Valor FIPE Atual
R$ 177.239,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506087-7
Ano: 2015-3
MêsPreço
Mar/26R$ 177.239,00
Fev/26R$ 177.630,00
Jan/26R$ 183.160,00
Dez/25R$ 180.219,00
Nov/25R$ 177.381,00
Out/25R$ 174.588,00
Set/25R$ 177.110,00
Ago/25R$ 180.782,00
Jul/25R$ 177.936,00
Jun/25R$ 177.389,00
Mai/25R$ 177.745,00
Abr/25R$ 185.220,00

Guia de leitura da Tabela FIPE para o Iveco Tector 170E22 Attack 4×2 2p Diesel Euro 5 (2015)

Este artigo aborda a configuração específica “IVECO TECTOR 170E22 ATTACK 4×2 2p (diesel)(E5) 2015” dentro da Tabela FIPE, explicando como essa referência impacta avaliações de seguro, contatos com corretores e decisões de proteção veicular. A FIPE serve como base de referência para valores médios de veículos usados no Brasil, ajudando seguradoras, autorizatários financeiros e proprietários a estabelecerem parâmetros de avaliação, reposição e contratação de coberturas. Ao falar de uma van ou caminhão como o Tector 170E22 Attack, entender a origem do valor FIPE, as particularidades da configuração e o papel da marca facilita a escolha de coberturas adequadas, franquias e limites de indenização. Aqui vamos destrinchar cada aspecto, com foco na importância para quem utiliza, ou planeja utilizar, esse veículo na frota e na atividade econômica.

Contexto: o que é a Tabela FIPE e por que ela importa no seguro de caminhões

A Tabela FIPE, produzido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), fornece valores médios de mercado para veículos usados, com base em pesquisas sistemáticas de preço praticado entre vendedores, concessionárias e pessoas físicas. No caso de caminhões, como o Iveco Tector 170E22 Attack, esse referencial influencia diretamente a composição de custos no seguro: o valor segurado, a indenização em caso de perda total, as franquias e o valor de reposição. Embora a FIPE seja apenas uma referência, as seguradoras a utilizam para calibrar premiações, buscando equilíbrio entre proteção suficiente e custos acessíveis para o segurado. Além disso, o valor FIPE pode orientar a análise de risco operacional, servindo para dimensionar montantes de cobertura de terceiros, danos a carga, responsabilidade civil e armazenamento, entre outros componentes da apólice. Assim, entender a faixa FIPE para a configuração específica ajuda o corretor a propor coberturas direcionadas, com prazos, franquias e limites compatíveis com o uso do veículo.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 170E22 ATTACK 4×2 2p (dies.)(E5) 2015

Neste contexto, o Iveco Tector 170E22 Attack, em configuração 4×2 com cabine simples de 2 portas, é um veículo típico de transporte de médias distâncias e distribuição regional. A escolha da Tector como referência na tabela FIPE leva em conta o perfil de operação: veículo robusto, com boa capacidade de carga e disponibilidade de rede de serviço, pontos relevantes para a avaliação de sinistros, necessidades de manutenção e custos de reposição de peças. Ao longo do texto, destacaremos como a ficha técnica da configuração 170E22 Attack influencia esses cálculos e o que considerar ao planejar a seguro para frotas ou automóveis de uso comercial.

Ficha Técnica da configuração 170E22 Attack 4×2 2p Diesel Euro 5 – ano 2015

  • Potência: 170 CV
  • Tração/Carroceria: 4×2, cabine simples com 2 portas
  • Tipo de motor: diesel turboalimentado, Euro 5
  • Peso Bruto Total (PBT): até 22 toneladas

Observação: as especificações acima correspondem à configuração “170E22 Attack” utilizada na linha Tector, com variações que podem ocorrer entre unidades específicas. Valores exatos, especialmente de torque, cilindrada, capacidade de tanque e dimensões, devem ser confirmados na ficha técnica do veículo, no manual do fabricante ou na nota fiscal de aquisição. A leitura da FIPE utiliza o conjunto de atributos que afetam valor de reposição e de mercado, incluindo potência, tipo de motor, tipo de transmissão, Cabo de cabina, entre outros itens. Enquanto o lucro do negócio depende de muitos fatores, manter a documentação em dia e a configuração correta na apólice é essencial para uma proteção eficiente.

Alguns pontos adicionais sobre a ficha técnica desta configuração ajudam a entender o desempenho e as limitações do veículo no dia a dia:

Transmissão: a maioria das versões de caminhão Tector com essa configuração utiliza transmissão manual de várias marchas, adequada ao serviço de entrega de médias distâncias e operações com carga. A escolha entre câmbio manual ou automático pode influenciar o custo de seguro, manutenção e consumo, por isso merece avaliação conforme o perfil da frota e o tipo de estrada.

Conforto da cabine e ergonomia: cabines simples com duas portas costumam oferecer praticidade para operações de entrega, manutenção de frota e utilização em áreas urbanas. Em linhas de seguro, esse tipo de configuração costuma ter impacto na avaliação de uso (frequência de operações) e no custo com reparos de interior, além de influenciar o valor de reposição de componentes da cabina em caso de sinistro.

Suspensão e chassis: caminhões de 4×2 com eixo traseiro em feixe de molas são comuns em operações de distribuição leve a média. A manutenção adequada da suspensão, bem como o estado do chassi, tem impacto direto na vida útil de componentes, na segurança de condução e, consequentemente, no custo de seguro de danos fiscais, colisões e roubo.

A marca Iveco e a linha Tector: história, posicionamento e confiabilidade

A Iveco é uma fabricante global de veículos comerciais que faz parte de um ecossistema industrial diversificado, com atuação em caminhões, vans, ônibus e motores. A marca consolidou posição forte no segmento de caminhões médios e pesados, com foco em robustez, durabilidade e rede de assistência técnica em diversos países. O legado da Iveco no Brasil é particularmente notável na infraestrutura de caminhões leves e médios para distribuição, construção e serviços de logística, onde a disponibilidade de peças de reposição, a capacitação de mecânicos e a qualidade de atendimento ao cliente são fatores relevantes para seguradoras na hora de avaliar o risco.

A linha Tector, introduzida como uma evolução de portfólios anteriores, é conhecida por oferecer motores eficientes, boa torque em faixa de rotações úteis e uma configuração de trem de força adequada a aplicações de médio alcance. A variante Attack, voltada a operações com maior exigência de desempenho em termos de torque e capacidade de tração, costuma atrair frotas que precisam de confiabilidade sob condições de trânsito urbano, rodoviário e entregas em áreas com várias paradas. Em termos de seguro, a reputação da marca, a disponibilidade de serviço e a facilidade de reposição de peças costumam reduzir o tempo de imobilização após sinistros e ajudam na manutenção de custos operacionais previsíveis.

Além disso, a rede de assistência técnica da Iveco e a disponibilidade de peças originais influenciam positivamente a percepção de valor residual do veículo na FIPE, por refletirem menor tempo de inatividade e maior previsibilidade de manutenção. Para quem administra frotas, isso se traduz em maior controle de custos, melhor planejamento de substituição de ativos e, consequentemente, uma gestão de risco mais estável no seguro. Em resumo, o Tector, dentro da linha Iveco, representa uma opção balanceada entre desempenho, durabilidade e custo de manutenção — atributos que aparecem na leitura da FIPE e, por consequência, na hora de fechar uma apólice de seguro.

Como a FIPE se transforma em valores de seguro: impactos práticos

Quando uma seguradora avalia um veículo para seguro, o valor FIPE funciona como referência de reposição e de indenização em caso de perda total. Ainda que existam metodologias próprias de cada seguradora, a FIPE oferece um patamar padronizado que facilita a comparação entre propostas. No caso de caminhões como o Iveco Tector 170E22 Attack, o valor FIPE influencia especialmente:

  • Prêmio de seguro: quanto maior o valor de referência, maior pode ser o prêmio, pois o custo de reposição aumenta.
  • Indenização em caso de sinistro: uma apólice pode prever reposição pelo valor FIPE, por custo de fabricação ou por valor de custo de reposição de acordo com a categoria da apólice. Em veículos comerciais, muitos contratos adotam reposição “parcial” ou indenização baseada no valor de reposição com depreciação.
  • Franquias e coberturas adicionais: veículos de maior valor tendem a ter opções de franquias diferenciadas, bem