| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 13.170,00 |
| Fev/26 | R$ 13.200,00 |
| Jan/26 | R$ 13.267,00 |
| Dez/25 | R$ 13.334,00 |
| Nov/25 | R$ 13.202,00 |
| Out/25 | R$ 13.234,00 |
| Set/25 | R$ 13.277,00 |
| Ago/25 | R$ 13.146,00 |
| Jul/25 | R$ 13.016,00 |
| Jun/25 | R$ 13.030,00 |
| Mai/25 | R$ 13.057,00 |
| Abr/25 | R$ 13.069,00 |
Entenda a Tabela FIPE da Kia Besta EST 2.7 Diesel (10/12lug.) de 1996 e o que isso significa para o seguro
Visão geral da Kia Besta EST 2.7 Diesel e seu papel no mercado de vans antigas
A Kia Besta é um modelo que marcou a trajetória da fabricante sul-coreana na década de 1990, durante um processo de alavancagem internacional em que a marca buscou ampliar sua presença fora da Coreia. Na prática, a Besta EST era uma van de uso misto, capaz de transportar passageiros com conforto relativo e, ao mesmo tempo, oferecer capacidade de carga para atividades comerciais ou familiares que exigiam mais versatilidade do que um carro tradicional. A versão Diesel 2.7, anunciada com o código EST e com configuração de tração e suspensão adequadas a um uso misto, era popular entre empresas de entrega, prestadores de serviços e famílias que viam no espaço interno generoso uma vantagem logísti ca. Em 1996, o layout dessa van já refletia a tendência de muitos fabricantes de consolidar opções com motorização Diesel, que buscavam equilíbrio entre torque útil em aceleração, robustez para uso prolongado e consumo de combustível compatível com o perfil de uso exigido por vans de porte intermediário.
Quando pensamos na Tabela FIPE, o objetivo é compreender o valor de referência de mercado para esse tipo de veículo. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida uma base de dados que ajuda instituições financeiras, concessionárias e seguradoras a estimar o valor de um veículo de acordo com características como ano, versão, motor e estado de conservação. No caso da Kia Besta EST 2.7 Diesel de 1996, a leitura da FIPE permite uma referência de mercado que serve como base para cálculos de indenização em seguros, para avaliações de depreciação e, muitas vezes, para orientar negociações de venda entre particulares. No entanto, é importante frisar que a FIPE é uma referência de mercado, refletindo tendências históricas e condições de oferta e demanda observadas na época. O valor efetivo de reposição ou de indenização em uma apólice pode variar conforme o perfil do veículo, o histórico de uso, o estado de conservação e as condições vigentes no momento da contratação.

Ficha Técnica resumida da Kia Besta EST 2.7 Diesel (1996)
- Tipo de veículo: van/minivan de uso familiar e/ou comercial leve, com configuração voltada para espaço interno e versatilidade de carga.
- Motorização: diesel 2.7 litros, 4 cilindros, projetado para entrega de torque útil em velocidades urbanas e rodoviárias.
- Transmissão: manual, com número de marchas típicas da época para esse conjunto mecânico, visando resistir a uso prolongado.
- Capacidade prática: espaço interior adaptável para passageiros, bagagem e carga leve, com configurações que variavam conforme a versão EST e o comprimento de entre-eixos disponível.
Por que a FIPE é relevante para o seguro e a avaliação de risco
Para seguradoras, a referência FIPE funciona como uma bússola na hora de estabelecer o valor do veículo para a indenização em caso de sinistro ou para a composição de coberturas de casco. Em linhas gerais, quanto maior a similaridade entre o veículo segurado e os itens cadastrados na Tabela FIPE — em termos de ano, modelo, motor e condição — mais confiável é a estimativa de indenização baseada na referência. No caso de um modelo como a Kia Besta EST 2.7 Diesel 1996, a FIPE serve como ponto de partida para determinar o valor de referência que influencia o prêmio de seguro, a franquia e as coberturas disponíveis. Por ser um veículo antigo com motorização Diesel, ele entra em um conjunto de fatores de risco próprio: desgaste natural de componentes, disponibilidade de peças originais, facilidade de manutenção e histórico de confiabilidade. Esses fatores costumam impactar a percepção de risco de seguradoras, o que se traduz em ajustes de prêmios, limites de cobertura e possibilidades de opções de proteção adicionais.
A marca Kia: evolução de uma fabricante global e a relação com veículos usados
A Kia Motors tem uma trajetória impressionante no cenário automotivo global. Fundada na Coreia do Sul, a marca tem investido consistentemente na melhoria de qualidade, design, tecnologia de motores e rede de assistência. Ao longo das décadas de 1990 e 2000, a Kia passou por uma transformação estruturada: uma plataforma de veículos mais global, melhoria de custos de produção, maior cuidado com a durabilidade dos componentes e uma rede de concessionárias e oficinas autorizadas que se expandiu para diversos países. Essa evolução impacta, inclusive, a percepção de um veículo antigo da marca, como a Besta EST 2.7 Diesel, que pode beneficiar de peças de reposição mais disponíveis e de serviços especializados que compreenderam as especificidades de motores diesel de época. Hoje, a presença da Kia no mercado é associada a valores como acessibilidade, garantia de qualidade relativa para modelos modernos e, principalmente, uma oferta de opções que conciliam custo-benefício com uma experiência de condução segura para quem procura um utilitário de uso misto ou familiar em faixas de idade mais elevadas. Em termos de seguro, isso reflete na disponibilidade de peças, no suporte de assistência e na percepção de confiabilidade ao avaliar o risco de sinistro, tudo isso considerado pela seguradora na construção de uma proposta mais adequada ao perfil do veículo antigo.
Cuidados com a aquisição e manutenção de uma Besta EST 2.7 Diesel
Veículos com mais de duas décadas exigem uma leitura cuidadosa do estado de conservação, especialmente quando se trata de propulsão a diesel. O motor 2.7 pode demandar atenção a componentes como sistema de injeção, bomba de combustível, sistema de alimentação de ar e turbocompressor (quando presente na configuração de fábrica). Além disso, itens como a linha de exaustão, o sistema de freios, a suspensão e o conjunto elétrico podem apresentar desgaste natural com o tempo. O histórico de uso também é decisivo: unidades que passaram por uso comercial intenso podem ter mais desgaste, enquanto aquelas mantidas com rotina de revisões e trocas programadas tendem a apresentar menor probabilidade de falhas graves. A disponibilidade de peças originais para modelos de época costuma ser mais restrita, o que eleva a importância de buscar oficinas com experiência em revisões de diesel antigos. Nesse cenário, a verificação de itens como histórico de sinistros, registros de manutenção, registro de substituição de componentes-chave e integridade da cabine de passageiros se torna parte central na decisão de compra ou na renovação de apólices de seguro. Além disso, a expectativa de consumo e a performance do motor podem variar bastante, dependendo do estado do motor, do sistema de alimentação e da condição geral da transmissão, o que, por sua vez, influencia o custo de operação mensal e, indiretamente, o custo do seguro ao longo do tempo.
Seguro para veículos antigos: como a Besta EST se encaixa nesse cenário
Quando o assunto é seguro de automóvel para um modelo com mais de 25 anos, as seguradoras costumam oferecer pacotes com coberturas específicas para veículos de uso particular ou utilitário, com regras que reconhecem a depreciação histórica, a disponibilidade de peças e o valor de reposição. As opções podem incluir cobertura contra danos a terceiros (responsabilidade civil), proteção para danos ao veículo (cobertura casco/parcial ou total), roubo/furto, bem como serviços de assistência 24 horas e carro reserva em caso de sinistro. Em veículos diesel antigos, também é comum observar ajustes na apólice relativos a manutenções preventivas, uso sazonal (ex.: veículo de fim de semana ou para negócios locais), além de limites de quilometragem para evitar desgaste acelerado. Por meio da FIPE, as seguradoras conseguem estabelecer uma referência de valor de mercado que ajuda na definição de prêmios, franquias e condições contratuais, sempre levando em conta o equilíbrio entre proteção adequada e custo de aquisição da apólice. Um ponto relevante é que cada seguradora pode lidar de forma ligeiramente diferente com o histórico do veículo, o que torna útil obter cotações de várias operadoras para entender qual proposta oferece a melhor relação custo-benefício para a Kia Besta EST 2.7 Diesel de 1996. A ideia central é alinhar as coberturas com as suas necessidades reais de uso, mantendo a proteção necessária sem pagar por coberturas desnecessárias.
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