Valor FIPE Atual
R$ 214.645,00
↑ 0,0% vs mês anterior
FIPE: 506092-3
Ano: 2016-3
MêsPreço
Jan/26R$ 214.645,00
Dez/25R$ 214.635,00
Nov/25R$ 220.140,00
Out/25R$ 220.140,00
Set/25R$ 225.785,00
Ago/25R$ 228.921,00
Jul/25R$ 229.288,00
Jun/25R$ 229.518,00
Mai/25R$ 229.980,00
Abr/25R$ 230.188,00
Mar/25R$ 230.535,00
Fev/25R$ 230.675,00

Visão geral da Tabela FIPE para o Iveco Tector 260E28 6×4 2p (diesel)(E5) 2016: leitura, contexto e impacto para frota

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é um referencial amplamente utilizado no Brasil para indicar valores médios de reposição de veículos usados e seminovos. Embora seja comumente associada a automóveis de passeio, também abrange caminhões e ônibus, organizando a informação por marca, modelo, versão, ano e condições de mercado. Para empresas de fretamento, transportadoras e corretoras de seguros, a FIPE funciona como uma base de referência para estimar o valor de indenização em acidentes, o valor de compra ou venda entre terceiros, e, muitas vezes, como ponto de partida para orçamentos de seguro de frotas. É importante notar que a tabela reflete um valor médio de mercado, calculado a partir de transações reais, e pode variar conforme a localidade, o estado de conservação, a quantidade de quilômetros rodados e a configuração técnica do veículo. Assim, um Iveco Tector 260E28 6×4 2p de 2016 pode apresentar variações significativas entre uma unidade bem conservada com carroceria leve e um caminhão já com uso intenso para operações pesadas. Compreender a FIPE ajuda gestores de frota e corretores de seguros a calibrar expectativas, planejar de forma mais precisa os custos de aquisição ou de indenização e, ainda, alinhar a segurança de coberturas com o valor real de substituição.

Ficha Técnica do Iveco Tector 260E28 6×4 2p (dies.)(E5) 2016

  • Marca/Modelo/Versão: Iveco Tector 260E28; configuração 6×4; cabine 2 portas; diesel; norma de emissões E5; ano 2016
  • Propulsão e Motor: motor diesel de alto torque; potência nominal de 260 cv; emis­são Classe E5
  • Transmissão e Rodas: configuração de eixo 6×4 típica de caminhões pesados; transmissão ajustável conforme a configuração (manual ou automatizada) com várias marchas; cubos e rodas compatíveis com uso em transporte de carga
  • Dimensões e PBT: peso bruto total estimado em torno de 28.000 kg, com capacidades de carga útil variáveis conforme a carroceria e a configuração da cabine; o comprimento, a largura e a altura variam conforme a carroceria instalada

Quem é a marca Iveco e qual o peso da sua presença no setor de caminhões

A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais de grande relevância global, pertencente ao grupo CNH Industrial. Ao longo de décadas, a marca consolidou-se como referência em soluções de transporte de cargas, ônibus urbanos e veículos especializados para obras e serviços. A identidade da Iveco está ligada à robustez, à eficiência de consumo e ao ecossistema de suporte pós-venda — com redes de concessionárias, assistência técnica e estoque de peças que cobrem mercados extensos, incluindo a América Latina. A empresa tem investido em motores de elevada eficiência e em plataformas que facilitaram a operação de frotas com desafios variados, como longas distâncias, condições de terreno difíceis e workloads de transporte de cargas genéricas, bem como cargas pesadas em ambientes industriais. A reputação da Iveco no Brasil e em outros países da região está associada a soluções de custo-benefício, durabilidade e facilidade de manutenção, fatores que influenciam diretamente decisões de aquisição e seguros específicos para caminhões.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 260E28 6×4 2p (dies.)(E5) 2016

Contexto da linha Tector e o que o modelo 260E28 representa

A linha Tector da Iveco é conhecida por oferecer uma gama de caminhões que atendem às exigências de transporte de médio e pesado porte, com foco em confiabilidade, facilidade de serviço e versatilidade de configuração. Lançada para atender demandas de logística, construção e serviços pesados, a série Tector costuma combinar motores robustos com sistemas de transmissão adaptáveis, permitindo que a frota seja ajustada para diferentes tipos de carroceria (caçamba, caçamba basculante, baú, entre outros). No caso do 260E28, a designação sugere um modelo com capacidade de potência em torno de 260 cavalos e uma configuração de eixos 6×4, pronta para suportar cargas relevantes em operações de longo percurso, transportes em obras e serviços com demanda de tração adicional. Em termos de custo operacional, caminhões dessa linha costumam apresentar benefícios relacionados à disponibilidade de peças, rede de assistência técnica extensa e possibilidades de manter a performance com manutenção programada. Esse repertório de características faz do Tector 260E28 uma opção viável para empresas que buscam equilíbrio entre capacidade de carga, confiabilidade e custo de propriedade.

Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo específico

Para entender como o valor FIPE se aplica a um Iveco Tector 260E28 6×4 2p de 2016, é essencial acompanhar alguns pontos práticos sobre a metodologia da FIPE e as particularidades do mercado de caminhões. Primeiro, o FIPE agrupa os veículos por marca, modelo, versão e ano. Em caminhões, a versão pode incluir a configuração de eixo (6×4), a cabine (2 portas) e a combinação de motor e transmissão. Segundo, o valor FIPE é uma média observada no mercado e tende a representar um preço de referência para indenização ou reposição, não necessariamente o preço de venda de uma unidade específica. Terceiro, vale considerar que a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, a carroceria instalada (baú, caçamba, plataformas), bem como a região de atuação, podem mover o valor FIPE para cima ou para baixo. Por fim, veículos com histórico de uso intenso em obra, com danos não reparados ou com necessidade de substituição de componentes críticos podem exigir ajustes de valor diferente do registrado na tabela, para refletir o custo de reposição mais fiel ao momento da cotação.

Como a Tabela FIPE se relaciona com o seguro de frotas

Para corretores de seguros, a FIPE não é apenas um número; é uma referência que serve de base para várias peças do seguro de frota. Ao estabelecer o valor segurado, a seguradora costuma considerar o valor de reposição ou o valor de mercado, com base em FIPE ou em metodologias equivalentes. Essa prática ajuda a definir prêmios proporcionais ao risco, cubrindo, por exemplo, o custo de substituição do caminhão em caso de perda total, ou o custo de reparo quando o veículo sofrer danos. Em veículos pesados como o Tector 260E28, compreender o valor FIPE auxilia a equilibrar o custo do seguro com a necessidade de cobertura, inclusive para componentes de alto custo, como motor, transmissão e eixos, bem como garantir a proteção de carrocerias e implementos acoplados. A leitura correta da FIPE também facilita negociações com seguradoras, pois oferece uma referência objetiva para comparação de propostas e avaliação de cláusulas condicionais, como franquias, subvalorizações ou limites específicos de carroceria.

Quais fatores influenciam o valor FIPE de um caminhão 6×4 como o 260E28

Ao interpretar o FIPE para o Iveco Tector 260E28, é útil considerar que vários elementos, muitas vezes sutis, impactam o valor final. Abaixo, apresentamos quatro fatores-chave que costumam influenciar a variação de valores entre unidades semelhantes:

  • Condição e histórico de uso: caminhões com manutenção em dia, histórico de revisões e documentação regular tendem a ter valores FIPE mais estáveis e próximos da referência da tabela.
  • Estado da carroceria e dos implementos: baú, caçamba, graneleiro ou plataformas podem alterar o valor da placa de reposição, pois a substituição da carroceria incide diretamente no custo de restauração.
  • Proveniência e região de venda: mercados com maior demanda por caminhões pesados podem apresentar valores FIPE mais elevados em determinadas épocas, dependendo da sazonalidade, disponibilidade de peças e taxa de utilização regional.
  • Idade efetiva versus ano de fabricação: embora o ano do modelo seja um componente, a idade real da unidade (considerando o tempo de uso, o número de quilômetros e a intensidade de serviço) pode puxar o valor FIPE para cima ou para baixo dentro da faixa correspondente.

Impacto da idade, emissões E5 e configuração do veículo no seguro e no custo de reposição

Para caminhões de 2016 com motor diesel e a classificação E5, diversos impactos se refletem tanto no seguro quanto na reposição. Em termos de seguro, veículos com emissão E5 podem ter aceitação mais ampla em determinadas apólices, já que detergentes de emissões mais modernas costumam reduzir o custo de propriedade a longo prazo devido a benefícios de eficiência e menor marginal de depreciação em determinadas situações. A idade do veículo também pesa: unidades mais novas costumam exigir prêmios proporcionais ao risco de falha de sistemas críticos, enquanto unidades mais antigas podem apresentar variações de premiação conforme o histórico de uso e a necessidade de coberturas adicionais para componentes de alto custo, como motor, transmissão e eixo. Além disso, o 6×4, por ser uma configuração de tração robusta, costuma ter maior demanda de reposição de peças, o que pode influenciar a cobertura de danos a terceiros, colisões e responsabilidades civis associadas ao transporte de cargas pesadas. Em termos de reposição pela FIPE, a idade impacta a percepção de risco de desvalorização, o que, por sua vez, influencia o custo de cobertura. Dessa forma, acompanhar a evolução da FIPE ao longo dos anos de operação da frota ajuda a ajustar coberturas, franquias e limites de indenização conforme a realidade do veículo.

Como interpretar a Tabela FIPE na prática para o Iveco Tector 260E28 6×4

Para orientar decisões de compra, venda ou seguro, vale seguir um conjunto simples de passos práticos. Primeiro, localize a linha correspondente ao Iveco Tector 260E28 na seção de caminhões pesados da FIPE, conferindo marca, modelo, versão (6×4, 2p) e ano de fabricação. Segundo, compare o valor de referência com unidades similares disponíveis no mercado local, levando em conta a condição da carroceria, a quilometragem e a instalação de carrocerias específicas. Terceiro, ajuste o valor com base na condição de serviço e na disponibilidade da frota — por exemplo, se a unidade mantém um programa de manutenção em dia e registros, isso tende a manter o valor próximo do estático FIPE. Quarto, utilize o valor FIPE como base para negociações com seguradoras e para planejamento orçamentário, reconhecendo que diferentes seguradoras podem aplicar metodologias próprias para às coberturas, mas geralmente terão como fio condutor o valor de reposição calculado pela FIPE ou por referências equivalentes. Por fim, mantenha a atualização periódica da referência FIPE para reflitir a depreciação natural do veículo ao longo do tempo, evitando surpresas em negociações futuras de seguro ou de venda.

Se você trabalha com gestão de frota ou consultoria de seguros, compreender o valor FIPE aplicado ao modelo Iveco Tector 260E28 ajuda a dimensionar o nível de cobertura necessário, a definir franquias compatíveis com o perfil da operação e a planejar estratégias de renovação de contratos com mais embasamento técnico e econômico. A leitura cuidadosa desses elementos pode reduzir custos desnecessários e aumentar a confiabilidade da proteção oferecida à frota.

Por que entender a Tabela FIPE é importante para empresas de frota

Compreender a Tabela FIPE vai além de ter um número na ponta do papel. A FIPE funciona como uma bússola para a gestão de ativos, ajudando a alinhar expectativas entre frota, corretora de seguros e seguradoras. Em operações com caminhões pesados, onde o custo de reposição pode ser elevado e o tempo de imobilização da operação é crítico, ter uma leitura clara da