| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.273,00 |
| Fev/26 | R$ 1.276,00 |
| Jan/26 | R$ 1.279,00 |
| Dez/25 | R$ 1.282,00 |
| Nov/25 | R$ 1.284,00 |
| Out/25 | R$ 1.288,00 |
| Set/25 | R$ 1.293,00 |
| Ago/25 | R$ 1.289,00 |
| Jul/25 | R$ 1.285,00 |
| Jun/25 | R$ 1.287,00 |
| Mai/25 | R$ 1.283,00 |
| Abr/25 | R$ 1.285,00 |
Panorama detalhado da Tabela FIPE para a Kawasaki Maxi II 100cc 1999 e o impacto no seguro
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos, incluindo motocicletas de baixa cilindrada como a Kawasaki Maxi II 100cc, ano 1999. Este instrumento, gerido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), serve de base para diversas situações: avaliação de seguro, veículos de leilão, venda entre particulares e cálculos de impostos. Para o mundo dos seguros, entender como a FIPE chega aos seus números ajuda o cliente a compreender por que determinadas coberturas são propostas e como o prêmio pode ser moldado sem depender de dados redondos de mercado. O objetivo aqui é oferecer um panorama educativo sobre o tema, com foco na Maxi II 100cc, destacando pontos práticos para quem busca entender a relação entre a tabela, a ficha técnica do veículo e as decisões de proteção veicular.
O que a FIPE representa para o seguro de motos de 100cc
A FIPE realiza periodicamente sondagens de mercado que resultam em valores médios de venda de veículos usados, levando em conta condições de mercado, idade do modelo, desgaste natural, disponibilidade de peças e popularidade da moto. Em termos práticos, as seguradoras costumam utilizar esses valores como referência para:

- Definir o valor segurado básico, que pode impactar o importe de indenização em caso de perda total ou roubo/parcial.
- Calcular prêmios com base em um valor de referência estável, evitando variações excessivas decorrentes de negociações no mercado entre compradores e vendedores.
- Estabelecer franquias e coberturas adicionais que façam sentido para o perfil da moto e seu uso, especialmente em modelos urbanos de baixa cilindrada que costumam ter sinistralidade diferente de motos esportivas de maior potência.
- Conferir o alinhamento entre o valor declarado pelo proprietário e o valor de referência da tabela, estimulando a verificação de dados, conservação do veículo e a necessidade de coberturas adicionais, como perda total acidental, roubo/furto e assistência 24h.
É importante notar que a FIPE é uma referência nacional e média; variações regionais, o estado de conservação, a quilometragem e acessórios instalados podem influenciar a avaliação de cada caso. Por isso, ao solicitar a cotação de um seguro para a Kawasaki Maxi II 100cc (1999), é comum que a seguradora peça dados adicionais e realize uma avaliação de uso real para chegar a uma proposta adequada às necessidades do segurado. A leitura cuidadosa da tabela, associada à ficha técnica do veículo, ajuda o corretor e o segurado a alinhar expectativas e evitar surpresas no momento de acionar a cobertura ou de solicitar a indenização.
Ficha Técnica da Kawasaki Maxi II 100cc (1999)
Abaixo está uma síntese técnica que costuma acompanhar o modelo Maxi II 100cc da Kawasaki, ano 1999. Vale lembrar que pequenas variações entre mercados e configurações regionais podem ocorrer; para fins de seguro, o objetivo é compreender o conjunto de características que influenciam o risco e o custo da proteção.
- Cilindrada: 100 cm³
- Tipo de motor: monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
- Simplificação de alimentação: carburador (quando comparada a sistemas de injeção usados em modelos mais recentes)
- Transmissão: automática CVT (transmissão continuamente variável), sem embreagem manual
Observação: além desses itens, a ficha técnica costuma abranger dados como peso aproximado, capacidade do tanque, dimensões, suspensão e freios. Em modelos de entrada como a Maxi II 100cc, é comum encontrar um conjunto enxuto de componentes que privilegia eficiência urbana, praticidade e baixo custo de manutenção. Em termos de seguro, esses elementos influenciam não apenas o valor de substituição, mas também o orçamento relativo à proteção de itens adicionais, como capacetes guardados, alarme antifurto, travas de segurança e a necessidade de rastreadores para facilitar a localização em casos de sinistro.
A Kawasaki e seu legado no segmento de motocicletas leves
A Kawasaki é uma marca reconhecida mundialmente pela combinação de confiabilidade, inovação e foco na experiência de pilotagem. Fundada no Japão, a empresa construiu ao longo das décadas uma reputação associada a modelos esportivos, tecnológicos e com boa relação custo-benefício. No Brasil, a presença da Kawasaki, especialmente em segmentos de baixa e média cilindrada, ajudou a universalizar o acesso a motos com tecnologia japonesa e padrões de segurança que acompanham as exigências do mercado local. Mesmo em linhas mais simples, a marca costuma investir em ergonomia, usabilidade e consumo eficiente, fatores que pesam na decisão de compra ou de contratação de seguro. A Maxi II 100cc, ao integrar a linha de scooters da marca, representa uma proposta objetiva para uso urbano: deslocamentos diários, deslocamento para trabalho, estudo ou lazer em áreas com tráfego intenso, sem abrir mão de conforto mínimo e de confiabilidade mecânica.
Ao considerar o perfil da marca para fins de seguro, vale entender que a história da Kawasaki envolve uma busca contínua por melhoria em componentes essenciais, como o motor, a suspensão e os sistemas de freios, bem como uma atenção especial à proteção do usuário e à continuidade da operação do veículo. Even as scooters de entrada, as motos da Kawasaki costumam apresentar uma engenharia que privilegia a robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças — aspectos que influenciam diretamente na avaliação de risco por parte das seguradoras. Além disso, a presença de acessórios originais, histórico de manutenção atualizada e a disponibilidade de serviços autorizados costumam favorecer condições mais atrativas em termos de prêmios e cobertura, especialmente para modelos clássicos ou de idade madura, como a Maxi II 100cc de 1999.
Aspectos práticos para seguro: o que observar com a Maxi II 100cc
Ao planejar a proteção para uma moto de baixa cilindrada como a Maxi II 100cc, alguns aspectos práticos costumam orientar tanto proprietários quanto corretores de seguros. Abaixo, pontos que costumam aparecer com destaque na avaliação de risco e na formatação de propostas personalizadas:
- Uso predominante: urbano, deslocamentos diários, ou uso recreativo; o tipo de uso influencia a probabilidade de sinistro e o valor dos benefícios de assistência.
- Condições de armazenamento: garagem, abrigo, ou exposição a intempéries; a proteção física pode reduzir o risco de roubo e vandalismo e, consequentemente, impactar o prêmio.
- Histórico de manutenções: registro de revisões periódicas, troca de peças e atualizações. Um histórico bem cuidado tende a transmitir menor risco à seguradora e pode favorecer condições mais estáveis de valor segurado.
- Presença de dispositivos de segurança: alarmes, trancas eletrônicas, rastreadores ou bloqueadores de roda; cada item acrescenta camadas de proteção, potencialmente reduzindo o prêmio e aumentando a probabilidade de indenização integral em caso de sinistro.
É importante lembrar que itens como o estado de conservação, presença de acessórios originais ou não originais, e a quilometragem acumulada influenciam não apenas o valor de reposição, mas também o custo de cobertura. Por isso, ao receber uma cotação, tenha em mente que a seguradora pode solicitar informações adicionais para calibrar o risco de forma mais fiel, o que pode incluir fotos do estado atual da motocicleta, notas fiscais de manutenção e comprovantes de instalação de acessórios de segurança.
Como a Tabela FIPE impacta o seguro da Maxi II 100cc
Quando a FIPE é usada como referência, as seguradoras costumam alinhar o conceito de “valor de mercado” da moto com o estado do veículo e a idade. A relação entre a FIPE e o seguro se traduz de várias maneiras práticas:
- Definição do valor segurado: o montante que a seguradora pagará em caso de perda total pode ser atrelado ao valor de aquisição no mercado, que, por sua vez, é refletido pela FIPE, ajustado conforme o estado de conservação e eventuais modificações ou acessórios instalados.
- Prêmios proporcionais ao risco: veículos com menor valor de mercado ou menos exposição a sinistros podem apresentar prêmios mais acessíveis, mantendo a cobertura necessária para o segurado.
- Ajustes de cobertura: modelos de baixa cilindrada costumam ter opções de coberturas específicas, como proteção de objetos de valor agregado, assistência em viagem e rastreamento, que se tornam mais atrativas quando o valor da FIPE é estável ao longo do tempo.
- Indenização e reposição: em caso de sinistro, o pagamento pode seguir o valor de reposição ou o valor de mercado, conforme a apólice contratada; entender como a FIPE influencia essa decisão ajuda o segurado a escolher a melhor modalidade de indenização para seu caso.
Além disso, vale destacar que a FIPE é apenas uma referência entre outras possíveis bases usadas pela seguradora. Em alguns contratos, a seguradora pode exigir avaliação adicional para confirmar o valor de mercado atual, especialmente se a moto tiver modificações não originais, peças de terceiros ou histórico de sinistros. Por isso, é essencial discutir, com o corretor, quais cenários podem impactar o valor segurado ao longo da vigência da apólice e quais coberturas extras podem oferecer maior tranquilidade para quem depende da Maxi II 100cc no dia a dia.
Conselhos educativos para quem está avaliando o seguro da Maxi II 100cc
Para quem pretende proteger a Kawasaki Maxi II 100cc (1999) com eficiência, algumas atitudes simples podem fazer diferença no custo total de proteção e na tranquilidade de uso. Confira algumas sugestões práticas, sem recorrer a jargões técnicos complicados:
- Reúna informações-chave: ficha técnica, histórico de manutenções, comprovantes de melhorias e acessórios originais; tudo isso ajuda o corretor a calibrar o seguro com maior precisão.
- Antícios de segurança: investir em dispositivos antifurto compatíveis com o modelo pode reduzir o risco de roubo e, por consequência, o valor do prêmio. Pergunte sobre opções de rastreabilidade e assistência em viagem.
- Simulações de cobertura: peça ao corretor para comparar opções de indenização (valor de reposição vs. valor de mercado) e entenda como a FIPE influencia cada cenário. Isso evita surpresas na hora de acionar o seguro.
- Uso e localização: descreva com clareza onde a moto fica guardada, o tempo médio de uso semanal e se ela circula em áreas com maior incidência de furtos; esses fatores ajudam a moldar uma proposta mais adequada.
É fundamental que o tom educacional deste conteúdo ajude o leitor a transformar a leitura da FIPE e da ficha técnica em decisões concretas de proteção. O equilíbrio entre o custo do prêmio e a abrangência da cobertura é uma equação que muitos clientes desejam resolver com clareza, sem abrir mão da segurança essencial para o dia a dia urbano. A Maxi II 100cc, por ser um modelo de entrada com foco em mobilidade prática, se beneficia de uma abordagem de seguro que contempla proteção contra roubo, colisão, danos a terceiros e assistência, sem exigir custos exorbitantes.
Chamada sutil para cotação com a GT Seguros
Para quem busca alinhar a tabela FIPE, a ficha técnica e as coberturas ideais para a Kawasaki Maxi II 100cc, a solução prática é conversar com um corretor que conheça o seu caso. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções de proteção congruentes com o seu uso, orçamento e perfil de risco. Uma análise profissional pode revelar oportunidades de ajuste de coberturas, reduzir custos e aumentar a segurança no dia a dia sobre duas rodas.
