| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 3.523,00 |
| Fev/26 | R$ 3.531,00 |
| Jan/26 | R$ 3.476,00 |
| Dez/25 | R$ 3.422,00 |
| Nov/25 | R$ 3.369,00 |
| Out/25 | R$ 3.316,00 |
| Set/25 | R$ 3.264,00 |
| Ago/25 | R$ 3.271,00 |
| Jul/25 | R$ 3.277,00 |
| Jun/25 | R$ 3.281,00 |
| Mai/25 | R$ 3.289,00 |
| Abr/25 | R$ 3.293,00 |
Guia prático sobre a Tabela FIPE para a Kasinski Cruise II 125 (2003) e suas implicações em seguros
A Tabela FIPE é uma referência fundamental no Brasil para entender o valor de mercado de veículos usados, incluindo motocicletas antigas como a Kasinski Cruise II 125, lançada no início dos anos 2000. Ela é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e agrega dados de transações de veículos que circulam no mercado nacional, servindo como base de referência para seguradoras, financiadoras e consumidores. Quando falamos de um modelo com mais de uma década de circulação, como a Cruise II 125 de 2003, a leitura da tabela não apenas ajuda a entender o valor de reposição ou de indenização, mas também aponta para aspectos de seguro expostos ao risco: disponibilidade de peças, popularidade da marca, histórico de confiabilidade e facilidade de emissão de documentação. Por isso, para quem está avaliando a proteção desse veículo específico, compreender o papel da FIPE é essencial para evitar surpresas no momento de acionar a cobertura.
Como a FIPE orienta a avaliação de veículos usados?
A FIPE coleta dados de preços praticados no mercado de veículos usados, calculando valores médios de venda que refletem o estado, o ano, a quilometragem e a configuração de cada modelo. Esse valor é amplamente utilizado pelas seguradoras como referência para indenizações em casos de perda total ou para a composição de valores de cobertura, como o seguro contra roubo/furto e o seguro compreensivo. Além disso, o valor FIPE serve para auxiliar o proprietário na tomada de decisão sobre revenda, troca ou atualização de apólice. Em termos simples, ele funciona como uma “base neutra” que ajuda a padronizar precificação em um cenário com muitas variáveis, como é comum em motos de produção nacional com ciclos de atualização diferentes ao longo dos anos. Ainda assim, é importante lembrar que o valor FIPE não substitui uma avaliação feita por um perito ou por uma seguradora, especialmente quando o veículo apresenta restaurações, modificações ou condições específicas que não aparecem nos anúncios regulares.

Para quem possui uma Kasinski Cruise II 125 de 2003, esse diferencial na leitura da FIPE pode ter impactos reais no prêmio do seguro e na forma como a cobertura é estruturada. Modelos de marcas com linha antiga costumam apresentar variações de disponibilidade de peças e de rede de assistência, o que pode influenciar o custo de reparos ou a possibilidade de reposição de componentes originais. Em veículos com menos circulação no mercado e com reposição mais restrita, as seguradoras costumam acompanhar métricas adicionais além do valor FIPE, como a história de sinistros, o estado de conservação, a originalidade de itens mecânicos e elétricos, além de informações sobre manutenção. Por isso, entender o valor de referência da FIPE é apenas o primeiro passo; o segundo é analisar como esse valor é utilizado pela seguradora para calibrar condições de cobertura, franquias e limites de indenização.
Ficha técnica da Kasinski Cruise II 125 (2003)
- Tipo de veículo: motocicleta de uso urbano com estilo cruiser leve
- Motor: monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
- Cilindrada: 125 cm³
- Alimentação: carburador
- Transmissão: 5 velocidades
- Embreagem: múltipla, em banho de óleo
- Suspensão dianteira: garfo telescópico
- Suspensão traseira: sistema de amortecedores atrás, adequado ao estilo cruiser
- Sistema de freios: dianteiro disco e traseiro tambor (variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação)
- Rodas e pneus: aro típico de 17 polegadas, com medidas de piso adequadas ao uso urbano
- Peso: próximo de valores compatíveis com motos de 125 cm³ da época (varia conforme configuração e itens adicionais)
- Tanque de combustível: capacidade suficiente para uso diário urbano, com reserva prevista para distâncias moderadas
- Dimensões e posição de pilotagem: porte compacto, postura de condução confortável para trajetos urbanos; assento com altura acessível
Observação: as cifras exatas de peso, capacidade de tanque e dimensões podem variar conforme lote de fabricação e modificações realizadas ao longo da vida útil do veículo. Para quem utiliza a Cruise II 125 na cidade, o conjunto de especificações acima aponta para um perfil de uso adequada para deslocamentos diários, com foco em economia de combustível, facilidade de manutenção e custo de reparo compatível com o que era oferecido pela marca na década passada.
A marca Kasinski: trajetória, reputação e relevância para seguros
A Kasinski é uma fabricante brasileira de motocicletas que ganhou espaço no mercado nacional ao oferecer opções com boa relação custo-benefício para o público urbano, especialmente as linhas de entrada que atendem à demanda por mobilidade prática e econômica. Ao longo de sua atuação, a marca procurou cobrir segmentos que vão desde motos de baixa cilindrada até modelos com apelo de estilo, como as cruisers leves, que combinam conforto de condução com facilidade de manuseio em ambiente urbano. Esse posicionamento ajudou a Kasinski a construir uma base de clientes que valoriza custo total de propriedade, manutenção acessível e disponibilidade de peças compatíveis com a rotina de uso diário. Do ponto de vista de seguros, esse perfil influencia alguns fatores: a percepção de risco da marca, a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência técnica autorizada ou autorizada pela própria fabricante. Em geral, modelos da Kasinski costumam ter prazos de reposição relativamente curtos para itens de desgaste comum, o que pode contribuir para a previsibilidade de custos de reparo, ainda que seja necessário avaliar a disponibilidade de peças para modelos mais antigos, como a Cruise II 125 de 2003.
Para os corretores de seguros, entender a história da marca ajuda a interpretar o comportamento de sinistros, a facilidade de manutenção e a eventual necessidade de peças originais ou alternativas. Em termos práticos, uma moto com origem nacional e linha antiga, como é o caso da Cruise II 125, pode exigir uma análise cuidadosa do estado geral do veículo, da disponibilidade de peças de reposição e da documentação de manutenção. Esses aspectos ajudam a definir o tipo de cobertura mais adequado, eventuais limitações de franquia e as opções de indenização que melhor protegem o segurado, sem extrapolar o valor de mercado que a FIPE indica para o veículo naquele período.
Como idade, histórico e condição influenciam o seguro
Quando um modelo com mais de uma década
