Valor FIPE Atual
R$ 195.221,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 506129-6
Ano: 2013-3
MêsPreço
Mar/26R$ 195.221,00
Fev/26R$ 196.112,00
Jan/26R$ 197.221,00
Dez/25R$ 197.877,00
Nov/25R$ 198.175,00
Out/25R$ 198.652,00
Set/25R$ 199.290,00
Ago/25R$ 199.710,00
Jul/25R$ 200.031,00
Jun/25R$ 200.233,00
Mai/25R$ 201.553,00
Abr/25R$ 202.566,00

Panorama da Tabela FIPE para o Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 (E5) 2013 e o que isso implica para o seguro

Ficha técnica resumida

Avaliando um Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 da safra de 2013, com base na configuração típica associada a esse conjunto de nomenclatura, é possível extrair os pontos-chave que costumam influenciar a análise de segurabilidade, sem entrar em valores de mercado. Abaixo estão os itens que costumam compor uma ficha técnica resumida para esse modelo de caminhão.

  • Propulsão: motor diesel de alto torque, configurado para longas distâncias, com emissão E5.
  • Potência nominal: aproximadamente 490 cv, adequado a atividades de transporte de cargas pesadas em vias rodoviárias.
  • Sistema de transmissão: transmissão automatizada de múltiplas marchas (Hi-Tronic/12 marchas), com tração 4×2.
  • Cabine/configuração: Stralis Hi-Way, utilizado para operações de longa distância, com espaço para motorista e, em alguns casos, opção de dormitório; foco em conforto durante viagens prolongadas.

Sobre a marca Iveco

A Iveco é uma fabricante italiana com presença global consolidada na área de veículos comerciais pesados. Fundada para atender demandas logísticas de grande porte, a marca construiu ao longo de décadas uma reputação baseada em robustez, eficiência de consumo e redes de serviço amplas, o que é especialmente relevante no Brasil, onde a frota de caminhões demanda confiabilidade na operação diária. A Stralis, dentro da linha de caminhões pesados da Iveco, representa a busca por desempenho estável em rotas de longa distância, aliando motor potente, sistemas de transmissão modernos e cabines projetadas para conforto do motorista em jornadas extensas. Esse foco em durabilidade e suporte da rede de assistência técnica influencia diretamente a percepção de valor do veículo no seguro: modelos bem assistidos tendem a apresentar sinistros menores e menor necessidade de reparos emergenciais, fatores que costumam impactar positivamente a cotação, tudo dentro de uma avaliação global de risco realizada pela seguradora.

Tabela FIPE IVECO STRALIS HI-WAY 490-S48T 4×2 (diesel)(E5) 2013

Quando pensamos em um modelo como o Stralis Hi-Way 490-S48T, é natural associar a marca a uma tradição de tecnologia voltada para eficiência de combustível, controle de emissões e soluções de telemática. Em operações brasileiras, a rede de concessionárias e oficinas autorizadas da Iveco contribui para a disponibilidade de peças originais, manutenções programadas e inspeções periódicas — aspectos que afetam a confiabilidade do veículo e, por consequência, o custo de um seguro ao longo do tempo. Além disso, a reputação da marca no segmento de caminhões de alta cilindrada costuma influenciar a avaliação de risco em termos de histórico de confiabilidade e capacidade de recuperação de frota, elementos relevantes para o corretor na hora de propor coberturas adequadas.

Entendendo a FIPE e o seguro

A Tabela FIPE é frequentemente utilizada como referência de valor de comparação no mercado automotivo brasileiro, servindo como base para estimar o valor de mercado de veículos usados em diversos ramos, inclusive no seguro de veículo pesado. Para caminhões, a FIPE pode orientar o estabelecimento de limites de cobertura, sumário de perdas e indenizações por sinistros, bem como a definição de franquias proporcionais a cada tipo de apólice. É importante destacar alguns pontos-chave sobre como esse referencial impacta a apólice:

  • Valor de referência: a FIPE oferece um panorama do valor de mercado para o modelo específico, levando em conta ano de fabricação, configuração (como 4×2, cabine Hi-Way) e estado de conserva. Esse valor é utilizado como base para fins de indenização em casos de perda total ou de ajustes de cobertura, não sendo um preço de venda ou de aquisição atual.
  • Limites de cobertura: a partir do valor de referência FIPE, a seguradora pode sugerir limites de cobertura de casco (valor assegurado) compatíveis com o risco, com possibilidades de ajuste para cobertura total, parcial ou de reposição a novo, conforme contratado.
  • Impacto no prêmio: modelos com maior valor FIPE costumam ter prêmios proporcionais ao valor assegurado, bem como considerações de depreciação, idade do veículo, histórico de sinistros e profilaxia de riscos. Veículos com manutenção regular e histórico de sinistros controlado costumam apresentar cotações mais estáveis.
  • Limitação e atualizações: o valor FIPE é dinâmico e pode variar com a atualização mensal da tabela; por isso, a seguradora revisa o valor de cobertura periodicamente para manter congruência entre o bem assegurado e o custo de reposição.

Para o Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 de 2013, o valor de referência da FIPE deve ser verificado na tabela vigente no momento da contratação ou renovação de seguro. A prática comum é que o corretor utilize esse parâmetro para alinhar o custo da proteção com a realidade de mercado, preservando o equilíbrio entre custo do prêmio e a extensão da cobertura necessária para atender às operações logísticas da empresa ou proprietário motorista. Em resumo, a FIPE funciona como norteadora, mas a apólice pode incluir customizações que vão além do simples valor de mercado — contemplando risco, uso, localização, tipo de carga transportada, entre outros fatores.

Perfil de uso e fatores de risco para este modelo

O Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2, ano-modelo 2013, costuma ser empregado em operações de transporte de cargas pesadas em larga escala, com rota predominantemente rodoviária. Esse tipo de atuação impõe um conjunto específico de fatores de risco que as seguradoras observam ao compor a apólice, como:

• Frequência de uso e condições de estrada: caminhões de longo curso enfrentam trechos com variabilidade de pavimento, climas e tráfego, o que demanda sistemas de freios, suspensão e motor bem conservados. A manutenção programada é crucial para reduzir o risco de falhas em operação e, por consequência, de sinistros.

• Histórico de sinistros: um histórico de acidentes ou avarias pode impactar de forma significativa a cotação. Empresas com práticas de manutenção preventiva bem estabelecidas costumam ter sinistros mais baixos, o que costuma refletir positivamente na proposta de seguro.

• Perfil de motoristas: a capacitação, a experiência e a aderência a políticas de condução segura influenciam a exposição ao risco. Programas de treinamento, monitoramento de comportamentos de condução e gestão de tempo de jornada são considerados pela seguradora no cálculo de prêmio e franquias.

• Proteção de ativos e cobertura de carga: a natureza da carga, a rota e a possibilidade de entrega com carga sensível elevam a importância de coberturas específicas, como proteção de carga, responsabilidade civil, acidentes com terceiros e, se aplicável, cobertura para roubo/furtos durante a rota ou em estacionamentos.

Além desses fatores, a condição de cada veículo, o histórico de recall, a conformidade com manutenções, o estado dos pneus, e a presença de dispositivos de proteção, telemetria e rastreamento influenciam a percepção de risco do segurador. Em termos práticos, uma frota bem mantida, com motoristas treinados e protocolos de segurança, tende a obter condições mais estáveis de seguro, reduzindo picos de prêmio ao longo do tempo.

Itens que influenciam a cotação de seguro para este veículo

A cotação de seguro para o Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T envolve uma combinação de fatores técnicos, operacionais e de mercado. Entre os elementos que costumam ter impacto, destacam-se:

  • Valor segurado do casco: alinhado ao valor FIPE ou à reposição a novo, conforme a escolha de cobertura da apólice.
  • Tipo de cobertura: casco total, casco com franquias progressivas, responsabilidade civil, proteção de carga, entre outras coberturas opcionais.
  • Localização de operação: áreas de maior incidência de roubos ou de sinistralidade podem elevar o prêmio.
  • Histórico do veículo e da empresa: tempo de atuação, condições de manutenção, procedimentos de prevenção de riscos e histórico de sinistros.

Dicas práticas para reduzir o custo do seguro sem abrir mão da proteção

Para empresas e motoristas autônomos que trabalham com caminhões pesados, algumas medidas podem equilibrar o custo da proteção com a qualidade da cobertura. Abaixo estão sugestões práticas, cada uma com impacto potencial na apólice.

  • Manutenção preventiva rigorosa: manter revisões em dia, com registros claros, ajuda a reduzir falhas e a demonstrar responsabilidade proativa ao segurador.
  • Sistemas de rastreamento e telemetria: instalar soluções de rastreamento, telemetria e alarmes pode diminuir o risco de roubo e facilitar a recuperação de veículo em caso de furto, impactando positivamente a avaliação de risco.
  • Capacitação de motoristas: investir em treinamentos de direção econômica, gestão de fadiga e conduta segura reduz sinistros e melhora o histórico da frota.
  • Avaliação de franquias e coberturas: escolher franquias proporcionais ao risco e considerar combinações de coberturas (casco, carga, RC) adequadas ao tipo de operação pode equilibrar prêmio e proteção.

Outro aspecto relevante é a verificação de eventuais programas de fidelidade ou descontos por pacote de seguro para frotas, além de possíveis parcerias com fabricantes de caminhões ou de rastreadores que tragam condições diferenciadas. Ao combinar ciência de dados com avaliações de risco específicas do perfil da operação, o corretor pode propor uma solução sob medida para o Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 de 2013, sem perder de vista as exigências legais e as necessidades da empresa.

É sempre recomendável conferir com o seu corretor as possibilidades de personalização da apólice, como a inclusão de cobertura de transporte de carga específica, assistência 24 horas, e itens adicionais de proteção que façam sentido para o tipo de mercadoria, rota e tempo de permanência do veículo nas estradas.

Notas finais sobre a Tabela FIPE e cobertura

A Tabela FIPE é uma ferramenta útil para orientar o valor de referência de veículos, mas não substitui a avaliação de risco individual de cada veículo e operação. No caso de um Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 de 2013, a combinação de potência, confiabilidade da marca, alcance da rede de serviço e o histórico de manutenção influenciam diretamente a percepção de risco pela seguradora. A FIPE deve ser encarada como um norte, não como regra fixa, porque as apólices podem incluir diferentes opções de reposição, franquias, limites de cobertura e coberturas adicionais conforme o objetivo do segurado e as particularidades da operação logística. A boa prática é manter documentação de manutenção, histórico de sinistros (quando houver) e dados atualizados sobre a operação para facilitar o processo de cotação e assegurar que a proteção esteja alinhada ao risco real.

Em termos de planejamento de seguro para uma frota ou para um motorista que utiliza o Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2, vale considerar não apenas o prêmio imediato, mas a qualidade das coberturas e a agilidade da assistência em caso de sinistro. O equilíbrio entre custo e proteção é alcançado com uma avaliação cuidadosa das opções de cobertura, alinhadas às necessidades da operação, às exigências contratuais de clientes e à capacidade de manter o veículo em condições ideais de uso. O resultado é uma apólice que oferece tranquilidade operacional, viabilidade financeira e segurança jurídica para a operação de transporte de cargas.

Para entender como a cobertura pode ser adaptada ao seu caso específico e quais são as melhores opções de proteção para o Iveco Stralis Hi-Way 490-S48T 4×2 de 2013, vale buscar orientação especializada. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra a solução que melhor atende aos seus objetivos de proteção e custo.