| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.963,00 |
| Fev/26 | R$ 14.907,00 |
| Jan/26 | R$ 14.851,00 |
| Dez/25 | R$ 14.793,00 |
| Nov/25 | R$ 14.817,00 |
| Out/25 | R$ 14.853,00 |
| Set/25 | R$ 14.902,00 |
| Ago/25 | R$ 14.934,00 |
| Jul/25 | R$ 14.959,00 |
| Jun/25 | R$ 14.975,00 |
| Mai/25 | R$ 15.006,00 |
| Abr/25 | R$ 15.022,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE aplicada ao JPX Jipe Montez 4×4 CD Teto de Lona Diesel 1996 e suas implicações no seguro
A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem atua no mercado de seguros, avaliação de veículos usados e negociações entre compradores e vendedores. Para quem possui ou avalia o JPX Jipe Montez 4×4 CD com teto de lona movido a diesel, ano de 1996, entender como essa tabela funciona ajuda a estimar valores de indenização, formar coberturas adequadas e evitar surpresas na hora de acionar o seguro. Este artigo, elaborado pela equipe da GT Seguros, aborda a valoração na prática, a ficha técnica do veículo em questão, o contexto histórico da marca e os pontos relevantes para seguradoras e proprietários. O objetivo é oferecer conteúdo educativo, desmistificar conceitos e orientar decisões com base em dados técnicos e operacionais, sem mencionar preços específicos no corpo do texto, conforme prática do setor.
O que é a Tabela FIPE e como ela funciona no dia a dia
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Ela agrega dados de mercado, com base em transações observadas, anúncios e informações de empresas do setor automobilístico. O resultado é uma faixa de valores médios que serve de referência para seguradoras na indenização de sinistros, para revendas na avaliação de consignação e para consumidores na hora de definir o preço de compra ou venda. Importante lembrar que o valor FIPE não é uma regra rígida; ele funciona como parâmetro de referência, podendo variar conforme o estado de conservação do veículo, quilometragem, originalidade de peças, histórico de sinistros e disponibilidade de peças na região. Além disso, alguns seguros oferecem valores de reposição ou valor de mercado com base em critérios internos, e a Tabela FIPE costuma ser utilizada como base inicial para essas avaliações.

Para veículos com características específicas, como o JPX Jipe Montez 4×4 CD Teto de Lona Diesel 1996, a leitura da FIPE exige atenção a variações de versão, combustível (diesel), configuração de tração, estado de preservação e itens originais presentes. O teto de lona, por exemplo, pode influenciar aspectos estéticos e de uso que o mercado considera ao determinar o valor de reposição ou de indenização, especialmente se houver alterações posteriores não originais. Por isso, a compatibilidade entre a ficha técnica documentada, a especificação de fábrica e o estado atual do veículo é essencial para uma avaliação mais precisa pela seguradora.
Do ponto de vista prático, ao consultar a Tabela FIPE para este modelo específico, as seguradoras costumam comparar a versão CD, com teto de lona e motor diesel, com veículos semelhantes da mesma geração, observando fatores como idade, uso (urbano, rural, off-road leve) e disponibilidade de peças. A partir daí, o conjunto de dados alimenta o cálculo de cobertura, franquias e limites da apólice, bem como a eventual relação com coberturas adicionais, como guincho, acessórios e proteção contra roubo/furto.
Ficha Técnica do JPX Jipe Montez 4×4 CD Teto de Lona Diesel 1996
A ficha técnica é uma memória descritiva que ajuda tanto o comprador quanto a seguradora a entender o que está sendo avaliado. Abaixo reunimos as informações relevantes para o JPX Jipe Montez 4×4 CD, ano-modelo 1996, equipado com teto de lona e motor diesel. Observação: números de referência são estimativas baseadas em documentação da época e relatos de proprietários; pequenas variações podem ocorrer entre séries e lotes de produção. O objetivo é oferecer um retrato técnico claro para fins de avaliação e seguro.
Identificação e configuração: veículo utilitário leve com função 4×4, produzido pela marca JPX sob o modelo Montez na versão CD, ano 1996, com teto de lona removível. Motorização e desempenho: motor diesel de aproximadamente 2.3 litros, quatro cilindros, alimentação diesel direta, com potência estimada em torno de 68 a 70 cavalos-vapor (cv) e torque próximo de 14 a 15 kgf·m, variando conforme instrumentação e condições de operação. Transmissão e tração: caixa manual de 5 marchas, com acionamento de tração 4×4 e eixo de transmissão com reduzida, com foco em uso off-road leve e conforto de condução em estradas rurais. Estrutura e chassis: carroceria em plataformas simples, com chassi rígido típico de utilitários da época, projetada para robustez, facilidade de reparo e capacidade de carga moderada. Teto e acabamento: teto de lona removível, que oferece leveza estrutural e flexibilidade de uso em áreas com clima quente; o interior tende a priorizar funcionalidade e durabilidade em detrimento do luxo. Capacidade e dimensão: veículo de 5 lugares, com entre-eixos próximo de 2.50 m, dimensões aproximadas de 4.10 m de comprimento, 1.70 m de largura e 1.72 m de altura; tanque de combustível com cerca de 60 litros, proporcionando autonomia útil para trajetos rurais e viagens curtas sem paradas frequentes. Peso e carga: peso próprio estimado em torno de 1.48 t, com payload de aproximadamente 430 kg para carga útil, o que facilita o transporte de equipamentos leves, ferramentas ou insumos para atividades rurais. Suspensão e dirigibilidade: configuração de suspensão dianteira independente, traseira em eixo rígido com feixes de mola, direção mecânica com assistência variável conforme condição de uso, e freios de característica convencional para a época. Segurança e equipamentos: equipamento padrão para a época, sem recursos modernos de assistência à condução; itens como cintos, banco traseiro adequado para 3 passageiros, iluminação básica e acessórios simples para uso rural constam na ficha. Observações sobre o estado atual: como o veículo é de 1996, a avaliação de valor para a FIPE dependerá fortemente da conservação da carroceria, do estado do motor diesel, da manutenção da transmissão, da integridade do teto de lona e da originalidade de peças-chave (motor, câmbio, diferencial, eixos, amortecedores).
Resumo prático: a ficha técnica revela um veículo simples, robusto e voltado para uso utilitário em terrenos desafiadores. A combinação diesel, 4×4 e teto de lona aponta para uma infraestrutura mecânica que, se bem mantida, mantém utilidade por muitos anos, mas também exige atenção especial de seguro, pois componentes originais da época podem exigir disponibilidade de peças específicas. Essa leitura técnica facilita a comunicação entre proprietário, corretor e seguradora para definir coberturas adequadas, bem como o valor médio de referência na FIPE para o veículo em questão.
Contexto histórico: a marca Jipe Montez
A marca Jipe Montez aparece no cenário de veículos utilitários leves com foco em atendimento a necessidades rurais e atividades off-road leves. Em geral, a proposta de marcas como a Montez era unir simplicidade de construção, facilidade de manutenção e confiabilidade em terrenos adversos, sem exigir alto custo de aquisição. A década de 1990 foi um período de diversificação no segmento de utilitários no Brasil, em que marcas menores buscavam espaço ao lado de modelos populares no campo, muitas vezes aproveitando plataformas de produção modestas e disponibilizando reparos com peças de reposição simples. O JPX Jipe Montez 4×4 CD com teto de lona representa exatamente esse espírito: um veículo que privilegia a funcionalidade prática, a robustez mecânica e a capacidade de trabalho em áreas rurais, mantendo custos de propriedade mais acessíveis para proprietários de pequenos sítios, fazendas familiares e empreendimentos que dependem de mobilidade em estradas precárias.
Este contexto histórico ajuda a entender o que a FIPE e as seguradoras consideram ao calcular o valor de mercado. Veículos dessa linha costumam apresentar boa aceitação em termos de utilidade prática, mas, por serem menos modernos e com itens de conforto mais simples, podem ter variações significativas no valor de mercado conforme o estado de conservação, disponibilidade de peças de reposição e a demanda local por este tipo de 4×4. Por isso, quem detém uma unidade do Montez 4×4 CD tem a seu favor o entendimento de que o seguro precisa contemplar não apenas o valor de reposição, mas também a possibilidade de restauração ou manutenção com peças originais compatíveis, mantendo a identidade do veículo.
Como a FIPE classifica este modelo e o que isso significa para o seguro
A classificação de um veículo pela FIPE leva em consideração o conjunto de atributos técnicos, a faixa etária, a motorização, o tipo de combustível e a configuração de uso. No caso do JPX Jipe Montez 4×4 CD com teto de lona e diesel, a classificação tende a agrupar este modelo em uma faixa correspondente a utilitários leves com tração integral de época, diferenciando-o de SUVs maiores ou de picapes com motorizações distintas. O valor FIPE resultante serve como referência para a seguradora estabelecer o índice de indenização em caso de sinistro total, bem como para calibrar o valor de cobertura. Além disso, o estado de conservação, o histórico de manutenção e a originalidade de peças podem levar a ajustes acima ou abaixo da referência, dentro das políticas de cada seguradora.
Para o segurado, entender essa lógica é crucial para planejar uma apólice adequada. Um valor FIPE elevado pode justificar coberturas adicionais, como proteção para peças originais, substituição de itens de desgaste ou acessórios específicos (por exemplo, o teto de lona em bom estado, itens de conforto da cabine e componentes mecânicos da tração 4×4). Por outro lado, veículos com histórias de sinistros repetidos ou com modificações não originais podem sofrer ajustes na avaliação de risco, afetando inclusão de coberturas e o custo da apólice. Em resumo, a Tabela FIPE atua como alicerce, mas o detalhamento técnico do veículo, o histórico do bem e o uso previsto pelo segurado determinam o enquadramento final da cobertura.
Dicas para seguradoras e proprietários: uso do veículo e impacto no seguro
Ao pensar na proteção de um JPX Jipe Montez 4×4 CD, alguns aspectos práticos ajudam a alinhar expectativa entre proprietário e seguradora:
Estado de conservação: a manutenção regular, com histórico de trocas de óleo, filtros, correias e revisões programadas, favorece a classificação de risco menos onerosa e pode preservar mais próximo da faixa FIPE observada para o veículo. Itens de segurança: cintos de segurança funcionais, extintor adequado, sistema de iluminação em conformidade com as normas locais e fixação correta de acessórios aumentam a confiabilidade da apólice. Originalidade: peças originais ou de reposição compatíveis com o modelo ajudam a manter o valor de referência mais próximo do efetivo. Uso pretendido: veículos com uso cotidiano em cidades podem ter perfil de risco diferente de unidades empregadas em atividades rurais, off-road leve ou turismo de aventura; esse uso pode impactar a escolha de coberturas de terceiros, guincho e assistência 24h. Peças e acessórios extras: itens adicionais, como anteparos, proteção de motor, ou alterações mecânicas, devem ser informados para evitar surpresas na indenização.
É relevante que o proprietário mantenha a documentação atualizada: notas de manutenção, comprovantes de reparos, vistorias técnicas e histórico de sinistros. Esses documentos ajudam o corretor de seguros a avaliar com precisão o valor de cobertura e as exclusões aplicáveis. Além disso, para quem utiliza o veículo em rodovias rurais ou em ambientes com trilhas de terra, pode haver necessidade de coberturas específicas, como guincho off-road, valor de reposição a novo ou peças especiais, que devem ser discutidas com o corretor durante a elaboração da apólice.
Boas práticas de seguro para este modelo: quatro pontos-chave
- Conserve a documentação técnica: guarde a ficha técnica, manuais, histórico de manutenção e notas de serviço para justificar o estado do veículo durante a contratação da apólice.
- Informe usos específicos: descreva claramente se o veículo é utilizado para atividades rurais, transporte de ferramentas, conquistas de trilhas ou deslocamentos urbanos ocasionais; isso ajuda a calibrar o risco e as coberturas adequadas.
- Verifique cobertura de acessórios: confirme se o teto de lona, proteções externas, rodas, pneus e itens instalados pelo proprietário estão contemplados ou se há a necessidade de coberturas adicionais para substituição ou danos específicos.
- Atualize o valor segurado com periodicidade adequada: revise a cada ano ou após grandes manutenções, para evitar subseguro ou superseguro, sempre cruzando com a FIPE atualizada e o estado de conservação.
Essas diretrizes ajudam a manter a proteção alinhada com o uso real do veículo e com o valor estimado pela FIPE, equilibrando custo de seguro e tranquilidade em caso de sinistro. A clareza na comunicação entre proprietário, corretor e seguradora é o pilar para uma apólice que respeite a história e o perfil do JPX Jipe Montez 4×4 CD, teto de lona e diesel, ano 1996.
Conclusão: por que entender a FIPE faz diferença na hora de segurar o Montez 4×4 CD
Para proprietários de modelos 4×4 utilitários com teto de lona e motor diesel do século passado, a compreensão da Tabela FIPE não é apenas uma curiosidade acadêmica; é uma ferramenta prática que impacta diretamente na forma como o seguro é estruturado, no custo mensal da apólice e na qualidade da cobertura em caso de sinistro. O JPX Jipe Montez 4×4 CD representa um capítulo específico
