Valor FIPE Atual
R$ 6.444,00
↓ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 816015-5
Ano: 2008-1
MêsPreço
Mar/26R$ 6.444,00
Fev/26R$ 6.468,00
Jan/26R$ 6.483,00
Dez/25R$ 6.497,00
Nov/25R$ 6.508,00
Out/25R$ 6.525,00
Set/25R$ 6.546,00
Ago/25R$ 6.560,00
Jul/25R$ 6.573,00
Jun/25R$ 6.582,00
Mai/25R$ 6.596,00
Abr/25R$ 6.602,00

Guia descritivo sobre a Tabela FIPE para Kasinski Comet 250cc e Comet GT 250cc (2008)

Entender como funciona a Tabela FIPE e como ela se aplica aos modelos Kasinski Comet 250cc e Comet GT 250cc lançados em 2008 é essencial para quem atua no mercado de seguros ou para quem busca planejamento financeiro relacionado a veículos de duas rodas. A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para reposição ou para indenização em seguros, além de influenciar critérios de avaliação, de preferência de reposição de peças e até o cálculo de prêmios. Ao lidar com motos de média de cilindrada como as Kasinski Comet, a leitura correta da FIPE ajuda a entender cenários de custo de segurabilidade, sem confundir o valor de venda com o valor de uso ou de reposição.

Neste texto, vamos abordar a ficha técnica prática da linha Comet 250cc e Comet GT 250cc de 2008, além de esclarecer como a FIPE é atualizada, quais aspectos costumam influenciar o ajuste de preço nessa faixa de motocicletas e qual é o papel da marca Kasinski nesse cenário. O objetivo é oferecer uma leitura educativa e informativa, útil para corretores de seguros, consumidores e formadores de opinião que trabalham com seguro de motos.

Tabela FIPE KASINSKI COMET 250cc / COMET GT 250cc 2008

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de motos

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de reposição de veículos usados, incluindo motocicletas. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a FIPE consolida dados de mercado com base em transações reais de compra e venda, levando em conta diversos modelos, anos, versões e configurações. Ela não representa o preço de venda atual de um exemplar específico, nem o preço pedido pelo vendedor em uma negociação, mas funciona como base padronizada para cálculos de indenização, avaliação de sinistros e, em muitos casos, para alinhamento de cobertura.

Para o seguro, a leitura da FIPE é relevante por alguns motivos. Primeiro, ela oferece uma referência comum que facilita a comparação entre propostas de diferentes seguradoras. Segundo, ao definir o valor de referência para a indenização, a seguradora consegue estabelecer cenários consistentes para reposição do bem ou para indenização em caso de sinistro. Terceiro, a FIPE também influencia o cálculo de prêmios, especialmente em seguros com cláusula de valor de reposição ou com renovação automática de apólice, onde o valor do bem pode impactar o custo do seguro ao longo do tempo.

É importante destacar que a FIPE é uma média de mercado e pode variar por região, estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros e itens adicionais presentes na motocicleta, como acessórios originais ou modificações. Portanto, ao consultar a FIPE para uma Kasinski Comet 250cc ou Comet GT 250cc de 2008, vale observar se o consultor de seguros está considerando o estado real do exemplar, o nível de manutenção, o desgaste de componentes e as particularidades da versão. Uma leitura cuidadosa da tabela, associada a um laudo técnico ou a uma avaliação de oficina, tende a resultar em uma cobertura mais fiel ao valor de reposição no momento do sinistro.

Além disso, vale lembrar que a FIPE costuma ser atualizada mensalmente, o que significa que o valor de referência pode oscilar ao longo do tempo. Essa oscilação reflete mudanças no mercado de motos usadas, renovação tecnológica, disponibilidade de peças e fatores macroeconômicos. Por isso, corretores e consumidores costumam acompanhar a variação da FIPE para acompanhar o real valor de reposição previsto pela seguradora, ajustando expectativas de cobertura conforme necessário.

Ficha técnica prática: Kasinski Comet 250cc e Comet GT 250cc (2008)

A linha Kasinski Comet 250cc e a variante GT 250cc, lançadas por volta de 2008, são motocicletas que carregam uma proposta de custo-benefício alinhada ao segmento de média cilindrada. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica sintética para referência, destacando os aspectos relevantes na avaliação da FIPE e no contexto de seguro. Vale notar que pequenas diferenças entre as versões podem existir, especialmente entre a versão de origem naked (Comet 250) e a versão com carenagem esportiva GT 250.

  • Cilindrada e configuração: motor de aproximadamente 249 cm³, com configuração de 4 tempos e, em muitos casos, alimentação por carburador; desempenho modesto para uso urbano e estradas de média quilometragem.
  • Potência e torque: potência aproximada entre níveis de faixa compatíveis com motos de 250 cm³, acompanhada por torque suficiente para deslocamentos seguros, especialmente em rampas urbanas; valores variam conforme o ajuste do fabricante e a versão específica.
  • Transmissão e mecanismo: transmissão de 6 velocidades com embreagem; transmissão final por corrente, favorecendo robustez e manutenção relativamente simples para motos de uso cotidiano.
  • Chassi, suspensão e freios: quadro em aço com suspensão dianteira tipo garfo telescópico e suspensão traseira monoamortecedor; freios com configuração típica de disco na dianteira e tambor ou disco na traseira, dependendo da versão; pneus atendem ao padrão de uso urbano e de estrada de piso regular.

Essa ficha técnica consolidada ajuda na comparação entre as duas versões (Comet 250 e Comet GT 250) no momento de avaliar o valor de reposição pela FIPE. A diferença entre as versões costuma residir na estética, na aerodinâmica e em acessórios de série (carenagem na GT, por exemplo), sem grandes diferenças estruturais de motor e transmissão. Para fins de seguro, o ponto central é entender que a mecânica básica e o conjunto de componentes principais são compartilhados em grande parte, o que facilita a avaliação de disponibilidade de peças e de serviços de manutenção, fatores que impactam diretamente no custo do seguro ao longo do tempo.

É relevante observar também que, embora a linha Comet tenha foco em custo-benefício, a presença de itens originais, o histórico de manutenção documentado e o estado geral de conservação são aspectos que pesam na determinação do valor de referência na FIPE. Garantir um histórico de revisões, notas de serviço e recibos de compra de peças pode influenciar positivamente a percepção de valor pelo segurador, contribuindo para uma conclusão mais alinhada com o valor de reposição quando houver necessidade de indenização.

Kasinski: origem da marca e seu papel no mercado brasileiro de motos

A Kasinski é uma fabricante brasileira de motocicletas que apareceu no cenário nacional com propostas voltadas a soluções acessíveis para o público que busca mobilidade prática. Durante os anos de atuação, a marca consolidou uma linha de modelos que atendiam tanto ao uso urbano quanto a bebês de nível esportivo, incluindo a linha Comet 250cc e suas variações. O posicionamento da Kasinski sempre esteve voltado ao custo-benefício, priorizando um equilíbrio entre preço, consumo de combustível, demanda de manutenção e acesso a peças sobressalentes.

Quanto à presença no mercado, a Kasinski permaneceu associada a um portfólio enxuto, com foco em modelos da faixa média de cilindrada que eram competitivos em relação aos concorrentes com proposta semelhante. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças originais e de assistência técnica foi um ponto crítico para proprietários, influenciando a percepção de custo total de propriedade. Em contextos de seguro, esse aspecto costuma influenciar o prêmio, já que motocicletas com boa disponibilidade de peças e rede de assistência tendem a apresentar cenários mais estáveis para reposição de componentes e serviços de reparo.

É importante notar que a história da marca pode ter passado por períodos de reestruturação, mudança de gestão e ajustes de portfólio, como é comum no setor de duas rodas, especialmente entre fabricantes com foco em segmentos de entrada e de nicho. Ainda assim, para quem avalia a compra de uma Kasinski Comet 250 ou Comet GT 250 de 2008 ou a contratação de um seguro para esse modelo, a leitura da FIPE e a avaliação de confiabilidade do fornecedor de peças continuam a ser pilares para decisões mais consistentes e seguras.

Por que a Tabela FIPE é útil para corretores e segurados

Para corretores de seguros, a FIPE funciona como uma referência objetiva que facilita a comunicação com clientes e a comparação entre propostas. Quando o valor de reposição se aproxima do valor de mercado esperado, o prêmio tende a refletir esse equilíbrio, ajudando a evitar surpresas tanto para o segurado quanto para a seguradora. Além disso, a FIPE permite uma visão padronizada de disparidades entre veículos de mesmo porte, o que facilita a discussão sobre coberturas, franquias e opções de indenização.

Para um segurado, conhecer a posição da FIPE sobre a Kasinski Comet 250/GT 250 de 2008 ajuda a alinhar expectativas. Em termos práticos, isso significa entender qual seria a base de cálculo caso haja sinistro de perda total ou como seria a reposição em caso de extravio de componentes. A FIPE também serve como referência de negociação em cenários de venda ou aquisição de peças usadas, ajudando o proprietário a ter uma noção do que considerar como custo de reposição em avaliações de valor mobiliário.

Ao falar de seguros, é comum que a apólice contenha cláusulas específicas sobre valores de indenização, com ou sem reajuste pela FIPE. Em contratos com reposição integral, o valor a ser pago em caso de sinistro tende a seguir o piso definido pela FIPE, levando em conta o estado de conservação e a documentação pertinente do veículo. Já em planos com valor de mercado, o reajuste pode acompanhar, de forma mais direta, o comportamento da média de mercado registrado pela FIPE, incluindo variações regionais e sazonalidade.

Considerações finais e uma chamada discreta para cotação

Compreender a Tabela FIPE no contexto da Kasinski Comet 250cc e da Comet GT 250cc (2008) envolve observar não apenas números puros, mas também o conjunto de fatores que influenciam o valor do bem no mercado de seguros. A ficha técnica ajuda a entender a base mecânica e de desempenho, enquanto a leitura da FIPE ensina como o mercado atribui valor a um exemplar de 2008, levando em conta condições gerais, disponibilidade de peças e potencial de manutenção. Juntos, esses elementos formam uma base sólida para escolhas de proteção que sejam justas e proporcionais ao bem segurado.

Se você busca uma visão prática e personalizada, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação simples pode esclarecer como a FIPE, o estado do veículo e as suas expectativas de cobertura se traduzem em opções de seguro alinhadas às suas necessidades.