| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 105.607,00 |
| Dez/25 | R$ 105.809,00 |
| Nov/25 | R$ 105.969,00 |
| Out/25 | R$ 106.225,00 |
| Set/25 | R$ 106.568,00 |
| Ago/25 | R$ 106.793,00 |
| Jul/25 | R$ 106.965,00 |
| Jun/25 | R$ 105.281,00 |
| Mai/25 | R$ 103.624,00 |
| Abr/25 | R$ 102.953,00 |
| Mar/25 | R$ 105.593,00 |
| Fev/25 | R$ 105.657,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 diésel (E5) 2015
Quando empresas de transportes e frotas privadas avaliam custos de aquisição, depreciação e seguro, a tabela FIPE surge como referência indispensável. No caso do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 diésel, ano-modelo 2015, entender como a FIPE trata esse veículo ajuda a compreender variações de custo, identificar faixas de seguro e planejar a manutenção ao longo da vida útil do ativo. Este artigo aborda especialmente a relação entre a ficha técnica, as características do modelo e a forma como a FIPE classifica e atualiza o valor de mercado, sem desviar para temas genéricos. O objetivo é oferecer uma visão educativa, com foco na tomada de decisão inteligente para quem gerencia frotas ou busca informações para seguro veicular.
Contexto do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2: o que é esse modelo e onde ele se encaixa no mercado
O Iveco Tector é uma linha de caminhões médios produzidos para atender operações que precisam de robustez, versatilidade e eficiência de consumo. Entre as variantes, o Attack ECO representa uma configuração voltada para uso misto: entregas urbanas e operações de distribuição em áreas de trânsito acentuado, com foco na confiabilidade do conjunto motriz, economia de combustível e menor custo de propriedade ao longo do tempo. A versão 4×2 indica tração traseira, com duas rodas motrizes que atendem a cargas moderadas, ideal para frotas que priorizam agilidade urbana sem exigir as capacidades de um iso de 6×2 ou 8×4 mais pesados. Em 2015, quando esse modelo foi lançado/retornado ao mercado, as operadoras passaram a valorizar não apenas a capacidade de carga, mas também o custo de manutenção, disponibilidade de peças e suporte da rede de concessionárias da Iveco. Essa percepção influencia a forma pela qual a FIPE recolhe dados, ajusta valores e segmenta o veículo em diferentes tabelas ao longo do tempo.

A marca Iveco, presente globalmente e com forte penetração em veículos comerciais de médio e grande porte, destaca-se por uma combinação de engenharia europeia e adaptação regional para o Brasil. A reputação do fabricante em termos de durabilidade, rede de serviço e disponibilidade de peças impacta diretamente a percepção de valor na FIPE. Além disso, para quem utiliza o Tector na frota, fatores como disponibilidade de reposição, custo de manutenção e valor residual afetam a taxa de seguros e o custo total de propriedade. Esse conjunto de elementos faz do Tector 150E21 Attack ECO 4×2 um caso clássico de estudo para quem observa a relação entre referência FIPE, confiabilidade de marca e gestão de riscos.
Ficha técnica resumida do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 (2015)
A ficha técnica apresentada a seguir resume os elementos essenciais que ajudam o leitor a compreender o perfil do veículo. Os dados são alinhados com a configuração 4×2, motor diésel e a nomenclatura do modelo Attack ECO, típicos do ano de 2015.
- Motor: Diesel turbo com injeção direta, 4 cilindros, configuração típica da família Cursor para o Tector, visando equilíbrio entre potência, robustez e eficiência.
- Potência: aproximadamente 150 cv (valor nominal, sujeito a ajustes por lote e configuração final da carroceria).
- Transmissão: Manual, geralmente com 6 velocidades, adequada à faixa de torque para condução urbana e rodoviária leve a média.
- Tração: 4×2 (tração traseira), adequado para operações em vias urbanas, estradas nacionais com pavimento em condição normal e distribuição de carga moderada.
Além desses itens, a ficha técnica pode incluir especificações como peso bruto total (PBT), capacidades de carga, dimensões da cabine e do chassi, tipo de suspensão, capacidade de tanque de combustível, configurações de cabine (padrão com piloto/operador), além de dados estruturais sobre o sistema de freios, pneus e iluminação. Em veículos comerciais desse porte, a variação de PBT e de configuração de carroceria pode ocorrer conforme a aplicação (entrega porta a porta, distribuição de alimentos, materiais de construção, entre outros). É comum que as oficinas autorizadas forneçam um conjunto de informações específicas para cada unidade, de acordo com a carroceria instalada e as opções de pacote do fabricante. Assim, a ficha técnica apresentada acima serve como referência inicial para entendimento do perfil do veículo e para leitura mais objetiva na FIPE e no seguro.
Como a Tabela FIPE classifica o Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 (2015) e por que isso importa para seguro e planejamento
A Tabela FIPE funciona como base de referência de valores de negociação de veículos usados no Brasil. Ela não apenas ajuda na definição de preço entre comprador e vendedor, mas também é amplamente utilizada por seguradoras, instituições financeiras e peritos para estipular valores de cobertura, depreciação e indenização em caso de sinistro. No caso do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2, o valor FIPE é influenciado por fatores como idade do veículo (ano-modelo 2015), estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, disponibilidade de peças, preço de reposição de itens de carroceria e a condição geral de motor e transmissão. Em termos práticos, seguras e prestadores de serviço utilizam o valor FIPE como referência para calcular o valor de indenização a partir do saldo de garantia, quando pertinente, além de embasar políticas de seguros com base no risco residual do ativo. É importante notar que a FIPE não é o único parâmetro: corretores costumam cruzar o valor FIPE com o estado específico do veículo, com histórico de sinistros e com as características da frota para chegar a uma cobertura que reflita com maior fidelidade o risco real.
Para quem gerencia uma frota com esse tipo de caminhão, entender a leitura da FIPE envolve observar variações sazonais, a disponibilidade de novos itens de substituição e como a desvalorização de veículos comerciais de porte médio costuma ocorrer. Em geral, a depreciação é menos agressiva nos primeiros anos, especialmente quando o veículo tem uma manutenção bem documentada, condições de serviço e histórico de uso adequado às especificações de fábrica. A FIPE, ao segmentar veículos por ano-modelo, ajuda a capturar a influência de fatores de uso, desgaste e atualização tecnológica. Assim, gestores de frota devem acompanhar periodicamente as leituras da FIPE para manter o equilíbrio entre custo de aquisição, custo de seguro, valor residual e estratégias de reposição.
Outro ponto relevante é a percepção de risco por parte das seguradoras. Veículos com motores diésel, como o Tector 150E21 Attack ECO 4×2, costumam exigir avaliações específicas de manutenção de motor, histórico de trocas de peças críticas, estado de freios e pneus, assim como a regularidade de inspeções técnicas. O perfil de frota que opera principalmente em entregas urbanas tende a ter padrões de sinistralidade diferentes de frotas de operação rodoviária de longo percurso. Todos esses elementos entram no cálculo de prêmio, com a FIPE servindo como base de referência para o valor de reposição. Uma leitura informada da FIPE, aliada a dados de manutenção e ao histórico operacional, facilita negociações mais transparentes com corretores e seguradoras, culminando em soluções de seguro mais alinhadas ao risco real.
Estratégias de manutenção, uso responsável e impactos na proteção do veículo
Avídeos econômicos de operação dependem muito de práticas de condução, rotina de manutenção preventiva e escolha de componentes adequados à missão do veículo. Para o Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2, recomenda-se manter um calendário de revisões com foco em:
- Verificação periódica do sistema de injeção diesel, filtros, e condicionamento da turbina para evitar consumo excessivo de combustível e desgaste prematuro.
- Controle de freios, incluindo pastilhas/discos, ABS e sistemas de assistência, que são cruciais para frear com segurança em ambientes urbanos com tráfego intenso.
- Condição de pneus, alinhamento e balanceamento, essenciais para manter estabilidade e eficiência de transporte, além de reduzir desgastes desnecessários na carroceria.
- Manutenção de câmbio e eixo traseiro com substituições programadas conforme o manual do fabricante, assegurando durabilidade da transmissão e resposta de torque em diferentes cenários de carga.
Para frotas que pretendem manter o Tector na linha de frente da operação, adotar um regime de documentação rigorosa, com registro de ordens de serviço, histórico de troca de peças críticas e comprovantes de manutenção, facilita a avaliação de seguradoras. Quando o veículo passa por sinistros ou avarias, o histórico detalhado de manutenção pode reduzir o tempo de indenização e a necessidade de test-drive ou avaliações adicionais. Além disso, a correta utilização de combustível (com base em práticas recomendadas de condução econômica) também impacta o custo total de propriedade e contribui para a preservação do valor FIPE ao longo do tempo.
Itens de segurança, eficiência e saúde financeira da frota
Para quem administra ou trabalha com seguros de frotas, é interessante considerar alguns pontos-chave que costumam impactar a confiabilidade, a segurança e o custo total de propriedade do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2:
- Eficiência de consumo de combustível: a escolha de rotas, velocidade média e manutenção adequada influenciam diretamente no custo operacional e no comportamento de seguro, pois veículos com consumo mais estável tendem a apresentar menor volatilidade de risco.
- Condições de trabalho: caminhões usados para entregas urbanas com frequente parada e arranque simples tendem a exigir menos esforço em motores de alta rotação em estradas longas, o que pode impactar positivamente o desgaste de componentes.
- Histórico de manutenção: um histórico bem documentado reduz incertezas para a seguradora e facilita a verificação de integridade veicular em eventuais sinistros.
- Escolha de carroceria e acessórios: itens como elevadores, baús isotérmicos, plataformas ou carrocerias especiais podem influenciar o valor comercial, a FIPE e o prêmio do seguro, já que alteram o perfil de risco e o custo de reparo.
Ao alinhar esses elementos com a FIPE, o gestor de frotas pode construir cenários de seguro que reflitam mais fielmente a realidade da operação, evitando surpresas no momento de renovação de apólice. A parceria com um corretor experiente em seguros para veículos comerciais facilita esse alinhamento, ajudando a ajustar coberturas, franquias e limites de indenização de acordo com a aplicação da frota e com o perfil de sinistralidade da empresa.
Como planejar a escolha entre seguro completo, residência de frota e proteção adicional
A decisão entre diferentes tipos de seguro — contra terceiros, compreensivo, ou a proteção de frota — deve levar em consideração o uso real do Tector, a distância percorrida mensal, o valor de reposição segundo a FIPE e a tolerância à exposição de riscos. Em geral, veículos de 2015, como o 150E21 Attack ECO, podem exigir opções que combinem cobertura compreensiva com proteções adicionais, como cobertura de guincho, assistência 24h, proteção de acessórios instalados e cobertura para carrocerias específicas. É comum que as seguradoras exigam a comprovação de manutenção periódica e regularidade na documentação, por isso, manter o histórico atualizado aumenta a confiabilidade da proposta de seguro.
Outra prática útil é comparar cotações de diferentes seguradoras, levando em conta não apenas o valor do prêmio, mas também o que está incluído em cada pacote de cobertura. Em muitos casos, uma proteção de danos a terceiros pode ser suficiente para operações urbanas com menor risco, enquanto frotas que operam em trechos rodoviários podem se beneficiar de coberturas mais amplas que contemplam colisão, incêndio, roubo e danos a componentes críticos. A FIPE funciona como referência de valor de reposição, mas o custo de seguro é afetado pela combinação de uso, histórico, idade do veículo e políticas da seguradora. Ao final, o objetivo é obter uma proteção que garanta continuidade das operações com o menor custo total de propriedade ao longo da vida útil do ativo.
Cada empresa tem uma realidade própria, por isso é essencial analisar a relação entre FIPE, custo de seguro, manutenção prevista e disponibilidade de peças. Em conjunto com a GT Seguros, é possível encontrar soluções que equilibrem o custo de aquisição, o valor de reposição e a segurança operacional da frota. A aproximação entre a leitura da FIPE e as necessidades da frota é o caminho para uma gestão de riscos mais eficiente.
Se a sua operação envolve o Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 de 2015 ou veículos similares, a avaliação de seguro deve considerar não apenas o valor atual do carro, mas também a capacidade de reposição, a continuidade da operação e a viabilidade de manutenção ao longo do tempo. A FIPE oferece uma referência sólida para o valor do veículo, mas a proteção ideal é construída a partir de uma combinação entre histórico de manutenção, perfil de uso e a orientação de um corretor de seguros experiente.
Ao final, a escolha de uma solução de proteção financeira para esse tipo de caminhão envolve trocar informações com especialistas, comparar propostas e avaliar o custo total de propriedade ao longo da vida útil da frota. O objetivo é ter tranquilidade para conduzir as operações diárias, sabendo que o veículo está protegido de forma adequada contra riscos comuns da atividade de transporte.
Para quem busca tranquilidade adicional na gestão de riscos, vale considerar uma cotação com a GT Seguros, que pode oferecer opções sob medida para a sua operação, ajustando coberturas, franquias e limites de acordo com o perfil da frota e com o uso real do Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2. Uma avaliação bem estruturada facilita a escolha entre diferentes pacotes de proteção e ajuda a manter a frota funcionando com tranquilidade ao longo dos anos.
Concluindo, a leitura da FIPE para o Iveco Tector 150E21 Attack ECO 4×2 (2015) envolve compreender como a idade, a condição de uso, a manutenção e as especificações técnicas influenciam o valor de reposição e a avaliação de risco para seguro. A ficha técnica, os dados do fabricante e o histórico de uso se combinam para criar um retrato sólido do veículo, que, ao ser entendido de forma clara, facilita decisões financeiras e de proteção que impactam diretamente a saúde financeira da frota e a continuidade das operações. Com o apoio certo, a gestão de riscos pode ser alinhada com as necessidades reais da operação, mantendo a frota segura, confiável e economicamente sustentável.
Para quem busca segurança e tranquilidade na gestão de frota, não hesite em solicitar uma cotação com a GT Seguros e comparar opções que atendam às necessidades específicas do seu negócio. Uma escolha bem informada faz diferença no dia a dia da operação e no equilíbrio financeiro da empresa.
