como uma resposta às necessidades de motoristas e frotistas que buscam desempenho estável, conforto de condução, e soluções de telemática, conectividade e gestão de frota. Em termos de seguro, a reputação da marca e o histórico de confiabilidade influenciam positivamente fatores de risco, sobretudo quando aliado a manutenções regulares, histórico de sinistros, e ao acompanhamento de políticas de uso e armazenamento.
É relevante destacar que a FIPE considera, na avaliação de veículos pesados, não apenas o estado físico do veículo, mas também fatores intrínsecos à marca, à generosidade do mercado de reposição, à disponibilidade de peças e à rede de assistência técnica. Em 2014, a Stralis representava uma proposta de valor para transportes de longo curso, com ênfase em eficiência operacional, conforto do motorista e capacidade de carga. A linha Stralis, ao longo de sua história, foi associada a turbocompressores eficientes, sistemas de injeção modernos e um equilíbrio entre peso próprio e robustez estrutural, características que ajudam na durabilidade do veículo e na previsibilidade de custos em seguros e manutenção.
O papel da FIPE na avaliação de veículos pesados
A Tabela FIPE é, em termos simples, o repositório de referência de valores de reposição e de mercado para veículos usados no Brasil. Para caminhões como o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2, a FIPE agrega dados de tabelas de anúncios, transferências e avaliações de mercado, condensando informações sobre anos, condições e versões específicas. Embora seja comum ver as cifras da FIPE associadas a carros de passeio, a FIPE também abrange segmentos de caminhões e comerciais pesados, especialmente quando o veículo é utilizado para finalidades comerciais, aluguel, ou seguros com avaliação de valor atualizado. A utilidade prática da FIPE nesses casos inclui: estimar o valor de referência para cobertura de seguro, orientar avaliações de perdas totais, e facilitar negociações de compra/venda entre corretores, oficinas e proprietários.
Para o corretor de seguros, compreender o alinhamento entre a FIPE e o estado de conservação real do Stralis é decisivo. Um Stralis bem conservado, com histórico de manutenções e sem sinistros relevantes, tende a se aproximar ou superar os valores de referência da FIPE, o que pode influenciar planos de cobertura com limites mais altos ou com termos de reposição mais favoráveis. Por outro lado, veículos com histórico de sinistros consideráveis, peças ausentes, ou modificações não originais podem exigir apólices com valoração ajustada, franquias diferenciadas ou coberturas adicionais, para minimizar o risco do segurador.
Avaliação de seguros: fatores-chave para o Stralis 600-S40T
Ao planejar a proteção de um Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2, o corretor deve considerar, entre outros, os seguintes aspectos que costumam aparecer nas avaliações de seguro com base na FIPE e na prática de mercado:
1) Perfil de uso e rota: caminhões que operam com longas distâncias e tráfego interestadual costumam ter sinistros diferentes de veículos que rodam apenas em rotas urbanas. O regime de uso e a natureza da carga influenciam a periculosidade associada ao veículo, o que pode impactar prêmios.
2) Histórico do veículo: idade, quilometragem, intervalos de manutenção, substituição de componentes críticos (motor, câmbio, freios) e eventuais sinistros anteriores costumam impactar as taxas. Um Stralis com histórico de revisões regulares tende a oferecer maior previsibilidade de custos de seguro.
3) Condição de cabina e itens de segurança: cabina em bom estado, sistemas de proteção contra incêndio, dispositivos de segurança ativa e passiva (ABS, EBD, controle de estabilidade, sensores de estacionamento, telemetria) podem reduzir riscos percebidos pela seguradora.
4) Reposição de peças e disponibilidade de estoque: a rede de assistência da Iveco e a disponibilidade de peças originais influenciam o tempo de reparo e o custo de peças. Seguradoras costumam considerar, na avaliação de valor de reposição, a facilidade de acesso a peças autênticas para reduzir o tempo de imobilização do veículo.
5) Coberturas específicas: para caminhões trazidos pela FIPE, é comum discutir coberturas de danos a carga, responsabilidade civil, seguro contra roubo e furto, e proteção a terceiros. A composição de pacotes pode variar de acordo com a necessidade da frota e do cliente, sempre com foco na relação entre custo e benefício.
Observação: manter a documentação em dia, com históricos de manutenção e capacitadas equipes de reparo, é um dos pilares para uma apólice mais estável, com prêmios previsíveis. A FIPE serve como referencial, mas o optante pela proteção deve considerar o conjunto de fatores operacionais do Stralis para obter a melhor relação entre cobertura, prêmio e agilidade de atendimento.
Como a escolha do Stralis 600-S40T TA 6×2 impacta no seguro
O formato 6×2, com dois eixos motrizes na traseira, oferece maior capacidade de tração e distribuição de peso, o que pode influenciar positivamente a versatilidade em diferentes tipos de pavimento e em condições de carga. Contudo, esse arranjo também impõe responsabilidades adicionais no que diz respeito à manutenção de freios, pneus e suspensão, fatores que, quando não bem geridos, podem elevar o risco de sinistros. Além disso, o Stralis 600-S40T TA, com motor potente e transmissão automatizada, exige atenção especial a itens de consumo, como combustível, óleo e calor gerado pelo motor, que podem impactar o custo de operação e, por consequência, o custo de seguro ao longo do tempo. Do ponto de vista da seguradora, um veículo com boa manutenção, peças originais, pneus usados dentro dos limites e uma rotas bem definidas tende a apresentar risco mais baixo, o que pode se traduzir em condições de prêmio mais competitivas.
Em termos práticos, ao consultar a FIPE para este modelo específico, o corretor deve cruzar o valor de referência com o estado do veículo, a quilometragem, o histórico de manutenção e o uso mensal esperado. A combinação de fatores de risco permite negociar com as seguradoras uma apólice que cubra, de forma equilibrada, danos a terceiros, danos ao veículo, roubo/furto, e possíveis responsabilidades associadas à carga transportada. Quando a frota opera com consistência, planos de seguro mais estáveis e com menores variações de prêmio ao longo dos anos são mais fáceis de manter, proporcionando previsibilidade financeira para a gestão de ativos.
Notas práticas para proprietários e corretores
Para quem atua no mercado de seguros, algumas boas práticas ajudam a tornar a utilização da FIPE mais eficiente, especialmente no caso de caminhões pesados como o Stralis:
• Verifique periodicamente a atualização da tabela FIPE para o modelo específico, levando em conta versões de cabine, tipo de motor e especificações de eixo. O Stralis 600-S40T TA pode ter variações que impactam o valor de reposição e o importo do prêmio.
• Documente todas as manutenções, substituições de componentes críticos, e notas de serviço de oficina com clareza. Um histórico sólido reduz incertezas na avaliação de risco e facilita a renovação de apólices.
• Considere a integração de soluções de telemetria e monitoramento de frota. Dados de dados operacionais perceptíveis podem subsidiar a gestão de risco, ajudando a reduzir prêmios por meio de estabilidade operacional.
• Avalie a need de coberturas específicas para a carga e para acessórios de alto valor, que podem diferir entre operações de transporte regional e interestadual.
Estas práticas ajudam a alinhar o valor FIPE com o estado atual do veículo e as necessidades de proteção, resultando em uma apólice mais coerente com o papel do Stralis na frota.
Ao tratar de seguro, é comum que o consultor utilize a Tabela FIPE como ponto de partida para a avaliação de valor, mas a decisão final sobre as coberturas, limites e franquias depende do desenho da operação, do perfil do motorista, da capacidade de manutenção e do histórico de sinistros. A relação entre o valor da FIPE, as condições reais do veículo e as coberturas escolhidas é o que determina o equilíbrio entre custo de prêmio e proteção efetiva.
Se você estiver em busca de orientação objetiva sobre proteção, níveis de cobertura, limites de indenização e condições de pagamento para o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 Euro 5 (2014), a GT Seguros oferece soluções personalizadas para atender às necessidades da sua operação. Para conhecer cotações e opções de proteção, peça uma cotação com a GT Seguros.
