| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 213.625,00 |
| Fev/26 | R$ 208.706,00 |
| Jan/26 | R$ 207.874,00 |
| Dez/25 | R$ 215.414,00 |
| Nov/25 | R$ 211.268,00 |
| Out/25 | R$ 217.688,00 |
| Set/25 | R$ 216.687,00 |
| Ago/25 | R$ 217.914,00 |
| Jul/25 | R$ 223.278,00 |
| Jun/25 | R$ 223.503,00 |
| Mai/25 | R$ 223.794,00 |
| Abr/25 | R$ 220.212,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Iveco Tector 240E28S Stradale 6×2 2p(dies)(E5) de 2015 e como isso impacta seguros e planejamento
Ficha técnica do Iveco Tector 240E28S Stradale 6×2 2p(dies)(E5) — 2015
Abaixo está um quadro técnico resumido para entender as características relevantes desse modelo específico. Vale lembrar que a configuração 6×2, associada à cabine Stradale e à motorização Euro 5, impacta não apenas a performance em operação, mas também a forma como a seguradora avalia o veículo para seguro, bem como a apreciação de valor na Tabela FIPE.
- Motor e desempenho: Diesel de 6 cilindros em linha com injeção eletrônica, potência nominal de 240 CV, torque em faixa próxima de 900–1.000 Nm, em conformidade com a norma Euro 5 (E5).
- Transmissão e tração: Câmbio manual de várias velocidades (geralmente 6 marchas) com eixo traseiro que confere tração 6×2, adequada para transporte de carga com boa estabilidade em estradas e em contorno urbano.
- Dimensões e cabina: Configuração de cabine Stradale com duas portas, adequada para operações de campo e logística; peso bruto total (PBT) típico da linha 6×2 de aproximadamente 28.000 kg, com espaço para carga conforme a carroceria instalada.
- Emissão e equipamentos: Veículo certificado sob a norma Euro 5, com sistemas de emissões que reduzem poluentes; equipamentação de freios com controles básicos de segurança, além de opções que podem variar conforme o fabricante e a especificação de fábrica (ABS, controles de estabilidade, assistência de frenagem, entre outros).
A marca Iveco: histórico e posição no transporte comercial
A Iveco é uma das fabricantes mais reconhecidas no segmento de veículos comerciais pesados, com presença sólida em mercados globais há décadas. Seu portfólio abrange caminhões leves, médios e pesados, veículos para distribuição urbana, veículos de construção e aplicações rodoviárias de longo alcance. Um dos grandes diferenciais da Iveco está na integração entre motor, transmissão, chassi e cabine, buscando eficiência operacional aliada à confiabilidade em condições adversas de uso diário.

Para frotas e transportadoras, a reputação da Iveco está associada a uma rede de serviço ampla, disponibilidade de peças e opções de personalização que permitem adaptar o veículo à rota, ao tipo de carga e ao regime de trabalho. Em termos de tecnologia, a marca tem investido em soluções que visam reduzir o consumo de combustível, ampliar a durabilidade de componentes críticos e facilitar o dia a dia do motorista, com cabines ergonômicas, visibilidade adequada e controles intuitivos.
No âmbito de seguros, a presença de uma marca com histórico de produção contínua e suporte de rede pode influenciar positivamente a confiabilidade percebida do veículo. Contudo, como qualquer caminhão com especificações pesadas, o custo de seguro e a avaliação de risco dependem de múltiplos fatores, desde o estado de conservação até a aplicação da tabela FIPE e as condições de operação da frota.
Entendendo a Tabela FIPE e o modelo 2015
A Tabela FIPE funciona como referência para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por concessionárias, vendedores, compradores e seguradoras para fundamentar avaliações básicas de valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. Quando falamos de um modelo específico como o Iveco Tector 240E28S Stradale 6×2 2015, a FIPE considera fatores que vão além do modelo e do ano: estado de conservação, kilometragem, histórico de manutenção, alterações na carroceria, entre outros. Por isso, é comum que o preço de referência na FIPE não seja o mesmo que o preço de venda ou o que entra em uma apólice de seguro, mas serve como base para comparação e planejamento financeiro.
Para entender a prática, é útil compreender algumas dimensões da FIPE aplicadas a caminhões pesados. Em primeiro lugar, o ano-modelo influencia o montante de depreciação: modelos mais próximos do ano atual tendem a ter valores de referência mais altos, refletindo menor depreciação. Em segundo lugar, o estado de conservação é decisivo: um veículo com desgaste significativo, pintura comprometida, componentes de suspensão ou freios substituídos por reparos não originais pode ter um valor de referência mais baixo, mesmo que o modelo seja o mesmo. Em terceiro lugar, a configuração de cabine e de carroceria, bem como acessórios adicionais (baú, carroceria modular, elevador, sistema de monitoramento, entre outros) costumam impactar a percepção de valor pela FIPE, ainda que a base do veículo permaneça a mesma.
Para proprietários de frota e para quem cotiza seguro, a leitura da FIPE do Tector 240E28S envolve olhar além do número bruto de potência ou de torque. A FIPE lança valores por faixa de motor, tração e configuração de carroceria. A presença de uma configuração 6×2 com Stradale pode, por exemplo, modular o valor de referência, pois envolve custos adicionais de manutenção, peças específicas de eixo e componentes de freio, bem como peculiaridades de desempenho em determinado tipo de rota. Por isso, ao consultar a FIPE, é fundamental cruzar o valor com a documentação do veículo, o manual do fabricante e o histórico de manutenções, para obter uma visão mais fiel do valor de reposição para fins de seguro e de planejamento.
É comum que empresas de seguros utilizem a FIPE como uma das referências centrais, mas complementam com avaliações técnicas e ajustes baseados no estado real do veículo, na idade do exemplar, na quilometragem e na ocupação da frota (uso urbano, rodoviário, constante variação de rotas). Em suma, a tabela FIPE fornece o piso de valor de referência; o seguro, por sua vez, pode ajustar esse piso para refletir o risco real descrito pela operação da empresa, pelas condições de uso e pela qualidade da manutenção registrada.
Fatores que influenciam o valor de tabela e a apólice de seguro
Para compreender como o valor de referência da FIPE se traduz em uma apólice de seguro, é útil listar os fatores-chave que costumam influenciar tanto o valor de reposição quanto o prêmio do seguro. Abaixo estão quatro pontos centrais que afetam a avaliação do Iveco Tector 240E28S Stradale:
- Condição geral e conservação: o estado físico do motor, da transmissão, dos sistemas de freio e da carroceria determina o ajuste da tabela de referência para mais ou para menos. Peças de desgaste natural, substituições de componentes críticos com histórico de manutenção impecável, e a presença de danos estruturais podem alterar a percepção do valor.
- Quilometragem e uso: veículos que operam mais tempo em estrada tendem a apresentar desgaste diferente de caminhões usados em curtas distâncias urbanas. A quilometragem pode reduzir o valor de reposição, mas a qualidade da manutenção pode compensar parcialmente esse efeito.
- Histórico de manutenção: registros de manutenção completos, incluindo trocas de fluídos, revisão de freios, suspensão, pneus e sistema de escape, ajudam as seguradoras a avaliar o risco de falha mecânica. Uma documentação organizada costuma resultar em condições de prêmio mais favoráveis.
- Itens adicionais e modificações: baú adicional, plataformas, sistemas de elevação, dispositivos de telemetria, ou alterações na carroceria podem impactar o valor de mercado e também o risco segurável. Modificações não originais podem exigir avaliação especial para cobertura de danos e responsabilidade civil, alterando o custo da apólice.
Como a Tabela FIPE é usada pelas seguradoras para o Iveco Tector 240E28S
As seguradoras costumam usar a FIPE como referência inicial para estimar o valor de reposição ou indenização de veículos usados. No caso de caminhões pesados como o Iveco Tector 240E28S Stradale, a FIPE fornece o piso de referência que orienta o cálculo do prêmio, a indenização em caso de sinistro e as condições de cobertura. No entanto, a determinação final depende de uma combinação de aspectos, incluindo o estado real do veículo, a idade, a quilometragem, o histórico de manutenção e o uso da frota. Em operações de seguro, o risco de sinistro pode ser menor para veículos com manutenções regulares, peças originais e uma gestão de frota que reduza a probabilidade de falhas graves em perímetros de rota críticos.
Outro ponto relevante é que a FIPE não é imagem direta de venda de terceiros nem um garantidor de venda futura. Ela serve como referência contábil para ajustar a precificação de prêmios e indenizações. Em termos práticos, isso significa que o mesmo veículo, em duas mãos diferentes, pode ter valores de reposição distintos quando o estado de conservação, a documentação e o histórico de utilização variam entre as partes. Por isso, ao planejar a aquisição ou renovação de seguro, é útil consultar um corretor experiente que possa traduzir a FIPE para condições específicas de operação, frete, rota e necessidades da frota.
É comum que o mercado utilize a FIPE em conjunto com outros índices de referência, como o mercado de usados para caminhões equivalentes e a avaliação técnica de oficinas independentes. Esse cruzamento permite que o preço de reposição não apenas reflita a idade do veículo, mas também o seu real valor de uso na operação diária da empresa. Para quem trabalha com frotas grandes, o objetivo é alinhar o custo do seguro com o valor de reposição mais realista, de modo a evitar tanto o sub-seguro (quando o valor de reposição fica abaixo do necessário) quanto o super-seguro (quando o prêmio se eleva sem necessidade real).
Aspectos práticos para gestão de seguro e negociação com o mercado
Ao planejar a proteção do Iveco Tector 240E28S Stradale, alguns passos práticos ajudam a tornar a cobertura mais adequada e econômica. A seguir, algumas orientações úteis para quem atua com uma frota ou com veículos usados em operações diversas:
Primeiro, faça um inventário claro das características do veículo, incluindo a configuração 6×2, a cabine Stradale, a carroceria instalada e possíveis adaptações. Em segundo lugar, organize o histórico de manutenção com documentação organizada, identificando datas, milhas, peças substituídas e serviços realizados. Terceiro, avalie o tipo de uso previsto para o veículo (cargas, rotas, operabilidade urbana vs. rodoviária) e considere a necessidade de coberturas adicionais, como proteção de placas, transporte de cargas especiais ou cobertura para terceiros contratados. Por fim, envolva o corretor na comparação entre propostas, levando em conta as exclusões de cobertura, franquias e limites de indenização, que podem variar consideravelmente entre seguradoras.
Para caminhões da Linha Tector com tecnologia Euro 5, vale também discutir com a seguradora a possibilidade de coberturas adicionais de proteção a motor, prazos de manutenção preventiva, bem como serviços de assistência 24 horas, guinchos e apoio logístico em caso de sinistro. Esses recursos podem impactar diretamente a continuidade das operações da sua frota e, consequentemente, o custo total da proteção.
Conclusão: como agir diante da Tabela FIPE e da escolha de seguro para o Iveco Tector 240E28S Stradale
O universo de veículos pesados usados, como o Iveco Tector 240E28S Stradale 6×2 de 2015, exige uma leitura cuidadosa da Tabela FIPE aliada a uma avaliação prática do estado do veículo. A FIPE oferece um referencial sólido para entender o valor de mercado, mas o seguro depende de uma visão holística que leve em conta a operação, a manutenção e as características específicas da configuração de cada exemplar. A combinação entre o valor de referência, a condição operacional e a gestão de risco determina o custo da apólice, a robustez das coberturas e a capacidade de manter a frota protegida sem comprometer a competitividade logística
