| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 1.153,00 |
| Dez/25 | R$ 1.156,00 |
| Nov/25 | R$ 1.158,00 |
| Out/25 | R$ 1.161,00 |
| Set/25 | R$ 1.165,00 |
| Ago/25 | R$ 1.168,00 |
| Jul/25 | R$ 1.170,00 |
| Jun/25 | R$ 1.172,00 |
| Mai/25 | R$ 1.175,00 |
| Abr/25 | R$ 1.177,00 |
| Mar/25 | R$ 1.179,00 |
| Fev/25 | R$ 1.180,00 |
Como a Tabela FIPE orienta avaliações e seguros da Kawasaki Maxi II 100cc 1997
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para entender o custo de reposição de veículos usados. Quando se trata de motos, como a Kawasaki Maxi II 100cc de 1997, esse referencial ganha ainda mais importância para seguradoras, lojistas e consumidores que buscam entender o cenário do mercado de segunda mão. Este artigo oferece uma visão educativa sobre como a Tabela FIPE funciona, como ela se aplica a um modelo específico de 1997 e por que esse conhecimento é útil para quem busca proteção adequada por meio de seguro. Além disso, apresentamos a ficha técnica da Maxi II 100cc para contextualizar as características técnicas que costumam influenciar a forma como o seguro avalia o veículo.
O que é a FIPE e por que ela importa para seguros e negociações
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém periodicamente uma base de dados com transações de venda de veículos usados. A partir dessas informações, a instituição publica tabelas que servem como referência para estimar o valor de reposição ou de mercado de veículos usados na indústria de seguros, financiamento e avaliação de ativos. Para motos de 100 cm³, a Tabela FIPE busca refletir, de modo resumido, as variações de preço que ocorrem ao longo do tempo, levando em consideração fatores como idade, condição geral, histórico de utilização e demanda por aquele tipo de veículo no mercado regional. A atualização mensal da FIPE ajuda seguradoras a calibrar coberturas, franquias e prêmios, de maneira a alinhar o contrato ao risco real do bem.

Para proprietários e compradores, entender a lógica da FIPE é útil para diferentes momentos: estimar quanto valerá uma moto ao buscar crédito ou ao planejar a venda, comparar propostas de seguro ou planejar melhorias que tornem o veículo mais valorizado. Ao tratar de modelos específicos, como a Kawasaki Maxi II 100cc de 1997, é comum que o valor de referência da FIPE apresente oscilações associadas à idade da motocicleta, disponibilidade de peças e a presença de versões similares no mercado. Embora o objetivo do artigo seja educativo, é fundamental notar que números específicos da FIPE são atualizados com frequência e podem variar conforme a região e o canal de venda utilizado pelas pesquisas de mercado.
Ficha técnica da Kawasaki Maxi II 100cc (1997)
Abaixo está um resumo técnico que contextualiza o tipo de veículo, seus componentes principais e o perfil de uso típico dessa geração. Esses elementos costumam influenciar as avaliações de seguro, como o tipo de motor, a transmissão, o peso, a capacidade de tanque e a configuração de freios. Embora haja variações entre unidades específicas e mercados regionais, as especificações a seguir representam a essência do modelo Maxi II 100cc lançado no final dos anos 90 e amplamente reconhecido na linha de scooters da Kawasaki naquela época.
- Marca e modelo: Kawasaki Maxi II 100cc
- Ano de referência: 1997
- Categoria: Scooter urbano de 100 cm³
- Motorização: Monocilíndrico, 4 tempos, ar/óleo
- Cilindrada: 97–100 cm³
- Transmissão: Automática CVT (transmissão continuamente variável)
- Sistema de alimentação: Carburador
- Sistema de refrigeração: Ar
- Potência máxima (aproximada): cerca de 6,5–7,0 cv
- Torque (aproximado): próximo de 7,5–8,0 Nm
- Suspensão dianteira: Garfo telescópico
- Suspensão traseira: Amortecedor(s) traseiro(es)
- Freios: Tambor dianteiro e tambor traseiro (em muitos exemplares da época)
- Peso seco/curb weight: na faixa de aproximadamente 80–90 kg
- Capacidade do tanque: em torno de 4–5 litros
- Dimensões (aprox.): comprimento significativo para um scooter urbano, com alcance de aprox. 1.8 m em largura total
- Capacidade de carga: espaço típico para dois ocupantes com bagagem leve
- Características adicionais: compartimento sob o assento, iluminação compatível com a época, instrumentos básicos (velocímetro, marcador de tanque e marcação de nível de combustível)
Observação importante: as cifras acima refletem o que se costuma encontrar em documentos técnicos e catálogos da época para esse tipo de veículo. Componentes como as opções de freio, acabamento e peso podem apresentar variações entre unidades específicas ou mercados regionais. O objetivo é oferecer uma visão clara das características que costumam importar para seguradoras ao calcular risco, valor e cobertura, sem perder de vista que dados exatos podem variar conforme a unidade e a documentação disponível.
A Kawasaki e a tradição da marca
A Kawasaki é uma das marcas japonesas mais tradicionais no cenário global de duas rodas, com história que remonta ao pós-guerra e evoluções que atravessaram décadas de tecnologia, corrida e urbanização. A linha Maxi de scooters, incluindo a Maxi II 100cc, representa uma faceta prática da engenharia japonesa: foco em confiabilidade, eficiência de combustível, facilidade de uso diário e manutenção compatível com o uso urbano. Em projetos como o Maxi II 100cc, a Kawasaki buscou combinar simplicidade mecânica com ergonomia que atraia quem precisa de agilidade no trânsito, baixo custo de operação e conforto para deslocamentos diários, sem abrir mão de uma identidade de marca associada a desempenho e durabilidade. A presença da marca no segmento de scooters ajuda a construir confiança entre consumidores que valorizam histórico de qualidade, disponibilidade de peças e rede de assistência técnica, fatores que também tendem a influenciar avaliações de seguro ao longo do tempo.
Como a condição e a história influenciam a leitura da FIPE
Para quem utiliza a Tabela FIPE como referência de mercado, entender a relação entre a condição da moto, seu histórico e o valor estimado é fundamental. Em modelos clássicos ou de décadas passadas, como a Maxi II 100cc de 1997, alguns determinantes costumam ter impacto expressivo na percepção do risco pelas seguradoras. Abaixo, destacamos aspectos práticos que costumam ser considerados em avaliações de seguro, manutenção e revenda, sempre com foco educativo e sem entrar em curiosidades que não contribuam para o entendimento técnico:
- Estado de conservação: a condição geral da moto, incluindo pintura, ferrugem, desgaste de componentes mecânicos e integridade estrutural, impacta a avaliação de risco. Motos bem conservadas costumam gerar prêmios mais equilibrados, pois apresentam menor probabilidade de falha mecânica inesperada.
- Histórico de manutenção: registros regulares de revisões, trocas de óleo, substituição de peças de desgaste e manutenção programada ajudam a demonstrar cuidado, reduzindo o risco de danos futuros.
- Originalidade e modificações: alterações não originais podem influenciar a percepção de valor e o risco de problemas com peças incompatíveis. Em muitos casos, modificações que envolvem o motor, o sistema de freios ou a estrutura podem afetar a cobertura ou a depreciação prevista.
- Quilometragem e uso: veículos com uso moderado e quilometragem compatível com a idade tendem a ter menor probabilidade de falhas graves, desde que acompanhados de manutenção adequada. Quilometragem excessiva pode sinalizar maior desgaste, influenciando a avaliação pela seguradora.
Esses fatores, entre outros, ajudam seguradoras a calibrar o nível de proteção e o valor de substituição estimado para uma moto antiga como a Maxi II 100cc. Mesmo que o valor da FIPE sirva como referência de mercado, as apólices costumam contemplar particularidades da unidade segurada, incluindo acessórios, estado de conservação e o histórico de sinistros. Por isso, é essencial reunir a documentação pertinente e, se possível, realizar uma avaliação técnica para fundamentar a negociação com a seguradora.
Impacto da TIPE no seguro: o que observar na hora de contratar
Ao planejar um seguro para a Kawasaki Maxi II 100cc 1997, alguns elementos práticos ajudam a transformar o processo de cotação em uma experiência mais clara e eficiente. Além da consideração do histórico de uso e do estado da moto, vale observar os seguintes aspectos que costumam aparecer nas leituras das seguradoras:
Primeiro, a idade do modelo impacta o prêmio de seguro por razões de risco de falha de componentes com o passar dos anos. Em motos antigas, o custo de peças pode subir se houver escassez de itens originais, o que, por sua vez, pode influenciar a escolha entre coberturas com valor de reposição total ou valor venal. Em segundo lugar, a disponibilidade de peças de reposição influencia o custo de reparos. A Maxi II 100cc, sendo um modelo de décadas passadas, pode ter disponibilidade limitada de peças originais; nesse caso, seguradoras costumam ponderar a facilidade de manutenção como um fator de risco. Ter um registro de assistência técnica confiável ajuda a mitigar essa preocupação. Terceiro, a personalização ou adaptações que não sejam originais podem impactar a avaliação de depreciação ou a viabilidade de reposição com itens originais da marca. Por fim, o uso pretendido (urbano, turismo, deslocamento diário) também orienta o tipo de cobertura recomendada: seguro com cobertura contra terceiros, colisão, incêndio e roubo, por exemplo, pode ter variações de preço conforme o perfil de uso.
É importante notar que, embora a FIPE ofereça uma referência, as seguradoras também consideram o histórico de sinistros da moto, o perfil do condutor e até a qualidade da documentação na hora de formular a apólice. Em modelos mais antigos, pode haver opções de cobertura adicionais, como proteção de acessórios originais, assistência 24 horas e serviços de guincho, que ajudam a reduzir riscos durante o uso diário. O conjunto de fatores que compõe a apólice deve ser entendido como um pacote que equilibra preço, proteção e tranquilidade para quem depende da moto no dia a dia.
Cuidados práticos para quem tem uma Kawasaki Maxi II 100cc 1997
Para quem possui ou está adquirindo uma Maxi II 100cc de 1997, algumas práticas ajudam a manter o veículo em boa condição e a facilitar a gestão de seguro ao longo do tempo:
- Guarde notas de manutenção e recebimentos de serviços realizados; isso facilita a comprovação de cuidado e pode influenciar positivamente a avaliação de risco pela seguradora.
- Preserve peças originais sempre que possível; alterações desnecessárias podem influenciar a percepção de valor e a disponibilidade de reposição.
- Realize uma vistoria periódica, especialmente em itens de segurança como freios, suspensão e rodas, para evitar prejuízos em caso de sinistro.
- Consulte diferentes propostas de seguro com foco em coberturas adequadas ao perfil de uso, buscando equilíbrio entre prêmio, franquia e proteção oferecida.
Além disso, manter a documentação em dia, como registro de proprietário, certidão de autenticidade (quando aplicável) e documentos que comprovem manutenção regular, facilita o processo de contratação de seguro e evita entraves em caso de sinistro ou de necessidade de comprovação de uso.
Chamada sutil para cotação com a GT Seguros
Para quem busca proteger a Kawasaki Maxi II 100cc de 1997 com cobertura alinhada ao uso e ao valor de reposição, vale explorar opções de seguro com a GT Seguros, que oferece propostas personalizadas para veículos de uso urbano e modelos clássicos. Uma cotação pode trazer tranquilidade e clareza sobre as melhores opções de proteção para o seu veículo.
Em resumo, compreender a Tabela FIPE, entender a ficha técnica do modelo e considerar o estado de conservação são etapas-chave para quem avalia o seguro de uma moto antiga como a Maxi II 100cc. A relação entre o valor de referência de mercado, a condição real do veículo e o tipo de cobertura desejada define o equilíbrio entre proteção e custo. A Kawasaki, com sua tradição e foco em confiabilidade, continua sendo uma opção atraente para quem procura mobilidade diária com um toque de legado tecnológico. Ao combinar uma compreensão sólida da FIPE com uma ficha técnica bem interpretada e uma avaliação honesta da condição, você consegue navegar com mais segurança no universo de seguros de motos usadas.
