| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 14.488,00 |
| Dez/25 | R$ 14.432,00 |
| Nov/25 | R$ 14.455,00 |
| Out/25 | R$ 14.490,00 |
| Set/25 | R$ 14.538,00 |
| Ago/25 | R$ 14.569,00 |
| Jul/25 | R$ 14.594,00 |
| Jun/25 | R$ 14.609,00 |
| Mai/25 | R$ 14.640,00 |
| Abr/25 | R$ 14.655,00 |
| Mar/25 | R$ 14.679,00 |
| Fev/25 | R$ 14.689,00 |
Como a Tabela FIPE reflete o Jipe Montez 4×4 CD com Teto de Lona a Diesel (1995) e o impacto na avaliação de seguro
A Tabela FIPE é uma referência essencial para quem atua no universo de seguros automotivos no Brasil. Ela oferece valores de referência para veículos usados, ajudando corretoras, seguradoras e consumidores a estimar indenizações, coberturas e condições contratuais com maior embasamento técnico. Quando falamos de um modelo específico como o Jipe Montez 4×4 CD, com motor a diesel, teto de lona e ano de 1995, o entendimento da tabela envolve nuances ligadas à idade do veículo, ao estado de conservação, às alterações que ele pode ter ao longo do tempo e à forma como a FIPE segmenta esse tipo de utilitário de uso off-road. Este post aborda não apenas a ficha técnica, mas também como esses dados impactam a configuração de uma apólice de seguro na prática, especialmente para veículos clássicos ou colecionáveis de uso misto entre lazer, campo e trajetos urbanos. A ideia é oferecer um guia educativo para clientes e profissionais que desejam alinhar cobertura, franquias e garantias com a realidade de um veículo que carrega história, robustez e um conjunto de particularidades próprias do segmento 4×4 antigo.
Ficha técnica do Jipe Montez 4×4 CD (1995)
A seguir está uma síntese objetiva da ficha técnica típica para o Jipe Montez 4×4 CD, versão com teto de lona e motor diesel, fabricada na década de 1990. Vale lembrar que, por tratar de um modelo antigo, pequenas variações podem existir entre unidades específicas, e muitos premiuns de mercado consideram o estado de conservação como fator decisivo na avaliação de seguro. A ficha técnica ajuda a entender o que costuma constar na base de dados Fipe e o que costuma influenciar a avaliação de valor no sinistro. Abaixo, quatro itens-chave reunidos em formato conciso para consulta rápida:

- Motor e desempenho: diesel, 4 cilindros, deslocamento próximo de 2,0 litros; potência estimada entre 70 e 85 cavalos, torque entre 140 e 180 Nm. A combinação de motor diesel e tração 4×4 costuma privilegiar torque baixo para uso off-road, com ênfase em robustez e durabilidade.
- Transmissão e tração: caixa manual de 5 velocidades, com direção simples e 4×4 com reduzida. Esses componentes são conhecidos pela durabilidade, mas exigem manutenção mais atenta, especialmente em regiões com solos acidentados ou uso frequente em rampas íngremes.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento aproximado entre 3,8 e 4,0 metros; largura entre 1,6 e 1,7 metros; altura entre 1,7 e 1,8 metros. Capacidade para 4 a 5 ocupantes, com tanque de combustível entre 60 e 70 litros. O peso bruto varia conforme a configuração de cabine dupla (CD) e o nível de equipamentos adicionados.
- Carroceria e utilidade: carroceria tipo utilitário com teto de lona, cabine simples a cabine dupla, suspensão robusta para terrenos irregulares e pneus de uso misto. A configuração CD (cabine dupla) favorece o transporte de passageiros adicionais em relação a versões simples, mantendo a função utilitária do veículo. A lona do teto proporciona leveza e praticidade, porém demanda atenção extra em relação a infiltrações e isolamento térmico.
A marca e o contexto histórico da Jipe Montez
A Jipe Montez, presente no cenário automotivo brasileiro da década de 1990, posicionou-se como uma fabricante de utilitários leves com foco em capacidade off-road, durabilidade em condições rurais e uso em atividades de lazer que demandavam versatilidade de tração e robustez. Em linhas gerais, o perfil da marca no período era de uma empresa que valorizava peças de reposição acessíveis, facilidade de manutenção e uma rede de assistência compatível com veículos de trabalho pesados. O resultado foi uma gama de modelos 4×4 que atraíram proprietários de zonas rurais, pequenos produtores e entusiastas de trilhas, buscando confiabilidade em terreno acidentado e simplicidade de conserto quando necessário. Embora a disponibilidade de peças possa variar conforme o tempo e a região, a memória do Jac/Jipe Montez como veículo de uso misto — entre utilitário de trabalho e veículo de lazer — continua marcando presença entre colecionadores e entusiastas de históricos automotivos.
Como a FIPE orienta a avaliação de seguros para modelos como o Montez 4×4 CD
Para seguradoras e corretores, a Tabela FIPE atua como âncora de referência ao precificar o risco, definir o valor de indenização em caso de sinistro, e estabelecer parâmetros para coberturas específicas. Em veículos com idade acima de 25 anos, como o Montez 1995, o uso da FIPE envolve particularidades: o estado de conservação, as modificações ao longo do tempo, a disponibilidade de peças e a demanda por reposição podem impactar diretamente o valor de referência da apólice. Em termos práticos, isso se traduz em alguns pontos-chave:
– O valor de referência da FIPE é usado para compor o valor segurado, que, por sua vez, define a base de indenização em caso de perda total ou de danos relevantes. Para veículos mais antigos, a FIPE pode servir como parâmetro inicial, sendo ajustada por avaliação adicional de sinistro, histórico de uso e condições gerais do veículo.
– Veículos com teto de lona e construção 4×4 costumam apresentar características de uso que influenciam o prêmio: maior propensão a danos em capota, maior risco de infiltração de água em áreas de lona, desgaste acelerado de componentes de suspensão, bem como maior probabilidade de oscilações de valor conforme o estado de conservação. Essas questões costumam impactar a classe de sinistro e as franquias cabíveis.
– Modificações e peculiaridades do conjunto mecânico podem exigir coberturas adicionais ou específicas; por exemplo, acessórios de trilha, winches, sistema de iluminação auxiliar ou caixas de transporte podem aumentar o valor dos itens assegurados e, consequentemente, o prêmio. A FIPE, por sua vez, oferece uma referência de valor base, que é ajustada conforme a análise técnica do veículo durante a contratação ou ao acionar um sinistro.
– Em seguros de veículos antigos, a contratação de coberturas específicas (colisão, incêndio, roubo/furto, terceiros) precisa ser alinhada aos riscos reais. A FIPE ajuda a fundamentar esse alinhamento, mas a decisão final sobre o conjunto de coberturas e o valor segurado envolve avaliação do estado atual do veículo, histórico de manutenção, uso pretendido e perfil do condutor, mantendo o objetivo de proteção eficaz sem extrapolar custos.
Práticas de uso e manutenção para o Montez 1995
Para manter a consistência entre valor de referência, seguros e uso diário, pequenas práticas de manutenção podem fazer diferença significativa em como o veículo aparece aos olhos da FIPE e da seguradora. Em veículos com mais de duas décadas de estrada, alguns cuidados costumam refletir diretamente na confiabilidade, na segurança e na longevidade do veículo em trajetos diários ou em trilhas de lazer:
– Inspeção regular da embreagem, freios, suspensão e componentes de tração 4×4, com atenção especial a folgas, vazamentos de fluido e sinais de desgaste em diferenciais. O ambiente off-road acelera o desgaste de itens críticos, por isso visitas periódicas à oficina ajudam a manter o desempenho e reduzir a probabilidade de sinistros.
– Revisão do sistema de teto de lona: verifique esticamento, pontos de fixação, infiltrações e desgaste das costuras. Um teto bem conservado reduz o risco de danos internos em caso de chuva ou lama, e também impacta a percepção de valor do veículo na avaliação de seguro.
– Cuidados com a carroceria e estrutura: a ferrugem é uma preocupação comum em veículos com idade elevada, especialmente em áreas de junções de chapa e pontos de desgaste onde a água pode acumular. Investir em proteção antiferrugem e manutenção de selante ajuda a preservar a integridade estrutural e o valor de mercado, com reflexos diretos na FIPE e no custo de seguro.
– Conservação de peças originais e registro de modificações: manter documentação de peças originais, histórico de manutenção e eventuais upgrades (com comprovantes) facilita a avaliação na hora de contratar ou renovar a apólice. A clareza documental também reduz incertezas na indenização, caso seja necessária.
Cuidados estratégicos na contratação de seguro para o Montez 4×4 CD
Ao navegar pela contratação de seguro para um veículo com as características do Jipe Montez 4×4 CD, alguns aspectos estratégicos costumam orientar a escolha de coberturas, franquias e limites de indenização. A seguir, pontos práticos que costumam orientar clientes e corretores na tomada de decisão, sempre com o objetivo de equilibrar proteção e custo:
– Coberturas básicas x opções adicionais: para veículos com histórico de uso off-road, costuma ser pertinente ampliar coberturas para além de danos a terceiros, incluindo colisão, incêndio, roubo/furto e assistência 24h. A inclusão de cobertura para acessórios essenciais (barras, estepe externo, faróis adicionais) pode ser avaliada conforme o valor agregado e o risco percebido.
– Franquias proporcionais ao uso: em veículos de uso misto, a escolha de franquias pode impactar o custo mensal da apólice. Franquias menores oferecem maior proteção financeira em caso de sinistro, porém com custo mensal maior; já franquias maiores reduzem o custo, aumentando a necessidade de avaliação cuidadosa do risco real de cada veículo.
– Valor segurado e FIPE: para modelos antigos, o valor segurado muitas vezes fica ancorado à FIPE como referência, ajustado pela avaliação técnica. Manter o valor de segurado próximo ao que a FIPE indica, somado a prazos de depreciação realistas, ajuda a evitar subseguro ou superseguro, com impacto direto no sinistro e na relação prêmio/valor segurado.
– Apólice para uso específico: regimes de uso (lazer, trilhas, trabalho rural) podem exigir cláusulas diferenciadas. Por exemplo, se o veículo é usado predominantemente em trilhas, pode haver necessidade de cláusulas de proteção a equipamentos fora de estrada e de seguro para danos causados por condições off-road.
Chamada à ação suave
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