Valor FIPE Atual
R$ 5.007,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 817033-9
Ano: 1994-1
MêsPreço
Mar/26R$ 5.007,00
Fev/26R$ 4.958,00
Jan/26R$ 4.969,00
Dez/25R$ 4.920,00
Nov/25R$ 4.872,00
Out/25R$ 4.884,00
Set/25R$ 4.900,00
Ago/25R$ 4.911,00
Jul/25R$ 4.919,00
Jun/25R$ 4.871,00
Mai/25R$ 4.881,00
Abr/25R$ 4.809,00

Tabela FIPE para a Kawasaki KLX 250 de 1994: como entender o referencial de valor para seguro e planejamento

A Tabela FIPE é um dos pilares para quem trabalha com seguros, compra e venda de veículos usados, inclusive motos antigas como a Kawasaki KLX 250 do ano 1994. Para quem busca uma proteção adequada, compreender como esse referencial funciona ajuda a embasar decisões importantes, como o valor segurável, a indenização em caso de sinistro ou roubo e até mesmo a escolha entre reposição ou indenização pelo valor de mercado. Neste texto, vamos explorar de forma educativa como ler a Tabela FIPE nessa linha do tempo de 1994 e, ainda, apresentar a ficha técnica da Kawasaki KLX 250 para facilitar a comparação com outras opções da época. O objetivo é oferecer um panorama claro, sem confundir dados operacionais com números que podem mudar ao longo do tempo, já que os valores são inseridos no topo do post pelo sistema de FIPE.

Ficha técnica da Kawasaki KLX 250 (1994)

  • Marca: Kawasaki
  • Modelo: KLX 250
  • Ano de fabricação/modelo: 1994
  • Categoria: Moto dual-sport/off-road
  • Motor: 4 tempos, monocilíndrico
  • Cilindrada: cerca de 249 cm³ (aprox.)
  • Alimentação: Carburador
  • Refrigeração: Ar
  • Sistema de partida: Arranque elétrico (e opcional kick)
  • Transmissão: 6 velocidades
  • Potência: em torno de 28 hp (aprox., variando conforme diagnóstico de fábrica e condições)
  • Torque: em torno de 20 Nm (aprox.)
  • Sistema de arrefecimento: Ar
  • Peso em ordem de marcha: aproximadamente 100 kg (varia conforme ano de produção e acessórios)
  • Suspensão dianteira: Garfo telescópico
  • Suspensão traseira: Monoamortiguador
  • Freio dianteiro: Disco
  • Freio traseiro: Disco
  • Capacidade do tanque: em torno de 7 a 9 litros (variação conforme versão)
  • Pneus e rodas: 21″/ 18″ típicos de uso off-road, com calibragem adequada para trilhas e ruas
  • Tração/quadricidade: 2WD (motorbike de uso terrestre, sem sistema de tração adicional)

Observação importante sobre a ficha técnica: os números apresentados são referências baseadas em especificações típicas da linha KLX 250 de meados dos anos 1990. Modelos dentro da mesma geração podem apresentar pequenas variações por lote de fabricação, proveniência de peças e condições de uso. A leitura detalhada da ficha técnica facilita a comparação entre veículos da mesma época, especialmente quando se analisa itens como consumo, desempenho e reposição de peças originais.

Tabela FIPE KAWASAKI KLX 250 1994

Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação prática na KLX 250 1994

A Tabela FIPE funciona como um referencial que consolida pesquisas mensais de mercado para estimar o valor de veículos usados no Brasil. Para motos antigas como a KLX 250 de 1994, esse referencial é especialmente importante porque o mercado de peças, a disponibilidade de modelos conservados e o interesse de colecionadores podem modular o valor de forma relevante. A ideia central é oferecer ao consumidor, seguradora, loja ou perito um ponto de partida objetivo para avaliação, mantendo a leitura simples mesmo diante de variações de condição, quilometragem e histórico de uso.

A leitura efetiva da FIPE envolve considerar alguns pilares-chave:

  • Condição do veículo: uma KLX 250 bem conservada, com manutenção em dia, costuma manter o valor de referência com mais fidelidade, especialmente se possuir peças originais e documentação de serviço.
  • Quilometragem: para motos antigas, a quilometragem pode ter peso significativo na variação de preço. Unidades com menos uso costumam justificar valores próximos à faixas superiores da referência, desde que estejam em bom estado mecânico e estético.
  • Historico de manutenção e peças originais: motos que preservam peças originais, sem modificações que comprometam a confiabilidade, tendem a acompanhar com mais fidelidade o valor de referência da FIPE. Alterações significativas podem reduzir ou, em alguns casos, aumentar o valor, dependendo da demanda e do custo de reposição.
  • Mercado de reposição e demanda: modelos da década de 1990 podem apresentar flutuações relacionadas à disponibilidade de peças, popularidade entre entusiastas e circulação de unidades em dfs de colecionadores. Tais fatores podem influenciar o quanto o valor FIPE é aceito como base em negociações de venda ou avaliação de seguro.

É fundamental compreender que o valor FIPE é uma referência utilitária para fins de seguro, indenização e avaliação comercial. Em uma apólice, a seguradora costuma utilizar o FIPE como base de cálculo, observando as regras contratuais, as condições de crédito, o tipo de cobertura contratado e eventuais ajustes por depreciação. Em alguns cenários, especialmente para veículos raros ou com histórico de manutenção exemplar, pode haver conformidade para valores de indenização próximos ao valor de mercado atual—ou, ainda, opções de reposição com base em tabelas próprias da seguradora. Por isso, entender o escopo da FIPE ajuda o consumidor a dialogar com o corretor de seguros e a alinhar expectativas com a proteção adequada.

Como a FIPE impacta o seguro da Kawasaki KLX 250 1994

Ao planejar a proteção de uma Kawasaki KLX 250 1994, a FIPE atua como um balizador para várias decisões dentro da apólice de seguro. Abaixo estão aspectos práticos de como o referencial influencia o seguro, sem entrar em números específicos:

  • Indenização em caso de sinistro: na maioria das apólices, o valor segurado é definido com base no valor de referência da FIPE ou com base em um valor de mercado acordado entre seguradora e segurado. A escolha entre essas bases pode moldar o montante recebido em caso de perda total ou roubo, bem como a forma de reposição da moto.
  • Cobertura de peças originais e itens de aftermarket: a FIPE ajuda a calibrar o valor da motocicleta considerando peças originais. Se o veículo apresentar modificações significativas, o contrato pode exigir anotações específicas para evitar surpresas na indenização.
  • Depreciação e idade do veículo: motos mais velhas costumam sofrer depreciação, o que pode impactar o valor segurado ao longo do tempo. A FIPE, ao refletir a idade e o estado reconhecido de mercado, serve como referência para acompanhar esse efeito no contrato.
  • Custo de proteção e franquias: entender o valor de referência ajuda a calibrar o custo total da proteção. Motocicletas de menor valor podem ter franquias menores, enquanto unidades com histórico de sinistros ou particularidades de uso podem exigir ajustes contratuais.

Para quem utiliza a KLX 250 1994 para uso recreativo, trilhas ou trajetos urbanos ocasionais, entender o papel da FIPE na apólice de seguro facilita a escolha entre coberturas básicas, que protegem contra roubo e colisões, e coberturas adicionais que asseguram componentes específicos (por exemplo, kit de transmissão, carenagens originais, ou itens de proteção). O objetivo é alinhar o nível de proteção com o valor real do bem, evitando tanto subproteção quanto sobreproteção onerosa.

Boas práticas para manter a justo valor na FIPE

Para manter a reputação de uma KLX 250 1994 alinhada ao valor justo da FIPE, algumas práticas simples podem fazer a diferença ao longo do tempo:

  • Conservação física: manter a moto em bom estado estético e mecânico ajuda a sustentar o valor de referência, principalmente quando as peças originais são preservadas.
  • Documentação organizada: manuais, notas fiscais de manutenção e histórico de revisões ajudam a demonstrar cuidado e reduzem incertezas para a seguradora.
  • Peças originais sempre que possível: manter ou retornar a peças originais pode facilitar a correspondência com o valor FIPE de referência, especialmente para itens críticos do motor e da carroçaria.
  • Uso adequado e histórico de sinistros: manter um registro de uso, sem ocorrências que demonstrem abusos ou danos graves, oferece mais consistência na leitura de valor durante avaliações de seguro.

Vale lembrar que a FIPE é uma referência, não uma lei absoluta. Em situações específicas, a seguradora pode estabelecer critérios próprios de indenização, baseados no contrato assinado, em avaliações técnicas ou em políticas internas. Por isso, conversar com o corretor de seguros sobre o comportamento de sinistros, histórico de manutenção e o perfil de uso da KLX 250 ajuda a calibrar as expectativas de cobertura e indenização, evitando surpresas quando for necessário acionar a proteção.

Conselhos educativos para quem compra ou protege uma Kawasaki KLX 250 1994

Ao pensar na aquisição ou na proteção de uma KLX 250 1994, alguns pontos educativos ajudam na tomada de decisão. Abaixo apresento uma visão prática, com foco em aprendizado e planejamento de seguro:

  • Verifique o estado de conservação: o equilíbrio entre a funcionalidade mecânica e a estética externa é decisivo para o valor de mercado e, consequentemente, para a leitura da FIPE.
  • Considere o uso pretendido: se a moto for destinada a trilhas, eventos de off-road ou uso esporádico em cidade, isso influencia o tipo de cobertura mais adequado e pode ajustar a relação custo-benefício.
  • Informe o corretor com clareza: descreva a condição da moto, histórico de manutenção, utilidade, alterações ou personalizações, para que a proposta de seguro reflita a realidade do veículo.
  • Compare opções: embora o FIPE seja um norte, vale comparar propostas de diferentes seguradoras para identificar condições de indenização, franquias e coberturas adicionais que melhor atendam ao seu uso.

Ao compreender estes aspectos, você consegue alinhar o valor apresentado pela FIPE com a proteção adequada, garantindo tranquilidade na hora de dirigir, trilhar ou realizar manutenções de rotina, sem se expor a surpresas financeiras. A KLX 250 de 1994 é um exemplar que carrega história, confiabilidade básica de uma linha de off-road da Kawasaki e uma comunidade de entusiastas que valoriza o cuidado, a manutenção e o conhecimento técnico para manter a moto funcionando bem por muitos anos.

Para quem deseja explorar as opções de cobertura de forma simples e eficaz, considere conversar com profissionais da GT Seguros sobre a proteção da sua KLX 250 1994. Uma cotação com a GT Seguros pode ser o próximo passo para alinhar o planejamento financeiro com a realidade de uso, sem complicações.