Valor FIPE Atual
R$ 187.457,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506088-5
Ano: 2019-3
MêsPreço
Jan/26R$ 187.457,00
Dez/25R$ 187.814,00
Nov/25R$ 188.097,00
Out/25R$ 188.550,00
Set/25R$ 189.156,00
Ago/25R$ 189.555,00
Jul/25R$ 189.859,00
Jun/25R$ 190.050,00
Mai/25R$ 190.431,00
Abr/25R$ 190.603,00
Mar/25R$ 190.890,00
Fev/25R$ 191.005,00

Entendendo a Tabela FIPE para o IVECO TECTOR 170E28 4×2 2p diesel E5 2019

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para balizar valores de compra, venda e indenização em seguros. Quando o tema é um caminhão leve a médio como o IVECO TECTOR 170E28 4×2 2p, diesel com padrão E5, a tábua de valores da FIPE assume papel ainda mais estratégico: não apenas indica o preço de mercado de veículos usados, mas também influencia o cálculo de coberturas, franquias, depreciação e, por consequência, o custo do seguro. Este artigo orienta sobre como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, destacando a ficha técnica, o contexto da marca e as implicações para seguros, mantendo o foco na versão 2019 com motor diesel Euro 5 (E5).

Antes de falar sobre o veículo em si, é relevante entender como a FIPE estruturou as informações. A Tabela FIPE consolida preços médios de veículos usados, com base em transações de mercado e disponibilidade de dados de venda. Ela é atualizada mensalmente, o que significa que o valor de referência de um caminhão pode oscilar conforme demanda, idade, estado de conservação e mudanças no cenário logístico. Em seguros, o valor FIPE serve como referência inicial para compor o valor segurado — o piso de indenização em caso de sinistro. Para caminhões, o cálculo tende a considerar também a depreciação por idade, o uso específico (carga, atuação em frota, intensidade de uso) e a região de contratação, entre outros fatores internos de cada seguradora. Assim, embora a FIPE ofereça uma base sólida, as seguradoras costumam ajustar esse valor com base em critérios próprios de avaliação de risco e em informações verificáveis fornecidas pelo proprietário ou pela frota.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 170E28 4×2 2p (diesel)(E5) 2019

Neste contexto, o IVECO TECTOR 170E28 4×2 2p diesel E5, ano de 2019, figura como um veículo de aplicação típica em operações de distribuição urbana e regional, com o consistente apoio de uma rede de manutenção e assistência técnica da própria IVECO ou de concessionárias autorizadas. A versão 170E28 sugere uma combinação entre potência, torque adequado para deslocamentos de média distância e uma configuração de eixo que favorece a manobrabilidade em ambientes urbanos, sem abrir mão de capacidade de carga importante para serviços de distribuição. Ao interpretar a FIPE para esse modelo, é essencial observar que o ano de referência (2019) é um fator relevante para a calibragem do valor, bem como a especificação de motorização e tração, que são determinantes para a aceitação de determinadas faixas de cobertura pela seguradora.

Ficha Técnica (Resumo) do IVECO TECTOR 170E28

  • Motorização: diesel turbo de 4 cilindros, com injeção direta, preparado para atender aos padrões de emissões Euro 5 (E5).
  • Potência: aproximadamente 170 cv, alinhando-se ao código de nomenclatura 170E28 e proporcionando desempenho adequado para operações de distribuição com carga moderada a pesada.
  • Transmissão: manual de várias marchas (tipicamente 6 velocidades), com configuração 4×2, apta a operar em ambientes urbanos e rodoviários, mantendo eficiência na condução de longas distâncias.
  • Cabine e chassi: carroceria de 2 portas (2p) com cabine adaptada às necessidades de motorista e sala de trabalho, típica da linha TECTOR para uso comercial leve a médio, com boa visibilidade e ergonomia para jornadas de trabalho prolongadas.

A escolha por uma configuração 4×2, juntamente com o motor E5 e a potência de 170 cv, reflete uma linha de caminhões desenvolvida para equilíbrio entre economia de combustível, capacidade de carga e versatilidade de rota. Embora não seja possível para este espaço detalhar cada especificação dimensional com números exatos, o conjunto de itens acima oferece um retrato fiel da ficha técnica essencial na prática de seguros: motorização, potência, transmissão, tração e emissões. A partir desses elementos, seguradoras alinham o perfil de risco, a seguindo de avaliações de sinistro, danos e reposição de componentes, tudo com base na Tabela FIPE como referência inicial.

Como a FIPE é utilizada na prática pela área de seguros

Ao segurar um veículo como o IVECO TECTOR 170E28, a FIPE funciona como ponto de partida para estabelecer o valor base do bem segurado. Esse valor impacta diretamente o prêmio, as coberturas disponíveis e as regras de indenização. Em termos práticos, considere os seguintes aspectos:

1) Estabelecimento do valor segurado: o FIPE fornece uma faixa de referência do valor de mercado para o modelo, ano e versão. A seguradora utiliza esse dado para definir o capital segurado, ou seja, o montante que a apólice está apta a indenizar em caso de sinistro total ou perda parcial. Contudo, o valor efetivo pode ser menor ou maior conforme a avaliação de risco, histórico de manutenção, quilômetros rodados, condições gerais do veículo e o histórico de sinistros do proprietário ou da frota.

2) Reajustes periódicos: como a FIPE é atualizada mensalmente, o valor segurado pode sofrer variações ao longo do tempo. Em frotas, é comum revisar periodicamente os capitais segurados para manter a relação entre o valor de mercado e o valor coberto, evitando subseguro ou superseguro. A periodicidade de atualização depende da política de cada seguradora e das revisões contratuais da frota.

3) Aspectos de apólice: o valor FIPE influencia parcelas de seguro, opções de cobertura (compreensiva, roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, entre outras) e impactos na franquia. Em veículos comerciais, a seguradora também pode associar o valor de reposição ou o valor de reposição a peças originais, o que pode estar alinhado ao valor FIPE como referência de mercado, com ajustes para peças, mão de obra e disponibilidade de peças originais.

4) Adaptações para uso comercial: caminhões têm particularidades, como uso intenso, altas jornadas, peso de carga e condições de trabalho. Por isso, muitas seguradoras valorizam dados adicionais: histórico de manutenção, idoneidade da frota, tipo de carga, rotas de operação e políticas de uso. Embora a FIPE sirva de base, o valor final do seguro pode depender de uma avaliação de risco mais específica do veículo e da operação de cada empresa ou motorista.

Resumo: a FIPE é a referência padronizada para valores de mercado, mas o seguro de caminhões envolve uma análise de risco que pode ajustar esse valor com base em dados operacionais, estado de conservação, histórico de sinistros e políticas internas da seguradora. A boa prática é alinhar a apólice com informações precisas sobre a operação cotidiana do TECTOR 170E28, incluindo idade da frota, quilometragem média, tipo de rota e treinamento de motoristas, para obter uma cobertura adequada que também seja economicamente sustentável.

A marca Iveco: tradição, inovação e presença global no segmento de caminhões

História e posicionamento no mercado de transportes

A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais com presença global, reconhecida pela oferta de caminhões, ônibus, veículos militares e de construção. Parte do grupo CNH Industrial, a marca consolidou-se como uma referência em robustez, confiabilidade e sustentabilidade em aplicações de transporte de cargas, logística urbana, distribuição regional e operações de longo alcance. A estratégia de Iveco ao longo dos anos tem enfatizado não apenas o desempenho técnico, mas também o suporte à frota, com redes de assistência técnica, disponibilidade de peças originais e programas de manutenção programada. Em termos de seguros, a reputação da marca e a qualidade de serviço associado à rede de atendimento costumam influenciar positivamente a confiança de seguradoras e proprietários, principalmente em operações que exigem o mínimo de indisponibilidade de veículo para manter a produtividade.

O TECTOR na linha de caminhões Iveco

Dentro da linha TECTOR, os modelos combinam versatilidade com desempenho voltado a serviços de distribuição. O TECTOR 170E28, em especial, representa uma configuração prática para atividades de frota: motor eficiente, resposta adequada para embalagens, coleta e entrega, bem como um conjunto de recursos de conforto e segurança para o motorista. Em termos de seguros, veículos dessa linha costumam apresentar um equilíbrio entre valor de reposição, disponibilidade de peças de reposição e rede de manutenção, o que facilita a gestão de riscos e a tomada de decisões em relação a coberturas, franquias e opções de proteção. A empatia entre custo de aquisição, uso operacional e a vida útil esperada é um fator que costuma ser levado em conta pelas seguradoras ao definir o capital segurado, os prêmios e as franquias, com base na combinação de FIPE, estado do veículo e práticas de gestão de risco da empresa.

Além disso, a identidade da marca Iveco em termos de inovação tecnológica e eficiência de consumo se reflete em recursos de cabina, ergonomia do posto de condução, sistemas de assistência ao motorista e soluções de conectividade que ajudam a reduzir o desgaste operacional. Para frotas que buscam confiabilidade e disponibilidade, o ecossistema de suporte da Iveco, unido à avaliação de risco da FIPE, pode favorecer uma gestão de seguros mais estável, com opções de proteção que acompanhem o ciclo de vida do veículo e as particularidades da operação logísticas.

Implicações da FIPE para seguros e gestão de riscos com o IVECO TECTOR 170E28

Ao planejar a aquisição ou renovação de uma apólice para o IVECO TECTOR 170E28, vale considerar alguns pontos práticos sobre como a FIPE se conecta ao seguro de veículos comerciais. Abaixo, destacam-se aspectos que costumam orientar decisões de correção de valores, coberturas e gestão de risco:

1) Valor de indenização e substituição: a FIPE oferece uma referência de mercado que serve como base para o cálculo de indenizações em caso de perda total ou roubo. Em operações comerciais, o valor de reposição pode ser estimado com base no capital segurado contratado, que pode ser ajustado com o valor de reposição ou de mercado, conforme a política da seguradora. Em geral, o objetivo é manter o equilíbrio entre custo do seguro e proteção efetiva do ativo.

2) Coberturas recomendadas: caminhões exigem coberturas que protejam contra danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo/furto e danosparciais, além de assistência 24 horas e eventual cobertura de carga. A escolha de coberturas deve levar em conta o uso do veículo, as rotas, a região de operação e a manutenção preventiva. O valor FIPE influencia o radar de risco, ajudando a estabelecer franquias proporcionais e limites de indenização compatíveis com o valor de mercado do modelo 2019.

3) Benefícios da manutenção regular: manter o veículo em bom estado, com manutenção em dia, registro de peças originais e histórico de serviços, tende a favorecer a percepção de menor risco pela seguradora. Um TECTOR bem conservado, com documentação de manutenção, pode ter impactos positivos no prêmio, na franquia e na qualidade das coberturas oferecidas pela seguradora. Além disso, a regularidade de manutenção pode facilitar o processo de perícia em caso de sinistro, reduzindo tempo de liquidação.

4) Kilometragem, uso e gestão de frota: a FIPE não captura, por si só, o nível de desgaste associado a quilômetros rodados, assegurando que a avaliação de riscos leve em consideração a intensidade da operação. Em frotas, informações como média de quilômetros por mês, tipo de rota (urbana, rodoviária), carga típica e frequência de paradas influenciam a forma como o seguro é montado. A combinação entre o valor FIPE e os dados operacionais ajuda