Valor FIPE Atual
R$ 180.122,00
↓ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 506090-7
Ano: 2013-3
MêsPreço
Jan/26R$ 180.122,00
Dez/25R$ 181.857,00
Nov/25R$ 183.548,00
Out/25R$ 186.521,00
Set/25R$ 188.255,00
Ago/25R$ 189.211,00
Jul/25R$ 189.505,00
Jun/25R$ 190.458,00
Mai/25R$ 192.566,00
Abr/25R$ 192.886,00
Mar/25R$ 193.856,00
Fev/25R$ 195.255,00

Panorama técnico e mercadológico da Iveco Tector 240E28 6×2 2P E5 (2013) na Tabela FIPE

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de veículos comerciais no Brasil, incluindo caminhões de configuração 6×2. Quando se analisa o modelo Iveco Tector 240E28, específico de 2013, entram em jogo diversos fatores que afetam o preço de referência, como a condição da cabine, o estado do motor, o histórico de manutenção e as configurações de tração. Para profissionais de seguro, comércio de veículos usados e operadores logísticos, compreender a relação entre a ficha técnica, o histórico do veículo e a consulta à FIPE facilita a negociação de condições justas e a avaliação de riscos. Este artigo apresenta uma visão abrangente sobre a TECTOR 240E28 6×2 2P (diesel) (E5) 2013, com foco na ficha técnica, no comportamento da marca e nas implicações para seguros, sempre mantendo o enquadramento na tabela FIPE.

Entendendo a configuração: o que significa 6×2 2P e Euro 5

Antes de mergulhar na ficha técnica, é importante esclarecer algumas siglas que aparecem com frequência na documentação de caminhões usados e na FIPE. A configuração “6×2” indica que o caminhão tem seis rodas fixas na carroceria, com dois eixos acionados, o que facilita o transporte de cargas pesadas em trechos urbanos e rodoviários. A denominação “2P” costuma sinalizar uma cabine com duas portas destinadas a dois ocupantes, embora, dependendo da versão, haja variações de configuração interna. Já o rótulo “E5” refere-se à norma de emissões Euro 5, que implica limites de emissão de poluentes mais rigorosos em comparação a padrões anteriores, com impactos diretos na eficiência do motor, no consumo de combustível e na necessidade de componentes de pós-tratamento, como filtros de partículas (DPF) e tecnologias de redução de NOx.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E28 6×2 2p (dies.)(E5) 2013

Essa combinação — tração 6×2, cabine com capacidade para dois ocupantes, motor diesel e conformidade Euro 5 — é típica de veículos voltados a operações de frota regional e de distribuição de cargas pesadas, onde é preciso equilibrar desempenho, robustez e custo de operação. Ao pesquisar valores na FIPE para essa configuração, é comum encontrar variações consideráveis conforme o estado de conservação, a necessidade de manutenção e o histórico de uso do caminhão. Por isso, ao comparar tabelas FIPE, é essencial observar não apenas o preço de referência, mas também a ficha técnica completa e o estado do veículo no momento da avaliação.

Ficha técnica resumida: Iveco Tector 240E28 6×2 2P (E5) 2013

Abaixo está um retrato técnico que compõe a configuração típica associada ao modelo na Tabela FIPE. Os valores apresentados seguem o perfil da linha de 2013 e podem variar conforme a unidade específica; sempre confirme no veículo consultado e na documentação FIPE atualizada.

  • Marca: Iveco
  • Linha/modelo: Tector 240E28
  • Configuração de tração: 6×2
  • Cabine: 2P (dois ocupantes, configuração comum em cabines simples para uso comercial)
  • Ano/modelo: 2013
  • Combustível: Diesel
  • Emissão: Euro 5 (E5)
  • Potência nominal: aproximadamente 240 cv (valor típico para a linha 240E28)
  • Torque máximo: em torno de 900–1.200 Nm (valor típico para motores Euro 5 nessa faixa de potência, sujeito a confirmação pela unidade específica)
  • Transmissão: manual, com cerca de 6 velocidades (valor comum na configuração 6×2 da Tector)
  • Configuração de eixos: 6×2, com dois eixos traseiros, sendo o eixo dianteiro não motriz nesta configuração, e opção de eixo de apoio ou tag em determinadas versões
  • Capacidade de carga e GVW: peso bruto total (GVW) típico na faixa de até 28 toneladas, com variabilidade conforme o conjunto de eixos, suspensão e dispositivos de freio
  • Tipo de cabine: dual cab / 2 portas, voltada para uso utilitário e transporte de carga
  • Suspensão e freios: sistema compatível com operação intensiva de frota, com freios a tambor ou ABS, conforme versão e pacote adotado
  • Dimensões e peso: dimensões gerais compatíveis com caminhões médios pesados; variações ocorrem conforme fabricação e configuração de fábrica

É importante lembrar que, para a avaliação na FIPE, muitos desses itens aparecem automaticamente via base de dados quando se consulta um código de modelo específico. A ficha técnica acima oferece uma visão consolidada, que permite comparar unidades usadas de forma mais objetiva e entender melhor como cada parâmetro influencia o preço de tabela, bem como os custos operacionais e o seguro do veículo.

A marca Iveco: tradição, inovação e presença no transporte brasileiro

A Iveco é uma marca com forte presença no setor de veículos comerciais pesados, conhecida por oferecer soluções que aliam robustez, confiabilidade e capacidade de operação em diferentes segmentos, desde distribuição urbana até transporte de cargas pesadas em rodovias. Fundada como parte de uma história industrial italiana com alcance global, a Iveco consolidou-se ao longo de décadas como fornecedora de caminhões, ônibus e motores para aplicações industriais, construção, mineração e agricultura.

Alguns pontos-chave sobre a marca ajudam a entender o comportamento da Tector no mercado brasileiro:

  • Foco em soluções para frotas: a Iveco é conhecida por desenvolver caminhões que atendem a necessidades específicas de cada segmento, com ênfase em durabilidade, consumo controlado e facilidade de manutenção.
  • Redes de serviço: a presença de redes autorizadas e assistência técnica facilita o suporte a frotas com caminhões da linha Tector, o que impacta positivamente a disponibilidade operacional.
  • Engenharia adaptada: motores Euro 5 da linha Tector costumam combinar desempenho estável com requisitos de emissões, o que é relevante para frotas que precisam cumprir normas ambientais sem abrir mão da eficiência.
  • Valor de reposição e disponibilidade de peças: a disponibilidade de peças e kits de manutenção influencia o custo total de propriedade e o tempo de operação da frota.

O Tector é frequentemente visto como uma opção competitiva para serviços regionais, entrega de grande porte e operações de logística que exigem uma boa capacidade de carga aliada a manuseio seguro de rotas diversas. Em termos de seguro, a reputação de confiabilidade da marca, aliada a uma rede de assistência, pode reduzir o custo de cobertura, desde que o histórico de manutenção e a documentação do veículo estejam em dia.

Desempenho, consumo e robustez para operações de frota

Quando um operador avalia a Tector 240E28 6×2 2P, questões de desempenho e custo por quilômetro aparecem com destaque. A combinação de potência e torque atende às demandas de transporte de cargas moderadamente pesadas, com capacidade de transitar por trechos urbanos e rodoviários sem necessidade de reconfigurações frequentes da transmissão. A seguir, pontos centrais sobre desempenho e custo operacional:

  • Desempenho em subida e capacidade de reboque: com motor de alto torque, o veículo tende a manter velocidade estável em trechos de carga elevada, o que ajuda em operações de distribuição e entrega em áreas com maior elevação de terreno.
  • Confiabilidade do motor Euro 5: a conformidade com Euro 5 implica menos emissões de NOx e partículas, refletindo não apenas em questões ambientais, mas também em requisitos de manutenção de pós-tratamento, como filtros de partículas e sistemas de recirculação de gás.
  • Consumo e regime de operação: o rendimento de combustível depende de fatores como peso de carga, aerodinâmica, padrão de rota e manutenção do motor. Em operações de frota com repetição de trajetos curtos e paradas frequentes, o consumo pode variar consideravelmente entre unidades.
  • Durabilidade de componentes: a linha Tector é desenvolvida para suportar uso diário intenso, com atenção especial à suspensão, freios e transmissão, que sofrem menos desgaste quando a manutenção preventiva é seguida com rigor.

Para quem utiliza o veículo na prática, é comum observar que a escolha pela Tector 240E28 está associada a uma boa relação entre preço de aquisição, qualidade de construção e disponibilidade de peças. Em termos de seguro, essa disponibilidade de rede de assistência técnica pode influenciar a avaliação de risco, reduzindo tempos de inatividade e, por consequência, o custo total de propriedade.

Aplicações típicas e cenários de uso

A configuração 6×2 de caminhões Iveco Tector é frequentemente escolhida por empresas que atuam em setores com demanda estável de transporte de cargas moderadas a pesadas. Abaixo, exemplos de cenários em que esse modelo costuma se destacar:

  • Distribuição regional de mercadorias: o equilíbrio entre capacidade de carga e manobrabilidade torna o 6×2 adequado para operações em áreas com infraestrutura mista.
  • Transporte de materiais de construção: a robustez do conjunto motor-transmissão e a possibilidade de carrets com caçambas ou baús reforçados ajudam no deslocamento de materiais pesados entre canteiros de obra.
  • Logística de varejo de grande porte: para reposição de estoque em centros de distribuição, o veículo oferece confiabilidade em trajetos mais longos sem necessidade de paradas frequentes para manutenção emergencial.
  • Setor agrícola e pecuário: quando utilizado em atravessamento de locais com vias não asfaltadas, o conjunto de suspensão e eixo traseiro pode ser vantajoso para contornar terrenos irregulares, desde que o veículo esteja calçado para essas condições.

É relevante que, ao planejar a utilização, a frota avalie a configuração de eixo, a potência disponível e o espaço de cabine, para evitar incompatibilidades com a operação pretendida. Além disso, a escolha por uma unidade com especificação Euro 5 pode trazer ganhos ambientais e reduzir custos com eventuais penalidades ou restrições de tráfego em determinadas regiões, mantendo a rentabilidade da operação.

Manutenção, peças, usabilidade e custos de operação

Manter a Tector 240E28 em bom estado envolve uma rotina de cuidados que influencia diretamente a performance do veículo, o tempo de disponibilidade da frota e o custo total de propriedade. Alguns pilares da manutenção para esse tipo de caminhão incluem:

  • Rotina de inspeção preventiva: verificações regulares em itens como freios, suspensão, fluídos e filtros ajudam a evitar reparos mais graves e aumentam o tempo útil da máquina.
  • Trocas de óleo e filtros: seguir o intervalo recomendado pelo fabricante e as especificações do motor é essencial para manter a eficiência e minimizar o desgaste.
  • Sistemas de pós-tratamento: motores Euro 5 exigem atenção ao DPF e aos sistemas de redução de emissões; a manutenção adequada evita entupimentos e perdas de potência.
  • Programação de revisões na rede autorizada: contar com a rede Iveco facilita a obtenção de peças originais, garantia de qualidade e suporte técnico específico para a linha Tector.

Quanto aos custos operacionais, a avaliação depende de fatores como o custo de combustível, preço de peças, mão de obra e disponibilidade de serviço. Em muitos casos, caminhões com menos tempo de uso e histórico de manutenção bem documentado apresentam custos mais previsíveis e menor variação de preço na FIPE ao longo do tempo. A robustez do conjunto motor-transmissão, aliada a uma boa prática de manutenção, tende a preservar o valor de revenda e reduzir o tempo de imobilização do veículo para procedimentos de serviço.

Seguros para caminhões: como a FIPE influencia o processo de cotação

Ao pensar em seguro para um caminhão Iveco Tector 240E28 6×2 2P (E5) 2013, a Tabela FIPE é uma das referências centrais para a definição do valor segurado, bem como para a modelagem de risco. Embora a seguradora não utilize apenas o valor de compra ou de tabela para estabelecer prêmios, o FIPE fornece uma referência estável para estimar o valor de reposição ou de mercado do ativo. Além disso, o perfil do veículo — motor Euro 5, configuração de tração 6×2, porte e uso típico — influencia fatores de risco como probabilidade de dano em colisões, desgaste de componentes, incidentes de roubo ou furto, e custo de peças. Ao longo da vigência do contrato, a seguradora também pode levar em consideração o histórico de manutenção e a regularidade de inspeções para ajustar o prêmio.

Alguns elementos costumam pesar na hora de definir o custo do seguro para esse tipo de caminhão:

  • Valor de reposição ou de mercado estimado pela FIPE: determina a base financeira da cobertura em caso de sinistro total.
  • Perfil de uso da frota: quilômetros anuais, rotas, trechos com condições de tráfego e clima influenciam o risco de sinistralidade.
  • Medidas de segurança e rastreabilidade: equipamentos adicionais, como rastreadores, alarmes e dispositivos de proteção, costumam reduzir o prêmio ao demonstrar menor risco de furto e menor tempo de resposta.
  • Histórico de manutenção: manutenção regular e atualização de peças originais reduzem probabilidades de falhas graves, o que pode refletir em custos de seguro mais estáveis ao longo do tempo.

Ao trabalhar com a FIPE como referência, corretores e gestores de frotas ganham uma base sólida para negociar condições adequadas de cobertura, incluindo limites de indenização, franquias, assistência 24h, carro reserva e responsabilidades adicionais. A expectativa é combinar proteção de ativos com custos compatíveis ao modelo de negócio, minimizando impactos financeiros decorrentes de eventual sinistro ou de imobilização do veículo para reparos.

Como preparar a cotação: dicas práticas para frota com Iveco Tector 240E28

Para tirar o máximo proveito de uma cotação de seguro, alguns passos ajudam a tornar o processo mais eficiente e assertivo. Considere as seguintes práticas:

  • Organize a documentação técnica do veículo e o histórico de manutenção, incluindo visitas a assistência autorizada e certificados de compliance com Euro 5.
  • Informe com clareza as rotas, o uso diário (entrega urbana, distribuição regional, transporte de carga geral) e o perfil de risco da operação para a seguradora entender o cenário de exposição ao risco.
  • Considere a inclusão de dispositivos de telemetria, rastreamento veicular e monitoramento de comportamentos de condução para otimizar o prêmio.
  • Solicite condições de prêmios proporcionais ao uso real da frota, avaliando opções com franquias variáveis, cobertura para terceiros, colisão, incêndio e roubo, bem como assistência 24h.

Com relação à tomada de decisão, o equilíbrio entre custo e cobertura é essencial. Em algumas situações, pode ser interessante optar por coberturas adicionais para reduzir impactos financeiros em sinistros de maior monta, especialmente em trechos com maior probabilidade de danos, ou quando o veículo opera com cargas de alto valor agregado.

Chamada para cotação com a GT Seguros

Se você busca proteção adequada para a sua frota de caminhões Iveco e deseja uma análise personalizada da Tabela FIPE aliada às melhores práticas de seguro, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação especializada pode trazer condições alinhadas ao seu perfil de operação, facilitando a gestão de riscos e o controle de custos ao longo do tempo.