| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 195.252,00 |
| Fev/26 | R$ 194.796,00 |
| Jan/26 | R$ 196.444,00 |
| Dez/25 | R$ 194.119,00 |
| Nov/25 | R$ 198.101,00 |
| Out/25 | R$ 199.097,00 |
| Set/25 | R$ 200.098,00 |
| Ago/25 | R$ 200.345,00 |
| Jul/25 | R$ 201.352,00 |
| Jun/25 | R$ 202.364,00 |
| Mai/25 | R$ 203.381,00 |
| Abr/25 | R$ 204.404,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para o Iveco TECTOR 240E28 6×2 2p — Ano 2015
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões pesados
A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é a referência adotada pelo mercado brasileiro para estimar o valor de venda de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o Iveco TECTOR 240E28. Embora o preço de compra de um veículo usado dependa de múltiplos fatores, a FIPE fornece um valor de referência amplamente utilizado por seguradoras, concessionárias e compradores para dimensionar o seguro, o financiamento e a indenização em caso de sinistro. Para veículos comerciais, especialmente veículos de grande porte com uso diário intensivo, o valor de referência da FIPE serve como base para entender a depreciação típica ao longo do tempo, levando em conta a idade do veículo, a quilometragem, o estado de conservação, a configuração de tração (6×2) e o tipo de motor (diesel Euro 5, no caso em questão).
É importante reforçar que a FIPE não é o preço de venda vigente em um anúncio específico. Ela funciona como uma média de mercado que ajuda a padronizar cálculos de seguro e de depreciação. Como corretor, vale considerar que a variação regional, o histórico de manutenção, o uso operacional (entrega urbana, transporte de cargas a longas distâncias, frota própria versus fretamento) e o estado do veículo podem deslocar o valor de mercado para cima ou para baixo em relação à referência da FIPE. Por isso, ao consultar a tabela, é essencial interpretar o número como uma referência de base que precisa ser ajustada conforme as condições reais do bem.

Neste contexto, entender a tabela para o Iveco TECTOR 240E28 6×2 2p (dies.)(E5) de 2015 ajuda não apenas a precificar o seguro, mas também a planejar estratégias de gestão de risco, reposição de frota e orçamento de manutenção. A seguir, exploramos a ficha técnica do veículo e, em seguida, discutimos como a FIPE se conecta com a avaliação de risco pela seguradora.
Ficha técnica condensada do Iveco TECTOR 240E28 6×2 2p (diesel)(E5) — 2015
- Motorização: diesel Euro 5, motor em linha com 6 cilindros, turbocompressor e intercooler, potência nominal de aproximadamente 240 cv, torque na faixa de 900–1000 Nm. Configuração adequada para transporte de cargas pesadas em longas distâncias, com boa resposta em rotações moderadas.
- Transmissão e tração: sistema de transmissão de várias marchas compatível com a configuração 6×2 (eixo dianteiro não motriz, dois eixos traseiros motrizes). A transmissão é típica de caminhões pesados, com opções de câmbio manual ou automatizado, dependendo da versão e do pacote. A configuração 6×2 favorece a capacidade de carga elevada e a estabilidade em curvas com peso carregado.
- Cabine e configuração: cabine simples com duas portas, voltada para atuação em operações de transporte de carga. Espaço interior adequado para jornadas de trabalho, com comandos ergonômicos, visibilidade adequada e espaço para acomodar demandas operacionais, como controle de cargas, monitoramento de rota e conforto do motorista.
- Capacidade e dimensões aproximadas: GVW nominal na faixa de 28 toneladas, com peso em vazio típico entre 8,5 e 10,5 toneladas, dependendo da configuração exata (incluindo escolha de carroceria, tanque, equipamentos adicionais e sistema de suspensão). A configuração 6×2 é comum em aplicações de distribuição pesada, logística de rota e operações de transporte com semi-reboques leves a médios.
A marca Iveco: trajetória e atuação no segmento de caminhões pesados
A Iveco é uma fabricante italiana reconhecida globalmente pelo foco em soluções pesadas para o transporte de mercadorias, construção e serviços logísticos. Parte do grupo CNH Industrial, a marca tornou-se referência por meio de linhas reconhecidas por robustez, durabilidade e rede de assistência técnica ampla. No segmento de caminhões pesados, a Iveco tem tradição de oferecer opções com boa relação entre desempenho, consumo e custo de operação, além de uma gama de veículos que atendem desde operações urbanas de média e longa distância até aplicações especiais, como transporte de cargas sob condições desafiadoras.
Para quem gerencia frotas, a marca traz vantagens como disponibilidade de peças de reposição, rede de assistência técnica com grande capilaridade e histórico de desenvolvimento de motores eficientes. Em termos de confiabilidade, o TECTOR, que já foi reconhecido por sua robustez e por facilitar manutenções planejadas, representa uma opção atrativa para empresas que priorizam a disponibilidade operacional e o custo por quilômetro rodado. O modelo 240E28, com configuração 6×2, é especialmente relevante para operações que exigem alta capacidade de carga aliada a boa manobrabilidade em terrenos desafiadores, como estradas de pista simples ou trechos com restrições de peso por eixo.
Como a FIPE impacta a precificação do seguro e a gestão de riscos
Ao se pensar em seguro de caminhão, a FIPE funciona como referência para a avaliação do valor de mercado do veículo utilizado como base de indenização. Em muitos produtos de seguro, o chamado “valor de referência FIPE” serve para estabelecer a soma segurada, por exemplo, sem considerar itens de personalização ou acessórios não originais. Esse valor influencia diretamente o prêmio, já que parte do custo do seguro está atrelado ao risco financeiro que a seguradora assume ao cobrir o veículo em caso de sinistro total ou parcial.
Para caminhões pesados como o Iveco TECTOR 240E28, o uso da FIPE ajuda também a calibrar cenários de depreciação ao longo dos anos. Em veículos de frota, o histórico de sinistros, a idade do exemplar, a quilometragem média por mês e o tipo de operação (distribuição urbana, longas distâncias, transporte de cargas de alto valor agregado) pesam na definição da parcela de prêmio. Em termos práticos, quanto mais alinhado o valor segurado com a FIPE (ajustado pela condição real do veículo), menor a probabilidade de o seguro ficar defasado frente ao valor de mercado na vigência da apólice, o que reduz, entre outros aspectos, o risco de a indenização ficar defasada em caso de sinistro total.
É comum que seguradoras utilizem o FIPE como referência, mas acrescentem ajustes por fatores específicos, tais como sinistralidade da região, tipo de operação da fro
