| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 162.652,00 |
| Fev/26 | R$ 154.907,00 |
| Jan/26 | R$ 155.249,00 |
| Dez/25 | R$ 155.906,00 |
| Nov/25 | R$ 154.307,00 |
| Out/25 | R$ 159.904,00 |
| Set/25 | R$ 154.497,00 |
| Ago/25 | R$ 158.459,00 |
| Jul/25 | R$ 162.628,00 |
| Jun/25 | R$ 165.465,00 |
| Mai/25 | R$ 171.467,00 |
| Abr/25 | R$ 169.448,00 |
Visão detalhada sobre a Tabela FIPE para o Iveco Stralis NR 490-S46T 2p diesel 2011
A Tabela FIPE funciona como referência de preços para veículos usados e seminovos no Brasil, incluindo caminhões de grande porte como o Iveco Stralis. Embora o preço em si não esteja sendo divulgado neste espaço, entender como a tabela funciona, quais itens ela considera e como isso impacta a avaliação para seguros, resgates, financiamentos e negociações é fundamental para quem atua no mercado de frotas e seguros. O foco deste artigo é o Iveco Stralis NR 490-S46T 2p (diesel) 2011, com uma visão educativa sobre a ficha técnica, a história da marca e as implicações da FIPE na gestão de riscos e apólices. Assim, você terá uma base sólida para discutir com corretores, avaliadores e seguradoras, sem perder a clareza sobre o valor de reposição e depreciação correspondente àquela linha de veículos.
O que é a Tabela FIPE e qual é o seu papel na avaliação de caminhões pesados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um referencial padronizado que estima o valor de mercado de veículos usados no Brasil, abrangendo carros, motocicletas e também caminhões. Ela coleta dados de transações reais, consulta informações de mercado e aplica métodos estatísticos para chegar a valores médios de venda. Esses números servem de base para seguradoras, financeiras e consumidores que desejam ter uma referência objetiva sobre o valor do veículo atuando em diferentes cenários: compra, venda, indenização de sinistros e depreciação em apólices de seguro de gradiente de uso.

Para caminhões, como o Iveco Stralis NR 490-S46T 2p, a leitura da FIPE envolve algumas particularidades. Primeiro, o veículo de grande porte não circula com a mesma frequência de automóveis de passeio, o que pode tornar o volume de dados menos expressivo em algumas faixas de ano-modelo. Segundo, a avaliação da FIPE leva em conta itens como motor, câmbio, tração, estado de conservação, acessórios instalados (sistemas de freios, climatização, telemetria) e a configuração de tração (por exemplo, 6×4), além de fatores de uso padrão para caminhões de longo percurso. Por isso, corretores e seguradoras costumam cruzar o valor FIPE com a situação da frota, kilometragem, histórico de manutenções e condições de conservação para chegar a uma base de indenização ou de valor agregado na contratação de um seguro.
É comum que o valor FIPE seja utilizado como referência para o “valor de mercado” do veículo na contratação de seguros, reajustes de apólice e avaliações em caso de sinistros. Para frotas, esse referencial deve ser interpretado em conjunto com o custo de reposição, a disponibilidade de peças, as particularidades regionais e o uso específico do caminhão na operação. No caso de um Stralis NR 490-S46T 2p, a documentação adequada, histórico de manutenções, eventuais atualizações de motores e de sistemas de transmissão, bem como a idade do veículo, costumam impactar o ajuste de prêmio de seguro de maneira direta.
Ficha técnica do Iveco Stralis NR 490-S46T 2p (diesel) 2011
Abaixo está uma visão estruturada da ficha técnica do Iveco Stralis NR 490-S46T 2p diesel de 2011, com informações relevantes para entender o desempenho, a configuração e as capacidades do veículo utilizado em operações de transporte de carga pesada. Os itens foram apresentados de forma objetiva para facilitar a consulta pelo leitor, especialmente por profissionais de seguros, manutenção e operações de frota.
- Especificações principais:
- Potência: 490 cv
- Torque: até aproximadamente 2.300 Nm
- Motor: diesel, 12,9 L, motor da família Cursor 13, turbo com intercooler
- Transmissão: Hi-Tronix automatizada de 12 velocidades
- Dimensões e capacidades:
- GVW (peso bruto total): 46.000 kg (46 t)
- Peso vazio (aproximado): 9.000–9.500 kg
- Capacidade de carga útil estimada: em torno de 36.500 kg, dependendo da configuração da cabine e do eixo
- Tanque de combustível: aproximadamente 600 L
- Configuração mecânica e cabine:
- Tração: 6×4 (configuração comum em caminhões pesados de longo curso)
- Suspensão: dianteira e traseira com suspensão de ar, ajustável para conforto na longas distâncias
- Cabine: duas portas, espaço para motorista e acompanhante, com opções de cama/repouso para longas jornadas
- Equipamentos de freios: sistema ABS com controle eletrônico (EBS) e assistência conforme especificação de 2011
- Histórico de robustez: o Stralis, como linha de caminhões pesados, foi desenhado para enfrentar tráfego intenso, longas distâncias e condições de estrada desafiadoras, o que contribui para uma reputação de durabilidade em operações logísticas.
- Inovação tecnológica: a Iveco tem investido em soluções de telemetria, gestão de frota e transmissão automatizada para reduzir consumo de combustível e facilitar a operação, fatores que podem influenciar positivamente a avaliação de risco pelos seguradores.
- Rede de assistência: uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas facilita a manutenção e a disponibilidade de peças, aspecto relevante para manter o valor de uma frota ao longo do tempo.
- Versatilidade de aplicação: o Stralis é utilizado em diversas atividades, como transporte regional de cargas pesadas, logística regional e operações de mineração leve, o que demonstra a adaptabilidade da linha a diferentes perfis de uso.
- Apoio na definição de valor de reposição: o valor FIPE serve como parâmetro inicial para avaliar quanto seria necessário investir para substituir o veículo em caso de sinistro total, levando em conta a idade e o uso típico.
- Base para depreciação: seguros costumam aplicar curvas de depreciação ao longo do tempo; a FIPE ajuda a calibrar esse decréscimo de valor em cada faixa etária do Stralis 2011, orientando o prêmio e o reajuste anual.
- Referência para indenização parcial: em danos parciais, o valor de reposição de peças pode também se orientar pela referência de mercado da FIPE, ajustado à condição de cada item (motor, transmissão, eixos, cabine).
- Conformidade regulatória e transparência: a FIPE é amplamente reconhecida no mercado, o que facilita a comunicação entre seguradora, corretora e cliente, reduzindo ambiguidades em propostas e sinistros.
- Confiabilidade do motor e da transmissão: motores de alta cilindrada e transmissões automatizadas exigem planos de manutenção mais rigorosos e parciais, especialmente para componentes sensíveis a desgaste, como embreagens em sistemas Hi-Tronix.
- Consumo e eficiência: o desempenho da motorização em termos de consumo de combustível influencia não apenas o custo operacional, mas também a viabilidade de determinadas coberturas de seguro que dependem do valor de reposição e de reposição de peças.
- Equipamentos adicionais: sensores de telemetria, sistemas de freios avançados e acessórios de segurança podem impactar o perfil de risco e, consequentemente, o preço do seguro. A documentação adequada facilita a avaliação pelo corretor.
- Condições de uso: as características de uso (longas distâncias, tráfego urbano, operações em terreno acidentado) ajudam a definir a necessidade de coberturas específicas, como proteção contra danos por causas diversas, roubo/furtos, colisões com terceiros, e responsabilidade civil.
- Valor atual de reposição com base na FIPE ou no valor de mercado com avaliação profissional, para definir coberturas de colisão e dano ao veículo.
- Uso da frota: longas distâncias versus operação regional pode influenciar prêmios, limites de responsabilidade e necessidade de coberturas adicionais como roubo, incêndio, e responsabilidade civil.
- Perfil de motorista e treinamento: histórico de sinistralidade, programa de treinamentos, e gestão de compliance afetam a classificação de risco da frota.
- Perfil de manutenção: contratos de manutenção, telemetria e monitoramento de frota podem reduzir o risco de sinistro e, assim, contribuir para prêmios mais competitivos.
- Manter o cronograma de revisões recomendado pelo fabricante, com atenção especial aos componentes do motor, sistema de injeção e transmissão automatizada.
- Realizar inspeções periódicas de freios, suspensão e pneus para evitar falhas que possam comprometer a segurança e a cadeia de transporte.
- Atualizar sempre que possível os sistemas de telemetria e de gestão de frota para monitorar consumo, desempenho e riscos em tempo real.
- Documentar todas as manutenções e intervenções para facilitar futuras avaliações de FIPE e apurações de seguro, assegurando histórico claro para a seguradora.
Observação: os números apresentados são referências com base na configuração do Stralis NR 490-S46T 2p comum daquela geração. Em um veículo específico, valores de peso, capacidade de carga, dimensões e características técnicas podem variar conforme o ano de fabricação, a presença de acessórios adicionais, ajustes de fábrica e alterações realizadas por proprietários ou concessionárias ao longo da vida útil.
A marca Iveco: tradição italiana em tecnologia para transporte de cargas
A Iveco é uma marca italiana com forte presença global no segmento de veículos comerciais pesados. Fundada no contexto de uma indústria automotiva que privilegia eficiência, robustez e durabilidade, a Iveco desenvolve caminhões, ônibus e motores de alto desempenho para aplicações em transporte de cargas, construção e logística. O Stralis, apresentado em várias gerações ao longo dos anos, é um dos modelos que consolidou a reputação da Iveco em termos de confiabilidade para operações de grande percurso, com foco em economia de combustível, conforto do motorista e sistemas de gestão de motor e transmissão aprimorados para reduzir custos operacionais.
Alguns pontos que ajudam a entender o valor da marca no cenário de seguros e gestão de frotas incluem:
Impacto da Tabela FIPE na gestão de seguros e na avaliação de sinistros
Para corretores e gestores de frotas, a FIPE oferece uma referência padronizada que ajuda na validação de valores a serem usados em contratos de seguro. Alguns impactos práticos incluem:
É importante notar que, embora a FIPE seja uma referência valiosa, cada caso de seguro deve considerar as particularidades da frota, inclusive estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e eventual customização. Em termos de gestão de riscos, a combinação entre o valor FIPE e a prática de inspeções regulares contribui para um seguro mais justo e adequado às necessidades da operação.
Como interpretar a ficha técnica para a gestão de frota e para a tomada de decisão de seguro
Ao lidar com veículos pesados como o Iveco Stralis NR 490-S46T 2p, a prática recomendada é usar a ficha técnica como um guia de desempenho e de exigências operacionais. Considere os seguintes pontos na hora de planejar seguro e manutenção:
Em suma, a ficha técnica serve como base para dimensionar o seguro de forma apropriada, alinhando o valor de reposição com a realidade operacional da frota. O Stralis NR 490-S46T 2p, por ser um caminhão pesado de alto desempenho, demanda avaliações precisas de desempenho, custo de manutenção e disponibilidade de peças para assegurar uma proteção adequada à operação logística.
Determinantes da escolha de seguro para caminhões Iveco Stralis
Quando se pensa em contratar seguro para um veículo da linha Stralis, alguns elementos costumam orientar a seleção de coberturas e o cálculo de prêmios:
Para quem administra um conjunto de Stralis ou caminhões similares, a leitura cuidadosa da FIPE, aliada à ficha técnica e à gestão de manutenção, facilita a obtenção de cotações mais justas e a construção de um portfólio de seguros que atende à realidade operacional da empresa.
Cuidados com a manutenção para manter o Stralis em boa forma
Manter um Iveco Stralis NR 490-S46T 2p em boas condições não é apenas uma prática de manutenção, mas uma estratégia de redução de riscos e melhoria de desempenho. A seguir, algumas orientações úteis, com foco na proteção da frota e na continuidade dos negócios:
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