Valor FIPE Atual
R$ 200.913,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506090-7
Ano: 2016-3
MêsPreço
Fev/26R$ 200.913,00
Jan/26R$ 201.356,00
Dez/25R$ 203.622,00
Nov/25R$ 203.928,00
Out/25R$ 204.953,00
Set/25R$ 205.983,00
Ago/25R$ 206.417,00
Jul/25R$ 207.455,00
Jun/25R$ 209.061,00
Mai/25R$ 210.112,00
Abr/25R$ 211.568,00
Mar/25R$ 212.632,00

Entenda como a Tabela FIPE influencia o seguro do Iveco Tector 240E28 6×2 2p (diesel)(Euro 5) 2016

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para desembrulhar o valor de um veículo usado. No segmento de caminhões pesados, como o Iveco Tector 240E28 na configuração 6×2 2p, a indicação de preço presente na tabela serve como base para diversas operações de seguro, financiamento e negociação entre compradores e vendedores. No entanto, é essencial compreender que a FIPE não determina diretamente o valor do seguro, mas sim fornece uma referência de mercado que as seguradoras utilizam para calibrar coberturas, indenizações e prêmios. A relação entre a Tabela FIPE e o seguro envolve entender como o valor de referência impacta a indenização em caso de sinistro, a atualização de coberturas e a escolha entre diferentes modalidades de pagamento. Este artigo explora, de forma educativa, como a Tabela FIPE se aplica ao Iveco Tector 240E28 6×2 2p, quais fatores de risco a seguradora considera e quais são as melhores práticas para assegurar esse veículo com base em dados de mercado e nas características específicas da marca e do modelo.

Antes de mergulharmos na ficha técnica e nas particularidades da FIPE, vale destacar que o Iveco, como fabricante, consolidou-se internacionalmente como uma referência em caminhões leves, médios e pesados. A marca italiana, presente em muitos mercados globais há décadas, prioriza robustez, eficiência de consumo e rede de assistência técnica, fatores que pesam tanto na vida útil do veículo quanto na percepção de risco pela seguradora. O Tector 240E28, especificamente, é uma expressão de versatilidade para operações de carga pesada com exigências de torque, força de arrasto e durabilidade em trajetos urbanos e rodoviários. A seguir, apresentamos a ficha técnica resumida, seguida de uma discussão sobre o papel da FIPE no seguro e as variáveis que afetam o valor segurado.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E28 6×2 2p (dies.)(E5) 2016

Ficha Técnica do Iveco Tector 240E28 6×2 2p (diesel)(E5) 2016

Abaixo está um conjunto de especificações técnicas que ajudam a situar o modelo dentro do panorama de mercado. Valores específicos podem variar com a configuração de cada unidade, mas as informações apresentadas refletem as características típicas associadas a esse modelo de 2016, em especial quando utilizado na configuração 6×2 2p e com motor Euro 5.

  • Tipo de veículo: Caminhão pesado, configuración 6×2, duas rodas motrizes traseiras com eixo adicional (2p), utilizado para transporte de cargas pesadas em rodovias e atividades logísticas.
  • Motor: Diesel Euro 5, bloco de 8,0–8,7 litros (tipo comum em motores de caminhão da linha Tector), com potência próxima de 240 cv e torque na faixa de 1000–1100 Nm, adequado para translado de peso e resposta em subidas íngremes.
  • Transmissão: Manual de 12 velocidades, com combinação de marchas pensada para equilíbrio entre torque de subida, economia de combustível e manuseio em diferentes terrenos.
  • Dimensões e capacidade: PBT (Peso Bruto Total) em torno de 28.000 kg, com cabine ampla para motorista e espaço para carga conforme as especificações de projeto do veículo. Configuração 6×2 favorece estabilidade em carga elevada, embora possa exigir atenção à distribuição de peso.

Observação importante sobre a ficha técnica: as informações acima representam um conjunto típico de especificações para o Iveco Tector 240E28 6×2 2p (diesel)(E5) 2016, e podem variar conforme a configuração exata da frota e as escolhas de equipagem da época. Em contextos de seguros, esses dados ajudam a calibrar o valor de substituição, a massa a ser segurada e as coberturas específicas que melhor atendem à operação da frota.

A marca Iveco e o seu papel no segmento de caminhões pesados

A Iveco tem uma trajetória marcada por soluções robustas para aplicações pesadas. Fundada na Itália, a marca expandiu-se globalmente e tornou-se referência em caminhões, ônibus e veículos comerciais leves. No mercado brasileiro, a Iveco consolidou uma linha de caminhões que atende desde operações urbanas de entrega até atividades agropecuárias, mineração e logística de médio a longo curso. O diferencial da Iveco, especialmente em séries como o Tector, está na integração entre motor potente, sistema de transmissão confiável e facilidade de manutenção, aliados a uma rede de oficinas autorizadas que facilita o atendimento e a reposição de peças. Quando pensamos em seguros, o histórico de confiabilidade da marca é um fator que transmite menor percepção de risco em comparação a modelos de nicho com rede de assistência mais restrita. Além disso, a disponibilidade de peças originais, a proximidade de serviços de reparo e a valorização da marca no mercado influenciam o valor de reposição e, por consequência, o custo dos prêmios de seguro.

Outro aspecto relevante é a aplicação prática do Iveco Tector 240E28 no dia a dia do transporte de cargas. Caminhões com configuração 6×2 são comumente utilizados para operações de alto peso bruto, com exigência de força de tração em trechos desafiadores e, muitas vezes, com variações de terreno. A capacidade de suportar exigências operacionais intensas, aliada à confiabilidade do motor Diesel Euro 5, influencia não apenas o desempenho, mas também a percepção de risco para as seguradoras. Em termos de seguro, isso se traduz na avaliação de fatores como consumo de combustível, custo de manutenção, disponibilidade de peças de reposição e histórico de sinistros da frota.

Como a Tabela FIPE funciona para o segmento de caminhões pesados

A Tabela FIPE é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e apresenta, mensalmente, valores médios de venda de veículos usados no Brasil. No caso de caminhões pesados, o valor da tabela captura a desvalorização típica de cada modelo ao longo do tempo, levando em conta idade, quilometragem, estado de conservação e condições de mercado. Para o seguro, esse valor serve como referência para o que chamamos de “valor de indenização” em caso de perda total ou para estabelecer o valor de reposição em apólices que oferecem “valor de mercado” ou “valor de reposição com base na FIPE”. Em suma, a FIPE atua como termômetro do preço de mercado para o veículo, ajudando a calibrar o seguro de forma mais alinhada à realidade de compra e venda de carros usados no Brasil.

É importante notar que a FIPE não é uma cotação de seguro, nem um orçamento. Não considera garantias específicas da apólice, nem fatores de risco individualizados da operação da frota. Assim, embora o valor FIPE seja um alicerce para o cálculo de indenização, a seguradora pode trabalhar com ajustes com base em particularidades do veículo, da gestão da frota e do histórico do proprietário. Em caminhões de operação pesada, alguns itens costumam alterar o valor segurado de forma relevante: a quilometragem anual, o tipo de carga, a área de atuação (cidade, rodovia, mineração), o histórico de sinistros, as mudanças de configuração e as opções de proteção de valores próprias da seguradora.

Fatores que influenciam o valor segurado de um Iveco Tector 240E28

Quando falamos de seguro para caminhão, vários elementos entram no cálculo do prêmio e no valor de indenização. A Tabela FIPE fornece uma referência de preço, mas o que acontece no mundo real envolve uma combinação de variáveis que ajudam a definir com precisão o custo do seguro e a cobertura adequada. Abaixo, apresentamos alguns dos fatores-chave que costumam impactar o valor segurado de um Iveco Tector 240E28 6×2 2p:

  • Idade do veículo e tempo de vida útil restante: veículos mais novos tendem a ter valor de reposição mais alto, o que pode aumentar o prêmio, mas também pode oferecer coberturas mais amplas. Já veículos com mais tempo de uso tendem a ser desvalorizados e ter prêmios proporcionais menores, com necessidade de ajuste de cobertura de acordo com o valor de mercado atual.
  • Quilometragem e uso operacional: caminhões com alta quilometragem anual, condições de uso severo (carga pesada frequente, trajetos com subidas íngremes, uso em rodovias com pedágio alto) tendem a apresentar maior risco de falhas e de sinistros, influenciando o custo do seguro.
  • Histórico de sinistros da frota e do proprietário: um histórico limpo costuma resultar em prêmios mais baixos, enquanto ocorrências anteriores, mesmo que menores, podem elevar o custo da apólice.
  • Condição de manutenção e histórico de serviço: veículos com registro regular de manutenção, com peças originais e compliance de serviços tendem a ser vistos com menor risco pela seguradora. A documentação de manutenção ajuda a comprovar que o veículo está em bom estado de funcionamento.

Esses fatores, conectados à referência da FIPE, permitem que as seguradoras proponham coberturas mais justas, como indenização baseada no valor de mercado (FIPE) ou, em algumas situações, na reposição de acordo com o valor de aquisição ou de reposição com base na tabela. Em termos práticos, isso se traduz na forma como o prêmio é calculado, na validade de cada tipo de cobertura (valor de mercado, reposição, coberturas adicionais) e na forma como o sinistro é indenizado. Em mercados com frota de grande porte, é comum que as seguradoras utilizem um mix de referências para cobrir diferentes cenários, sempre com o objetivo de manter o equilíbrio entre custo para o segurado e proteção necessária.

Como a FIPE impacta as opções de cobertura de seguro para caminhões

Ao planejar a proteção do Iveco Tector 240E28, a FIPE facilita a tomada de decisão ao oferecer um referencial de valor real de mercado. Existem, normalmente, várias opções de cobertura que podem ser ajustadas com base nesse valor. Entre as mais comuns, destacam-se:

  • Cobertura por valor de mercado: a indenização em caso de sinistro é baseada no valor estimado pela FIPE ou no valor de venda no momento do sinistro, o que for menor. Essa opção pode ser mais econômica, porém expõe o segurado a variações de preço conforme o mercado.
  • Cobertura por valor de reposição (ou valor de custo de reposição): a indenização busca repor o veículo com um exemplar similar ao novo, levando em conta o custo de reposição atualizado, independentemente do valor FIPE. Em veículos pesados, esse tipo de cobertura pode ser mais confortável para frotas que precisam manter determinado padrão operacional sem interrupções.
  • Coberturas adicionais: proteção contra roubo, incêndio, colisão, danos a terceiros, e, em alguns casos, custos de guincho e itens de comunicação e rastreamento (para melhor gestão da frota).

Para quem administra uma frota com o Iveco Tector 240E28, alinhar a cobertura com as necessidades operacionais e com a realidade de mercado ajuda a evitar surpresas após um sinistro. O uso da FIPE como referência, aliado a uma avaliação técnica do veículo (ficha técnica) e ao histórico de manutenção, resulta em uma solução de seguro mais adequada ao tamanho da operação e ao orçamento disponível.

Dicas para otimizar o seguro do Iveco Tector 240E28 com base na FIPE

Ao buscar ou revisar uma apólice de seguro para esse caminhão, algumas práticas ajudam a melhorar a relação custo-benefício. Abaixo, apresentamos dicas úteis que costumam ser úteis para frotas de diferentes portes, mantendo o foco na aplicação prática da Tabela FIPE e nas características do modelo:

  • Atualize o valor segurado periodicamente: mesmo que a FIPE sirva como referência, é essencial revisar o valor segurado sempre que houver alterações no veículo (novos itens de proteção, mudanças de configuração, upgrades de motor ou transmissão) ou quando a FIPE indicar nova faixa de preço para o modelo.
  • Documente manutenção e histórico de serviço: ter registros de manutenção em dia facilita negociações com a seguradora e pode reduzir o prêmio, pois demonstra menor risco de falhas técnicas que possam gerar sinistros.
  • Se possível, oriente a operação da frota para reduzir o risco de sinistros: treinar motoristas, manter práticas adequadas de condução, planejar rotas com condições menos adversas e implantar rastreamento/logística podem contribuir para uma menor exposição a riscos.
  • Considere opções de monitoramento de frota e proteção contra roubo: equipamentos de rastreamento, alarmes e sensores podem reduzir o risco de furto e facilitar a recuperação, o que, por sua vez, impacta positivamente o custo da apólice.

O que observar ao comparar cotações para o Iveco Tector 240E28

Ao comparar propostas de seguro, leve em conta não apenas o valor nominal do prêmio, mas também o que está incluso em cada opção de cobertura. Um preço mais baixo pode vir acompanhado de franquias mais altas, cobertura restrita ou limites de indenização que não atendem às necessidades da operação. Por outro lado, uma cotação com preço mais elevado pode incluir coberturas mais completas, serviço de assistência 24 horas, carro reserva ou condições especiais de indenização com base na FIPE. Em caminhões, a decisão de compra deve refletir o equilíbrio entre custo mensal e a proteção necessária para manter a frota operando com o menor tempo offline possível.

Além disso, vale considerar o basicamente técnico da apólice: a possibilidade de reajuste com base na FIPE, a periodicidade de atualização do valor segurado, a forma de indenização (valor de mercado vs. reposição), bem como eventuais exclusões que possam afetar operações específicas (por exemplo, viagens fora da área urbana, transporte de cargas perigosas ou de alto risco). Entender como cada cláusula funciona na prática ajuda a evitar surpresas quando precisar acionar a seguradora.

Material educativo para tomada de decisão

Este conteúdo tem o objetivo de oferecer insights educativos sobre a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de um Iveco Tector 240E28 6×2 2p (diesel)(E5) 2016. A FIPE funciona como bússola de mercado, apontando o preço de referência que, quando combinado com o histórico de manutenção, idade e uso da frota, ajuda a construção de uma apólice mais alinhada à realidade. Ao mesmo tempo, a própria seguradora utiliza modelos de risco que vão além do valor de mercado, incluindo análise de rota, tipo de carga, perfil do condutor, disponibilidade de peças de reposição e histórico de sinistros da frota. Com esse entendimento, é possível negociar coberturas que realmente protejam o investimento, sem pagar por serviços desnecessários.

Para empresas que operam caminhões pesados ou frotas com esse tipo de veículo, entender a relação entre o valor de mercado (FIPE) e as opções de cobertura é fundamental. O objetivo é equilibrar proteção financeira, continuidade de operação e custo efetivo do seguro. Em cenários de sinistro, a aplicação correta da FIPE assegura uma indenização justa que favorece a recuperação rápida da frota, minimizando o impacto financeiro para a empresa.

Vale ressaltar que, mesmo com a FIPE como referência,