| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 49.023,00 |
| Fev/26 | R$ 51.604,00 |
| Jan/26 | R$ 51.683,00 |
| Dez/25 | R$ 51.126,00 |
| Nov/25 | R$ 51.028,00 |
| Out/25 | R$ 50.678,00 |
| Set/25 | R$ 50.162,00 |
| Ago/25 | R$ 50.607,00 |
| Jul/25 | R$ 52.443,00 |
| Jun/25 | R$ 51.991,00 |
| Mai/25 | R$ 51.317,00 |
| Abr/25 | R$ 53.179,00 |
Entenda como a Tabela FIPE reflete o JAC T5 1.5 JET Flex 16V 5p Aut. 2017 no mercado de usados
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência para precificação de veículos usados no Brasil. Ela fornece valores médios apurados com base em dados de anúncios, consultas de venda e transações realizadas no comércio automotivo. No dia a dia de uma corretora de seguros, entender como a FIPE funciona ajuda a dimensionar coberturas, estabelecer faixas de indenização e orientar clientes na avaliação de propostas. Quando falamos do JAC T5 1.5 JET Flex 16V 5p Aut. 2017, a análise pela FIPE envolve não apenas o modelo específico, mas também a conjuntura do mercado de seminovos, a disponibilidade de reposição de peças e o histórico de satisfação do fabricante no Brasil. Este artigo busca oferecer uma visão educativa, conectando a ficha técnica do veículo, a realidade da marca e, principalmente, como a FIPE orienta decisões no universo de seguros e negociações. Ao longo do texto, você encontrará uma ficha técnica consolidada e explicações sobre como interpretar os dados da tabela para o uso cotidiano, sem inserir valores de venda ou cotação que possam causar confusão. O objetivo é que você entenda o que está por trás da referência FIPE e como ela impacta a proteção do seu veículo.
Ficha Técnica do JAC T5 1.5 JET Flex 16V 5p Aut. 2017
Marca: JAC Motors

Modelo: T5
Versão: 1.5 JET Flex 16V, 5 portas, câmbio automático (Aut.)
Ano/modelo: 2017
Categoria: Hatchback/Crossover compacto
Motorização: Motor 1.5 L (1497 cm³), 4 cilindros, 16 válvulas, alimentação flex – gasolina/etanol
Potência: aproximadamente 110 cv com gasolina; cerca de 114 cv com etanol
Torque: em torno de 13,5 kgf.m (gasolina); 14,7 kgf.m (etanol)
Transmissão: Automática de 4 velocidades
Tração: Dianteira
Dimensões (aprox.): comprimento ≈ 4.310 mm; largura ≈ 1.770 mm; altura ≈ 1.570 mm; entre-eixos ≈ 2.530 mm
Peso: aproximadamente 1.120 kg (peso em ordem de marcha varia conforme versão e itens de série)
Capacidade do tanque de combustível: 50 L
Capacidade do porta-malas: aproximadamente 280 L (com 5 ocupantes, considerando a configuração típica)
Suspensão: dianteira tipo MacPherson; traseira eixo de torção
Freios: dianteiros discos; traseiros tambor; sistema com ABS e EBD
Rodas e pneus: rodas de liga leve 15″ com pneus na faixa 195/65 R15
Itens de série de destaque: ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, airbags frontais, rádio/com mapa Bluetooth, entre outros recursos comuns de conforto na faixa de preço
Observação importante: as especificações acima retratam a configuração típica da versão descrita para o ano-modelo 2017. Em operação real, pequenas variações entre unidades podem ocorrer em função de lote de fabricação, mercado e especificação de itens de série vendida em diferentes concessionárias. A ficha técnica serve como referência para comparar com outras opções no mercado de usados e para que o segurado tenha uma visão clara de suas características técnicas ao negociar com a seguradora.
Sobre a marca JAC Motors no Brasil
A JAC Motors surgiu como uma opção de mobilidade com foco em custo-benefício e oferta de modelos com visual moderno, recursos competitivos e propostas de garantia atraentes. Ao longo dos anos, a marca consolidou presença no Brasil, com uma rede de concessionárias e assistência técnica que busca aproximar o consumidor do serviço pós-venda, peça essencial para quem investe em veículos de uso diário. A história da JAC no país envolve uma estratégia de ampliar opções de aquisição para clientes que desejam SUVs e hatchbacks com linhas contemporâneas, sem abrir mão de eficiência de consumo e conveniência urbana. Em termos de percepção de marca, o desafio era superar objeções históricas relacionadas a peças de reposição e reputação de confiabilidade. Com o tempo, a fabricante passou a enfatizar programas de garantia, treinamentos de rede de assistência e disponibilidade de peças, o que influencia diretamente as decisões de compra e, por consequência, a avaliação na FIPE. Para quem analisa a tabela FIPE do JAC T5 da década de 2017, entender o histórico da marca ajuda a contextualizar as faixas de preço na média de mercado e as variações regionais que impactam a precificação na prática de seguros e aquisição de seminovos.
Como a Tabela FIPE é calculada e como interpretar para seguros
A Tabela FIPE é calculada com base na média de preços anunciados e efetivamente realizados no mercado de usados. Ela reflete, de forma agregada, a realidade de oferta e demanda de cada modelo, levando em conta fatores como o estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, configuração de itens de série e o cenário econômico do período. Para fins de seguros, a FIPE funciona como âncora para estimativas de indenização em situações de sinistro total, bem como para dimensionar o valor de referência para coberturas de casco e de terceiros. No entanto, é essencial compreender que a FIPE é uma referência estatística, não um preço de venda fixo; fatores como conservação, eventuais modificações no veículo, peças usadas originais, acessórios de fábrica e a existência de recall podem influenciar o valor de avaliação do veículo segurado. Assim, ao consultar a Tabela FIPE para o JAC T5 1.5 JET Flex 16V 5p Aut. 2017, o corretor de seguros precisa alinhar as informações com o estado real do carro, a quilometragem atual e o histórico de manutenções para oferecer uma cotação justa e segura ao cliente. A união entre a leitura da FIPE e as informações do veículo é o caminho mais sólido para coberturas adequadas sem subestimar ou superestimar o risco.
Avaliação prática da Tabela FIPE para o JAC T5 2017 no contexto de seguro
Ao lidar com o JAC T5 1.5 JET Flex 16V 5p Aut. 2017, a seguradora observa vários elementos que influenciam a avaliação via FIPE. O objetivo é chegar a uma base de indenização que seja compatível com o valor de mercado do carro na região e com as condições de uso. Entre os fatores mais relevantes, destacam-se:
1) Condição física e de funcionamento: despesas com a lataria, o desgaste da pintura, o estado de pneus, freios, suspensão e o funcionamento de sistemas elétricos podem puxar para cima ou para baixo o valor de referência da FIPE, conforme o impacto na utilidade do veículo.
2) Quilometragem: unidades com baixa quilometragem costumam ter valor próximo ao limite superior da faixa FIPE para a categoria, enquanto unidades com maior uso costumam ficar mais próximas da faixa inferior.
3) Histórico de manutenção: registros de revisões periódicas, uso de peças originais e assistência técnica regular ajudam a manter o valor de referência mais próximo do potencial de venda no mercado, favorecendo uma avaliação estável.
4) Equipamentos e configuração: itens de série, pacotes de acessório, recursos de segurança e de assistência à condução podem influenciar a percepção de valor. Um veículo bem equipado para a sua época tende a ter uma expressão maior na comparação com modelos mais simples da mesma geração.
Além disso, vale lembrar que a variação regional pode impactar a média apresentada pela FIPE. Em cidades com maior oferta de veículos usados ou com maior demanda por determinados segmentos, os valores relativos a modelos coevos tendem a apresentar flutuações. Por isso, a comparação com anúncios locais, consulta de histórico de sinistros e a verificação de dados de manutenção ajudam a compor uma visão mais precisa para a cotação de seguro.
Aspectos importantes para seguradoras ao avaliar o JAC T5
Quando o mercado está avaliando o JAC T5 2017 para fins de seguro, alguns elementos específicos costumam ter peso na decisão de cobertura e no preço da apólice:
1) Perfil de uso: veículos usados para deslocamento urbano diário podem ter perfis de risco diferentes de carros usados em viagens longas. A criticidade é a exposição a colisões em cenários urbanos, bem como o desgaste de componentes mecânicos pela circulação repetida.
2) Histórico de sinistros: um passado de sinistros, especialmente envolvendo danos estruturais ou reparos extensos, pode influenciar o valor segurado, bem como a necessidade de cláusulas adicionais de cobertura para peças específicas.
3)Itens de segurança e conectividade: câmbio automático, sistema de freios com ABS, airbags, controle de estabilidade, câmeras de ré e outros recursos podem reduzir o risco percebido pela seguradora, desde que em bom funcionamento e com manutenção validada.
4) Peças e assistência técnica: a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência autorizada da marca são fatores que afetam a confiabilidade de reparo e o custo, impactando o custo total de propriedade e, por consequência, o custo do seguro.
