Valor FIPE Atual
R$ 10.063,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 816015-5
Ano: 2013-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.063,00
Dez/25R$ 10.083,00
Nov/25R$ 9.920,00
Out/25R$ 9.817,00
Set/25R$ 9.849,00
Ago/25R$ 9.870,00
Jul/25R$ 9.886,00
Jun/25R$ 9.896,00
Mai/25R$ 9.916,00
Abr/25R$ 9.581,00
Mar/25R$ 9.596,00
Fev/25R$ 9.272,00

Entenda a Tabela FIPE para Kasinski Comet 250cc / Comet GT 250cc (2013) e como isso impacta o seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor médio de venda de veículos usados, incluindo motocicletas. Quando tratamos de seguros, a FIPE serve como base para estimar o valor segurável do bem, o que, por sua vez, influencia o custo do prêmio, as coberturas recomendadas e as possíveis indenizações em caso de sinistro. No universo de motos de 250cc, como a Kasinski Comet 250 e a Comet GT 250, compreender como a tabela funciona ajuda o consumidor a ter uma visão mais clara sobre o que está sendo assegurado e como esse valor pode variar de acordo com o estado de conservação, o histórico do veículo e as particularidades de cada versão. Este conteúdo reúne informações relevantes para quem busca entender a Tabela FIPE no contexto específico dessas modelos da Kasinski, com foco educativo para quem contrata seguro com uma corretora de seguros.

Antes de mergulhar nos detalhes, vale situar que a Kasinski, marca brasileira com atuação marcante no mercado de motos populares, trouxe ao longo dos anos opções de entrada ao público que busca boa relação custo-benefício, desempenho adequado para uso diário e, ao mesmo tempo, experiência de pilotagem atrativa. As versões Comet 250 e Comet GT 250, lançadas no início dos anos 2010, enfatizaram esse posicionamento, combinando design esportivo, relevância tecnológica para a época e uma proposta de serviço de manutenção acessível. Nesse contexto, a Tabela FIPE funciona como um referencial estável para avaliação de mercado, servindo tanto para compra e venda quanto para a avaliação de seguros e de crédito, quando aplicável.

Tabela FIPE KASINSKI COMET 250cc / COMET GT 250cc 2013

Ficha técnica da Kasinski Comet 250 / Comet GT 250 (2013)

A seguir está um retrato técnico que resume de forma concisa os principais atributos desses modelos de 2013. Observação importante: pequenas variações entre as versões podem ocorrer conforme o lote de fabricação e o equipamento específico de cada unidade. Esta ficha técnica é apresentada para fins didáticos, com o objetivo de oferecer um panorama técnico útil para leitura da FIPE e para entender o perfil do veículo no contexto de seguro.

Marca e modelo: Kasinski Comet 250 / Comet GT 250 (2013). Categoria: motocicleta de uso urbano com vocação esportiva, voltada a condução diferenciada entre cidade e estrada. Cilindrada: 249,6 cm³. Motor: monocilíndrico, 4 tempos, com aerodinâmica de arrefecimento típica de motos de 250cc da época. Alimentação: injeção eletrônica (EFI) para melhor controle de combustível e resposta de aceleração. Transmissão: 6 velocidades, com embreagem hidráulica (quando disponível no conjunto) e transmissão final em corrente. Sistema de alimentação: combustível controlado por unidades de injeção, com sensores de fluxo e pressão para ajuste em tempo real.

Desempenho (valores típicos da época): potência na faixa de aproximadamente 26 cv a ~8.500 rpm e torque máximo na casa de 20–22 Nm a rotações em torno de 7.000 rpm. Esses números refletem a configuração comum para motos de 250cc com desempenho entre urbano e leve turismo, priorizando resposta rápida para ultrapassagens e autonomia compatível com uso diário. Sistema de refrigeração do motor: arrefecido a ar, típico de utilitárias de menor cubicagem, com boa dissipação de calor em situações de tráfego intenso. Suspensão dianteira: garfo telescópico; suspensão traseira: monoamortecedor, com ajuste simples para conforto diário. Freios: dianteiro disco e traseiro disco (em algumas versões o traseiro pode manter tambor, dependendo do equipamento originalmente instalado no lote de fabricação; a configuração mais comum para 2013 tende a oferecer disco em ambas as rodas). Rodas e pneus: aro 17 polegadas com medidas compatíveis para perfil de uso urbano e liga leve, sempre acompanhando pneus homologados da época. Capacidade do tanque: aproximadamente 13,5 litros, com reserva prática para trajetos urbanos e deslocamentos médios. Peso em ordem de marcha: na faixa de 140–150 kg, o que favorece agilidade e consumo moderado. Entre-eixos e medidas: calibrados para equilibrar a dirigibilidade com a pegada esportiva que o visual GT sugere.

Esses dados técnicos ajudam a entender o perfil da motocicleta para fins de contratação de seguro. A ficha demonstra que se trata de uma moto de porte médio, com desempenho suficiente para uso diário, sem se enquadrar no espectro de esportivas de alto desempenho, o que normalmente se reflete em valores de prêmio mais moderados quando comparados a modelos com maior potência ou com características técnicas mais sofisticadas. Lembre-se: o objetivo da ficha técnica é consolidar um retrato estável do veículo, que, aliado à Tabela FIPE, orienta a apólice e as coberturas adequadas para cada caso.

Sobre a marca Kasinski

A Kasinski é uma marca brasileira que se consolidou ao longo de décadas como uma opção de entrada para quem busca motos com custo-benefício competitivo. Seu portfólio historicamente privilegiou modelos acessíveis, fáceis de manter e com menos complexidade tecnológica em comparação com opções de marcas premium. Esse posicionamento fez com que as motos Kasinski fossem frequentemente escolhidas por novos condutores, famílias que precisam de uma segunda moto para deslocamentos urbanos, ou inclusive por quem busca uma alternativa de baixo custo para uso ocasional. Em termos de inovação, a marca acompanhou tendências do mercado nacional, adaptando-se às exigências de eficiência de combustível, confiabilidade e disponibilidade de peças, fatores que também influenciam o valor de revenda e, por consequência, a avaliação da FIPE. Além disso, a kasinski sempre teve foco na rede de assistência técnica e no suporte ao consumidor, o que é relevante para seguradoras ao avaliar o risco de sinistro e a facilidade de manutenção, fatores que podem impactar o custo do seguro ao longo do tempo.

Do ponto de vista mercadológico, o ecossistema de motos de 250cc no Brasil costuma apresentar variações sazonais de demanda, com pico de interesse em períodos de maior mobilidade urbana e em períodos de incentivos a renovação de frota. A Kasinski, com suas linhas focadas em modelos acessíveis, agrega valor relativo quando se observa a relação entre custo de aquisição, custo de operação e depreciação. Essa depreciação, por sua vez, é um componente-chave para o ajuste de prêmios de seguro e para o entendimento da Tabela FIPE ao longo dos anos. Em suma, entender a posição da marca no mercado ajuda a contextualizar as expectativas de seguro para os modelos 2013 e sua evolução de valor no ambiente FIPE.

O que é a Tabela FIPE e como ela é utilizada em seguros de motos

A Tabela FIPE, desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é composta por valores médios de referência para veículos usados no mercado brasileiro, atualizados periodicamente com base em transações reais de venda. Quando uma seguradora analisa uma proposta de seguro para uma moto, o valor FIPE serve como referência para estabelecer o valor segurável do bem. Esse valor é, por sua vez, a base para cálculos de coberturas como indenização por dano total, valor de reposição e, em muitos casos, para a determinação de franquias e prazos de convalidação de sinistros. Em termos simples: quanto maior o valor FIPE atribuído ao veículo, maior pode ser o prêmio do seguro, pois o risco de reposição financeira para a seguradora tende a ser maior. O inverso também é verdadeiro: veículos com valores FIPE menores tendem a ter prêmios mais acessíveis, ainda que as condições de uso, histórico de sinistros e estado de conservação também influenciem o custo.

É importante compreender que o valor FIPE não é o preço de venda ou de aquisição de uma unidade específica no momento da contratação do seguro. Em vez disso, ele representa uma referência de mercado, com variações relacionadas à versão do veículo, ao estado de conservação, à quilometragem, à presença de acessórios originais, entre outros fatores. Por isso, seguradoras costumam perguntar sobre o estado do veículo, se há modificações, se houve sinistros anteriores, qual é a quilometragem atual, entre outras informações que ajudam a calibrar o valor segurável dentro de uma faixa aceitável para indenização. No caso da Kasinski Comet 250/Comet GT 250 (2013), a FIPE reflete um patamar de referência que leva em conta aquele ano-modelo específico, variações entre as versões e as condições gerais de mercado da época. Quando o veículo passa por alterações significativas — como adaptações que alteram o desempenho, substituição de componentes originais ou reposições com itens não originais — a seguradora pode ajustar as condições da apólice para manter o equilíbrio entre proteção e custo.

Como interpretar a Tabela FIPE para este modelo específico

Para quem está assegurando uma Kasinski Comet 250 ou Comet GT 250 de 2013, a leitura da Tabela FIPE envolve entender que o valor listado para aquele ano-modelo representa, em média, o preço de mercado daquele veículo naquela configuração. Abaixo, alguns pontos úteis para interpretar esse cenário de forma educativa e prática:

entender que o valor FIPE é uma referência, não uma garantia. O valor real de mercado de uma unidade específica pode ser maior ou menor que a média FIPE, dependendo do estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, sua localização geográfica, se há ou não acessórios originais, eventuais reparos realizados e o histórico de sinistros. Em seguradoras, esse valor serve como margem de referência para o cálculo de cobertura.

considerar as versões Comet 250 e Comet GT 250. Mesmo que compartilhem a mesma base de motor, há distinções entre as versões que impactam o valor de mercado. A Comet GT 250 pode ter acabamento, grafismos, silhuetas de carroceria ou itens de conforto que a diferenciam da versão básica. Essas distinções costumam se refletir no valor FIPE de cada versão, ainda que o conjunto mecânico seja próximo. Por isso, ao consultar a FIPE para seguro, é essencial indicar com clareza a versão exata (Comet 250 ou Comet GT 250) para obter a referência mais precisa para a apólice.

observar a influência dos opcionais originais. Peças originais de fábrica, acessórios homologados pela marca ou itens que agregam valor funcional podem alterar o valor FIPE de uma unidade específica. Em muitos casos, seguras consideram a presença de itens originais ou a instalação de acessórios como um fator de valorização dentro da apólice. Por outro lado, acessórios que não comprometam a integridade estrutural e a normalidade de operação da moto também podem ser considerados para ajustar o valor segurável, desde que devidamente comprovados e declarados na proposta de seguro.

levar em conta o histórico de quilometragem e uso. A FIPE representa valores médios para diferentes anos-modelos, mas a quilometragem elevadamente alta pode indicar maior depreciação prática, que, em alguns contratos, pode reduzir o valor segurável de forma adicional ou alterar as condições de cobertura, especialmente em regimes de indenização parcial. Já motocicletas com baixa quilometragem geralmente mantêm o valor de referência próximo ao FIPE, desde que o estado de conservação seja adequado.

compreender que o estado de conservação é decisivo. Um veículo com pintura original, sem danos estruturais, com documentação regular e histórico de manutenção recente tende a ter o valor FIPE mais próximo do valor de mercado utilizado pela seguradora. Por outro lado, veículos com danos não reparados, corrosões significativas ou falhas mecânicas podem migrar para faixas de valor FIPE mais modestas. Essa leitura está intrinsecamente ligada à avaliação por parte da corretora ou da seguradora no momento da contratação do seguro.

para quem busca conforto de leitura, a leitura da tabela também envolve reconhecer que as variações sazonais e regionais podem influenciar o valor. Em grandes centros urbanos ou regiões com maior demanda por motos de 250cc, o valor FIPE pode se comportar de maneira diferente do observado em áreas com menor circulação de motos nesse porte. Assim, é comum ver pequenas variações entre cidades, estados e períodos do ano.

Tabela FIPE na prática: fatores que influenciam o prêmio de seguro para Kasinski Comet 250/Comet GT 250 (2013)

Ao planejar a contratação de um seguro, a compreensão dos fatores que afetam o prêmio é crucial. A Tabela FIPE atua como ponto de partida, mas o custo final depende de um conjunto de elementos que vão além do valor de mercado. A seguir, fatores-chave que costumam impactar o prêmio para motos do porte da Kasinski Comet 250/Comet GT 250 (2013):

estado de conservação (documentação, desgaste, danos estéticos, past performance de manutenção). O estado da moto é um componente determinante: peças originais em bom estado, registro de revisões periódicas, histórico de oficina autorizada, tudo isso tende a favorecer uma avaliação de risco menor pela seguradora.

quilometragem atual. Quilometragem baixa pode manter o valor segurável próximo ao FIPE, enquanto quilometragens muito altas costumam sinalizar maior depreciação prática e podem influenciar na formação do prêmio, especialmente em planos que utilizam o valor segurável como base para indenização.

versão específica (Comet 250 vs Comet GT 250). As diferenças entre as duas versões — visual, itens de acabamento, grafismo, possíveis acessórios de fábrica — costumam levar a pequenas variações no valor FIPE correspondente a cada versão, o que, por consequência, pode refletir no prêmio.

acessórios originais e condições técnicas. Pequenos acessórios, como protetores, cavaletes originais, escape certificado pelo fabricante, ou itens de conforto regulamentados podem influenciar o valor segurável, desde que aprovados pela seguradora. Por outro lado, modificações não originais que alterem o desempenho ou a segurança também podem impactar a avaliação de risco e, assim, o custo do seguro.

histórico de sinistros. Um histórico de sinistros com danos de maior gravidade pode levar a reajustes de prêmio, com margens maiores de franquia ou exigência de coberturas adicionais. O inverso pode ocorrer, com prêmios mais acessíveis para motos que apresentam histórico limpo.

perfil de uso. O uso predominantemente urbano, com deslocamentos curtos e frequentes, tende a apresentar perfil de risco diferente de uso rodoviário intenso. A finalidade de uso — somente trabalho, lazer, ou uso combinado — também é considerada pela seguradora para calibrar o prêmio.

localização geográfica. A localização da residência e o local de guarda da moto influenciam o custo do seguro, já que fatores de risco locais, como incidência de roubo ou violência contra motocicletas, afetam a avaliação de risco.

tipo de cobertura contratado. Coberturas adicionais, como garantia de lucros cessantes, proteção contra terceiros, assistência 24h, entre outras, naturalmente elevam o custo total da apólice. A FIPE atua como referência, mas o conjunto de coberturas escolhido é determinante para o valor final do prêmio.

composição de riscos da seguradora. Cada operadora tem políticas próprias de avaliação de riscos, que podem considerar métricas adicionais, como perfil de crédito, histórico de pagamentos, e o histórico de uso do veículo para o seguro de automóveis. Embora isso se aplique mais diretamente a automóveis, algumas seguradoras atuam com diretrizes similares para motos, o que pode ter impacto no prêmio final para modelos de 250cc.

Em resumo, a Tabela FIPE oferece o referencial de valor de mercado, mas o prêmio de seguro é resultado de uma combinação entre esse valor, o estado do veículo, o uso, as coberturas escolhidas e a política da seguradora. Para Kasinski Comet 250 / Comet GT 250 (2013), entender esse ecossistema ajuda o consumidor a planejar melhor o orçamento de seguro, a selecionar coberturas pertinentes e a evitar surpresas na hora de acionar a apólice, principalmente em cenários de sinistro ou renovação anual.

Ao considerar a necessidad de uma cot