| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 201.567,00 |
| Fev/26 | R$ 202.012,00 |
| Jan/26 | R$ 202.458,00 |
| Dez/25 | R$ 203.476,00 |
| Nov/25 | R$ 203.782,00 |
| Out/25 | R$ 204.273,00 |
| Set/25 | R$ 204.929,00 |
| Ago/25 | R$ 205.362,00 |
| Jul/25 | R$ 205.692,00 |
| Jun/25 | R$ 205.899,00 |
| Mai/25 | R$ 202.809,00 |
| Abr/25 | R$ 202.993,00 |
Iveco Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4 (E5) de 2013: interpretação da Tabela FIPE, especificações e impactos para seguro
Quando pensamos em veículos pesados de operação logística no Brasil, o Iveco Stralis Hi-Way aparece como referência de robustez para transportar cargas de grande porte em longas distâncias. No universo da Tabela FIPE, que consolida valores de referência de usados para o mercado, veículos como o Stralis 800-S48TZ 6×4, ano de fabricação 2013, costumam figurar como peças centrais da avaliação de depreciação, seguro e financiamento. Este artigo orienta o leitor a compreender o que a Tabela FIPE pretende expressar, quais dados a esse modelo pesam na hora de estimar o valor de reposição ou de indenização, e quais fatores específicos a seguradora costuma considerar para esse tipo de caminhão pesado. Importante: não apresentamos preços aqui; o objetivo é esclarecer como ler e aplicar as informações da FIPE para tomadas de decisão, sobretudo no contexto de seguros veiculares de frota ou de veículos pesados usados na operação logística.
Sobre a marca Iveco e a linha Stralis
A Iveco é uma fabricante global de veículos comerciais fundada na Itália, reconhecida pela oferta de caminhões e ônibus que combinam durabilidade, eficiência e uma rede de assistência técnica ampla. Ao longo das décadas, a marca desenvolveu linhas de veículos para diferentes perfis de carga – desde serviços urbanos até operações de longa distância com tração traseira pesada. A família Stralis, da Iveco, ganhou destaque justamente pela configuração de longa distância, com foco em conforto do motorista, confiabilidade do trem de força e robustez para suportar percursos contínuos com cargas volumosas.

Entre os pontos fortes do Stralis Hi-Way, especialmente em versões Euro 5 (E5), estão a linha de motores Cursor 13, o compromisso com a eficiência de consumo e a capacidade de manter desempenho estável sob condições exigentes de operação. A versão Hi-Way é associada a configurações que favorecem cargas pesadas, longas distâncias na estrada e tração confiável em diferentes geometrias de eixo. Esses atributos influenciam diretamente a leitura da FIPE: veículos com maior robustez estrutural, motor de alta capacidade e sistemas de transmissão robustos podem apresentar particularidades na avaliação de uso, histórico de manutenção e probabilidade de sinistros, aspectos que as seguradoras costumam considerar na hora de cotar e fixar coberturas.
Ficha Técnica do Stralis Hi-Way 800-S48TZ (2013)
Abaixo apresentamos a ficha técnica resumida, com foco no que é relevante para entender a especificidade do modelo na leitura da FIPE e no cenário de seguros. A configuração 6×4 indica que o veículo tem três eixos, com dois eixos traseiros motrizes, adequada para o transporte de cargas pesadas com maior aderência em terrenos variados. A versão 800-S48TZ faz parte da linha Hi-Way, voltada para demanda de longo curso e desempenho sob carga.
- Configuração de chassi: 6×4, com três eixos, dois eixos traseiros motrizes, projetado para alta capacidade de tração e estabilidade em pesadas jornadas de transporte.
- Motorização e emissões: motor diesel Euro 5 (E5) da família Cursor, adequado para operação de caminhões de peso elevado com foco em eficiência de combustível e controles de emissões.
- Transmissão: opção de câmbio manual ou automatizado, com várias velocidades para adaptar-se a trechos urbanos e rodoviários, bem como a diferentes condições de carga.
- Aplicação típica: transporte de cargas pesadas em longas distâncias, com uso comum em logística de cargas gerais, contêineres e operações que exigem robustez e confiabilidade no retorno diário
Observação: a ficha técnica acima sintetiza informações relevantes ao entendimento da configuração do Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4 de 2013. Detalhes operacionais adicionais podem variar conforme a especificação exata de cada veículo, o veículo pode ter sistemas de suspensão, freios e aerodinâmica diferentes conforme a configuração de fábrica ou de concessionária, bem como itens opcionais escolhidos pelo proprietário ou pela empresa de fretamento.
Como a FIPE estrutura os dados e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo caminhões e vans, com base em transações de mercado que ocorrem ao longo do tempo. No caso de um Iveco Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4, ano-modelo 2013, a FIPE reflete a média de preços praticados para unidades com condições gerais de uso, quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção, possibilidade de alterações e idade financeira do veículo. A leitura prática é a seguinte: o valor de referência da FIPE funciona como base para cálculos de indenização, reposição ou ajuste de contratos de seguros, bem como para avaliações de venda entre partes.
Por que isso interessa ao setor de seguros? Porque, ao estabelecer o valor segurável, as seguradoras costumam considerar a “importância econômica” do veículo para a operação. Em caminhões dessa configuração, o valor FIPE tende a ser influenciado por itens que refletem a capacidade de cumprir a função logística, como disponibilidade de peças de reposição, custo de manutenção de uma frota com motor Cursor 13 Euro 5, confiabilidade de transmissão e eficiência de consumo que impactam o total de custo de propriedade. Além disso, a FIPE não apenas oferece um valor único; ela também é sensível a variações regionais, sazonalidade de mercado, disponibilidade de equipamentos usados com a mesma configuração e o histórico de sinistros de unidades similares, aspectos que as seguradoras observam ao ajustar prêmios, franquias e coberturas específicas para cada veículo.
Fatores que influenciam o valor FIPE para o Stralis 800-S48TZ 2013
É comum que o valor da FIPE evolua ao longo do tempo com base em diferentes fatores. Abaixo, destacamos aspectos que costumam exercer influência direta nesse tipo de veículo pesando na leitura de mercado, sem entrar em números específicos:
1) Estado geral de conservação: a condição do conjunto motor, transmissão, sistema de freios, suspensão e carroceria afeta perceptivelmente o valor de referência. Caminhões que apresentam histórico de manutenção regular, com registros de trocas de itens críticos, tendem a manter um patamar de avaliação mais estável na FIPE do que unidades com falhas recorrentes ou pouca documentação.
2) Quilometragem e uso: veículos com quilometragem elevada costumam apresentar depreciação maior, especialmente se não houver histórico de recuperação de peças ou atualizações de componentes. Por outro lado, caminhões bem cuidados, com manutenções preventivas em dia, podem manter o valor FIPE mais próximo do esperado para a idade.
3) Configuração e itens de fábrica: variantes com acessórios e opções específicas (sistemas de eixo, transmissão automatizada, cabines com conforto adicional, aerodinâmica, pneus em bom estado) podem impactar a percepção de valor. No Stralis Hi-Way, a escolha entre transmissão manual ou automatizada, bem como o estado dos componentes de motor e transmissão, pode gerar variações na leitura da FIPE entre unidades similares.
4) Oferta e demanda regionais: regiões com maior frequência de aquisição de caminhões usados para operações logísticas podem apresentar variações regionais no valor FIPE, refletindo custos de reposição locais, disponibilidade de peças e rede de serviços. É comum ver ajustes regionais porque a FIPE compila dados de transação que ocorrem em diferentes estados.
5) Histórico de sinistros e manutenção: o registro de sinistros com danos relevantes, além da frequente necessidade de substituição de componentes, pode reduzir o valor de referência para a unidade correspondente. Por outro lado, veicular com histórico de manutenções documentadas e sem acidentes graves tende a manter a percepção de confiabilidade, influenciando positivamente a avaliação.
6) Atualizações relacionadas a normas de emissões: versões Euro 5, como a mencionada no Stralis 2013, podem ter valor adicional quando bem conservadas, devido à conformidade com padrões ambientais da época, o que pode reduzir a depreciação acelerada associada a veículos mais antigos sem esse tipo de certificação.
Esses fatores explicam por que a leitura da FIPE para um Stralis 800-S48TZ 6×4 de 2013 requer uma avaliação cuidadosa do estado atual do veículo, bem como o histórico de uso. Em termos de seguro, a FIPE funciona como referência para o valor segurável, que molda o montante de indenização em caso de totalidade ou de reposição, bem como ajuda a determinar o prêmio de forma razoável, considerando o perfil de risco associado à operação com caminhões pesados.
Impacto na cotação de seguro para o Stralis 2013
Para quem gerencia frotas ou busca seguro para um veículo desse porte, alguns pontos práticos ajudam a entender como a FIPE se traduz em seguros mais adequados:
– Valor segurável: a FIPE é um dos insumos para o cálculo do valor a ser indenizado em caso de sinistro total. Quanto mais próximo o valor FIPE da realidade do veículo, menor o risco de sub ou superavaliação no índice de indenização. Em caminhões com configuração 6×4, a leitura da FIPE precisa considerar o estado do conjunto motor-transmissão e a idade das peças de desgaste, especialmente no que diz respeito a sistemas de freios, suspensão e eixo.
– Prêmios proporcionais ao risco: veículos com maior probabilidade de uso diário intenso, quilometragem elevada ou histórico de sinistros podem ter prêmios mais altos, uma vez que apresentam maior risco operacional para a seguradora. A FIPE, como referência de valor, ajuda a calibrar esse risco de reposição, mas o custo da apólice também depende de fatores operacionais, como tipo de carga, rota de atuação e políticas de manutenção da frota.
– Coberturas recomendadas: para caminhões destinados a operações de longa distância, coberturas como danos à carga, incêndio, colisão, roubo, quebra acidental e responsabilidade civil podem ter impactos diferentes no preço. Em particular, a proteção de peças críticas (motor, transmissão e eixo) costumam exigir cláusulas específicas para reposição integral, com avaliação de peças originais versus reposição equivalente.
– Manutenção e histórico: seguradoras valorizam a disponibilidade de manuais, histórico de manutenção, registros de inspeção veicular e eventual retrofit de itens de desempenho. Uma documentação bem organizada pode facilitar a obtenção de condições mais vantajosas, incluindo franquias menores e limites de cobertura mais adequados ao uso real do Stralis.
Boas práticas para leitura da FIPE e seguro do Stralis 800-S48TZ
Para quem administra uma frota ou individualmente utiliza um Stralis Hi-Way de 2013, algumas práticas ajudam a maximizar a relação entre o valor FIPE, o custo de seguro e a operação diária:
• Mantenha um registro detalhado da manutenção: guarde notas fiscais, laudos de inspeção e histórico de substituição de componentes críticos. Esse conjunto de documentação suporta a percepção de valor e facilita negociações com a seguradora, influenciando positivamente o prêmio.
• Esteja atento à quilometragem e ao uso real: se o veículo percorre rotas de alta demanda ou utilizações intensivas, é razoável que o seguro reflita o maior desgaste esperado, tanto nos componentes quanto na depreciação. Em alguns casos, pode haver ajuste de franquias conforme o perfil de uso.
• Considere o tipo de operação: caminhões destinados a cargas sensíveis, contêineres, granéis ou serviços especiais podem exigir coberturas com termos mais específicos, o que também impacta o custo total da apólice. Avaliar o risco de roubo/perda de carga e a vulnerabilidade em determinadas rotas é parte da decisão de contratação.
• Compare diferentes cotações com foco em valor segurável: peça cotações que usem o valor FIPE como referência, mas também verifique como cada seguradora trata a reposição ou indenização de peças críticas. Uma apólice pode oferecer diferentes opções de reajuste, franquias e cláusulas especiais que afetam o custo-benefício.
É possível que o Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4 de 2013, quando avaliado pela FIPE, apresente variações sazonais, regionais e de configuração. Por isso, ao planejar a aquisição, venda, ou contratação de seguro, é útil ter uma visão integrada: a FIPE oferece a referência de mercado, o estado do veículo define o valor efetivo de reposição, e a seguradora traduz esse conjunto em termos de proteção, preço e flexibilidade operacional.
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