Valor FIPE Atual
R$ 248.745,00
↑ 1,2% vs mês anterior
FIPE: 506150-4
Ano: 2018-3
MêsPreço
Mar/26R$ 248.745,00
Fev/26R$ 245.851,00
Jan/26R$ 245.405,00
Dez/25R$ 241.541,00
Nov/25R$ 241.904,00
Out/25R$ 242.486,00
Set/25R$ 243.265,00
Ago/25R$ 243.777,00
Jul/25R$ 244.168,00
Jun/25R$ 244.413,00
Mai/25R$ 244.903,00
Abr/25R$ 245.124,00

Guia prático sobre a Tabela FIPE para a Iveco Tector 260E30 6×4 2p diesel Euro 5 (2018)

A Tabela FIPE é, para o mercado brasileiro, uma referência de valores médios de reposição, venda e até de seguros para veículos usados. Quando o tema envolve caminhões de distribuição pesada, como a Iveco Tector 260E30 6×4 2p, esse referencial ganha ainda mais importância: ele ajuda seguradoras, proprietários de frotas e profissionais de corretagem a entenderem o valor de mercado, a depreciação e o custo relativo de reposição ao longo do tempo. No entanto, é essencial compreender que a FIPE funciona como uma média de mercado, sujeita a variações conforme condição do veículo, quilometragem, estado de conservação, alterações na configuração original e região de uso. Para quem atua no ramo de seguros, esse referencial é apenas parte da equação: a avaliação de risco, o histórico de sinistros, o uso previsto e os equipamentos de segurança também pesam bastante na hora de precificar coberturas. A seguir, mergulhamos em detalhes úteis para quem acompanha a Tector 260E30, uma configuração 6×4, com cabine 2p e motor diesel Euro 5, lançada em 2018.

Panorama da família Iveco Tector e o papel da versão 260E30

A Iveco, fabricante italiana especializada em caminhões e veículos comerciais, consolidou ao longo de décadas uma reputação centrada em robustez, eficiência de combustível e suporte logístico. A linha Tector, introduzida para atender clientes que exigem confiabilidade em longas jornadas de carga útil significativa, tornou-se uma referência no Brasil e em diversos mercados da América Latina. O modelo 260E30, dentro da linha Tector, é reconhecido por combinar potência compatível com operações de transporte, tração adequada para terrenos moderadamente desafiadores e uma cabine concebida para jornadas relativamente longas, com foco no conforto do motorista e na manobrabilidade exigida por operações urbanas de distribuição pesada. A designação “6×4” aponta para uma configuração de tração com dois eixos traseiros motrizes, o que favorece a estabilidade e a capacidade de transporte de cargas mais pesadas, especialmente em rotas com variações de piso, aclives ou pavimento pouco uniforme. Já a sigla “2p” costuma referir-se a uma configuração de cabine com duas portas, o que pode influenciar aspectos de ergonomia, dinâmica de uso diário e, consequentemente, o custo de seguro, especialmente no que tange a tarefas de frota com reposição de condutores.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 260E30 6×4 2p (diesel)(E5) 2018

Ao analisar a Tabel FIPE para esse conjunto, é importante considerar que o valor de referência varia com o ano de fabricação, o estado de conservação, a quilometragem e as eventuais alterações de equipamento. Caminhões pesados costumam manter uma queda de valor mais acentuada nos primeiros anos de uso, mas o patamar pode se estabilizar com a implementação de tecnologias de gestão de frota, telemetria, freios avançados e dispositivos de proteção contra roubo. A FIPE, nesse contexto, funciona como base de comparação que orienta negociações de seguro, revenda e avaliação de perdas, mas não substitui avaliações técnicas, inspeções de manutenção e documentação regular da frota. Para quem administra uma operação logística com uma ou mais unidades Iveco Tector 260E30, entender esse ecossistema de avaliação é chave para planejar renovação de frota, reajustes de apólices e estratégias de mitigação de risco.

Ficha técnica da Iveco Tector 260E30 6×4 2p (2018)

A seguir, apresentamos um resumo técnico para a versão 2018 da Iveco Tector 260E30, configurada com tração 6×4 e cabine para duas portas. Os dados aqui buscam oferecer um retrato técnico claro para orientar avaliações de seguros, comparações entre versões e interpretação da FIPE para esse modelo específico. Observação: os números de fábrica podem variar conforme a configuração de fábrica, opções de cabine e pacote de serviço; confirme com o fabricante ou com a FIPE para a referência exata da sua unidade.

  • Motor: diesel, 8,7 litros, 6 cilindros em linha, turboalimentado, injeção common-rail; Emissão Euro 5. Potência nominal de aproximadamente 260 cv (190 kW).
  • Torque: máximo em patamar próximo de 1.100 Nm, disponível em faixas de regime para favorecer aceleração com carga pesada e subida de aclives.
  • Transmissão: manual de 6 velocidades (com relação de marchas ajustada para caber em operações de transporte de carga pesada e evolução de velocidade em rodovias e trechos urbanos).
  • Trechos e configuração: 6×4 com dois eixos traseiros motorizados; cabine para motorista com configuração de duas portas; chassis adequado para carrocerias de carga volumosa e sistemas de fixação de carga.

Dimensões e capacidade operativa variam conforme a carroceria instalada, o peso do conjunto e a configuração do chassi. Como referência geral, o veículo pode apresentar peso bruto total (GVW) próximo de 30.000 kg, com payload típico ao redor de 18.000 kg, dependendo da composição da carroceria, dos acessórios instalados e das opções de suspensão. Os pneus de uso pesado com dimensão próxima a 315/80 R22.5 são comuns em esse tipo de aplicação, oferecendo robustez, capacidade de carga e aderência para rotas com diferentes superfícies. A cabine, desenhada para suportar jornadas de trabalho prolongadas, costuma oferecer ergonomia adequada, visibilidade generosa e um espaço de condução que facilita a rotação de turnos em operações de distribuição de grande porte. Além disso, o conjunto de freios, ABS e sistemas de controle de estabilidade, quando disponível, proporciona maior segurança operacional, um fator de grande relevância para prêmios de seguro e para a gestão de risco de frotas.

A marca Iveco no universo de caminhões pesados: legado e foco em suporte

A Iveco teve sua origem na Itália e, ao longo dos anos, consolidou uma presença global por meio de soluções de transporte que priorizam durabilidade, eficiência de combustível e assistência de rede. No Brasil, a marca construiu capacidades locais para atender às necessidades de logística de diversas indústrias, desde transportes regionais até operações de frota de longo curso. O portfólio de caminhões Iveco, incluindo a linha Tector, é reconhecido pela sinergia entre motor robusto, rigidez estrutural e custo de manutenção compatível com demandas de operações de alta demanda. A disponibilidade de peças, a rede de serviços e programas de manutenção programada são fatores que ajudam a reduzir o tempo fora de operação, o que, por sua vez, influencia positivamente a percepção de valor de uma seguradora na hora da cotação de seguro. Para frotas que trabalham com veículos de alto peso e com rotas diversas, a escolha de uma marca com suporte consolidado tende a favorecer não apenas a disponibilidade de peças, mas também a qualidade do atendimento em sinistro, fatores que pesam na composição de prêmios e franquias.

Como a FIPE se relaciona com seguros e com a gestão de risco de frotas

A Tabela FIPE cumpre um papel central na avaliação de valor de mercado de caminhões usados, servindo como referência para cálculos de indenização e reposição. Para uma Iveco Tector 260E30 6×4 2p de 2018, o valor FIPE serve como um piso de referência, mas o seguro de veículo pesado envolve outros elementos de risco e custo. Fatores como histórico de sinistros, substituição de peças críticas, custo de peças de reposição para modelos Euro 5, disponibilidade de mão de obra especializada, histórico de manutenção, uso real (carga seca, carga líquida, rotas com subidas) e critérios de telemetria também influenciam o prêmio. Em termos práticos, uma cotação de seguro para este tipo de veículo pesa menos apenas pelo valor FIPE e mais pela combinação entre o valor da frota, o tempo de uso, o perfil de condução, o local de operação (urbano, rodoviário, fronteiras, regiões com maior incidence de roubo) e as proteções instaladas (rastreamento, alarmes, imobilizadores, sistemas de freio de emergência). Por isso, entender o que a FIPE representa e, ao mesmo tempo, reconhecer o conjunto de fatores que compõem o risco, é essencial para quem planeja uma cobertura de seguros que combine custo-benefício com proteção adequada.

Aspectos práticos para orientar a cotação de seguros de caminhão pesado

Ao pedir ou comparar cotações para a Iveco Tector 260E30 6×4 2p, tenha em mente alguns pontos que costumam aparecer nas propostas de seguro. Eles ajudam a entender onde a FIPE funciona como referência, e onde entram as particularidades da operação logísticas:

  • Uso da frota: se a operação é de carga seca, perecível, de alto valor agregado ou de transporte de cargas perigosas, cada cenário pode implicar regras de seguro distintas, com variáveis de exclusão, franquias e limites. A FIPE orienta a base de avaliação, mas o cenário de operação ajusta o custo final da apólice.
  • Dispositivos de proteção e telemetria: soluções como rastreamento veicular, telemetria, sensores de frenagem e monitoramento de carga costumam reduzir o risco de sinistros e podem atuar como fatores de desconto no prêmio, tanto para o veículo quanto para a frota.

Para gestores de frotas e profissionais de seguros, a leitura da FIPE aliada à avaliação de riscos operacionais fornece uma base estável para planejar a renovação de ativos, a gestão de custos de seguro e as estratégias de mitigação de risco. Em operações com caminhões pesados, a sinistralidade é um componente relevante: colisões com terceiros, danos por carga deslocada ou pane mecânica podem impactar significativamente o custo de seguro ao longo do tempo. Por isso, a combinação de uma tabela de referência com uma adequada política de manutenção, inspeções regulares e uso responsável de telemetria se mostra como a melhor prática para manter a proteção da frota de maneira equilibrada.

Checklist didático para clientes que consideram a FIPE na hora de avaliar o seguro

Para facilitar a interpretação prática, siga este roteiro simples ao lidar com o tema FIPE e seguro da Iveco Tector 260E30 6×4 2p:

  • Verifique o ano, a condição e a quilometragem do veículo. A FIPE é sensível a esses fatores, e unidades na casa dos poucos anos de uso tendem a ter valores de referência mais próximos do preço de reposição ou de venda no mercado de usados.
  • Confirme a configuração atual (cabine 2p, 6×4, motor Euro 5) para assegurar que a referência FIPE correspondente seja a adequada para a sua unidade. Pequenas variações na configuração podem alterar o valor de referência.

Com esses elementos em mãos, você terá uma base sólida para comparação entre propostas de seguro, garantindo que o custo esteja alinhado com o risco real da operação, sem sacrificar a proteção necessária para a frota. E, caso precise de orientação adicional, uma cotação com a GT Seguros pode ser um caminho rápido e objetivo para encontrar coberturas ajustadas ao seu perfil de operação.

Em síntese, ao considerar a Tabela FIPE para a Iveco Tector 260E30 6×4 2p Diesel Euro 5 (2018), lembre-se de que o valor de referência é apenas o primeiro passo da estratégia de gestão de risco da frota. A combinação entre o valor FIPE, a configuração técnica, o histórico de manutenção e as proteções instaladas define a solidez da proteção financeira da operação. Este é o caminho para uma gestão de seguros mais consciente, alinhada aos objetivos de cada negócio e às exigências de conformidade e segurança no transporte de cargas pesadas.

Se você está buscando uma visão prática e personalizada para o seu caso, pense na simplicidade de obter uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação rápida pode ser o diferencial para manter a sua operação protegida com coberturas que realmente façam sentido ao seu tipo de operação e ao valor de reposição da sua frota. Faça já a sua cotação com a GT Seguros.