Valor FIPE Atual
R$ 2.821,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 816006-6
Ano: 2002-1
MêsPreço
Mar/26R$ 2.821,00
Fev/26R$ 2.777,00
Jan/26R$ 2.856,00
Dez/25R$ 2.862,00
Nov/25R$ 2.867,00
Out/25R$ 2.874,00
Set/25R$ 2.884,00
Ago/25R$ 2.891,00
Jul/25R$ 2.896,00
Jun/25R$ 2.797,00
Mai/25R$ 2.803,00
Abr/25R$ 2.806,00

Guia de interpretação da Tabela FIPE aplicada à Kasinski Cruise II 125, ano 2002

A Tabela FIPE é amplamente utilizada pelas seguradoras como referência para estimar a reposição de veículos usados, incluindo motos. Para quem busca proteção financeira adequada, entender como essa tabela funciona é essencial para evitar surpresas na hora de acionar o seguro. Neste artigo, vamos explorar de forma educativa como a Tabela FIPE se relaciona com a Kasinski Cruise II 125, ano 2002, com foco na ficha técnica, na história da marca e em como esses elementos influenciam as negociações de seguro. Vale lembrar que as cotações de seguro dependem de várias variáveis, e a FIPE atua como uma referência padronizada para cenários de indenização e substituição. A leitura a seguir oferece um panorama claro para quem está analisando opções de proteção veicular para uma moto de baixa cilindrada de uso urbano.

Entendendo a função da FIPE na proteção de motos usadas

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) mantém uma base de dados com valores de referência para veículos usados, incluindo motocicletas. Esse conjunto de informações ajuda as seguradoras a padronizar consultas e propostas, especialmente em casos de indenização por perda total ou reposição de veículos. O objetivo é criar uma base uniforme que minimize distorções entre o preço pedido pelo proprietário e o que a seguradora considera como referência de reposição. Para quem trabalha com seguros, entender esse conceito facilita a comunicação com corretores e evita surpresas ao longo do contrato.

Tabela FIPE KASINSKI CRUISE II 125 2002

É importante destacar que a FIPE é atualizada periodicamente, refletindo mudanças de mercado, disponibilidade de modelos e alterações de produção. Por isso, as cotações de seguro costumam levar em conta o estado do veículo, a quilometragem, acessórios, histórico de sinistros e demais fatores, mas a referência FIPE continua servindo como uma linha de base para a avaliação de reparação ou substituição. Em termos práticos, se o veículo apresentar particularidades como acessórios adicionais ou modificações, a seguradora pode considerar ajustes na cobertura, sempre mantendo a tônica de uma referência de mercado para motocicletas usadas.

Para motos de baixa cilindrada, como a Kasinski Cruise II 125, o processo tende a ser mais simples quando comparado a modelos mais complexos. A demanda por peças de reposição, a disponibilidade de assistência técnica e a idade da moto influenciam a forma como o valor de reposição é calculado. Por isso, ter a ficha técnica em mãos, bem como informações sobre histórico de manutenção, ajuda a sustentar as decisões da seguradora ao definir o valor de indenização ou a necessidade de coberturas adicionais, como proteção contra terceiros, assistência 24h ou rastreamento.

Ficha técnica da Kasinski Cruise II 125 (2002)

A Kasinski Cruise II 125, lançada no início dos anos 2000, foi posicionada no segmento de entrada com foco em mobilidade urbana, baixo custo de aquisição e manutenção simples. Abaixo está a ficha técnica resumida, com observações sobre variações de acordo com a versão e o mercado onde a moto circulou. Use estas informações como referência para entender a robustez, o consumo e os requisitos de seguro da Cruiser II 125.

  • Motor: monocilíndrico, 4 tempos, 125 cm³, arrefecimento por ar
  • Transmissão: 5 velocidades manuais
  • Tanque de combustível: capacidade aproximada de 12 litros
  • Peso seco: aproximadamente 100 kg

Observação: além desses itens, a ficha técnica pode trazer outros detalhes, como tipo de carburador, sistema de alimentação, suspensão, freios e dimensões. Por se tratar de um modelo com variações regionais e de ano de fabricação, é comum encontrar pequenas diferenças entre as especificações de uma unidade e outra. Em geral, para fins de seguro, os pontos centrais são o motor, a cilindrada, o peso e a capacidade do tanque, itens que impactam o desempenho, o consumo e o custo de substituição de componentes.

Mais informações contextuais ajudam a entender o comportamento da Cruiser II 125 ao longo do tempo. Em termos de design, o modelo priorizava um conjunto simples e funcional, com preocupação prática para uso urbano: manutenção relativamente acessível, disponibilidade de peças em concessionárias autorizadas ou redes de autopeças, e consumo de combustível visivelmente compatível com o uso diário. Na prática, isso se traduz em uma proposta de seguro que valoriza a confiabilidade de componentes originais, bem como a necessidade de documentar reparos periódicos para embasar eventuais reparos ou reposição de peças durante a vigência do contrato.

A marca Kasinski: origem, presença no mercado e legado

A Kasinski foi uma fabricante brasileira de motocicletas que ganhou espaço no segmento de entrada durante as décadas de 1990 e 2000. Conhecida pela oferta de modelos acessíveis, a marca buscou combinar design simples, economia de combustível e facilidade de manutenção — características que ajudaram a consolidar sua presença em milhares de cidades brasileiras, especialmente para uso diário em trajetos urbanos e curtas jornadas. A linha Cruise, incluindo a Cruise II 125, representa um capítulo dessa trajetória, com propostas voltadas a motoristas que valorizam praticidade, baixo custo de aquisição e confiabilidade básica. O legado da Kasinski, refletido em modelos como a Cruise II 125, destaca-se pelo papel que desempenhou em democratizar o acesso a motos com baixo custo de manutenção e suficiente robustez para o dia a dia da cidade.

É comum encontrar muitos proprietários que mantêm a tradição de revisões simples e uso consciente da moto de baixa cilindrada como solução de mobilidade. A qualidade percebida, associada a um conjunto de itens de conforto e proteção, ajudou a manter a demanda por peças de reposição acessíveis e uma rede de assistência relativamente ampla para aquele período. Embora a marca tenha passado por mudanças de estrutura e, ao longo dos anos, tenha aberto espaço para outras empresas assumirem posições no mercado, o espírito das motos de entrada da Kasinski continua sendo lembrado por quem investiu nelas na época, bem como por entusiastas que as acompanham na cena de veículos usados hoje.

Como a FIPE influencia a cotação de seguros para motos usadas

Para seguradoras, a Tabela FIPE funciona como uma referência prática para orientar as decisões de indenização, reposição ou ajuste de coberturas. Abaixo estão pontos-chave sobre como esse referencial impacta o seguro da Kasinski Cruise II 125, ano 2002, e de motos similares:

  • Base de referência para as coberturas de reposição e indenização em casos de perda total ou dano irreparável; a FIPE ajuda a calibrar a cobrança de sinistros com base no que é comum no mercado de motos usadas.
  • Atualizações mensais da FIPE significam que o acompanhamento da cotação de seguro deve considerar a linha de tempo do contrato, já que mudanças de mercado podem influenciar o valor de reposição ao longo dos anos.
  • A diferença entre o preço pedido pelo vendedor, o preço visto na FIPE e o estado real da motocicleta pode afetar a avaliação. Itens como acessórios adicionais, personalizações ou peças não originais podem exigir ajustes na cobertura para evitar lacunas na indenização.
  • Corretores e seguradoras costumam usar a FIPE como uma âncora para estabelecer limites de cobertura e para discutir opções de proteção adicionais, como rastreamento, proteções de vidro, acessórios e coberturas de terceiros, sempre dentro de um parâmetro de referência estável.

Ao considerar um seguro para a Kasinski Cruise II 125 de 2002, vale conversar com o corretor sobre como as peculiaridades da moto — sua idade, o estado de conservação, a quilometragem e as características específicas do exemplar — podem interferir na lista de coberturas recomendadas. A ideia é alinhar as necessidades do motorista com uma proteção que garanta tranquilidade diante de imprevistos, sem abrir espaço para surpresas em momentos de sinistro. A regra prática é manter a documentação em dia, registrar revisões periódicas e preservar as peças originais sempre que possível, o que tende a refletir positivamente na avaliação de seguradoras.

Se você está pensando em contratar ou revisar a proteção da Kasinski Cruise II 125, destaco a importância de ter uma visão holística do veículo: ficha técnica, histórico de manutenção, estado geral das peças críticas (motor, sistema de transmissão, suspensão, pneus, sistema elétrico) e o contexto de uso. Esses elementos ajudam o corretor a propor uma solução de seguro mais afinada com a realidade da moto e com o perfil do condutor. Além disso, a fidelidade ao estado original da moto, quando possível, tende a manter o custo de seguro mais alinhado com o valor de reposição definido pela FIPE, reduzindo ajustes indesejados durante a vigência da apólice.

Para quem busca uma cobertura que combine tranquilidade com economia, um olhar cuidadoso sobre a margem de depreciação (para motos usadas) e a forma de reposição pode fazer a diferença. A depreciação não é apenas um número: é a forma pela qual se reconhece o desgaste natural, as necessidades de reparo ao longo dos anos e as mudanças do mercado de peças originais. Um corretor experiente pode orientar sobre opções de franquia, assistência 24h, proteção a terceiros e, se cabível, rastreamento, que aumentam o senso de segurança sem aumentar excessivamente o custo mensal. Dessa forma, a compra da proteção adequada para a Kasinski Cruise II 125 de 2002 se torna uma decisão informada, apoiada por dados de referência e pela realidade