| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 31.446,00 |
| Dez/25 | R$ 31.478,00 |
| Nov/25 | R$ 30.402,00 |
| Out/25 | R$ 31.505,00 |
| Set/25 | R$ 32.648,00 |
| Ago/25 | R$ 32.717,00 |
| Jul/25 | R$ 32.770,00 |
| Jun/25 | R$ 32.803,00 |
| Mai/25 | R$ 33.993,00 |
| Abr/25 | R$ 35.226,00 |
| Mar/25 | R$ 34.035,00 |
| Fev/25 | R$ 32.885,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004 e suas implicações para seguros
A Tabela FIPE é uma referência essencial para avaliações de valor de mercado de veículos no Brasil. Quando o assunto é Kia Besta GS Grand 3.0 8V 16L Diesel 2004, entender como a FIPE reflete o valor do veículo no momento da cotação de seguros é decisivo para quem administra uma frota ou utiliza o veículo como particular com finalidade comercial. Este texto orienta como ler a tabela, interpretar as variações por ano-modelo e versão, além de discutir a relação entre o valor indicado pela FIPE e a proteção oferecida pelas seguradoras. Ao longo, destacamos também a ficha técnica da versão citada, o peso da marca Kia na indústria automotiva e como tudo isso impacta a precificação de seguros. Para facilitar a leitura, dividimos o conteúdo em blocos informativos e objetivos, com uma ficha técnica resumida ao final e recomendações pedagógicas para quem atua no setor de corretagem de seguros.
Entendendo a Tabela FIPE e o que ela representa para veículos comerciais e de uso misto
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida valores médios de mercado para veículos usados, com base em dados de transação no comércio de automóveis no território nacional. Ela funciona como referência para indenizações, composição de seguros, valores de entrada para financiamentos e avaliações de risco. Importante: a FIPE não é garantia de preço fixo, mas sim um índice de referência que reflete a tendência de desvalorização e as variações de preço entre versões, anos e configurações. No caso de um Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004, as variações de preço na FIPE podem ocorrer por diversos motivos, como:

– idade do veículo e fevereiro de referência da tabela;
– versões distintas (GS Grand, com motor 3.0 Diesel, em comparação com outras configurações da linha Besta);
– estado de conservação, km rodados e histórico de manutenções;
– disponibilidade de peças de reposição e custos de mão de obra.
Por isso, ao ler a FIPE para um veículo dessa natureza, é fundamental entender que o número apresentado é uma referência de mercado, não um preço definitivo. Para seguradoras, esse valor funciona como base para estabelecer a cifra de reconstrução (quando há sinistro total) ou o valor de mercado para financiamento ou garantia de proteção. Por isso, a correta classificação do veículo pela seguradora, com o apoio de dados da FIPE, ajuda a calibrar o prêmio de seguro, o valor de franquia e as coberturas necessárias para o perfil de uso da Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004. Em contextos de frotas, a referência FIPE auxilia, ainda, na comparação entre diferentes veículos para decisões de substituição ou aquisição de novas unidades.
Para a corretora de seguros, é comum cruzar a informação da FIPE com outros dados do veículo: histórico de sinistros, uso (pessoal, frete ou transporte de passageiros), local de circulação e categorias de cobertura desejadas (compreensiva, responsabilidade civil, incêndio e roubo, entre outras). O resultado é um prêmio mais adequado ao risco, sem exigir o adiantamento de valores que possam distorcer a precificação. No caso de modelos menos comuns ou de versões com pouca disponibilidade de peças, o valor FIPE pode demonstrar maior volatilidade, exigindo avaliação adicional pela seguradora para evitar sub or overinsurance. Assim, compreender o funcionamento da FIPE torna-se uma competência central para quem atua como corretor ou consumidor na hora da contratação do seguro.
Ficha técnica resumida da Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004
- Marca e modelo: Kia Besta GS Grand, versão com motor 3.0 a diesel, ano 2004.
- Tipo de motor: Diesel, configuração 3.0, 8V, voltado para uso misto/urbano e rodoviário em transporte de passageiros e carga leve.
- Câmbio: Manual, com volante de operação simples e faixa de engates adequada para uso diário em cidade e estrada.
- Capacidade de passageiros e uso de carga: Veículo desenhado para transporte de pessoas com espaço de bagagem/mercadorias, típico de vans de porte grande, com flexibilidade de configuração interna conforme o uso.
Observação: a ficha técnica aqui apresentada é baseada na configuração descrita (Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004). Dados específicos de motores, transmissão e capacidades podem variar conforme a unidade, país de origem/importação, lotes de fábrica e eventual retrofit. Para um levantamento técnico exato, consultar o manual do veículo ou o catálogo oficial da Kia referente a esse ano-modelo específico é recomendável. O objetivo deste item é oferecer um quadro sintético para auxiliar o entendimento sobre como a FIPE e o seguro interagem com a configuração do veículo, especialmente para fins de avaliação de risco e precificação.
A marca Kia: trajetória, reputação e presença no Brasil
A Kia Motors, sul-coreana por origem, construiu no final do século XX e início do XXI uma trajetória de modernização, confiabilidade e foco no consumidor. No Brasil, a marca expandiu-se significativamente a partir da década de 2000, investindo em redes de concessionárias, assistência técnica e opções de pós-venda que ajudam a diminuir o custo total de propriedade de seus modelos. Para veículos comerciais leves ou utilitários, a Kia vem investindo na durabilidade de componentes, na disponibilidade de peças de reposição e em uma rede de serviço mais ampla, fatores que influenciam diretamente não apenas o desempenho do veículo, mas também a percepção de segurança e tranquilidade por parte de quem contrata o seguro. A Besta GS Grand, como parte do portfólio de vans, está inserida nesse ecossistema de confiabilidade que a marca tenta consolidar no mercado brasileiro, com foco tanto em uso familiar quanto em transporte de passageiros para serviços corporativos ou de fretamento. A reputação da Kia na América do Sul tem evoluído, superando antigos estereótipos de marcas mais modestas, ao oferecer serviços de assistência, garantia e suporte técnico que ajudam a criar uma base de clientes mais estável e disposta a investir em seguradoras que reconheçam esse perfil de veículo.
Além disso, é comum notar que, para veículos de uso misto como a Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004, o seguro valoriza não apenas o estado atual do carro, mas também o histórico de manutenção, o uso e as condições de circulação. Uma marca com rede de atendimento ampla pode reduzir o tempo de sinistro e facilitar o processo de indenização, o que reforça a atratividade de se manter uma rede de corretoras que conheçam a dinâmica da FIPE e as particularidades da marca. Em termos de segurança, a Kia, como muitas montadoras modernas, investe em ergonomia, sistemas de freio, suspensão e componentes de carroceria que ajudam a reduzir o risco de acidentes graves, impactando positivamente as primes quando o veículo é bem mantido e utilizado com responsabilidade.
Como a FIPE orienta decisões de seguros e cotações para a Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004
Para o corretor de seguros, a leitura da FIPE é um passo estratégico na construção de uma cotação adequada ao perfil do veículo. A partir do valor de referência FIPE, é possível calibrar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro, bem como orientar o cliente sobre coberturas que protegem ativos com características específicas, como utilitários com maior valor de reconstrução e custo de reposição. Em veículos de uso comercial ou misto, como a Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004, a FIPE ajuda a estabelecer parâmetros de depreciação, o que pode influenciar na escolha entre coberturas de valor fixo, valor de mercado ou valor de reposição. Além disso, é comum que o consultor de seguros utilize a FIPE para:
– Estimar o custo de proteção para componentes sensíveis, como motor, câmbio e sistema de combustível, que representam peças com custo de reposição relevante.
– Direcionar o tipo de franquia mais adequado ao perfil de uso: com base no valor FIPE, a franquia pode ser ajustada para equilibrar prêmio e proteção.
– Avaliar o risco de sinistro: veículos de uso comercial tendem a ter maior exposição a danos, e a FIPE ajuda a contextualizar esse risco com base no valor de mercado atual do modelo.
– Comparar opções entre versões: se houver disponibilidade de distintas configurações da mesma linha (por exemplo, diferentes motores ou transmissões), a FIPE reflete a diferença de valor entre elas, apoiando a decisão de seguro mais bem alinhada ao custo de reposição.
É fundamental enfatizar que a Tabela FIPE serve como referência. O valor efetivamente utilizado pela seguradora na apólice pode incorporar ajustes por estado de conservação, kilometraje, histórico de sinistros, localização geográfica e uso específico do veículo. Dessa forma, uma leitura cuidadosa da FIPE aliada à avaliação da corretora é a melhor prática para obter uma cobertura equilibrada, sem subestimar ou superestimar o valor de proteção de uma Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004.
Outro ponto relevante é a percepção de valor no contexto de uma frota. Para gestores de frotas que utilizam a Besta GS Grand como veículo de transporte de equipes ou de mercadorias leves, a tabela FIPE ajuda a justificar decisões de renovação de frota, substituição de unidades ou mesmo a necessidade de diversificar modelos para reduzir o risco agregado de sinistros. Quando a FIPE aponta variações ao longo do tempo, o corretor pode alertar o cliente sobre a necessidade de atualização de garantias, reavaliação de coberturas ou renegociação de condições com a seguradora, sempre com base em dados da FIPE atualizados mensalmente, mantendo a empresa alinhada com o cenário de mercado.
Por fim, vale destacar que a integridade de informações é essencial para uma boa prática de seguros. A Tabela FIPE não substitui o conhecimento técnico do veículo nem o estudo de caso real do condutor. Em conjunto com o histórico do veículo, as características físicas do carro e o perfil do uso, a FIPE fornece uma referência sólida para a construção de uma apólice que proteja o valor econômico do bem, sem comprometer a relação custo-benefício para o proprietário. Ao entender essa relação, o leitor torna-se capaz de discutir com a sua corretora de seguros a melhor forma de garantir proteção adequada, especialmente quando se trata de um veículo com configuração específica, como a Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004, onde cada detalhe técnico pode influenciar a percepção de risco e, consequentemente, o prêmio final.
Se desejar, a leitura da Tabela FIPE pode ser acompanhada de uma revisão técnica do carro com foco em itens de maior impacto para o seguro: estado da carroceria, sistema de freios, motor e transmissão, bem como itens de segurança que possam influenciar reduções de prêmio, como sistemas de alarme, rastreadores e dispositivos de imobilização que aumentam a proteção e, por consequência, a percepção de menor risco pela seguradora. Uma abordagem integrada entre o legado da marca, as particularidades da versão e a leitura cuidadosa da FIPE resulta em uma cotação mais alinhada à realidade do veículo e ao uso que ele recebe no dia a dia.
Para fechar, recorde que a cotação com a GT Seguros pode trazer uma visão prática e personalizada, com condições que considerem a FIPE, o histórico do veículo e o perfil do condutor. Ao buscar entender os dados, o cliente ganha embasamento para tomar decisões mais conscientes sobre seguro, mantendo a proteção necessária sem gastar mais do que o essencial.
Para avançar com uma cotação personalizada e entender como o valor de mercado da Kia Besta GS Grand 3.0 Diesel 2004 impacta sua apólice, considere entrar em contato com a GT Seguros. Eles podem orientar sobre as melhores coberturas, limites e franquias, sempre oferecendo uma leitura compatível com a realidade do veículo e com as condições atuais do mercado.
