| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 226.725,00 |
| Fev/26 | R$ 233.738,00 |
| Jan/26 | R$ 234.254,00 |
| Dez/25 | R$ 234.700,00 |
| Nov/25 | R$ 235.053,00 |
| Out/25 | R$ 235.619,00 |
| Set/25 | R$ 236.376,00 |
| Ago/25 | R$ 236.874,00 |
| Jul/25 | R$ 237.254,00 |
| Jun/25 | R$ 237.492,00 |
| Mai/25 | R$ 237.968,00 |
| Abr/25 | R$ 238.183,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta o seguro do IVECO TECTOR 24-280 6×2 (diesel)(E5) 2020
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. No segmento de caminhões, especialmente em modelos pesados como o IVECO TECTOR 24-280 6×2 (diesel)(E5) 2020, a FIPE serve de base para seguradoras estimarem o valor segurável, o que influencia diretamente na definição de coberturas, franquias e, principalmente, no preço do seguro. Em veículos comerciais de grande porte, esse índice não é apenas uma etiqueta de preço; ele envolve condições técnicas, histórico de uso, estado de conservação e o contexto de operação da frota. Ao entender como a FIPE é calculada e aplicada, proprietários e profissionais de corretagem ganham clareza para orientar escolhas de proteção adequadas, sem surpresas desagradáveis no momento de acionar a cobertura.
Ficha técnica do IVECO TECTOR 24-280 6×2 (diesel)(E5) 2020
- Marca: Iveco
- Modelo: TECTOR 24-280 6×2 (E5) 2020
- Tipo/Tração: Caminhão pesado com configuração 6×2
- Motor/Transmissão: Cursor 9, 8,7 L, 280 CV, Euro 5; transmissão de 12 velocidades (opção manual ou automática Eurotronic)
O IVECO TECTOR 24-280 6×2 é reconhecido no mercado por combinar robustez de cavalos de potência com versatilidade de aplicação. O propulsor Cursor 9, com calibração para atender às exigências do Euro 5, oferece torque suficiente para operações de carregamento e transporte de longas distâncias, mantendo o equilíbrio entre desempenho e consumo, o que é essencial para operações logísticas que dependem de previsibilidade de custos. A configuração 6×2, típica para caminhões destinados a cargas pesadas, permite boa distribuição de peso entre os eixos e capacidade de manobra em vias urbanas com infraestrutura de escoamento de cargas. A escolha entre câmbio manual de 12 velocidades ou a caixa automática Eurotronic agrega conforto ao motorista e facilita tarefas operacionais, como entregas repetitivas em bolsões urbanos ou rodovias com trechos de subida.

A marca Iveco: tradição e inovação no segmento de caminhões
A Iveco tem uma trajetória sólida no setor de veículos comerciais, com atuação global que abrange caminhões, ônibus e veículos de defesa em diferentes mercados. Fundada para se dedicar a veículos comerciais de alta durabilidade, a marca se consolidou ao longo das décadas por meio de investimentos em tecnologia de propulsão, eficiência de consumo e soluções de conectividade para frotas. No Brasil, a Iveco tem presença marcante em segmentos de transporte de cargas, construção e distribuição, oferecendo modelos que procuram equilibrar robustez com conforto operacional. A filosofia da empresa de inovar sem perder a confiabilidade se reflete na linha TECTOR, que hoje é associada a propostas de uso intenso com manutenção simplificada e disponibilidade de peças. Em termos de seguro, essa combinação de características costuma influenciar positivamente a percepção de valor, desde que haja histórico de manutenção regular e docs em dia, aspectos que também impactam a avaliação pela FIPE e, por conseguinte, pela seguradora.
Interpretação da FIPE para caminhões pesados: o que muda em relação a veículos de passeio
A Tabela FIPE, ao cobrir caminhões como o IVECO TECTOR 24-280, utiliza um conjunto de dados de mercado que envolve transações de veículos com configurações, milhagens e condições diversas. Para operadores de frotas e corretoras de seguros, é importante entender que o valor de referência FIPE não é o custo de reposição nem o valor de compra de um caminhão novo; ele representa uma média de preço praticado no mercado para exemplares semelhantes no período de referência. Em caminhões, essa média é particularmente sensível a fatores como idade do veículo, uso em operações de carga pesada, tipo de carroceria, histórico de sinistros e, principalmente, o estado de conservação de componentes críticos — motor, transmissão, sistema de freios, eixos, suspensão e cabine. Para o seguro, o objetivo é estabelecer um “valor segurável” que reflita o custo de substituição ou reparo, levando em conta as particularidades do veículo pesado e da atividade a que se destina.
Ao analisar a FIPE para o TECTOR 24-280, as seguradoras costumam observar: o ano-modelo (2020 no nosso caso), a configuração de eixo (6×2), o tipo de combustível (diesel) e a conformidade de emissões (Euro 5). Esses elementos ajudam a calibrar a taxa básica, a vigência de coberturas específicas (como proteção a terceiros, colisão, incêndio, roubo, assistência 24h e proteção de cabine) e eventuais adições, como cobertura para acessórios e equipamentos especiais de carroceria. É comum que a FIPE seja usada como referência para a avaliação de valor de indenização em caso de sinistro total ou de depreciação em reparos, sempre em conjunto com a avaliação técnica realizada pela seguradora no momento da indenização.
Como a FIPE influencia a escolha de coberturas e o custo do seguro
Para quem planeja contratar ou renovar o seguro de um IVECO TECTOR 24-280 6×2, compreender a função da FIPE pode evitar surpresas desagradáveis na hora de acionar a apólice. Em termos práticos, a FIPE orienta:
– O valor segurável: a base para calcular o que será indenizado em caso de prejuízo total ou de reparo, levando em conta depreciação natural de caminhões usados. Uma referência fiável ajuda a evitar subavaliação ou supervalorizações que desequilibrem a relação entre prêmio e cobertura exigida.
– Montagem de coberturas adicionais: equipamentos instalados no veículo, como carroceria específica, elevadores, compressores, sistemas de climatização e dispositivos de telemetria, podem exigir valores de substituição diferenciados. A FIPE funciona como referência, mas as apólices costumam permitir rubricas adicionais para itens específicos, assegurando reposição à altura do investimento.
– Requisitos de franquia e limites: quanto maior o valor segurável, mais relevante o equilíbrio entre a franquia, as coberturas incluídas e o custo final do prêmio. O objetivo é manter proteção adequada sem onerar o custo do seguro de forma desproporcional à operação.
Como a seguradora avalia o valor segurável do IVECO TECTOR 24-280 na prática
Durante a avaliação de uma apólice para um caminhão pesado como o TECTOR 24-280, a seguradora utiliza a FIPE como um dos componentes de referência, aliando-o a uma análise técnica detalhada. O processo costuma envolver:
– Verificação do histórico do veículo: dados de manutenção, troca de componentes críticos, sinistros anteriores e intervalos de serviço. Um histórico bem documentado costuma favorecer condições mais estáveis de prêmio e coberturas mais adequadas à realidade operacional.
– Conferência de características técnicas: confirmando o motor, a transmissão, o número de eixos, a configuração de tração e eventuais modificações na carroceria ou nos sistemas de segurança. Alterações relevantes podem mudar o valor de reposição e, por consequência, o valor segurável.
– Análise de uso e de frota: caminhões que operam em rotas com maior exigência de tração, peso de carga e condições climáticas podem ter necessidades de proteção mais específicas, como cobertura de perdas por desgaste ou proteção de componentes de alto custo de reparo.
– Compatibilidade com as normas de emissões: o enquadramento Euro 5 é um ponto que influencia a avaliação de custos de reposição ou substituição, bem como a disponibilidade de peças no mercado, o que impacta diretamente no custo de sinistros e na viabilidade de reposição de itens.
Fatores-chave de depreciação e reposição para o IVECO TECTOR 24-280
Embora a FIPE ofereça uma referência de mercado, a depreciação real de um caminhão pesado em termos de segurabilidade depende de diversos fatores práticos. Abaixo estão elementos que costumam pesar na hora de consolidar o valor segurável e ajustar o prêmio:
Estado de conservação e idade jurídica do veículo: caminhões bem conservados, com histórico regular de manutenção preventivas, tendem a oferecer maior previsibilidade de custos em um eventual sinistro. A idade do veículo, associada ao tempo de uso em operações de carga, influencia diretamente na avaliação de depreciação aplicada pela seguradora.
Tipo de operação e condições de uso: locais de operação com trechos de subida, longas distâncias ou trabalhos intensos de carga podem desgastar componentes críticos mais rapidamente, o que pode alterar o custo de substituição de itens essenciais e, por consequência, o valor segurável estimado pela seguradora.
Configuração de cabine e carroceria: se o veículo opera com carroceria específica para determinadas cargas, o custo de reposição pode incluir itens adicionais ou de maior complexidade, tal como sistemas de frete, elevadores, ou proteções específicas
