Valor FIPE Atual
R$ 235.036,00
↑ 2,6% vs mês anterior
FIPE: 506091-5
Ano: 2016-3
MêsPreço
Mar/26R$ 235.036,00
Fev/26R$ 229.152,00
Jan/26R$ 221.838,00
Dez/25R$ 222.261,00
Nov/25R$ 222.595,00
Out/25R$ 223.131,00
Set/25R$ 222.892,00
Ago/25R$ 223.362,00
Jul/25R$ 228.860,00
Jun/25R$ 229.091,00
Mai/25R$ 229.389,00
Abr/25R$ 229.005,00

Iveco Tector 240E28S Stradale 2016: visão geral, ficha técnica e implicações para seguros com base na tabela FIPE

Sobre a Iveco: tradição e presença sólida no segmento de caminhões

A Iveco é uma fabricante italiana com longo histórico no fornecimento de veículos comerciais médios e pesados. No Brasil, a marca consolidou-se como uma opção prática para frotas de transporte de carga devido à robustez dos seus caminhões, à disponibilidade de peças e à rede de assistência técnica. A linha Tector, em especial, atende operadores que precisam de confiabilidade para operações urbanas e rodoviárias, com foco em ciclos de uso que exigem durabilidade, custo de manutenção contido e facilidade de reparo. A Stradale, dentro da gama Tector, costuma oferecer combinações de cabine e configuração que privilegiam a operação em curtas ou médias rotas de entrega, com atenção ao conforto do motorista e à eficiência operacional. Em termos de seguro, veículos dessa categoria costumam exigir coberturas que reflitam a magnitude de carga, o custo de reposição e o risco de danos a terceiros, sempre com cuidado para não subestimar a necessidade de proteção contra roubos, acidentes e eventos climáticos adversos.

Ficha Técnica do Iveco Tector 240E28S Stradale 6×2 2p(dies)(E5) 2016

Observação: as especificações podem variar conforme a configuração de fábrica, estado de conservação e histórico de manutenção. Abaixo, apresentam-se aspectos comumente associados a esse modelo na linha Stradale, em referência à configuração 6×2 e motor diesel Euro 5 (E5) para o ano de 2016.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E28S STRADALE 6×2 2p(dies)(E5) 2016
  • Motor e desempenho: diesel, turbo alimentado, motor em linha típico da linha Tector, projetado para atendimento de aplicações de meia e pesada carga, com foco em equilíbrio entre potência e torque para manobras de carga útil. Em termos práticos, a potência nominal costuma situar-se ao redor de 240 cv, com torque elevado para sustentar a arrancada com peso carregado. Estes parâmetros variam com a configuração específica do motor e do eixo.
  • Transmissão e câmbio: transmissão preparada para uso intenso, com opções de câmbio manual de várias marchas (frequentemente em torno de 6 marchas) e possibilidade de transmissão automatizada em alguns setups. A escolha entre manual e automático influencia consumo, conforto do motorista e custo de manutenção ao longo do tempo.
  • Configuração de eixo e cabine: configuração 6×2, com dois eixos traseiros tracionados e um eixo auxiliar em alguns subconjuntos da linha Stradale; cabine Stradale com espaço para 2 ocupantes, voltada ao conforto moderado do motorista e à praticidade para jornadas urbanas e rodoviárias de curta e média distância.
  • Dimensões, peso e capacidade: o conjunto 6×2 permite uma boa relação entre capacidade de carga e manobrabilidade para operações que exigem reboque, carregamento em pátios e rotas com paradas frequentes. O peso bruto total (PBT) típico para essa configuração situa-se na faixa que permite desempenho adequado de aceleração e frenagem com carga, dentro das normas de segurança e das restrições de peso de cada via; a capacidade de carga útil é um parâmetro crítico para planejamento de rotas e custos operacionais.

A relação entre FIPE, seguro e orçamento de frota

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados e seminovos, inclusive no segmento de caminhões médios e pesados. Para fins de seguro, esse índice ajuda a calibrar o valor de cobertura e a base de cálculo de depreciação em sinistros. É essencial compreender, porém, que o valor FIPE não substitui a necessidade de uma avaliação adequada do veículo específico. Fatores como conservação da cabine, histórico de manutenções, quilometragem, alterações de carroceria, adicionais de proteção e acessórios, além de a depender da finalidade de uso (entrega, frete regional, operações urbanas, etc.), influenciam diretamente o prêmio e as coberturas recomendadas. No contexto de veículos pesados, as seguradoras costumam considerar também o tipo de carga que o veículo transporta, a rota habitual, as zonas de atuação, o tempo de inatividade e a periodicidade de uso, tudo isso impactando na gestão de risco e no custo de cobertura.

Ao pensar em seguro para o Iveco Tector 240E28S Stradale, algumas pautas ajudam a conduzir uma decisão mais acertada:

  • Tipo de cobertura principal: compreensiva (casco) para o veículo, com responsabilidade civil obrigatória e, se houver, cobertura para carga.
  • Proteção adicional: assistência 24h, seguradora de reserva, proteção de reboque, e opcionais de proteção contra roubo/furto de cabines, bem como proteção de itens de carroceria e acessórios.
  • Dados de uso: definir com clareza se o veículo atua em perímetro urbano, rodoviário ou com permissão para trajetos interestaduais, bem como o percentual de tempo em trânsito versus ociosidade da frota.
  • Valoração do veículo: considerar o valor de reposição ou o valor venal segundo FIPE como referência, alinhando-se com o objetivo da frota e o orçamento disponível para seguros.

Impacto da gestão de seguro na operação de frota com o Tector 240E28S

Para frotas que utilizam o Iveco Tector 240E28S Stradale, a gestão de seguros não é apenas uma exigência legal, mas uma ferramenta estratégica de controle de custos. Ao alinhar o plano de seguro com a realidade operacional, a frota ganha em previsibilidade de despesas, disponibilidade de veículos e resiliência frente a imprevistos. Pontos relevantes incluem:

  • Custos de sinistro: veículos pesados podem envolver reparos significativos. Coberturas adequadas e cláusulas de sub-rogação bem definidas reduzem o impacto financeiro em caso de acidentes ou danos a terceiros.
  • Rotas e perímetros: o seguro pode ser ajustado conforme a região de atuação. Áreas com maior incidência de roubo ou vandalismo podem demandar proteções adicionais, como itens de segurança extra e rastreadores.
  • Uso noturno e operações logísticas: operações em horários de menor visibilidade podem exigir coberturas específicas para roubo ou dano a cargas, além de cláusulas que contemplam eventual paralisação de frota.
  • Manutenção e avaliação de risco: manter a documentação atualizada, realizar manutenção preventiva e registrar dados de quilometragem ajudam a manter prêmios estáveis e detalham o histórico de uso para a seguradora.

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