Valor FIPE Atual
R$ 121.251,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 506048-6
Ano: 2008-3
MêsPreço
Mar/26R$ 121.251,00
Fev/26R$ 121.875,00
Jan/26R$ 118.115,00
Dez/25R$ 114.121,00
Nov/25R$ 114.293,00
Out/25R$ 114.568,00
Set/25R$ 114.936,00
Ago/25R$ 115.178,00
Jul/25R$ 115.363,00
Jun/25R$ 118.322,00
Mai/25R$ 115.363,00
Abr/25R$ 118.322,00

Análise detalhada da Stralis HD 490-S38T 2p (2008) na Tabela FIPE: ficha técnica, contexto da marca e implicações para seguro

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de preços para veículos usados, incluindo caminhões comuns em frotas de transportes, unidades de distribuição e operações logísticas. Para quem atua no universo de seguros, entender como essas referências são estruturadas ajuda na avaliação de risco, na definição de coberturas e na condução de cotações mais alinhadas com a realidade de uso. Este texto aborda a Tabela FIPE aplicada à Iveco Stralis HD/NR 490-S38T 2p (diesel) 2008, trazendo uma ficha técnica clara, um panorama sobre a marca e orientações úteis para quem busca proteção veicular nesse segmento exigente de transportes de carga. A ênfase permanece na compreensão prática: como o histórico FIPE impacta cotação, apólices e condições de cobertura, sem apresentar valores de venda ou de seguro neste momento. Ao longo da leitura, você entenderá aspectos técnicos relevantes, a importância da preservação do valor de mercado e como o corretor pode orientar escolhas mais adequadas ao perfil da operação.

Ficha Técnica da Iveco Stralis HD/NR 490-S38T 2p (2008)

  • Motor e desempenho: motor robusto da família Cursor, com potência nominal na faixa de até 490 cv, projetado para longas distâncias e operação em condições de carga elevada. O torque máximo está em patamar compatível com veículos pesados, favorecendo retomadas, subidas íngremes em trechos de rodagem e maior capacidade de arranque com peso de carga próximo da capacidade nominal de operação.
  • Transmissão: câmbio automatizado com várias opções de marchas, com 12 velocidades comuns em versões modernas da Stralis da época, aliado a sistemas de embreagem e controle de torque que favorecem a eficiência de combustível, conforto do motorista e redução do desgaste mecânico em operações de freio motor intensas.
  • Configuração do chassi e cabine: configuração típica para operações de transporte de carga pesada, com PBT (peso bruto total) ao redor de 38 toneladas. A cabine HD costuma oferecer espaço adequado para o motorista, com duas portas (2p) e disposição voltada para atividades de campo, manutenção de rota e conforto em viagens longas.
  • Conjunto de segurança e conforto: sistemas de freio modernos (ABS/EBS), suspensão compatível com peso de eixo e cabine, além de recursos de climatização e ergonomia a bordo que influenciam a fadiga do motorista, a qualidade de sono em pernoites e a vigilância de custos operacionais a longo prazo.

É importante lembrar que a versão 490-S38T 2p é uma configuração específica, com foco em uma combinação de motor potente, capacidade de carga elevada e cabine adaptada à atuação em rotas de longa distância. Em termos de aplicação, esse tipo de caminhão é comumente utilizado em operações de transporte de cargas pesadas, como madeira,0 granéis, contêineres ou cargas em que a confiabilidade e o desempenho de torque são cruciais para cumprir prazos sob condições adversas de estrada. Em termos de valor FIPE, a referência ajusta-se ao estado de conservação, à quilometragem, à idade do veículo e à configuração de fábrica, o que, por sua vez, influencia diretamente as propostas de seguro, premium e franquias — sem que, neste texto, apresentemos números específicos de preço.

Tabela FIPE IVECO STRALIS HD/NR 490-S38T 2p (diesel) 2008

Sobre a marca Iveco: tradição e foco em caminhões pesados

A Iveco, fabricante italiana reconhecida mundialmente, consolidou-se como uma referência em caminhões, ônibus e motores de alta capacidade para aplicações pesadas. Parte do ecossistema de grandes fabricantes de veículo industrial, a Iveco ganhou relevância especialmente em segmentos que exigem durabilidade, desempenho em condições extremas e confiabilidade na rede de assistência técnica.

Ao longo das décadas, a Stralis, linha de caminhões de longo curso da Iveco, tornou-se um marco na indústria por aliar desempenho robusto a conjuntos de motorização eficientes, confortáveis para o motorista e com foco em reduzir o consumo de combustível nas jornadas contínuas. A Stralis, em suas diversas variantes, passou a incorporar avanços tecnológicos em transmissão, freios e sistemas de controle de emissões, mantendo-se competitiva frente a rivais que também investem pesadamente em tecnologia para melhorar a eficiência operacional. Além disso, a marca tem investido em redes de assistência técnicas e programas de manutenção programada, fatores que ajudam empresas de transporte a planejar custos e evitar paradas não programadas. Esse histórico de robustez é um ponto-chave quando se avalia o valor FIPE e, por consequência, a estratégia de seguro para um veículo pesado com capazes de manter operação em meses de alta demanda e em rotas com padrões de uso exigentes.

Para operadores e corretores, fica evidente que o ethos da Iveco — oferecer soluções que associam confiabilidade, disponibilidade de serviço e desempenho — ajuda a sustentar a percepção de valor de veículos da marca no mercado de usados. Quando a Tabela FIPE reflete a presença de uma Stralis HD/NR 490-S38T 2p de 2008, o conjunto histórico da Iveco como fabricante de caminhões pesados reforça a confiança de que peças, assistência técnica e opções de recondicionamento podem manter o veículo em condições de uso por mais tempo, desde que haja um planejamento de manutenção adequado.

Como interpretar a Tabela FIPE para esse tipo de veículo na prática de seguros

Para quem trabalha com corretagem de seguros, a Tabela FIPE é um ponto de partida importante para dimensionar o valor de referência de um veículo quando se monta uma apólice de seguros, especialmente no que diz respeito a coberturas de responsabilidade civil, continental de colisões, furto e roubo, e danos causados por terceiros. Em termos práticos, eis alguns aspectos úteis de interpretação para a Stralis 2008 na configuração 490-S38T 2p:

1) Ano-modelo e estado de conservação: a FIPE considera o veículo como unidade de referência com base no estado de conservação informado pelo proprietário. Caminhões de frotas bem mantidos tendem a apresentar valores de referência mais estáveis ao longo do tempo, enquanto veículos com histórico de acidentes, reparos não originais ou documentação incompleta podem apresentar depreciação maior na tabela. Para o corretor, isso implica ajustar o prêmio de seguro de acordo com o histórico de manutenção, comissões de sinistros e eventual necessidade de coberturas adicionais para peças-chave ou componentes críticos.

2) Configuração de motor e câmbio: a Stralis com motor potente (na faixa de até 490 cv) e transmissão automatizada de 12 marchas impacta a avaliação de risco, principalmente em termos de desempenho em rotas com elevadas exigências de torque. Operações que exigem lentas partidas em aclive, carga próxima da capacidade total ou trajetos com muitas subidas podem influenciar o consumo de combustível e o desgaste, fatores considerados pela seguradora ao planejar o risco de falha mecânica e o custo de reparo.

3) Porte da carga e tipo de operação: o PBT próximo de 38 toneladas e a estratégia de carregamento derivam em perfis de risco diferentes entre operações urbanas, intermunicipais ou de transporte de cargas especiais. A tabela FIPE não classifica o uso específico, mas o corretor utiliza essa referência para cruzar com dados de frota, quilometragem anual esperada e margens de sinistralidade, ajustando a cobertura (por exemplo, limite de indenização, franquias, custos com guincho e recuperação veicular) para situações de colisão, capotamento, tombamento, furto e proteção contra riscos naturais.

4) Interior da cabine e conforto: itens de conforto e a disponibilidade de assistência técnica (peças de reposição, rede de oficinas autorizadas, disponibilidade de peças originais) influenciam a facilidade de reparo, tempo de imobilização e, por consequência, a percepção de risco pela seguradora. Veículos com configuração de cabine mais complexa podem exigir cobertura adicional para itens de interior, componentes de climatização e sistemas de entretenimento, que entram na soma de custos de apólice quando há sinistro que afete a cabine.

Para o corretor, a mensagem é clara: a correta leitura da FIPE, associada à ficha técnica detalhada e ao histórico do veículo, facilita a escolha entre coberturas, franquias e limites de indenização que façam sentido para a operação da empresa. No caso da Stralis 2008, com configuração de alta potência e capacidade de carga elevada, a gestão de risco exige atenção especial aos custos de reparo de peças críticas, à disponibilidade de peças de reposição no mercado de usados e à qualidade da rede de serviços que atende esse tipo de caminhão.

Implicações práticas para seguros de caminhões pesados como a Stralis dos anos 2000

Ao planejar uma apólice para uma Stralis HD/NR 490-S38T 2p de 2008, algumas diretrizes simples ajudam a alinhar o seguro com a realidade operacional:

– Coberturas essenciais: responsabilidade civil, defesa jurídica, danos a terceiros, incêndio, colisão e furto/roubo costumam compor o núcleo da proteção. Dependendo da operação, pode ser prudente incluir cobertura para danos técnicos, assistência 24h em viagem, guincho e aluguel de veículo reserva durante reparos, especialmente quando a frota depende de rota contínua.

– Estimação do valor segurado: embora a FIPE sirva como referência, o valor segurado nem sempre é igual ao preço de aquisição ou ao valor de revenda. O valor de reposição ou o valor de mercado estimado pela seguradora devem refletir a manutenção, a quilometragem, as condições de uso e o histórico de sinistros. Caberá ao corretor orientar o cliente sobre a melhor forma de avaliar esse montante para evitar subseguro ou superseguro, que impacta o custo da apólice.

– Franquias e limites: para veículos com alta complexidade mecânica como a Stralis, discutir franquias proporcionais e limites de indenização é essencial. Franquias mais elevadas reduzem o prêmio, mas aumentam o custo direto em caso de sinistro. A escolha deve considerar a viabilidade financeira da operação diante de eventuais sinistros e o histórico de incidentes da empresa.

– Manutenção como fator de risco: uma frota com manutenção regular tende a ter menor probabilidade de falhas que comprometam a continuidade operacional. Short notes: manter registros de manutenção, inspeções periódicas e conformidade com programas de service pode contribuir para reduzir prêmios ou obter condições mais favoráveis de renovação, especialmente em seguros que valorizam a confiabilidade de peças, serpentinas de freio, componentes de motor e suspensão.

– Documentação adequada: a FIPE funciona melhor quando aliada a documentação completa de histórico do veículo, com anotações de reparos, relatos de sinistros, vistorias e certificados de inspeção. A ausência de documentação clara pode dificultar a avaliação de risco e, consequentemente, atrasar a contratação ou renovação de seguro, bem como impactar o valor de indenização em casos de sinistro.

Fatores que influenciam o valor FIPE e a percepção de risco no seguro

Ao longo do tempo, o valor FIPE para veículos pesados como a Iveco Stralis 2008 pode sofrer variações com base em diversos fatores, entre eles a demanda de mercado, o estado de conservação das unidades na frota, o desenvolvimento de novas tecnologias de propulsão e o contexto econômico. Enquanto o preço listado na FIPE representa uma referência de mercado, as seguradoras avaliam o risco com um conjunto de critérios complementares. Abaixo estão alguns dos fatores-chave que costumam influenciar esse equilíbrio entre valor FIPE e prêmio de seguro:

– Ocorrência de catálogos e séries especiais: veículos com atualizações técnicas ou séries especiais podem ter valores FIPE diferentes em relação às versões padrão, refletindo o ganho de valor ou depreciação com o tempo. A Cubertura FIPE pode não capturar todas as nuances de cada configuração, sendo essencial que o corretor considere as especificidades da Stralis 490-S38T 2p ao estabelecer o escopo de cobertura.

– Eficiência de frota e custo de manutenção: empresas com gestão eficaz de manutenção, rede de oficinas credenciadas e disponibilidade de peças originais tendem a obter quedas em custos operacionais. Esse fator, por sua vez, pode influenciar a percepção de risco pela seguradora e, por consequência, o prêmio pedido para manter a apólice vigente.

– Quilometragem anual prevista: uma Stralis com alta demanda de rota pode acumular quilometragem elevada ano após ano. Em termos de seguro, isso eleva o nível de uso e o risco de desgaste, o que pode impactar o custo da cobertura, especialmente se houver cláusulas que penalizam alto desgaste de componentes críticos como motor, câmbio, freios e suspensão.

– Perfil operacional da empresa: organizações com histórico de sinistros ou com maior exposição a riscos operacionais (trechos com incêndio, colisões, atos de vandalismo) podem enfrentar prêmios mais altos, independentemente do valor FIPE da Stralis. Por isso, análises de risco personalizadas pelo corretor são cruciais para proposições mais competitivas.

– Condições de mercado de peças e serviço: mesmo com a FIPE como referência, a disponibilidade de peças originais e de mão de obra especializada pode ser determinante para a viabilidade de sinistros. Em contextos onde a rede de assistência é menos robusta, as seguradoras podem exigir coberturas adicionais ou franquias maiores para compensar o tempo de imobilização.

CTA suave: por que falar com a GT Seguros pode fazer a diferença

Para operadores e empresários que desejam alinhamento entre a proteção veicular e a realidade operacional da Stralis 2008, uma cotação com a GT Seguros pode oferecer condições personalizadas, levando em conta o valor FIPE como referência, o perfil da operação e as necessidades específicas da frota. Uma avaliação cuidadosa das coberturas, limites e franquias ajuda a manter a proteção em dia, reduzindo surpresas futuras em caso de sinistros ou incidentes na estrada.

Em resumo, a Tabela FIPE para a Iveco Stralis HD/NR 490-S38T 2p (diesel) 2008 serve como referência de mercado para orientar decisões de seguro, manutenção e gestão de frota. Entender a ficha técnica, o peso da marca e as nuances de uso facilita o alinhamento entre custo e proteção, ajudando o gestor a planejar de forma mais eficiente os investimentos em seguros, reparos e reposição de peças. Com uma abordagem informada, é possível reduzir riscos operacionais, manter a disponibilidade da frota e assegurar que a Stralis permaneça funcional e confiável nas operações de transporte de carga, ano após ano.

Para quem busca proteção com tranquilidade e personalização, a sugestão é considerar uma cotação com a GT Seguros, que pode oferecer soluções adequadas ao perfil da sua frota de caminhões Iveco Stralis e às particularidades da sua operação.