| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 39.079,00 |
| Dez/25 | R$ 38.925,00 |
| Nov/25 | R$ 38.748,00 |
| Out/25 | R$ 38.842,00 |
| Set/25 | R$ 38.967,00 |
| Ago/25 | R$ 38.818,00 |
| Jul/25 | R$ 38.659,00 |
| Jun/25 | R$ 38.490,00 |
| Mai/25 | R$ 38.341,00 |
| Abr/25 | R$ 37.984,00 |
| Mar/25 | R$ 37.827,00 |
| Fev/25 | R$ 37.654,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para Jeep Grand Cherokee Laredo 4.0 Aut. 2001 e implicações para seguros
Ficha Técnica do Jeep Grand Cherokee Laredo 4.0 Aut. 2001
O Jeep Grand Cherokee, na versão Laredo, é um veículo que representa a transição entre o conforto de um SUV moderno e a robustez necessária para uso off-road. Em 2001, o conjunto Laredo trazia um equilíbrio entre desempenho, espaço interno e uma proposta de utilidade diária com capacidade para enfrentar terrenos menos asfaltados sem abrir mão de conforto. A Tabela FIPE surge, nesse contexto, como referência de mercado que muitos seguradores utilizam para calibrar premiações e coberturas. Entender a ficha técnica ajuda não apenas a planejar a compra, mas também a compreender como certas características impactam a avaliação de risco pelas seguradoras. Embora o preço de mercado possa variar de acordo com o estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e modificações, a base técnica do veículo continua sendo um componente-chave para entender o que está em jogo no seguro. Abaixo estão os elementos centrais da ficha técnica que costumam constar em especificações oficiais e guias de referência da época, traduzidos para o contexto brasileiro de avaliação de seguros.
- Motor: 4.0 L Inline-6 (I6) com injeção eletrônica
- Potência: aproximadamente 195 cv
- Transmissão: automática de 4 velocidades
- Tração: 4×4 com sistema Quadra-Trac
Sobre a marca Jeep
A Jeep é uma referência global em veículos com DNA off-road e, ao longo de décadas, consolidou uma identidade marcada pela capacidade de enfrentar trilhas, lama, cascalho e terrenos desafiadores. A família Grand Cherokee, em especial, nasceu para oferecer não apenas desempenho em situações extremas, mas também conforto, segurança e praticidade para uso cotidiano. A marca enfatiza valores como robustez, versatilidade e inovação, buscando manter um equilíbrio entre as necessidades do everyday life e as demandas de aventureiros que exploram estradas menos favorecidas. Ao falar de seguro, a posição da Jeep como fabricante com histórico de utilitários esportivos reforça a percepção de valor, confiabilidade de motorizações robustas e disponibilidade de peças. Esses pilares influenciam, direta ou indiretamente, as avaliações de risco, o custo de reparos e a previsibilidade de custos de manutenção, elementos que os corretores costumam considerar na hora de propor coberturas adequadas para modelos da linha Grand Cherokee, inclusive veículos mais antigos como o Laredo 4.0 Aut. de 2001.

Entendendo a relação entre FIPE e seguro
A Tabela FIPE funciona como referência de preços de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras como base para estimar o valor de referência do veículo quando se contrata um seguro ou se atualiza uma apólice. Embora o valor FIPE seja útil como referência, não é sinônimo do preço pago em uma transação de venda nem necessariamente o valor que orienta a nota do prêmio de seguro. Existem variações: algumas seguradoras podem considerar o valor de reposição, o valor de avaliação emitida por peritos, ou ainda um valor estimado de substituição caso o veículo seja danificado além do reparo. Em veículos com mais de uma década de uso, como o Grand Cherokee Laredo 2001, o FIPE pode atuar como uma referência estável para determinadas coberturas, especialmente aquelas que envolvem danos a terceiros, roubo e furto, e até mesmo para subsidiar o cálculo de franquias em colisões. A compreensão dessa função ajuda o segurado a alinhar expectativas com a corretora, assegurando que a cobertura escolhida tenha correspondência com o valor de uso e as peças arquivadas no veículo.
Para quem acompanha a prática de seguros, vale destacar que fatores como a quilometragem atual, o estado de conservação, a presença de peças originais em bom estado e a integração de acessórios podem influenciar a percepção de risco, mesmo quando o valor FIPE é estável. Por isso, ao combinar a ficha técnica com a estética do veículo e o histórico de manutenção, o corretor consegue oferecer propostas mais coerentes com a realidade do uso, evitando surpresas na assinatura da apólice. Em resumo, FIPE é uma referência de preço médio de mercado, enquanto o seguro considera um conjunto de fatores que determinam o nível de risco e, por consequência, o custo da proteção.
Fatores que influenciam o valor FIPE do Grand Cherokee Laredo 2001
Ao considerar o valor FIPE para um Jeep Grand Cherokee Laredo 4.0 Aut. de 2001, diversos elementos entram em jogo e ajudam a explicar variações de acordo com o veículo específico. A seguir, destacam-se os fatores com maior impacto na avaliação de referência FIPE que, por sua vez, repercutem no prêmio de seguro e na decisão de cobertura.
1) Condição de conservação e histórico de manutenção: veículos bem conservados, com manutenção em dia, registram-se como referências mais estáveis na FIPE. A presença de manuais de serviço, registros de revisões periódicas e notas fiscais de conserto contribui para uma percepção de menor risco de falhas graves no curto prazo.
2) Quilometragem: a idade do veículo não é o único indicativo de desgaste; a quilometragem é um fator importante para seguros porque influencia o risco de avarias mecânicas, consumo de componentes e a probabilidade de substituição de peças. Kilometragens moderadas para a idade podem manter o valor FIPE mais próximo do esperado, enquanto quilometragem muito alta pode reduzir o valor de referência como consequência de desgaste acumulado.
3) Versão e equipamentos originais: a configuração Laredo com motor 4.0 e câmbio automático pode ter variações de equipamentos ao longo da produção. Opções originais de fábrica, como sistemas de áudio, volante, console, ou pacotes de segurança e assistência, podem impactar a avaliação de mercado. A presença de acessórios não originais ou modificações pode tanto aumentar quanto reduzir o valor FIPE, dependendo da percepção de confiabilidade e da disponibilidade de peças de reposição.
4) Histórico de sinistros e manutenção de rotina: sinistros anteriores, reparos de boa qualidade ou substituição de componentes críticos (como sistema de freios, suspensão, ou motor) podem influenciar a percepção de risco. Um veículo que demonstra manutenção regular tende a manter uma referência FIPE estável, enquanto um histórico de reparos frequentes pode reduzir o valor de referência da FIPE ou, ao menos, aumentar a volatilidade da estimativa.
5) Modificações e itens de alto valor: a instalação de peças aftermarket ou modificações (quando bem documentadas e compatíveis com o uso seguro) pode ser interpretada de maneiras diferentes pelas seguradoras, dependendo do impacto na segurança e na confiabilidade. Em muitos casos, modificações relevantes podem requerer documentação adicional para evitar surpresas no momento da indenização.
6) Condição legal e documentação: veículos com documentação regular, sem restrições administrativas, podem manter a confiança do mercado na FIPE, ao passo que pendências ou inadimplências de documentação podem impactar a avaliação de risco, mesmo que o veículo esteja bem conservado.
Esses fatores ilustram por que o valor FIPE pode variar entre veículos semelhantes, dependendo de como cada unidade particular se enquadra nos parâmetros de conservação, uso e histórico. Na prática, a FIPE serve como referência, e o corretor utiliza essa referência para calibrar o seguro de acordo com o perfil do condutor e as condições do veículo. O objetivo é chegar a uma proteção que respeite o valor de uso real do carro, sem superestimar ou subestimar o patrimônio envolvido.
Para quem está na [fase de aquisição ou renovação de seguro], vale reforçar algumas práticas que ajudam a manter o alinhamento entre FIPE e proteção: manter o veículo em bom estado de manutenção, manter documentos atualizados, documentar alterações com notas fiscais, registrar fotos da condição geral e guardar comprovantes de serviços. Dessa forma, a avaliação de risco torna-se mais previsível e o processo de contratação de seguro mais transparente, reduzindo chances de surpresas futuras.
Em síntese, compreender a ficha técnica, o papel da FIPE e os fatores que moldam o valor de referência é essencial para quem busca seguros mais justos e adequados ao Jeep Grand Cherokee Laredo 4.0 Aut. 2001. Ao refletir sobre o custo total de proteção, é útil considerar não apenas o valor de compra ou o preço de mercado histórico, mas também o custo potencial de substituição de peças originais, de reparos em situações de sinistro e de eventual depreciação ao longo do tempo. Esse conjunto de informações ajuda o segurado a escolher coberturas que façam sentido para o uso pretendido do veículo, seja no deslocamento diário, em viagens de fim de semana ou em aventuras off-road moderadas.
Se você está avaliando opções de proteção para um Jeep Grand Cherokee Laredo 4.0 Aut. 2001, vale observar como diferentes apólices tratam itens como roubo/furto, colisão, incêndio e cobertura a terceiros. A combinação de coberturas e limites deve ser alinhada ao perfil do veículo e ao uso que você faz dele. A gestão adequada dessas escolhas pode evitar lacunas de proteção e proporcionar tranquilidade tanto no dia a dia quanto em situações mais complexas de sinistro.
Para alinhar o custo de proteção com seu perfil, faça uma cotação com a GT Seguros.
