| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 235.245,00 |
| Fev/26 | R$ 242.521,00 |
| Jan/26 | R$ 236.178,00 |
| Dez/25 | R$ 244.745,00 |
| Nov/25 | R$ 239.842,00 |
| Out/25 | R$ 248.541,00 |
| Set/25 | R$ 244.996,00 |
| Ago/25 | R$ 236.918,00 |
| Jul/25 | R$ 237.298,00 |
| Jun/25 | R$ 243.383,00 |
| Mai/25 | R$ 243.871,00 |
| Abr/25 | R$ 250.125,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Iveco Tector 9-190 4×2 (diesel, E5) 2022: guia completo para entender valores, ficha técnica e impacto no seguro
Quando se fala em seguro, financiamento ou troca de veículo, a Tabela FIPE é uma das referências mais utilizadas no Brasil para estabelecer o valor de referência de um automóvel, caminhão ou veículo comercial. No universo específico de caminhões, como o Iveco Tector 9-190 4×2 com motor diesel de emissão E5, a FIPE funciona como um marco estável para mensurar a reposição em caso de sinistro ou para orientar negociações entre comprador e vendedor. Este artigo se debruça sobre o tema central deste exemplo: a Tabela FIPE aplicada ao Iveco Tector 9-190 4×2 (diesel)(E5) do ano 2022, com foco educativo para quem atua no segmento de seguros ou busca melhor embasamento técnico para sua apólice. Além de explicar a lógica da tabela, apresentamos uma visão clara da ficha técnica do veículo e como esses dados influenciam as operações de seguro, probabilidade de risco e a forma como as seguradoras calculam prêmios, franquias e coberturas.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como um índice de referência de preços médios de veículos usados no mercado brasileiro. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, clubes de veículos e plataformas de negociação para padronizar o valor de reposição ou o valor de mercado em determinadas circunstâncias. A lógica por trás da FIPE é simples: ela agrega dados de transações reais, anúncios e avaliações de diversos estados, ajustados mensalmente para refletir as oscilações do mercado. Quando um caminhão como o Iveco Tector 9-190 4×2 entra no radar de uma seguradora, o valor de referência da FIPE costuma ser um dos componentes centrais para estabelecer a cobertura de incêndio, roubo/furto, colisões e até a indenização em caso de sinistro total.

É importante entender que a FIPE não é o preço de venda atual em uma concessionária nem um orçamento de venda particular. Em vez disso, trata-se de uma estimativa de reposição de mercado com base em amostras representativas. Em seguros, esse valor influencia diretamente o cálculo de prêmio, a definição da soma segurada e, em alguns casos, a determinação da franquia para determinadas coberturas. Por isso, compreender as variações mensais e regionais da FIPE é útil para quem planeja manter a proteção do veículo de forma adequada, especialmente para frotas e empresas que dependem de caminhões para a operação logística. A FIPE também serve como referência rápida para revisões periódicas de contrato, ajustes de valor de reposição e avaliações de manutenção de frota.
É comum que o preço de reposição utilizado pela seguradora seja diferente do preço de compra ou do valor de mercado observado em anúncios. Em muitos casos, a seguradora aplica correções por depreciação conforme a idade do veículo, histórico de uso (carga, trajeto urbano vs. rodoviário), quilometragem e estado de conservação. Ainda assim, a FIPE funciona como base comum para a comparação entre cotações e para a elaboração de propostas de seguro que reflitam o valor de reposição do Tector 9-190 4×2. No contexto desta leitura, vale destacar que, conforme informado pelo sistema da corretora ou pela seguradora, o preço exibido no topo do post poderá ser atualizado automaticamente com base na data de referência da FIPE, sem necessidade de intervenção manual.
Ficha Técnica do Iveco Tector 9-190 4×2 (diesel, E5) 2022
Fabricante: Iveco
Modelo: Tector 9-190 4×2
Ano de referência: 2022
Tipo de veículo: Caminhão leve com tração 4×2, destinado a operações de entrega, distribuição e atividades que exigem boa capacidade de carga sem trainar a necessidade de tracionamento em terrenos acidentados.
Motorização: Diesel com emissão E5. Cilindrada típica entre 8,7 e 9,0 litros; potência aproximadamente 190 cavalos de potência; torque na faixa de aproximadamente 850 a 1.000 Nm, dependendo da configuração exata e do regime de operação. O motor costuma incorporar turbo e intercooler, contribuindo para desempenho estável em rotações médias e altas, especialmente em trechos urbanos com variação de carga.
Transmissão: Manual, com geralmente 6 marchas à frente. A configuração pode incluir relações de transmissão otimizadas para equilíbrio entre força de arrancada e eficiência de combustível em operações urbanas e rodoviárias.
Tração: 4×2. Adequada para operações em pavimento rígido, estradas asfaltadas e solos com boa aderência. A tração 4×2 favorece economia de combustível e menores custos de manutenção quando a aplicação não demanda tração integral.
Emissões: E5, com atendimento aos padrões de controle de emissões vigentes no ano de fabricação. A normativa E5 envolve níveis de emissões de óxidos de nitrogênio e particulados compatíveis com tecnologias modernas de redução de emissões, contribuindo para uma operação mais sustentável dentro do segmento de transporte de cargas.
Capacidade de tanque e consumo aproximado: O equipamento típico de fábrica para esse tipo de configuração envolve um reservatório de combustível com capacidade de algumas centenas de litros, visando autonomia adequada para rotas de distribuição. O consumo varia conforme peso da carga, perfil de condução, topografia das trajetórias e condições de tráfego, não havendo um único número aplicável a todos os cenários. Em operações de frota, o gerenciamento de combustível costuma ser parte integrante da análise de custo total de propriedade.
Dimensões e peso: O comprimento, a largura, a altura e o entre-eixos variam conforme a configuração de cabine, cabine dupla ou simples, bem como o tipo de carroceria instalada. Em linhas gerais, caminhões dessa categoria apresentam comprimento próximo a valores que favorecem a capacidade de carga, com altura e largura compatíveis com as normas rodoviárias brasileiras. O peso total autorizado (GVW) costuma ficar próximo de uma faixa que caracteriza o modelo de 9 toneladas, mas as especificações exatas dependem da configuração de fábrica e das opções escolhidas pela operação. Ao planejar seguros, logística de frota e manutenções, é essencial confirmar essas dimensões com o fabricante ou o distribuidor autorizado da Iveco para a versão específica.
Observação importante: a ficha técnica acima descreve o conjunto típico do Iveco Tector 9-190 4×2 para o ano de 202
