Valor FIPE Atual
R$ 11.665,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 032003-0
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 11.665,00
Dez/25R$ 11.688,00
Nov/25R$ 11.707,00
Out/25R$ 11.736,00
Set/25R$ 11.774,00
Ago/25R$ 11.800,00
Jul/25R$ 11.820,00
Jun/25R$ 11.769,00
Mai/25R$ 11.724,00
Abr/25R$ 11.615,00
Mar/25R$ 11.568,00
Fev/25R$ 11.576,00

Visão geral da JPX Montez 1.9 4×4 Diesel (1996) na Tabela FIPE e seu contexto de uso

Este artigo aborda a Tabela FIPE para a JPX Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, com foco em compreender a ficha técnica, o histórico da marca e as implicações para seguros. A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado de veículos usados no Brasil, servindo de base para cálculos de seguro, financiamentos e avaliações em etapas de negociação. Embora o preço de reposição ou de aquisição possa variar conforme o mercado, a referência FIPE ajuda corretores e proprietários a situarem o veículo em uma faixa de valor plausível, levando em conta idade, quilometragem, condição física e histórico de manutenção. Ao explorar a Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, é possível entender quais fatores influenciam a precificação pela seguradora e como preparar o veículo para uma proteção adequada.

Contexto da marca JPX e o papel das picapes diesel no Brasil

A JPX é uma marca que, no imaginário de muitos consumidores, simboliza robustez, simplicidade mecânica e foco em utilitários para uso prático. Em mercados onde a avaliação de custo-benefício é essencial, fabricantes desse segmento costumam privilegiar motores diesel pela durabilidade, torque em baixas rotações e maior torque em faixas de uso off-road leve. A picape Montez, em especial a versão 1.9 4×4 Diesel de 1996, aparece como exemplar de uma geração em que a versatilidade de uso — tanto na cidade quanto no campo — demandava uma linha de montagem mais simples, com componentes fáceis de encontrar e manutenção relativamente acessível. Esse conjunto tem impacto direto na percepção de valor na FIPE e, consequentemente, no custo do seguro, visto que seguros avaliam risco, disponibilidade de peças e histórico de uso para estabelecer prêmios. Ao tratar de veículos de marcas com tradição de utilitário, é comum encontrar uma demanda maior por assistência técnica especializada e por peças de reposição que, mesmo não sendo modernas, mantêm a viabilidade de reparos ao longo dos anos.

Tabela FIPE JPX Picape Montez 1.9 4×4 Diesel 1996

Ficha técnica detalhada da Montez 1.9 4×4 Diesel 1996

A seguir, reunimos informações técnicas da JPX Montez 1.9 4×4 Diesel, modelo apresentado em 1996, com foco em dados que costumam compor a ficha técnica de referência para seguros, avaliações de risco e uso cotidiano. Os valores apresentados são baseados em dados de época e em referências típicas desse tipo de veículo diesel de porte médio, adaptados para facilitar a compreensão pelo público de corretoras de seguros.

Motorização: motor diesel de 1.9 litros (aprox. 1.900 cm³), com quatro cilindros em linha, aspiração natural. Potência nominal próxima de 65–70 cavalos (cv) a rotações em torno de 3.800–4.000 rpm, e torque próximo de 11–15 kgf·m em faixas entre 2.000 e 2.500 rpm. Essa configuração favorece a condução com carga leve e serviços de utilidade, oferecendo bom desempenho de arrancada em tomadas de força e uma resposta adequada em terreno acidentado, típico de picapes utilitárias Jeep, Ford F-100 de época e similares do período.

Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas, com acionamento direto e relação de marchas compatível com uso urbano e rodoviário moderado. Tração 4×4 com reduzida, o que facilita a condução em pisos com atrito variável, como lama, terra solta ou piso drenado. A combinação motor 1.9 diesel + 4×4 oferece capacidade de deslocamento estável em trajetos de serviço que exijam tração adicional, ao custo de consumo de combustível relativamente maior quando comparado a versões 4×2 em uso urbano.

Dimensões, peso e capacidades: carroceria de cabine simples ou estendida, com comprimento aproximado entre 4,2 e 4,3 metros, largura em torno de 1,7–1,75 metros e altura próxima de 1,6–1,75 metros. Entre-eixos e peso do veículo variam conforme a configuração de caçuleta/carroceria, mas, de modo geral, a Montez 1.9 4×4 Diesel fica na faixa de 1.250–1.450 kg de peso próprio. Capacidade de carga útil estimada em torno de 600–800 kg, com capacidade de reboque de 1.000–1.200 kg, dependendo da versão e do equipamento. O tanque de combustível costuma ter capacidade de 50–60 litros, o que influencia a autonomia em viagens de serviço ou uso diário com rodagens mais largas.

Equipamentos e acabamentos: em veículos de 1996, especialmente dentro do segmento de utilitários, o pacote costuma incluir itens básicos de conforto e segurança para a época, sem recursos de segurança avançados encontrados em veículos modernos. A ênfase está em durabilidade, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. Em termos de conforto, era comum encontrar vidros manuais, direção mecânica, sistemas de freios com tambor na traseira e controles simplificados. Por não ser um veículo premium, a Montez tende a apresentar um conjunto de equipamentos simples, com foco na funcionalidade de trabalho, e não em recursos de luxo ou conectividade. Para quem utiliza a picape em atividade profissional, esse equilíbrio entre custo, robustez e disponibilidade de peças é um ponto relevante para avaliação de seguro.

Resumo técnico em linha com a época: a Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996 representa uma categoria de utilitários robustos, com motor a diesel simples, câmbio manual e tração nas quatro rodas para enfrentar terrenos desafiadores. Para a seguradora, o conjunto sugere um perfil de risco que valoriza a manutenção preventiva, a disponibilidade de peças originais e o histórico de uso, fatores que ajudam a definir o prêmio de seguro com maior previsibilidade. Abaixo, abordamos como esses elementos se conectam com o valor de compra, com a avaliação de risco e com os cuidados que o proprietário deve adotar para manter o veículo protegido ao longo do tempo.

Impacto na seguradora: avaliação de riscos para modelos de 1996

Quando uma seguradora analisa uma JPX Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, alguns fatores recorrentes pesam na composição do prêmio. Embora cada companhia tenha sua metodologia, há aspectos comuns que ajudam proprietários e corretores a entenderem por que o custo do seguro pode variar. A FIPE funciona como referência de valor de mercado, mas o custo do seguro vai além do valor de veículo; envolve riscos de uso, disponibilidade de peças, histórico de sinistros e perfil do condutor. A seguir, destacamos quatro pontos centrais para essa avaliação.

  • Idade e idade do modelo: veículos com mais de duas décadas costumam ter prazos de seguro mais estáveis, mas podem exigir maior atenção a peças de reposição e a desgaste de componentes críticos, como sistema de injeção diesel, suspensão e freios. A depreciação é um fator natural; modelos mais antigos, quando bem conservados, podem ter custos de aquisição de peças menores, mas peças específicas podem ficar mais caras ou difíceis de encontrar com o tempo.
  • Histórico de manutenção: um histórico regular de manutenção, com registro de trocas de filtros, óleo, itens do sistema de injeção e pneus, ajuda a reduzir o risco de sinistros. Seguradoras costumam valorizar carros com histórico de revisões, pois indicam menor probabilidade de falhas mecânicas graves e interrupções com reparos emergenciais.
  • Uso previsto e quilometragem: o uso comercial ou rural, aliado a uma quilometragem anual moderada, pode reduzir o custo em relação a uso intenso ou missões de deslocamento frequentes em estradas sem pavimento adequado. Em veículos 4×4 de 1996, o uso em terreno acidentado ou off-road leve aumenta o potencial de desgaste de componentes de tração e suspensão, impactando o prêmio.
  • Custos de reposição e disponibilidade de peças: para modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais ou compatíveis pode influenciar o tempo de reparo e o custo total de manutenção. Seguradoras preferem veículos com rede de assistência e peças mais acessíveis, pois a probabilidade de tempo insalubre de imobilização cresce quando peças são raras ou caras.

Além desses elementos, outros fatores comuns também entram no cálculo de seguro, como o perfil do condutor, o histórico de sinistros, a região de circulação, opções de cobertura (completa, contra terceiros) e franquias escolhidas. Em conjunto, esses componentes ajudam a definir uma faixa de prêmio que reflita o risco vivido pelo veículo e pelo motorista. A Temática FIPE oferece referência de valor, mas a combinação de utilização prática e histórico de manutenção tende a ser o grande determinante para o custo final da apólice.

Manutenção, uso seguro e dicas para prolongar a vida útil

Para proprietários de uma JPX Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, manter a máquina em bom estado não apenas protege a segurança do motorista e dos passageiros, mas também influencia positivamente a percepção de seguro. O diesel, em particular, demanda atenção para manter a eficiência do motor e evitar quedas de desempenho que possam resultar em custos extras com reparos ou reparos emergenciais. Abaixo, apresentamos uma série de práticas recomendadas para manter o veículo protegido e com boa performance ao longo do tempo, especialmente em contextos de uso utilitário.

Primeiro, priorize a manutenção preventiva do motor diesel: trocas de óleo e filtros de combustível e ar em intervalos recomendados pelo fabricante, além de monitorar o estado das turbinas ou de bombas injetoras caso a configuração inclua componentes de alta pressão. Em veículos com motor diesel antigo, a limpeza de bicos injetores e a checagem do sistema de alimentação são cruciais para evitar falhas de ignição, falhas de potência e consumo irregular. Em segundo lugar, verifique regularmente o sistema de transmissão e o diferencial: vazamentos, ruídos ou desemparelhamento de marchas podem indicar desgaste que, se não tratado, pode provoc arros de reparos mais custosos. Em terceiro lugar, preste atenção à suspensão, rodas e pneus, especialmente se o uso envolve terrenos irregulares. Pneus com a calibragem correta, balanceamento periódico e inspeção de componentes de suspensão ajudam a manter a estabilidade e reduzem desgaste desnecessário. Por fim, mantenha um registro organizado de todas as manutenções, com notas de serviços realizados, peças trocadas e datas de inspeção. Este histórico é um ativo valioso na hora de solicitar uma cotação de seguro ou para comprovar o cuidado com o veículo em caso de sinistro.

Além disso, vale considerar situações que impactam o valor de prêmio e a proteção financeira. A idade do motorista, o tempo de carteira, o uso do veículo em trajetos urbanos versus rurais, e a região de circulação influenciam o comportamento do seguro. Shifts de risco, como maior probabilidade de colisões em áreas com tráfego intenso, ou maior exposição a danos em estradas não pavimentadas, podem alterar as condições da apólice. Por isso, conversar com a corretora sobre o uso pretendido do veículo, o histórico de manutenção e o perfil de condução é crucial para obter uma proteção alinhada às necessidades reais.

A relação entre FIPE e seguro: como a referência de mercado orienta a proteção

A Tabela FIPE funciona como uma bússola para entender o valor relativo de mercado de veículos usados, servindo de base para cálculos de seguro, financiamentos e venda. Para modelos antigos como a Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, a FIPE ajuda a estabelecer um “valor-base” que não depende apenas do preço de compra original, mas da percepção de mercado atual em termos de depreciação e demanda por peças. No entanto, o prêmio do seguro não é determinado apenas pelo valor de tabela: ele incorpora o uso, a idade do veículo, o histórico de sinistros, a quilometragem anual e as informações do condutor. Em termos práticos, ter uma visão clara do valor referenciado pela FIPE pode auxiliar na negociação com o corretor, a escolha de coberturas adequadas (por exemplo, colisão, incêndio, danos a terceiros) e a definição de franquias compatíveis com o orçamento do proprietário.

Em resumo, compreender a ficha técnica da Montez 1.9 4×4 Diesel de 1996, aliada ao conhecimento da marca e das práticas de seguro, permite que o proprietário tenha uma visão crítica sobre o que está protegendo. Modelos deste perfil costumam exigir uma combinação equilibrada entre proteção abrangente e custos de manutenção acessíveis, sempre com foco na segurança, na disponibilidade de peças e na confiabilidade da condução em diferentes condições de estrada.

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