| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 14.466,00 |
| Dez/25 | R$ 14.542,00 |
| Nov/25 | R$ 14.618,00 |
| Out/25 | R$ 14.545,00 |
| Set/25 | R$ 14.592,00 |
| Ago/25 | R$ 14.623,00 |
| Jul/25 | R$ 14.647,00 |
| Jun/25 | R$ 14.946,00 |
| Mai/25 | R$ 15.085,00 |
| Abr/25 | R$ 15.161,00 |
| Mar/25 | R$ 15.012,00 |
| Fev/25 | R$ 14.944,00 |
Guia aprofundado sobre a Kia Besta EST 2.7 Diesel de 1997 na Tabela FIPE e implicações para seguros
A Tabela FIPE é referência indispensável para trabalhos no setor de seguros, compra e venda, financiamento e precificação de veículos usados no Brasil. Quando pensamos em um veículo de perfil utilitário e ambicioso como a Kia Besta EST 2.7 Diesel, ano de 1997, o estudo da tabela se torna ainda mais relevante para entender como o valor de mercado influencia a obrigação de cobertura, o cálculo do prêmio e as opções de proteção disponíveis. A Besta, nesse contexto, não é apenas um meio de transporte; é uma solução de negócios e de uso familiar que exigirá, na hora de contratar um seguro, uma leitura atenta dos seus atributos técnicos, de segurança, de confiabilidade e de manutenção ao longo dos anos. Este artigo mergulha na Tabela FIPE para este modelo específico, apresenta a ficha técnica, discute a história da marca e oferece orientações úteis para quem busca proteção adequada sem abrir mão da viabilidade econômica.
Ficha técnica da Kia Besta EST 2.7 Diesel (1997)
- Motorização: diesel 2.7 L, 4 cilindros em linha — configuração clássica para vans leves da época, pensada para equilíbrio entre força de torque e consumo em uso contínuo.
- Transmissão: manual, com layout típico de veículos de uso misto (trabalho e transporte de pessoas), adaptada para condução urbana e rodoviária com disponibilidade de marchas que favorecem áreas de aclividade.
- Tração: traseira, com características comuns em vans que priorizam espaço interno e distribuição de peso para carga e passageiros; algumas versões ofereiam opções de configuração que ampliavam a utilidade do veículo.
- Dimensões, peso e capacidade: veículo de porte médio para van, desenhado para acomodar configurações de passageiros e carga; a separação entre cabine e área de carga varia conforme a configuração interna, que pode impactar a capacidade de carga útil e o espaço de bagagem.
Observação sobre a ficha: dados como potência, torque, capacidade exata e dimensões variam conforme o país de venda, versão específica e itens de fábrica. Em modelos antigos, especialmente de uso comercial, as informações podem apresentar variações entre unidades. Por isso, ao consultar a FIPE ou certificações locais, vale confirmar a especificação da unidade em questão para não confundir com outras variantes do mesmo nome no mercado internacional.

A marca Kia: construção de uma identidade global forte e presença no Brasil
A Kia Motors chegou ao Brasil na década de 1990, época em que o mercado automotivo brasileiro vivia transformações significativas. A aposta da marca foi em veículos com design moderno, propostas de utilidade prática e um conjunto tecnológico que, para aquela época, prometia confiabilidade e facilidade de atendimento em redes de assistência técnica. A Besta EST, em particular, representou uma abordagem prática: um veículo de uso misto, capaz de transportar pessoas e mercadorias com uma configuração adaptável às necessidades de empresas familiares, motoristas autônomos e pequenas frotas.
Ao longo dos anos, a Kia consolidou sua presença, investiu em qualidade de montagem, redes de assistência e serviços pós-venda. Mesmo que os modelos de ontem apresentem números de desempenho diferentes daqueles vistos em veículos modernos, a história da marca no Brasil mostra uma trajetória de melhoria contínua: foco na garantia de peças, atualização de padrões de segurança e uma oferta cada vez mais alinhada às expectativas dos clientes locais. Esse histórico tem impacto direto sobre a percepção de confiabilidade da Kia Besta no universo de seguros: quanto maior o histórico de disponibilidade de peças, maior a previsibilidade de manutenção e menor o risco de custos adicionais para o segurado, o que pode influenciar o prêmio ao longo do tempo.
Tabela FIPE e seguro: como o valor de referência orienta a proteção de veículos usados
A Tabela FIPE funciona como um guia de referências de preços para veículos usados no Brasil. Em seguros, esse valor é um dos componentes usados para determinar o valor segurado, que, por sua vez, influencia o cálculo de prêmios, as coberturas disponíveis e as regras de seguro contra roubo, colisão e danos. No caso específico da Kia Besta EST 2.7 Diesel (1997), o valor de referência tende a refletir a idade do modelo, o estado geral típico de uso (pessoas vs. carga) e a disponibilidade de peças de reposição no mercado. É comum que veículos antigos apresentem maior volatilidade de preço na FIPE, especialmente se houver variação entre unidades em diferentes estados de conservação ou uso.
Para corretores e seguradoras, compreender a posição da Besta na FIPE envolve considerar não apenas o preço de reposição, mas também o custo potencial de reparos para itens críticos, como o sistema de propulsão a diesel, o sistema de abastecimento de combustível, freios, suspensão e componentes elétricos. Do ponto de vista do cliente, entender esse valor de referência ajuda a dimensionar o tipo de cobertura mais adequado: a FIPE não é apenas uma referência de compra; ela serve como base para assegurar que o valor segurado reflita a realidade de reposição no mercado, evitando subnotificação (valor abaixo do real) ou ultraprestação (valor excessivo).
Além disso, é fundamental considerar que segurar um veículo com maior potencial de variação de peças — como é comum em modelos veteranos — pode exigir coberturas adicionais, como assistência 24h, cobertura contra encargos de guincho, e proteção contra roubo com reposição segura de peças originais (quando disponível). A escolha entre seguro total, compreensivo ou apenas terceiros com cobertura adicional dependerá do uso do veículo, da localização geográfica, da quilometragem anual prevista e do histórico de sinistralidade do proprietário.
Proteção, uso e manutenção: fatores que influenciam o custo do seguro de um modelo antigo
Para veículos como a Kia Besta EST 2.7 Diesel de 1997, a proteção ideal envolve uma combinação de coberturas que atendam às necessidades reais do usuário e às exigências regulatórias. Pela natureza do veículo, há particularidades a considerar:
– Peças de reposição: a disponibilidade de peças originais pode variar com o tempo e com o mercado local. Em áreas com menor acesso a peças, o custo de reparo tende a ser maior, o que pode influenciar o prêmio ou as condições de cobertura. Produtos de reposição compatíveis, quando aprovados pela seguradora, podem reduzir o custo total, desde que garantam o desempenho esperado.
– Manutenção regular: a idade do motor diesel e de componentes mecânicos exige uma rotina de manutenção consistente. Trocas de óleo, filtros, estado da bomba de combustível, sistema de injeção e turbocompressor (quando presente) impactam não apenas a confiabilidade, mas também o custo de seguro, já que um histórico de manutenções detalhado costuma reduzir o risco para a seguradora.
– Consumo e uso: vans usadas para transporte de pessoas ou cargas leves podem apresentar perfis de uso diferentes. Caso o veículo seja empregado para atividades comerciais com rotas fixas, horários de pico ou viagens de longa distância, a exposição ao risco de danos aumenta, influenciando o prêmio. Já o uso estritamente familiar ou social tende a apresentar menor sinistralidade, desde que o histórico do usuário seja positivo.
– Segurança e proteção: recursos como travas adicionais, alarme, imobilizador e proteção do motor podem reduzir o risco de roubo e, consequentemente, o custo do seguro. Em um modelo antigo, qualquer melhoria de segurança que seja viável economicamente costuma ser valorizada pela seguradora, pois reduz a probabilidade de sinistros graves ou de violência contra o veículo.
– Economia de combustível e emissões: a Besta estende-se como uma opção de uso eficiente para quem precisa do espaço interno sem grandes exigências de alta performance. Embora esses aspectos não definam diretamente o valor do seguro, eles influenciam a confiabilidade da frota pessoal e o risco de falhas que poderiam gerar sinistros de responsabilidade civil ou danos ao motor.
Em resumo, para quem utiliza a Kia Besta EST 2.7 Diesel de 1997 com fins de seguro, a combinação entre o estado de conservação, a regularidade das manutenções, a configuração da linha de motorização e as opções de proteção de segurança é o que molda, de forma mais previsível, o custo do prêmio. A FIPE funciona como um ponto de referência, mas a avaliação final de risco é feita pela seguradora com base em dados apresentados pelo segurado, pelo histórico de sinistros, pelo uso real
