| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 231.616,00 |
| Dez/25 | R$ 232.057,00 |
| Nov/25 | R$ 232.406,00 |
| Out/25 | R$ 232.966,00 |
| Set/25 | R$ 233.714,00 |
| Ago/25 | R$ 234.206,00 |
| Jul/25 | R$ 234.582,00 |
| Jun/25 | R$ 234.819,00 |
| Mai/25 | R$ 235.124,00 |
| Abr/25 | R$ 234.731,00 |
| Mar/25 | R$ 238.139,00 |
| Fev/25 | R$ 239.336,00 |
Visão abrangente da Tabela FIPE para o IVECO TECTOR 240E28S Stradale 6×2 2p(dies) E5 – 2017
A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Quando um veículo circula pelo mercado de compra e venda ou precisa de avaliação para seguradoras, financeira ou aluguel, a FIPE oferece um conjunto de preços médios de venda observados em concessionárias, lojas e anúncios. Neste contexto, entender como a Tabela FIPE se relaciona com modelos específicos é essencial para quem atua na área de seguros, especialmente ao lidar com caminhões pesados como o IVECO TECTOR 240E28S StradalE em configuração 6×2, ano 2017, movido a diesel e com motor Euro 5 (E5). O objetivo deste artigo é esclarecer, de forma educativa, como interpretar a tabela para esse conjunto de características, sem entrar em valores de venda ou cotações específicas, já que esses dados costumam ser inseridos automaticamente no topo de orçamentos ou propostas. A leitura correta da FIPE, aliada ao conhecimento de ficha técnica e do histórico da marca, ajuda corretores e clientes a entenderem melhor o processo de seguro, a depreciação prevista e as necessidades de cobertura. A seguir, exploramos a ficha técnica resumida deste veículo, a importância da marca IVECO, impactos no seguro e considerações práticas para quem consulta a Tabela FIPE.
Ficha técnica resumida
- Motor diesel com potência estimada em torno de 240 cv; Emissões Euro 5 (E5)
- Configuração de eixo: 6×2, oferecendo tração em dois eixos motrizes para maior capacidade de carga em rodovias
- Ano/modelo: 2017; Stradale, versão de caminhão pesado voltada ao transporte rodoviário de cargas
- Tipo de veículo: Caminhão pesado com uso comercial intenso, adequado para distribuição e operações logísticas de médio a grande porte
A ficha técnica resumida acima visa fornecer um retrato objetivo para entender como o FIPE observa o modelo em relação ao conjunto de características que influenciam o valor de mercado, a depreciação e, consequentemente, o cálculo de seguros. Vale notar que, apesar de a potência e a configuração de eixo serem informações centrais, outros fatores — como o estado geral, a quilometragem, o histórico de manutenção, peças de reposição disponíveis e o uso específico (carga, rota, condições de operação) — também impactam o custo do seguro, independentemente do valor FIPE. Por isso, a leitura da tabela deve ser sempre acompanhada de uma análise do estado do veículo e do uso previsto no seguro.

Contextualizando a marca: IVECO no cenário de caminhões comerciais
A IVECO é reconhecida globalmente por fabricar caminhões, ônibus e motores destinados a aplicações comerciais pesadas, médias e leves. Com atuação ampla em diversos mercados, a marca vem consolidando uma reputação por oferecer soluções voltadas à robustez, confiabilidade e desempenho em ambientes operacionais desafiadores — como transporte de carga, distribuição urbana e operações de logística de longo curso. Em linhas de produto, a empresa costuma destacar a durabilidade do trem de força, a capacidade de operação em diferentes condições climáticas e a facilidade de manutenção da rede de assistência técnica. Além disso, as linhas de caminhões da IVECO costumam ser associadas a opções de telemática, conectividade e programas de manutenção programada, características que, para o corretor de seguros, podem influenciar fatores de risco e custos de cobertura ao longo do tempo.
O modelo TECTOR, em particular, ocupa uma posição de relevância entre as soluções de uso pesado da marca. Projetado para atender demandas de transporte de carga em rodovias, o TECTOR combina desempenho do motor com versatilidade na transmissão e sistema de eixos que ajudam na distribuição de peso, economia de combustível e estabilidade em diferentes cenários de operação. A presença do Stradale dentro da linha TECTOR sugere uma configuração voltada a trabalhos de maior exigência em estrada, com foco em confiabilidade de longo prazo, conforto do operador e capacidade de carga compatível com operações de frota. Quando um veículo dessa estirpe entra em um portfólio de seguros, os analistas costumam considerar não apenas o valor de mercado (refletido pela FIPE), mas também a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e o histórico de uso da marca em operações similares.
Impacto do modelo no seguro: fatores relevantes para o cálculo
Para quem atua no setor de seguros, o IVECO TECTOR 240E28S Stradale 6×2 é um objeto de avaliação que envolve diversas variáveis. Eventos de sinistro, custos de reposição de componentes e a probabilidade de fraudes dependem de uma série de aspectos operacionais. Alguns fatores relevantes incluem:
– Configuração 6×2: caminhãos com eixos tração dupla costumam ter maior capacidade de carga, o que pode impactar o valor de reposição de peças e o risco de sinistros de colisão em relação a veículos de 4×2. A presença de dois eixos motrizes acrescenta complexidade ao serviço de manutenção, o que, em alguns casos, influencia o custo de seguro ao longo do tempo.
– Emissões Euro 5 (E5): padrões de emissões podem influenciar a elegibilidade de determinados tipos de rodagem, além de estar relacionado a eventuais benefícios de políticas públicas e de incentivo a frotas mais modernas. Do ponto de vista de risco, motores com certificação de emissões podem impactar o perfil de sinistralidade, dependendo das regras da seguradora e do custo de reparação de sistemas de pós-tratamento.
– Motor e confiabilidade: embora a potência seja um elemento relevante, a qualidade de componentes, a disponibilidade de peças originais e a experiência de manutenção são determinantes para a permanência do veículo em operação sem falhas. Um caminhão bem mantido tende a apresentar menor probabilidade de paradas não programadas, o que pode favorecer condições mais estáveis de prêmio e de perfil de risco para a seguradora.
– Uso operacional e quilometragem: frota voltada a operações de distribuição em longo curso pode ter padrões de uso diferentes de veículos de entrega local. A distância anual percorrida, a natureza das rotas (cabos, rodovias, trechos com subidas íngremes) e o tempo de inatividade influenciam o risco de sinistros e o custo de reposição de peças. Caminhões de maior quilometragem podem exigir coberturas adicionais para desgaste de motor, transmissão, suspensão e pneus, bem como cláusulas específicas de manutenção preventiva.
– Rede de assistência e disponibilidade de peças: a presença de uma rede de assistência técnica sólida e a disponibilidade de peças originais para a linha TECTOR podem reduzir o tempo de imobilização em caso de falha, o que, por consequência, afeta positivamente as condições de seguro para frotas que dependem de continuidade de operação.
Esses aspectos, entre outros, ajudam a explicar por que o valor FIPE é apenas uma peça do quebra-cabeça na hora de orçar o seguro de um caminhão específico. A FIPE oferece uma referência de mercado que auxilia o corretor a entender a depreciação e o valor de reposição, mas a análise do risco envolve a avaliação do estado do veículo, do uso previsto, da manutenção e do perfil da operação. Por isso, é comum que a seguradora peça informações adicionais, verifique o histórico de sinistros da frota e consulte o estado atual do veículo para determinar o prêmio final. Em conjunto com o cliente, o corretor pode propor coberturas adequadas para danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo/furto, riscos operacionais e proteção de carga, sempre levando em conta a natureza do veículo e sua função na frota.
Guia prático para leitura da Tabela FIPE neste modelo específico
Para quem utiliza a Tabela FIPE como base de referência, algumas práticas ajudam a tornar o processo mais claro e eficiente. Primeiramente, é fundamental confirmar que as especificações do veículo listadas no cadastro correspondem exatamente ao modelo avaliado pela FIPE. No caso do IVECO TECTOR 240E28S Stradale 6×2 2p(dies) E5 – 2017, a correspondência entre motor, configuração de eixo, ano e emissões deve estar correta para evitar distorções no valor de referência. Em seguida, ao comparar cotações de seguro, é útil considerar não apenas o valor estimado pela FIPE, mas também o custo de reposição de peças originais, a disponibilidade de peças no mercado, e o tempo de reparo típico para a linha IVECO TECTOR. O histórico de manutenção, com revisões em dia, pode facilitar termos mais vantajosos com as seguradoras, pois reduz o risco de falhas súbitas durante a operação.
Além disso, para a área de atuação de corretores de seguros, vale observar o seguinte: cada variante da linha TECTOR pode ter particularidades que influenciam o custo de seguro. O modelo Stradale, por exemplo, costuma estar associado a operações mais exigentes em estrada, o que pode implicar em maiores necessidades de garantias de uso, como assistência 24 horas, proteção de carga, e cláusulas específicas para danos a terceiros em situações de trânsito pesado. A avaliação do histórico de sinistros da frota, aliada à verificação de peças e da rede de assistência, contribui para uma cotação mais realista e alinhada às necessidades do cliente. Em resumo, entender as nuances da Tabela FIPE, associadas à ficha técnica e ao histórico operacional, facilita a construção de propostas de seguro mais equilibradas e com custos adequados ao risco.
Outro ponto relevante é a verificação das informações junto ao RENAVAM e aos dados de documentação do veículo. Garantir a consistência entre o que está cadastrado na FIPE, no
