Valor FIPE Atual
R$ 188.726,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 506089-3
Ano: 2014-3
MêsPreço
Jan/26R$ 188.726,00
Dez/25R$ 189.675,00
Nov/25R$ 190.629,00
Out/25R$ 189.437,00
Set/25R$ 190.389,00
Ago/25R$ 191.346,00
Jul/25R$ 192.308,00
Jun/25R$ 193.275,00
Mai/25R$ 194.247,00
Abr/25R$ 187.679,00
Mar/25R$ 185.340,00
Fev/25R$ 185.452,00

Visão integrada da Tabela FIPE para o Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p — 2014, impactos na avaliação de seguro

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões e modelos comerciais leves. No contexto de seguros, esse indicador serve como base para a definição de coberturas, valores de indenização e avaliação de riscos. Quando o veículo em questão é um Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p (diesel) (E5) do ano 2014, a leitura da FIPE envolve particularidades próprias desse conjunto: a configuração de eixos, o tipo de motorização, o estado de conservação e a idade do veículo pesam para o cálculo do prêmio e da indenização, além de influenciar a forma como a seguradora encara o custo de reposição ou de reparo em caso de sinistro.

Este artigo tem como objetivo oferecer uma visão educativa e prática sobre como interpretar a tabela FIPE para esse modelo específico, quais fatores costumam impactar o valor referencial, e como isso se traduz em escolhas mais eficientes na contratação de um seguro de caminhões. Abaixo, você encontrará uma ficha técnica resumida, uma contextualização sobre a marca, uma explicação sobre como a FIPE se relaciona com o seguro, os fatores que costumam alterar o valor de referência e, por fim, orientações úteis para quem busca proteção adequada sem surpresas.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E22 ATTACK 6×2 2p (dies.)(E5) 2014

Ficha técnica do veículo

  • Fabricante e linha: Iveco, Tector (família de caminhões médios/pesados concebidos para aplicações comerciais variadas)
  • Modelo específico: 240E22 Attack 6×2 2p
  • Ano de referência: 2014
  • Propulsor: motor a diesel com tecnologia Euro 5 (emissões controladas); configuração comum em caminhões dessa linha
  • Configuração de eixo e cabine: 6×2 com duas rodas acionadas (eixos dianteiros para direção e eixo duplo traseiro), com cabina Attack típica da linha, pensada para operações de serviço pesado
  • Transmissão: conjunto de transmissão de várias marchas (tipicamente manual em muitas configurações da época), com acabamento voltado a aplicação de carga e desempenho em alta capacidade
  • Capacidade de carga e dimensões: projetado para transportar cargas relevantes em operações rodoviárias e misto, com peso bruto total (PBT) compatível com o segmento, variando conforme configuração de eixo e chassi

Observação: os dados específicos de motor, câmbio, peso e dimensões podem variar conforme a configuração de fábrica adotada pelo proprietário ou pela concessionária. Em avaliações de FIPE e de seguro, costuma-se considerar a configuração mais comum ou aquela disponível na base de dados da FIPE para o ano-modelo correspondente, complementada por informações do fabricante quando necessário. Para fins de seguro, o importante é entender que a FIPE reflete uma estimativa de valor de mercado com base em transações de veículos usados em determinadas faixas de idade e configuração; variações regionais e de estado de conservação podem influenciar o valor efetivo de indenização.

Contextualizando a marca: Iveco no cenário de caminhões comerciais

A Iveco é uma fabricante italiana reconhecida globalmente pela sua atuação em veículos comerciais, com especialização em caminhões, ônibus e veículos de construção. A história da marca no segmento de caminhões remete a décadas de desenvolvimento de plataformas robustas, com foco em durabilidade, eficiência de combustível e capacidade de trabalho em condições desafiadoras. No Brasil e em outros mercados da América Latina, a Iveco consolidou uma rede de assistência técnica, reposição de peças e serviços de pós-venda que facilita a manutenção de frotistas e motoristas autônomos que optam por esse fabricante.

Entre as vantagens frequentemente citadas pelos usuários e pela imprensa especializada, destacam-se a versatilidade de aplicações (distribuição, construção, transporte de cargas pesadas, serviços agrícolas e rodoviários), a disponibilidade de motores Euro 5 ou equivalentes (com ênfase em menor emissão de particulados e resposta de torque para tração), além da facilidade de customização de cabines para diferentes necessidades operacionais. A reputação de robustez associada aos modelos Tector contribui para a percepção de valor de revenda e para a confiança de empresas que dependem de frotas com alto percentual de disponibilidade.

Como entender a Tabela FIPE neste modelo específico

A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado, compilando transações de veículos usados ao longo do tempo e reunindo informações sobre idade, condições gerais, configuração, e histórico de uso. No caso do Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p (diesel) (E5) 2014, a leitura da FIPE envolve alguns pontos-chave:

1) Idade do veículo e depreciação: com mais de uma década desde o lançamento, a curva de depreciação já operou em patamares estáveis para muitos caminhões comerciais. O valor-prêmio para seguro tende a refletir não apenas o preço de aquisição original, mas também a depreciação natural associada à idade, quilometragem e histórico de uso.

2) Configuração de eixo e aplicação: a configuração 6×2, com duas rodas motrizes, é relevante para o cálculo de desgaste, consumo e demanda de peças. A FIPE para esse conjunto costuma diferir de modelos com 4×2 ou 6×4, pois o uso típico influencia a oferta de peças, a taxa de reparos e o tempo de mercado de reposições.

3) Emissões Euro 5 (E5): a classificação de emissões é um fator que agrega valor de mercado atualizado para equipamentos com normas modernas. Em alguns casos, podem existir diferenças entre versões com diferentes padrões de motorização, o que pode impactar o valor listado na FIPE e, por consequência, o cálculo de cobertura de responsabilidade civil, danos ao veículo e proteção contra roubo/furto.

4) Condições de estado e uso: quase sempre, estados de conservação, histórico de sinistros, tipo de uso (fronte de transporte, entrega, construção) influenciam a leitura da FIPE e, subsequentemente, o orçamento de seguros que utilizam esse referencial como base de indenização. A prática comum é fazer a verificação em bases oficiais da FIPE e cruzar com informações do fabricante e de avaliações de terceiros para confirmar a consistência do valor de referência.

Ao transformar a leitura da FIPE em prática de seguro, o principal é compreender que o valor de indenização contratado não precisa ser igual ao preço original, mas deve refletir um valor de reposição adequado à realidade de mercado. Por isso, muitos segurados optam por coberturas adicionais, como valor de reposição a novo, quilometragem definida para o uso e assistência 24h, a fim de reduzir lacunas entre o valor listado pela FIPE e o custo real de reposição em caso de sinistro.

Fatores que costumam influenciar o valor FIPE para este modelo

Para o Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p (diesel) (E5) 2014, os seguintes fatores costumam impactar o valor referencial na FIPE e, por consequência, o seguro:

  • Quilometragem e histórico de uso: veículos com menor quilometragem e uso mais estável tendem a manter um valor FIPE mais alto dentro da faixa de idade correspondente.
  • Condição da carroceria e da cabine: presença de danos, oxidação, desgaste de peças (pintura, para-brisa, suspensão) pode reduzir o valor de mercado indicado pela FIPE.
  • Configuração de eixo, cabine e acessórios: variantes de eixos, tipo de cabine, presença de dispositivos adicionais (equipamentos de refrigeração, caçamba, plataforma) influenciam o preço de referência, já que cada configuração tem custos de reposição diferentes.
  • Histórico de manutenção e prontidão de reposição de peças: frotas com manutenção regular, registro de serviços e disponibilidade de peças de reposição costumam apresentar melhor posicionamento na avaliação FIPE, pois reduzem o risco de reparos custosos e indisponibilidade.

Esses fatores ajudam a entender que o valor FIPE não é apenas uma cifra fixa, mas um retrato dinâmico da relação entre idade, uso, condição física e configuração do veículo. Na prática de seguro, essa leitura orienta o dimensionamento de coberturas, franquias e limites de indenização, a fim de garantir proteção compatível com o valor real de reposição do caminhão, sem distorções que possam comprometer a viabilidade financeira da apólice em caso de sinistro.

Impacto da FIPE no seguro de caminhões: o que observar

Quando uma seguradora utiliza a FIPE como referência para o seguro de um caminhão como o Iveco Tector 240E22 Attack, algumas consequências comuns emergem:

– Prêmio: o valor do prêmio reflete o risco percebido pela seguradora com base na estimativa de valor do veículo. Quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o prêmio, especialmente se o veículo fica exposto a riscos de roubo ou perdas totais.

– Indenização: em caso de sinistro total, a indenização pode seguir o valor FIPE ou o valor de reposição contratado, dependendo das cláusulas da apólice (valor FIPE, valor de novo/parcial, ou reposição com itens equivalentes). A escolha entre essas opções impacta diretamente o custo efetivo da apólice e a proteção oferecida.

– Coberturas adicionais: é comum que proprietários complementem a apólice com coberturas que ajudam a equalizar o gap entre o valor FIPE e o custo de reposição, como valor de reposição a novo, proteção de acessórios, cobertura para terceiros e franquias diferenciadas para colisão, incêndio, explosão ou roubo.

– Depreciação acelerada e variáveis do mercado: para veículos que sofrem alterações no mercado de reposição ou em cenários macroeconômicos, a FIPE pode passar por ajustes periódicos. Seguradoras que acompanham essas variações com regularidade tendem a oferecer condições mais estáveis de prêmio, com revisões programadas de acordo com a evolução da tabela.

Como preparar uma cotação eficaz para o Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p (diesel) (E5) 2014

Para quem busca uma cotação de seguro para este modelo, algumas práticas ajudam a obter propostas mais alinhadas com a realidade de uso e com as necessidades da operação:

– Organize informações essenciais do veículo: ano, modelo, configuração de eixo, tipo de cabine, motor, emissões Euro 5, localização da frota e uso típico (transporte de carga, entrega, construção, etc.).

– Detalhe o estado atual do caminhão: quilometragem aproximada, histórico de manutenção, itens de segurança instalados, estado de pneus e freios, bem como eventuais sinistros ocorridos nos últimos anos.

– Defina as coberturas desejadas: além da cobertura básica de danos a terceiros, considere proteção contra colisão, incêndio, roubo, danos a carga, assistência 24h, e, se pertinente, valor de reposição a novo ou reposição integral para o veículo.

– Compare propostas com clareza: avalie não apenas o valor do prêmio, mas também franquias, limites de indenização, extensão geográfica de cobertura, inclusão de peças de reposição, rede de assistência e prazos de carência. A comparação transparente evita surpresas futuras.

– Considere a consolidação com a GT Seguros: ao planejar a proteção de uma frota ou de um veículo específico como o Tector 240E22 Attack, vale explorar diferentes cenários de seguro. Uma cotação com a GT Seguros pode oferecer condições competitivas, com opções de personalização para atender às necessidades da operação e do orçamento da empresa ou do empresário autônomo.

O que a FIPE não substitui na sua decisão de seguro

A Tabela FIPE é uma referência importante, mas não deve ser o único critério de decisão. Existem aspectos práticos que o FIPE não captura integralmente, como a disponibilidade de peças, o custo de reparos, a relação de assistência da marca, a rede de oficinas credenciadas e a capacidade de reposição rápida. Além disso, a FIPE não reflete o custo de adaptar um caminhão para uma função específica (por exemplo, caçamba de carga, carroceria frigorífica, plataformas ou implementos especiais). Pensando nisso, uma avaliação de seguro que combine o valor de referência com a realidade operacional da frota tende a oferecer proteção mais confiável e custo-efetiva.

Considerações finais sobre a Tabela FIPE e o Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p

Para profissionais que atuam com frotas, compreender como a FIPE se aplica ao modelo 240E22 Attack de 2014 é essencial para alinhar expectativas sobre cobertura, indenização e renovação de contrato. A combinação de uma configuração robusta (6×2, com dupla mola de apoio e cabine de serviço) com a linha de empuxo característica da Iveco oferece um perfil de atuação voltado a operações que exigem confiabilidade, desempenho e boa capacidade de sacrifício em carga. O valor de mercado indicado pela FIPE serve como referência, mas a prática de seguro eficaz envolve ajustar esse valor com base na conservação, uso específico, histórico de manutenção, e na escolha de coberturas que melhor protejam o custo de reposição ou reparo diante de diferentes cenários de sinistro.

Em resumo, a leitura cuidadosa da FIPE para o Iveco TECTOR 240E22 Attack 6×2 2p (diesel) (E5) 2014 ajuda a entender quanto você pode planejar para a proteção da sua operação. Ao considerar o seguro, equilibre a necessidade de proteção com o custo, levando em conta o histórico da frota, as condições de uso e as opções de personalização que podem reduzir impactos financeiros em situações de im