Valor FIPE Atual
R$ 339.209,00
↑ 3,9% vs mês anterior
FIPE: 506153-9
Ano: 2019-3
MêsPreço
Mar/26R$ 339.209,00
Fev/26R$ 326.478,00
Jan/26R$ 333.791,00
Dez/25R$ 331.989,00
Nov/25R$ 332.488,00
Out/25R$ 333.288,00
Set/25R$ 334.358,00
Ago/25R$ 335.062,00
Jul/25R$ 335.599,00
Jun/25R$ 335.935,00
Mai/25R$ 336.609,00
Abr/25R$ 336.913,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE do Iveco Tector 310E30 8×2 2p diesel E5 2019 e suas particularidades

Visão geral da marca Iveco e do modelo Tector

A Iveco é uma fabricante italiana com trajetória consolidada no segmento de veículos comerciais pesados e caminhões. Com presença global, a marca se destacou pela oferta de soluções que combinam robustez, eficiência e disponibilidade de peças, fatores importantes para frotistas, transportadoras e profissionais que dependem de veículos para operações logísticas. O desenho do Tector, linha que inclui modelos voltados a atividades urbanas, rodoviárias e de distribuição, reflete a combinação entre tecnologia de motor, aplicações de torque e confiabilidade de componentes para uso diário em trabalhos pesados. Quando falamos do Iveco Tector 310E30 8×2 2p diesel E5, estamos contemplando uma configuração pensada para carga relevante, agilidade operacional e uma gestão de peso voltada a operações com maior necessidade de capacidade de tração e estabilidade em eixos intermediários.

O 310E30, em particular, faz parte de uma família de caminhões que se destacou pela versatilidade de configurações. O termo 8×2 indica uma arquitetura de trem de força e rodas específica, com foco em distribuição de peso, versatilidade de aplicações e a possibilidade de incorporar eixos adicionais para suportar diferentes cenários de carga. A denominação E5 refere-se à norma de emissões vigente para o diesel utilizado, uma referência importante para questões de conformidade ambiental, consumo e custos operacionais ao longo da vida útil do veículo.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 310E30 8×2 2p (diesel)(E5) 2019

O que é a Tabela FIPE e como ela se aplica ao Tector 310E30 8×2 2p

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um referencial amplamente utilizado no Brasil para avaliar o valor de veículos usados, seminovos e, em alguns casos, de frota própria. O objetivo é estabelecer um valor de referência que ajude seguradoras, compradores, vendedores e administradoras de frotas a dimensionar indenizações, depreciação e garantias. No caso de caminhões como o Iveco Tector 310E30 8×2 2p, a FIPE considera a combinação de itens como ano de fabricação, estado de conservação, configuração de eixos, motor, transmissão, cabine e itens de equipamento adicional. Vale destacar que, para veículos pesados, a variação de preço pode ocorrer conforme a presença de itens de serviço especial, adicionais de conforto, tecnologia embarcada e especificidades da montagem de cada frota.

É importante entender que a FIPE não é um preço de venda único; é uma referência de mercado que reflete a média observada em determinados períodos. Em operações de seguro, financiamentos e avaliações de sinistro, a vantagem de consultar a FIPE está na padronização do valor de referência, que facilita o alinhamento entre as partes envolvidas. Além disso, a FIPE atualiza periodicamente seus valores para acompanhar a depreciação do mercado de caminhões, o que pode impactar diretamente o valor segurado e as taxas de prêmio associadas à cobertura.

Para quem gerencia frotas, entender a evolução mensal da Tabela FIPE pode ajudar na planilha de depreciação, na tomada de decisão sobre renovação de frota e na hora de renegociar condições com seguradoras. No entanto, é essencial lembrar que o Tector 310E30 8×2 2p pode ter variações de preço de acordo com a configuração específica, estado de conservação e histórico de manutenção, aspectos que a FIPE incorpora de forma agregada, mas que podem exigir ajustes adicionais na hora de fechar uma cotação de seguro ou de venda.

Ficha técnica essencial do Iveco Tector 310E30 8×2 2p

A seguir, apresenta-se uma visão objetiva sobre a ficha técnica desse modelo, com foco nos elementos mais relevantes para avaliação de seguro, custo operacional e planejamento de manutenção. Lembre-se de que números podem variar conforme a configuração específica do veículo e o país de comercialização, e que consultar a ficha técnica fornecida pela concessionária ou pelo fabricante é sempre recomendável.

  • Motor diesel turboalimentado de alto desempenho, com classificação de emissões E5, projetado para caminhões pesados; potência de aproximadamente 310 cv (cavalos-vap) para suportar operações de carga consideráveis.
  • Sistema de transmissão com opções de câmbio manual de várias marchas ou transmissão automática/automatizada, visando boa relação entre torque disponível e consumos em diferentes regimes de operação, especialmente em subidas e trechos com tráfego intenso.
  • Configuração de eixo 8×2, com distribuição de peso entre eixos e componentes voltados à estabilidade e à capacidade de carga; a capacidade de carga útil, bem como o peso bruto total, variam conforme a configuração, a carroceria instalada e o tipo de serviço (distribuição, içamento, etc.).
  • Cabine e dimensões: cabine ajustável para serviços diários de transporte de carga, com opções de conforto para longas jornadas, tanque de combustível compatível com o planejamento de operação e espaço de armazenamento para equipamentos obrigatórios de cada frota.

Como a configuração 8×2 2p impacta o valor na FIPE

A designação 8×2 2p descreve uma configuração de trem de força e rodas que influencia diretamente a avaliação de depreciação e o valor de referência na FIPE. Em termos práticos, caminhões com 8×2 costumam apresentar maior peso bruto total permitido, o que pode implicar em maior amortização por quilômetro rodado, prismando custos com pneus, freios, suspensão e componentes de eixo para cada operação de transporte. Por outro lado, esse tipo de configuração costuma ser vantajosa em aplicações que exigem boa capacidade de tração e estabilidade com cargas pesadas, o que pode tornar o veículo mais atrativo para determinados nichos de mercado logístico, especialmente em operações de distribuição de longo curso com variações de peso de carga.

O efeito na FIPE, nesse sentido, está atrelado à combinação entre idade, estado de conservação, histórico de manutenção, configuração de eixos e o tipo de carroceria instalada. Veículos com manutenção regular, histórico de intervenções críticas bem documentado e pouca exposição a acidentes tendem a manter o valor de referência mais próximo da média da tabela. Já caminhões que apresentam tensões operacionais elevadas, desvalorizações decorrentes de arranjos de eixo não originais ou substituições de componentes fora de especificação podem registrar desvios para baixo no valor FIPE. Por isso, para frotas, é comum que a avaliação de seguro leve em conta não apenas a idade e o modelo, mas também a configuração específica (8×2 2p), a classe de serviço, o histórico de sinistros e a conformidade com normas de emissões e manutenção.

Nesse contexto, a Tabela FIPE funciona como um referencial estável para negociações comerciais, seguradoras e instituições financeiras. A compreensão de que valores são mutáveis de acordo com condições reais do veículo ajuda a evitar surpresas na hora de formalizar uma apólice ou um sinistro. Por isso, manter a documentação atualizada, conservar o veículo adequadamente e registrar cada serviço realizado são práticas que ajudam a preservar o valor de referência ao longo do tempo.

Seguro para caminhões Iveco Tector 310E30: pontos-chave

Ao planejar a proteção de um caminhão pesado como o Tector 310E30, é essencial considerar fatores que influenciam o prêmio, o valor segurado e as coberturas necessárias. A FIPE oferece um ponto de referência para o valor do veículo, mas o seguro precisa contemplar o uso real, o tipo de frota, rotas, áreas de operação e as particularidades da configuração 8×2 2p. Abaixo, há itens práticos que costumam aparecer nas apólices de caminhões similares e que merecem atenção ao solicitar a cotação:

– Valor segurado: alinhe o valor de mercado com a tabela FIPE e com a avaliação acordada entre seguradora e frota, mantendo atualizada a cada novo ciclo de depreciação.

– Coberturas recomendadas: danos a terceiros, incêndio, colisão, roubo, alagamento e danos a acessórios especiais. Dependendo da operação, podem ser interessantes coberturas adicionais para cargas específicas, guincho, carrocerias e responsabilidade civil ambiental.

– Exigências técnicas: rastreadores, dispositivos de telemetria, manutenção preventiva em dia e inspeções periódicas, que costumam reduzir o custo do seguro e melhorar o gerenciamento de risco da frota.

– Histórico do veículo: sinistros anteriores, horas de operação, rotas prioritárias e uso em regime de aluguel ou fretamento podem impactar o prêmio e as condições de contratação. A transparência nesses pontos facilita a negociação e evita surpresas em caso de sinistro.

Além disso, a relação entre o fabricante e o corretor de seguros é útil para entender restrições, limites de responsabilidade e condições de atualização de apólice conforme evolução da frota. Caminhões com alta capacidade de carga e configuração 8×2 costumam exigir avaliações mais apuradas de risco, o que pode impactar a disponibilidade de coberturas específicas e o custo global do seguro.

Boas práticas para manter o valor da FIPE estável e facilitar a cotação

Para quem administra frotas ou veículos autônomos, manter a tabela FIPE como referência requer prática constante de manutenção, documentação e planejamento. Algumas sugestões úteis incluem:

• Manter o histórico de manutenção em dia, com registros de serviços, substituição de componentes críticos (freios, suspensão, motor, transmissão) e comprovantes de peças originais. Isso ajuda a preservar o valor de referência e a demonstrar o estado real do veículo.

• Realizar inspeções periódicas e atualizações de documentação, como licenciamento, certificado de inspeção técnica e comprovação de conformidade com normas de emissões (E5). A regularidade nesses itens facilita a negociação com seguradoras e gestores de frota.

• Monitorar a configuração da frota: se há alterações de carroceria, remanejamento de eixos ou renovação de componentes, inclua essas informações no controle de ativos. Mudanças relevantes podem exigir atualização da FIPE na prática, refletindo o valor de mercado recalculado.

• Investir em soluções de telemetria e rastreamento: esses recursos ajudam no gerenciamento de frota, reduzem o risco de furto e aumentam a confiabilidade de dados ao solicitar cotações. Seguradoras costumam valorizar o uso de tecnologia que reduz riscos operacionais.

Conexões entre a FIPE, a operação e a cotação com a GT Seguros

Ao solicitar uma cotação com a GT Seguros, a corretora leva em consideração o valor de referência da FIPE, o estado de conservação do veículo, a configuração específica (como o 8×2 2p) e a finalidade da atuação da frota. A seleção de coberturas, a experiência do operador logístico, a região de atuação e o perfil de uso (distribuição diária, frete intermunicipal, transportes de carga sensível) influenciam o cálculo do prêmio. A variação entre apólices pode refletir diferentes componentes de cobertura, limites e carências, bem como a aceitação de condições especiais para veículos pesados. A equipe da GT Seguros está preparada para orientar sobre pacotes que ofereçam proteção adequada sem exceder o orçamento disponível, sempre alinhando o custo com o valor de mercado estimado pela FIPE.

Considerações finais sobre o uso da FIPE para o Iveco Tector 310E30 8×2 2p

A Tabela FIPE representa um referencial útil para quem negocia, assegura ou financia caminhões usados. No caso do Iveco Tector 310E30 8×2 2p diesel E5 de 2019, a combinação de marca reconhecida, configuração específica de eixo e as exigências de conformidade com emissões compõem o conjunto de fatores que moldam o valor de referência. A depreciação é influenciada pela idade, estado geral do veículo, histórico de manutenção, utilização da frota e pelo ambiente operacional. Por esse motivo, é fundamental acompanhar as atualizações da FIPE, manter documentação organizada e solicitar cotações com profissionais que entendam as particularidades de caminhões pesados. A compreensão clara desses elementos ajuda a fazer escolhas mais informadas, desde o planejamento de aquisição até a proteção por meio de seguro adequado.

Se você está avaliando a compra, venda ou substituição do seu Iveco Tector 310E30 8×2 2p, conte com a GT Seguros para uma cotação personalizada. A abordagem da GT Seguros busca alinhar as coberturas às necessidades reais da operação, levando em conta a configuração específica, o uso diário e os riscos da sua frota. Tomar decisões com base em informações consistentes da FIPE, aliadas à orientação de experts da corretora, facilita a gestão de custos e a proteção dos seus ativos.

Em resumo, a Tabela FIPE oferece um referencial sólido para estimar o valor de mercado do Iveco Tector 310E30 8×2 2p diesel E5 2019, mas a prática de seguro e de gestão de frota depende de uma leitura integrada: configuração técnica, condições de uso, histórico de manutenção e apoio de uma corretora especializada. Com esse conjunto de informações em mãos, você estará mais bem preparado para negociar, planejar e proteger a sua operação de transporte.

Para continuar com a sua cotação de seguro ou esclarecer dúvidas específicas sobre coberturas, entre em contato com a GT Seguros e receba orientação especializada, com uma abordagem clara e objetiva para o seu negócio.