| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 6.260,00 |
| Fev/26 | R$ 6.274,00 |
| Jan/26 | R$ 6.288,00 |
| Dez/25 | R$ 6.300,00 |
| Nov/25 | R$ 6.310,00 |
| Out/25 | R$ 6.326,00 |
| Set/25 | R$ 6.347,00 |
| Ago/25 | R$ 6.361,00 |
| Jul/25 | R$ 6.491,00 |
| Jun/25 | R$ 6.624,00 |
| Mai/25 | R$ 6.638,00 |
| Abr/25 | R$ 6.644,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec 1997
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de veículos usados
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega dados de negociações reais, levando em consideração variações por ano, versão, motorizações e condições gerais do veículo. Em termos práticos, as seguradoras utilizam esse valor de referência para calibrar coberturas, indenizações em caso de Sinistro Total ou Parcial, e para orientar reparos ou reposição de peças. No caso de modelos mais antigos, como o Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec de 1997, a FIPE funciona como um balizador importante, já que o veículo pertence a uma faixa de mercado com peças de reposição mais escassas e com custos potencialmente elevados com o tempo. Por isso, entender como a tabela é estruturada ajuda o proprietário a compreender a lógica por trás das cotações de seguro, evitando surpresas ao longo da vigência da apólice.
A atualização mensal da FIPE reflete, entre outros fatores, a oferta de veículos similares no mercado, a disponibilidade de peças e as mudanças econômicas que afetam o setor automotivo. Quando uma pessoa busca seguro para um carro de 25 anos ou mais, como é o caso de modelos fabricados em 1997, a FIPE pode sofrer variações mais expressivas entre um mês e o outro. Isso não significa que o valor de reposição da seguradora seja exatamente o mesmo que o da tabela; porém, o número serve como referência objetiva para cálculos de indenização, limites de cobertura e condições de franquia. Com o Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec 1997, as seguradoras costumam usar esse referencial para entender o quanto o veículo pode valer caso haja necessidade de reposição integral ou parcial, bem como para embasar ajustes de prêmio conforme o estado de conservação, histórico de sinistros e uso previsto do veículo.

Além disso, vale destacar que a FIPE não é o preço de venda indicado por um vendedor ou por um anúncio; é um índice consolidado a partir de dados reais de mercado. Para quem administra um seguro, essa distinção é relevante porque a apólice pode prever a indenização com base no valor de tabela, no valor de reposição ou no valor de mercado avaliado em uma determinada data, conforme as cláusulas escolhidas. Em resumo, a Tabela FIPE facilita a comunicação entre proprietário, corretora e seguradora, proporcionando uma referência comum para o planejamento financeiro do seguro de um veículo antigo como o Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec 1997.
Ficha Técnica do Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec 1997
Embora a faixa de preço e o valor de seguro dependam de muitos fatores, a ficha técnica do veículo oferece um retrato do que caracteriza o Clayus GLX 2.0 16V Mec de 1997. Abaixo estão os aspectos mais relevantes para seguradoras, compradores e interessados em compreender melhor o conjunto tecnológico e estrutural desse carro:
- Motorização: 2.0 litros, 16 válvulas, quatro cilindros
- Transmissão: Manual, tipicamente de 5 velocidades
- Carroceria: Sedan de quatro portas, com dimensões compatíveis ao padrão de sedans médios da década de 1990
Essa composição técnica indica um conjunto que combina desempenho equilibrado com consumo adequado para a época, além de apontar necessidades de manutenção específicas para o segmento de carros com motorizações 2.0 aspiradas. Embora o Clarus tenha sido projetado para atender a padrões de conforto e confiabilidade do período, a idade do veículo impõe atenção especial a componentes de suspensão, freios, sistema elétrico e parte mecânica do motor. Por isso, ao avaliar o seguro, as seguradoras levam em conta não apenas a poténcia ou a performance, mas também a disponibilidade de peças, a complexidade de reparos e a probabilidade de sinistros relacionadas a componentes antigos.
A marca Kia e o Clarus no Brasil
A Kia Motors, fundada na Coreia do Sul, consolidou-se mundialmente como uma fabricante que une design funcional, robustez e custo-benefício. No Brasil, a entrada da Kia se deu em um período em que o mercado de automóveis importados e de modelos regionalizados começava a se expandir, trazendo para o público brasileiro opções de veículo com garantias de qualidade aliadas a preços competitivos. O Clarus, especialmente na versão GLX 2.0 16V Mec, ocupou espaço entre sedans acessíveis de sua época, oferecendo interior confortável, acabamento alinhado ao que havia de mais moderno no final dos anos 1990 e uma proposta de confiabilidade que ajudou a construir a reputação da marca no país. Mesmo após décadas, a presença de versões antigas como o Clarus continua relevante para entusiastas, colecionadores e compradores que preservam veículos com história de uso, lembrando que peças de reposição podem exigir atenção especial e que a rede de assistência deve ser avaliada com cuidado.
Ao longo dos anos, a Kia consolidou-se como uma montadora que investiu em qualidade de fabricação, tecnologia acessível e serviço de pós-venda com redes de concessionárias que ampliaram a cobertura do país. A trajetória da marca no Brasil traz aprendizados importantes para quem hoje busca compreender o seguro de um veículo antigo: a confiabilidade de um carro depende tanto da qualidade original quanto da manutenção contínua e do histórico de uso. No caso do Clarus, a combinação de um motor relativamente simples, aliado a um conjunto de componentes que, com o tempo, podem exigir substituições, influencia diretamente a decisão de contratação de coberturas mais amplas, como proteção contra roubo, colisão e incêndio, além de opções que envolvem assistência 24 horas e cobertura de peças sobressalentes, muitas vezes menos disponíveis com o passar dos anos.
Como o perfil do veículo influencia o seguro
Quando uma apólice é desenhada para um carro com idade elevada, como a versão 1997 do Kia Clarus GLX 2.0 16V Mec, as seguradoras costumam adotar critérios de avaliação que refletem dois grandes focos: o risco de uso e o custo potencial de reparo. O FIPE atua como uma referência de mercado, mas diversos fatores operam em conjunto para formar o prêmio final e as coberturas disponíveis. Entre os aspectos mais relevantes estão:
1) Valor de reposição ou de indenização: o valor de referência da FIPE delimita o teto da indenização para muitas apólices. Em veículos mais velhos, pode haver preferência por indenização com base no valor de recondicionamento, ou por uma cobertura que combine o valor de referência com regras de depreciação e idade do carro.
2) Disponibilidade de peças: para modelos como o Clarus, a disponibilidade de peças de reposição pode influenciar a avaliação de risco. Peças mais difíceis de encontrar elevam o custo do reparo, o que, por consequência, pode impactar o prêmio ou a necessidade de coberturas adicionais, como garantia estendida de peças ou serviços de recuperação veicular.
3) Histórico de sinistros e uso diário: veículos mais antigos que permanecem em uso frequente apresentam maior probabilidade de sinistros simples, como colisões, batidas leves ou desgaste relacionado ao rodar de hoje em dia. A finalidade do seguro — including proteção contra terceiros, danos próprios, roubo e incêndio — pode ser ajustada com base no perfil de condução do proprietário e na finalidade do veículo (uso urbano, fins de colecionismo, ou uso ocasional).
4) Manutenção e estado de conservação: carros com histórico de manutenção adequada tendem a apresentar menos falhas graves, o que influencia positivamente a avaliação de risco. Em contrapartida, um histórico de substituições precárias, sistemas elétricos instáveis ou suspensão que necessite reparos frequentes aumenta a percepção de risco e, consequentemente, o custo do seguro.
Além desses pontos, é comum que seguradoras perguntem sobre modificações não originais, uso de equipamentos de proteção, rastreadores ou dispositivos de imobilização, e o estado atual de itens de segurança. Embora o Kia Clarus seja um veículo com design clássico e apelo nostálgico, a decisão de contratar uma apólice mais simples ou mais abrangente depende do perfil do proprietário, do uso previsto e do orçamento disponível. Por isso, entender a Tabela FIPE e o estado técnico do veículo ajuda o corretor e o segurado a alinhar expectativas, escolhendo coberturas que ofereçam proteção adequada sem pagar por coberturas desnecessárias.
Para quem mantém esse tipo de veículo, vale a pena considerar opções de seguro que combinam proteção contra roubo, colisões, incêndio e cobertura de peças originais, bem como serviços de assistência em viagem. A combinação de uma avaliação honesta sobre o estado do carro, com o referencial da FIPE, facilita a construção de uma apólice que reflita o valor real do carro hoje, reconhecendo a sua história e o investimento de manutenção necessário para manter o veículo em condições seguras de operação.
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